Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Poxa mãe, eu me esforço tanto... E você nem percebe. Um dia, nem que por apenas uma vez, queria ser o motivo de seu sorriso, seu orgulho. Você sabia que dói? Dói tanto quando você me compara a outras pessoas, me troca, crítica, julga. Sem saber que mesmo eu tentando tanto, acho que nunca irei conseguir ser o bastante para VOCÊ, ser a filha que você queria. Nunca me senti realmente importante, sabe? Eu só queria o seu amor, queria que fôssemos como as outras famílias. Me desculpe por não ser a filha que você tanto desejava, tá? Sinto muito, mas eu não sou perfeita. Eu nunca serei o suficiente para você, não é mesmo...? Poxa mãe. Lembra aquele dia que você me chamou de inútil? Você disse que eu era um nada... doeu tanto... Poxa mãe... Eu doou o meu melhor, mas o meu melhor nunca foi o suficiente para você. E eu cresci, com essa culpa de não ser o que você desejava.

Aprendi a usar minha raiva para o bem. A raiva, para as pessoas, é como o combustível para o automóvel. Ela nos dá energia para seguir em frente e chegar a um lugar melhor. Sem ela, não teríamos motivação para enfrentar os desafios. A raiva é uma energia que nos impele a definir o que é justo e o que não é.

Maliciosa ela é, harmoniosa, a ela tudo lhe cai bem, perigosa, mas mais ainda calorosa, traz consigo possibilidades, ritmo, nuances e variáveis, reflete aquilo o que se mais deseja, como também o que mais causa espanto , ela aceita, ela revela, ela transforma, maliciosa ela é , a quem diga que a conhecem bem, outros que ela é algo inconcebível, ser ela assim tão simples de se apresentar, e tão complexa no modificar, tudo a ela lhe cai bem, maliciosa ela é, ela faz acontecer, mas também deixa estar, capoeira a sua maneira, cada história é uma história pra contar.

Essa capacidade de sorrir mesmo diante da dor, das tristezas e até mesmo das frustaçoes me encanta e me faz pensar ser uma característica do meu povo os (NEGROS), uma herança deixada através de gerações, pois que força e alegria era aquela que mesmo diante do chicote, do sol escaldante, do labor, da ausência de conforto, da falta de expectativa e de tantas outras mazelas que lhe sobrevinham, esse povo ainda encontravam força pra cantar? Pra sorrir, pra brincar, pra dançar, pra festejar.. Que povo feliz apesar dos pesares! Oh quantas coisas esse povo me ensinou e me ensina! Tenho milhões de palavras e frases para falar do meu povo, mas prefiro sempre lembrar deles como um povo alegre e feliz😊!

Quando te vi o ar sumiu,você é a minha inspiração , você é a pessoa mais linda que conheço , você nunca mais saiu da minha cabeça , é tão belo seu sorriso ,só tenho olhos para você , seu olhar é mais cristalinos que o mar , quando você me olha tudo fica bem , penso em você todos os dias ,você é minha vida.

Não banalize seu “eu te amo”, pois há uma diferença entre o gostar e o amar. O gostar sempre vem acompanhado de um “porque”, um motivo, uma explicação. Mas o amar traz consigo um “apesar de”, apesar dos defeitos, apesar das manias, das dificuldades, você simplesmente ama. Assim é o amor!

Porque desiludimos e decepcionamos? Certamente porque depositamos confiança e em pessoas que não correspondem as nossas expectativas. Ou mesmo esperamos de alguém muito mais do que elas possam nos oferecer. Mas temos alguém em quem podemos depositar total confiança e receber muito mais do que pedimos ou imaginamos, N'Ele podemos contar tudo que pensamos, que sentimos e o que queremos. A resposta vem, pois Ele nunca nos deixa a deriva sem resolver e dar solução. A pessoa certa se chama JESUS o Cristo que deu tua vida por nós, para desfrutamos a vida, pois o melhor ainda está por vir . Ore, busque, confie e espere, nunca será decepcionado nem sofrerá desilusão.

