Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Há algo, preso em minha garganta. Não é resto de comida e nem um remédio mal engolido. É apenas a vontade de falar certas coisas pra você. Eu tive um sonho, onde o sangue,saia de dentro de você,a sua face, estava deformada,e o medo cobria em seus olhos. Nesse sonho você havia me machucado muito,com palavras e com atos,e então, aconteceu algo, e desse jeito você ficou. E eu dizia para mim mesma: não o ajude, ele foi hipócrita contigo . mas é, a vida é assim,sempre fazemos o que não devemos. E quando uma gota de pena atingiu meu coração,nesse momento fui te ajudar. E sabe o que aconteceu? Fui apunhalada pelas costas,pelo meu melhor amigo, e vi,que tudo aquilo que estava acontecendo com você era apenas um de seus showzinhos, e parabéns, tenho que confessar,você é um bom ator. Mas eu não tinha mais forças para bater palmas, pois estava morta, e a única coisa que via,era um escuro infinito.

A vida de ninguém é um mar de rosas sempre. A gente tem altos e baixos, faz parte do dia a dia das pessoas. E tudo bem, sério, tudo bem. Mas não dá pra deixar a peteca cair ou se desesperar. Se dá para resolver o problema, vamos arregaçar as mangas, tentar dar o nosso melhor e resolver. Se não dá, paciência. Não dá pra perder o sono, ganhar rugas e marcas de expressão. Vida não é sinônimo de complicação.

Deseje amor, expanda o amor, espalhe o amor, semeie o amor. Seu peito não é um potinho, decorado com lacinhos e cheio de amor acumulado. Você pode até ter o seu depósito interior, é preciso se amar também, mas, para o seu próprio bem, extravase amor, pois amor sem doação, torna sedentário um coração.

E quem tem um coração inteiro, não se satisfaz com metades. E quem tem a alma plena, não se alimenta com migalhas de sentimentos. Ou chegue junto, e se entregue de corpo, alma e coração, ou lamento, sou muito amor próprio, pra lançar o meu melhor, nas mãos de pessoas insensatas, que só andam na contramão.

Virar um (a) adepto (a) do poliamor não é eliminar os ciúmes de forma instantânea como em um estalar de dados. Os ciúmes existem e são trabalhados de forma que virem flexibilidade, compreensão do outro. Quem adentra o poliamor decide amar com a lucidez de que outras pessoas também habitam o coração do seu parceiro (a).

Ser reconhecido me deixava muito animado antigamente. Acontecia muito quando eu estava andando por Los Angeles. Uma vez parei em um farol e ouvi: ‘Ei, cara!’ Isso te assusta muito. Olhei para o lado e haviam quatro caras em um picape mostrando o dedo do meio para mim! Fiquei muito cansado de coisas assim acontecerem, então parei de prestar atenção nas pessoas ao meu redor.

Somos seres insignificantes iguais aos que menosprezamos. Nascemos, crescemos, vivemos e morremos, só não sabemos o por quê! Depois isso aqui passa e nada fica, é como se nunca tivéssemos existido. Daqui cem anos toda a nossa geração já era, tudo o que conhecemos da forma como conhecemos transformado em pó, nossas histórias, nossas lembranças, nossos amigos e amores. A nossa existência é algo frágil, celebremos das melhores maneiras o tempo que aqui nós temos, pois ao contrário da nossa existência limitada, nossa insignificância é algo sem fim.

A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.

Não devemos cobrar tanto das pessoas que dizemos amar, quem ama acredita, confia e aceita; não sejamos todos tão cruéis a ponto de esperar que o outro seja um espelho do que somos ou queríamos ser... são as diferenças que fazem o mundo ser mundo, caso contrário seríamos clones de um único ser, sem nada pra dar e nada pra receber.

Tem coisas e momentos que não tem preço. Que nos mostram como existem coisas muito mais importantes e que nos transformam e são capazes de transformar nosso dia, nossa vida. Portanto nunca pense que nada mais faz sentido, porque no segundo seguinte vem a vida e lhe dá um “Pedala Robinho” que te deixa sem ação, em estado de graça e tudo volta a fazer sentido outra vez. Coisas que a gente não pede mas a vida sente e nos trás. Simples assim!

Os finais são o conteúdo fundamental da minha história. Junto com um final, vem sempre pelo menos uma lição, vem sempre pelo menos uma saudade, e vem sempre aquela sensação obrigatória de que apesar dos pesares, a vida sempre continua. E com os começos? Chegam sonhos, expectativas, e novidades. Com esses começos, só chegam coisas perecíveis. Mas com os finais? Eu ganho muito mais.

Existem, portanto, muitos homens e mulheres batizados que praticamente nada sabem sobre Cristo. A fé deles consiste em algumas noções vagas e expressões vazias. “Mas eles crêem, não são piores que outros; eles se mantêm na igreja, tentam fazer suas obrigações; não prejudicam a ninguém; esperam que Deus seja misericordioso para com eles! Eles confiam que o Poderoso perdoará seus pecados e os levará para o céu quando morrerem”. Isto é quase a totalidade da sua fé. Mas o que estas pessoas sabem de fato sobre Cristo? Nada! Nada mesmo! Que relação experiencial eles têm com Seus ofícios e obra, Seu sangue, Sua justiça, Sua mediação, Seu sacerdócio, Sua intercessão? Nenhuma! Nenhuma mesmo! Pergunte-lhes sobre a fé salvífica; pergunte-lhes sobre nascer de novo do Espírito; pergunte-lhes sobre ser santificado em Cristo Jesus. Que resposta você terá? Você é um bárbaro para eles. Você lhes perguntou questões bíblicas simples, mas eles não sabem mais sobre elas, experimentalmente, do que um budista ou um mulçumano. E mesmo assim, esta é a fé de centenas de milhares de pessoas por todo mundo que são chamadas de cristãs.

