Textos de Estrelas
Cartas que Não Enviei
Se amar fosse um erro,
eu colecionaria pecados como estrelas,
cada batida do peito uma confissão
escrita em tinta invisível.
Cada carta guarda um segredo:
o tremor da mão ao traçar teu nome,
a saudade que se disfarça de ponto final,
o “eu te amo” escondido entre as linhas
como quem tem medo de ser lido inteiro.
E eu, a mais sortuda dos errantes,
continuo escrevendo sem selo,
sem endereço, sem coragem de enviar...
porque entregar-te o coração
é o único erro que eu faria
mil vezes, sem pedir perdão.
Ecoando Até As Estrelas.
Em um simpático deserto na América do Sul em um dia bonito do ano de 1998 um impressionante telescópio havia sido deixado.
Nesse deserto que se estende pelo continente sul-americano esse telescópio deixado ao carinho desse lugar,em algum momento poderia alcançar as estrelas.
Nos grãos de areias desse deserto com as suas dunas,os seus pássaros e outros traços do seu passado.
Dentro do que esse telescópio revelaria e podendo ver mais do que as estrelas nesse deserto quente. Sob a luz do Sol ele ainda esperaria mais uma noite.
Com os ventos noturnos que retornariam com a Lua esse deserto adormeceria.
Enquanto nesses mesmos ventos esse telescópio veria as estrelas no céu.
As que já estavam lá e as que ainda nasceriam.
As estrelas de uma galáxia com um nome leitoso atravessando o céu noturno,a Lua e um deserto.
Nesse deserto as noites seguiam até um outro dia.
Até que no ano de 1999 esse telescópio olharia pela primeira vez o céu noturno com gotas de orvalho no seu espelho.
Um grande espelho que nas noites estreladas teria também grãos de areias aos ventos nos seus espelhos.
Brilhante na luz da Lua,estaria sendo guiado até por ela.
Em um deserto harmonioso à sua presença e que escutaria sobre as estrelas que ele ainda não poderia ver.
Nesse mesmo ano mais três telescópios foram deixados pertos do primeiro.
Cada um com três grandes espelhos e não tão separados desse deserto.
Com o luz do orvalho em cada um e nos seus movimentos lentos e precisos.
Em cada noite enluarada e com mais uma estrela.
Quatros telescópios que olhariam para diferentes estrelas.
Ou como se estivessem o mesmo espelho repleto de orvalho,olhariam apenas para uma estrela dentre aquelas milhares.
Que brilharia mais forte nos seus quatro espelhos finos e sensíveis.
Deixados sobre a vida de um deserto que os acolhe enquanto os observa sob aquelas estrelas que os fazem lembrar dos seus grãos de areia.
Na sua vida com outros milhares de pontos luminosos e aquecidos por uma estrela mais ao nascer do seu horizonte.
No nascer de cada dia um pouco antes desses quatro telescópios,esse deserto já tinha no Sol o seu maior brilho.
E seguindo outros grãos mais ventos aquecidos contornavam a sua vida.
Como outras asas,o tempo e até raízes.
Até que em um belo dia do ano de 1998 um telescópio foi trazido para os caminhos secos e adoráveis da sua vida.
Tão naturais e meigos.
Entre dias e noites que se transformavam com o tempo mais três telescópios foram trazidos.
Quatro telescópios com uma cor prateada que ao Sol queriam chegar.
Em um deserto à uma distância da luz de mais uma manhã.
Nas manhãs os seus quatro espelhos ficavam retraídos.
Esperando a noite retornar.
Ainda na luz bondosa do Sol sobre esse simpático deserto esses quatro telescópios também adormeciam.
Nos ventos e no tempo que esse deserto entendia para cada telescópio foi concedido um nome.
O primeiro telescópio foi chamado de "Antu" que significa "Sol".
O segundo telescópio teve o nome de "Kueyen" que significa "Lua.
Ao terceiro telescópio foi dado o nome de "Melipal" que significa "Cruzeiro do Sul".