Às vezes, durante a noite, quando não consigo dormir e acabo acendendo mais um cigarro, eu penso: "será que não poderia ter sido diferente?". Ouvindo a trilha sonora que sempre acompanha minhas madrugadas eu me pego pensando nas oportunidades que o destino me deu para que eu pudesse ter ido até você, nem que fosse para tirar esse peso da minha consciência. Logo de cara, quando você me ajudou a encontrar meu lugar na sala de prova, em uma cidade longe da qual eu moro, em um lugar onde a única pessoa que eu conhecia talvez fosse eu mesmo(se é que eu me conheço de verdade), fazendo uma prova de nível nacional, podia ter sido qualquer qualquer uma daquelas centenas de pessoas fazendo a mesma prova, mas foi logo você quem me ajudou, um completo estranho, que você nunca viu na vida, e pode parecer frívolo, mas você conseguiu me conquistar com poucas palavras, porém, com uma gentileza que eu sei que nunca vou esquecer, apenas no ato gentil de indicar que minha cadeira era a que estava logo atrás da sua. Não foi simples fazer a prova tendo que gerenciar meus pensamentos sobre a pessoa gentil que estava na minha frente, e o foco que eu deveria manter. E assim foram as três horas seguintes, eu sabia que deveria dar um jeito de pelo menos perguntar seu nome, mas eu não queria atrapalhar aquela pessoa que em tão pouco tempo eu passei a nutrir admiração, em sua gentileza e sua beleza sutil, mas muito impressionante para mim. Os meses seguintes foram uma mistura entre minhas esperanças de vê-la novamente na segunda fase da prova (e consequentemente, minha nova chance de falar com você), eu meus pensamentos realistas de que era improvável eu cair na mesma sala que você, sem ao menos saber se você teria passado para a segunda fase, mas o destino ainda não tinha acabado comigo. Na segunda fase, dois dias de prova, praticamente o mesmo número de concorrente da última vez no lugar em que eu fiz, a desesperança só aumentava, mas quando entrei na sala, e esperei os outros candidatos entrarem, tive a ótima surpresa de que não apenas você tinha caido novamente na minha sala dentre as outras várias que você poderia ter caído, mas também tinha caído novamente na cadeira da minha frente, só que dessa vez teria dois dias para criar coragem e tentar falar com você. Eu consigo me lembrar perfeitamente das camisetas largas que você usou tanto na primeira fase quanto no primeiro dia de prova da segunda fase, seus cabelos curtos, castanho claro, e uma sutil pinta no rosto, além de uma feição que transmitia tranquilidade e calma, porém, não foi nesse dia que eu consegui romper as barreiras do medo para falar com você. No segundo dia, mesmas salas, mesmos lugares, porém, você estava mais arrumada, e ainda mais encantadora. Antes de entrar na sala, eu a vi de longe, sentada em um banco, virada em minha direção, embora na hora, graças a minha leve miopia (tão leve quanto esse eufemismo), eu não tinha conseguido te reconhecer, então a visão de que você estava de longe olhando para mim, pode não passar do meu cérebro, sendo levado pelas ilusões que habitam meu coração. Dentro da sala, era minha última chance, falar com você antes do início da prova para ao menos saber seu nome, ou ter que partir arrependido, sem poder te esperar depois da prova, pois o ônibus que voltava para minha cidade partia cedo. É claro que o medo não me permitiu nem ao menos te cumprimentar, mas dois acontecimentos fizeram acender uma leve esperança em mim, o primeiro: logo ao entrar todos na sala, o fiscal de prova sugeriu que anotassemos nosso nome e telefone na sacola descartável que era entregue para guardarmos nossos pertences, e nessa sacola, colocada logo embaixo de sua cadeira, graças novamente a minha miopia, eu consegui apenas ver parte do numero que você havia colocado, apenas o DDD, que era o mesmo número do DDD da minha cidade, ou das regiões ao redor dela, quanto ao segundo acontecimento, na hora de entregar as provas, o fiscal disse o nome dos candidatos em voz alta, o seu incluso, e essa foi a única hora em que eu pude ouvir seu nome claramente, "J", se meus ouvidos não me enganaram. No término da prova, eu tive que sair da sala com um enorme amargor no peito, sabendo que nunca mais a veria, até que o destino resolveu pregar uma última peça em mim. E na última vez que eu pude ver você, na mesma rodoviária na qual eu esperava meu ônibus, eu pude ver você, arrumando suas coisas ao lado de um ônibus que assim como o meu (porém não o mesmo), ia para a mesma região que eu iria, e essa foi a última vez que eu vi você, a minha última chance de te conhecer. Meses depois eu ainda me arrependo de não ter conversado com você, de tempos em tempos pesquisando seu nome em redes sociais para tentar te encontrar, mesmo com o incontável número de pessoas com o mesmo nome que o seu, porém, sem nenhum resultado. Talvez isso signifique que não é desse jeito que eu vou encontrar você, talvez signifique que eu nunca vou encontrar você, mas sua gentileza e sua aparência não saem da minha mente, junto com a leve esperança de te encontrar, junto com o agonizante sentimento de que talvez eu tenha jogado fora as oportunidades que o destino me deu de conhecer a pessoa que estaria destinada a estar do meu lado até o último dos meus dias. Eu não sei, talvez o destino tenha guardado algumas chances para mim ainda, alguma surpresa, talvez, quem sabe, você esteja lendo isso tudo.

Não acho que alguém acredite que nossa sociedade esteja à beira de ser dividida em facções baseadas em virtudes. Mas, para mim, as facções foram uma maneira de explorar a natureza humana, como as pessoas atuam em grupos, como esses grupos lidam com seus pares, e o que acontece quando perseguimos uma coisa.