Uma fé é inteiramente inútil quando se une qualquer coisa a Cristo com respeito à salvação da sua alma. Você não deve somente depender de Cristo para salvação, mas deve depender de Cristo somente e exclusivamente de Cristo. Existem multidões de homens e mulheres batizados que professam honrar a Cristo, mas na realidade O desonram grandemente. Eles dão a Cristo um certo lugar no seu sistema religioso, mas não o lugar que Deus tencionou que Ele ocupasse. Cristo, exclusivamente, não é “tudo em todos” para suas almas. Não! É Cristo e a igreja; ou Cristo e os sacramentos; ou Cristo e Seus ministros ordenados; ou Cristo e a bondade deles; ou Cristo e suas orações; ou Cristo e a sinceridade e caridade deles, nas quais eles realmente descansam suas almas. Se você é um cristão deste tipo, eu também o advirto claramente que sua fé é uma ofensa a Deus. Você está mudando o plano de salvação de Deus em um plano da sua própria invenção. De fato você está depondo Cristo do seu trono, dando a glória que Lhe é devida a outro.

O que é impossível pra você? Tudo que os outros dizem ser? Não ligue para os outros, acredite nos seus sonhos, corra atrás, lute e quando não der certo, não é motivo para desistir e sim, para que você procure outro caminho, cresça, aprenda e nunca se esqueça: Se uma mentira vira verdade quando alguém acredita, por que seu sonho não pode ser real? Apenas acredite em você.

A história da ciência, como a de todas as ideias humanas, é uma história de sonhos irresponsáveis, obstáculos e erros. No entanto, a ciência é uma das poucas atividades humanas – talvez a única – em que os erros são criticados de forma sistemática e muitas vezes, ao longo do tempo, corrigidos

Conceda-me SENHOR, SERENIDADE necessária, para aceitar as coisas que não posso modificar CORAGEM para modificar aquelas que posso e SABEDORIA para distinguir umas das outras, para quando eu estiver tendo um dia realmente ruim e todos parecerem estar me enchendo o saco ao invés de usar os necessários 42 músculos para socar alguém e apenas 4 para estender meu dedo médio e mandá-lo para aquele lugar, eu use os 28 músculos necessários para sorrir e assim melhorar o meu dia e ir me livrando de quem não presta, pois o inferno já deve estar bastante cheio de pessoas medíocres e idiotas!

Ultimamente não me sinto bem como falo pra todos que me perguntam como estou, apenas digo que tô bem pra não dizer a verdade que me sinto péssima, triste, acabada, completamente morta por dentro e às vezes penso em desabafar com alguém, mas prefiro guardar tudo isso pra mim, por mais doloroso que seja se sentir assim todos os dias e não desabafar com alguém e ouvir um conselho, é melhor assim.

Eu sou intensa. E vou morrer assim. Por mais que eu tente puxar o freio de mão, as emoções me dominam e pulam de dentro de mim desesperadamente. Por isso, sou a favor do amor, da verdade, da vontade. Não sou a favor da traição e da mentira. Procuro fazer o bem e ficar em paz com minha consciência e meu coração, mas de vez em quando cometo deslizes humanos.

Não seja leviano com o coração dos outros. Não ature gente de coração leviano. Não perca tempo com inveja. Às vezes se está por cima, às vezes por baixo. A peleja é longa e, no fim, é só você contra você mesmo. Não esqueça os elogios que receber. Esqueça as ofensas. Se conseguir isso, me ensine. Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam, aos vinte e dois, o que queriam fazer da vida. Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Faça o que fizer, não se auto-congratule demais, nem seja severo demais com você. As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo. É assim pra todo mundo. Não leia revistas de beleza. Elas só vão fazer você se achar feio. Seja legal com seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro. Entenda que amigos vão e vem, mas nunca abra mão de uns poucos e bons. Respeite os mais velhos. E não espere que ninguém segure a sua barra. Cuidado com os conselhos que comprar, mas seja paciente com aqueles que os oferecem. Compartilhar conselhos é um jeito de pescar o passado do lixo, esfregá-lo, repintar as partes feias e reciclar tudo por mais do que vale.

Pedro Bial

Nota: Texto narrado por Pedro Bial e lançado no Brasil em 2003. É uma versão traduzida de “Everybody's Free to Wear Sunscreen”, que teve por base a coluna "Advice, like youth, probably just wasted on the young" escrita por Mary Schmich e publicada em 1997 no Chicago Tribune. Em 1997, o diretor de cinema Baz Luhrmann criou uma versão musical do texto.

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Quando vi aqueles rostos falsificados naquele patético momento, senti uma vontade anormal de querer gargalhar alto, mais tão alto até ouvir a minha voz misturar-se ao eco da batida eletrônica que tocava no bar da esquina. Maaas, não consegui ser demasiadamente maldosa. E o que deveria ter sido uma gargalhada maquiavélica, saiu em forma de um sorriso, fino e pueril.