O quatro telescópio foi chamado de "Yepun", que significa "Vênus ".
Aos quatro telescópios e aos seus nomes simbólicos e
verdadeiros tantas coisas do universo poderiam ser traduzidas.
Enquanto os quatro telescópios e os seus bons nomes olhavam as estrelas o tempo passava.
Até que entre o ano de 2004 e 2007 nesse deserto entre as manhãs que nasciam e as noites que já esperavam,mais quatro telescópios foram deixados aos seus grãos aquecidos por uma mesma estrela.
Quatro telescópios com a mesma cor branca que resplandecia sobre a sua vida desértica e maravilhosa.
Pois quando os outros quatros telescópios maiores estivessem procurando algo no céu sem ser uma querida estrela,os outros quatros telescópios esbranquiçados poderiam também ver as milhares de estrelas,uma galáxia leitosa e as fases da Lua e até planetas.
De um mesmo lugar os oito telescópios e os seus oito espelhos com orvalhos poderiam ver ainda além.
Em algum ponto no céu noturno procurando mais um brilho,uma nova indicação.
Nos oito espelhos uma galáxia atravessava deixando nos seus movimentos em passado,presente e futuro os rastros das suas estrelas.
Na sensibilidade de cada espelho o universo profundo estava.
Daquele deserto até as distâncias que o tempo consegue contar,mostrando para cada espelho o significado daquela profundeza escura e eterna.
As milhares de estrelas ao longe e as suas constelações com as suas cores e tamanhos.
Mais perto da Lua,Sol e de um deserto o tempo estava.
Contando cada órbita,uma outra fase,mais um grão.
Como nos oito espelhos daqueles telescópios destinados à viverem em um deserto.
Com uma aceitação de cada um até que mais noites se transformem sobre aqueles grãos.
Ainda nas manhãs o Sol refletirá sobre os oito espelhos cheios de orvalhos e sobre um deserto caridoso entre o seu nascer e até a próxima noite serena e perfeita.
Uma Revoada Sob Milhares De Estrelas.
Era mais uma outra noite maravilhosa com milhares de estrelas e a querida Lua.
Com milhares de estrelas ao seu lado.
Milhares de estrelas em anos-luz de distância que aos olhos da Lua pareciam mais perto.
Milagres brilhantes atravessando o tempo de cada estrela e vindo até mais uma noite.
Em uma fase bonita da Lua.
Milhares de estrelas brilhavam.
Na escuridão profunda e majestosa do céu.
Milhares de brilhos eram a noite.
Com tantas estrelas nessa maravilhosa escuridão.
Não tão distante como as milhares de estrelas uma revoada branca vinha de um certa direção.
Uma revoada branca e leve.
De um instante e na cor branca vinham iluminadas por estrelas que estavam atrás dessa revoada.
Na maravilhosa noite de Lua essa revoada branca e silenciosa seguia as estrelas que estavam nos seus olhos.
Uma revoada sob um anoitecer.
Uma revoada graciosa e branca de uma direção que já tinha constelações.
Dos muitos anos-luz de distância até os olhos daquela revoada.
Cada coração via estrelas,enquanto seguia voando para um outro lugar na mesma fase da Lua.
Em uma noite maravilhosa e com as estrelas de um luar.
Milhares de brilhos na imensidão.
Cada estrela no céu indicava um caminho,uma esperança.
Aos corações daquela revoada branca e aos olhos da Lua.
Antes dessa noite se reencontrar com uma outra manhã essa revoada já estará distante.
Ainda seguindo outras estrelas que estarão diante dos seus movimentos à milhares de anos-luz de distância.
Ainda nessa mesma noite antes de repousarem como revoada as milhares de estrelas e a Lua estarão nos seus sonhos.
Brilhantes e também seguindo sinais naturais que ficam sobre cada noite.
Como mais um milagre que refaz cada fase,os milhares de brilhos.
E uma revoada de um instante até um outro anoitecer.