Tolo aquele que acha que somos livre. a sociedade nos impõem regras, comportamentos e padrões a serem seguidos, te dão um exemplo e hipocritamente fazem o contrário. Desde pequenos nos obrigam a ir para escolas onde somos doutrinados e fecham nossos olhos, mas feliz é o tolo que não percebe isso e continua vivendo normalmente, infeliz e amaldiçoado o que possui inteligência e percebe a futilidade de tudo ao seu redor.

Uma parte do nosso tempo livre deve ser dedicada a nós mesmos, ao cuidado com o nosso corpo e com a nossa mente. Uma outra parte deve ser dedicada à família e aos amigos. Devemos dedicar uma terceira parte à coletividade, contribuindo para a sua organização civil e política. Cada cidadão deve dosar estas três partes em medidas adequadas, de acordo com a sua vocação pessoal e a sua situação concreta.

As pessoas se tornaram vazias de um modo geral, independentemente de sexo, religião, raça ou credo, se esqueceram dos valores do conhecimento e se apegaram aos status, valores morais e éticos são apenas uma máscara que utilizam na sociedade, mas na realidade são pessoas que transpiram imoralidade, e exalam nojo social

Sei lá,A vida ficou tão sem graça,Depôs daquela noite.Aquela troca excessiva de olhares parecia banal,Com o passar dos dias foi fatal,A famosa paixão fatal,Atirei todo amor,Que infelizmente saiu pela culatra,Fecho meus olhos vejo vc nos meus sonhos,Infelizmente sempre estou nos bastidores vendo você passar,Com ele.Mesmo eu tendo meus tormentos nas madrugadas,Esse foi o melhor e o pior que presenciei.De fato estava sonhando acordado e a vi,Me deixando,Sem eu poder fazer absolutamente nada,Apenas torcer.”Torcer não resolve”,Eu a perdi.

Minhas ideias colidem no interior do meu cérebro,A controvérsia o niilismo... tudo me acompanha,Aquela identidade única,Se torna irreconhecível,Seguimos nossos extintos,E nossos gostos.Acabamos destruindo ou aperfeiçoando vossa essência,Junto com as deficiências psíquicas.Uma contradição me toma conta,De fato eu mesmo pagarei a conta,De não superar, o insuperável.

Filho, sabe aqueles dias que você orou... que você chorou... pensou que Eu tinha te abandonado. Eu não te deixei, sempre estive com você por onde você andou... e agora eu enxugo as lágrimas dos seus olhos, aquilo que era impossível, farei tornar possível, Eu sou o teu Deus e coisas maravilhosas farei na sua vida.

Mediocridade não tem nada a ver com como você se compara com os outros; é apenas um resultado de não assumir o compromisso de aprender, crescer e melhorar a si mesmo, continuamente. Enquanto ser extraordinário – o que leva a níveis de sucesso extraordinários – é um resultado de escolher aprender, crescer e ser um pouco melhor a cada dia do que você foi no passado.

Hal Elrod
O Milagre da Manhã. São Paulo: Editora BestSeller, 2016.

Existe algo de poético e mórbido na vida de homens que se dedicam à violência. Mais ainda na daqueles que se isolam nela. Porque é preciso muita energia para um homem querer ser ruim o tempo inteiro; e dedicar a existência a isso. Porque a raiva corrói e o ódio cansa a mente inquieta; e, se um homem dedica seu tempo para ser um servo do caos de si próprio, é porque procurou respostas de enigmas pessoais dentro de si e se desesperou quando não as encontrou.

Saudade é um negócio complicado. As vezes ela tem nome, sobrenome,endereço ou telefone. Em outras, não tem nem rosto, nem sentido, nem destino. As vezes, é apenas saudade. Saudade sei lá de quê, sei lá de quem. Saudade de um tempo que não existe ou de alguém que já nem somos mais. É saudade que arde o peito e inunda os olhos, só de pensar.

Jesus veio a este mundo para dar vida em abundância, plena, cheia de significado, e revela que o ladrão Satanás veio para nos roubar a vida, ou seja, matar, roubar e destruir. Diga não ao suicídio, diga não à morte. Queira Jesus. Queira a vida. Viva com Jesus, viva por Jesus e viva para Jesus, e você terá vida em abundância. (Pr. Gersé Jordão – Estas afirmações estão baseadas em Jo 10.10)

O mundo agora é estável. As pessoas são felizes, têm o que desejam e nunca desejam o que não podem ter. Sentem-se bem, estão em segurança; nunca adoecem; não têm medo da morte; vivem na ditosa ignorância da paixão e da velhice; não se acham sobrecarregadas de pais e mães; não têm esposas, nem filhos, nem amantes, por quem possam sofrer emoções violentas; são condicionadas de tal modo que praticamente não podem deixar de se portar como devem.