AMOR ALÉM DAS ESTRELAS (versão música)
Verso 1
Quando eu deixar esta matéria,
E seguir por outra dimensão,
Talvez eu seja apenas energia,
Viajando pela imensidão.
Passarei por pontos de luz,
Que brilham no eterno universo,
Até chegar à fonte maior,
Onde termina todo mistério.
Pré-refrão
Sem corpo não há olhos para ver,
Nem mãos para tocar.
Mas existe algo que permanece,
E nunca vai se apagar.
Refrão
É o amor além das estrelas,
Ligando você e eu.
Atravessando o tempo infinito,
Pela força que Deus nos deu.
Se aqui não deixarmos o amor nascer,
O vazio poderá nos encontrar.
E na viagem para o tudo ou para o nada,
Não haverá com quem se ligar.
Verso 2
Se a vida é apenas passagem,
O amor é o que fica no final.
Nem a distância das galáxias
Pode romper esse sinal.
Somos centelhas caminhando
Pelos caminhos da criação.
E cada gesto de amor sincero
Ilumina outra constelação.
Refrão
É o amor além das estrelas,
Ligando você e eu.
Atravessando o tempo infinito,
Pela força que Deus nos deu.
Se aqui não deixarmos o amor nascer,
O vazio poderá nos encontrar.
E na viagem para o tudo ou para o nada,
Não haverá com quem se ligar.
Final
Além das estrelas...
Além do tempo...
Além do fim...
O amor continuará.
Está escrito nas estrelas e guardado no meu coração: eu ainda pertenço a você. Não importa quantas páginas já viramos ou quantas lições a vida nos impôs. Cada passo que demos, cada tropeço que nos colocou de joelhos, serviu apenas para mostrar que o nosso amor é a única coisa certa em um mundo de incertezas.
Em minhas orações, peço por nós. Peço o que as palavras nunca conseguiram expressar plenamente, não importa a distância que tente se atravessar no caminho. Sonhei um milhão de sonhos e, em cada um deles, era o seu rosto que eu buscava.
A vida passa rápido demais, o futuro logo vira passado e, por isso, não quero perder um segundo sequer. Quero te abraçar novamente e, dessa vez, que seja para sempre. Quero caminhar pela estrada que conhecemos — aquela que finalmente nos conduz à nossa casa, ao nosso refúgio.
Hoje, posso dizer com toda a minha alma: eu dou tudo por nós. Eu dou tudo por esse amor. Porque você é o meu amanhecer, a minha lição mais bonita e o meu destino final.
Queria que visse o céu,
Queria que visse as estrelas
E o pôr do Sol,
Através dos meus olhos.
Que enxergasse a beleza de hoje
E a delicadeza das coisas
Penso, que de onde vê as coisas
Possa ver do lado oposto de mim.
No sono dos deuses,.no sono de Hipnos,
Que estejas tu, nos braços de Morfeu.
O Jardineiro do Cosmos
No jardim do cosmos, eu semeei estrelas,
Sementes de luz que germinam em sonhos,
Raízes de tempo que se entrelaçam no espaço,
Um jardim de possibilidades, onde o infinito floresce.
Eu sou o jardineiro que cultiva o universo,
Um arquiteto de sonhos que constrói o infinito.
Eu sou a semente que germina em estrelas,
Uma partícula da fonte que se expande no cosmos.
No espelho do tempo, eu vejo reflexos
De vidas passadas, de futuros possíveis,
Um caleidoscópio de experiências que se desdobram
Em lições de amor, de sabedoria e de luz.
Eu sou o jardineiro que cultiva o universo,
Um arquiteto de sonhos que constrói o infinito.
Eu sou a semente que germina em estrelas,
Uma partícula da fonte que se expande no cosmos.
No silêncio do vazio, eu ouço a música
Das esferas celestes, que cantam em harmonia,
Uma sinfonia de vibrações que ecoam no universo,
Uma linguagem secreta que só o coração entende.
Eu sou o jardineiro que cultiva o universo,
Um arquiteto de sonhos que constrói o infinito.
Eu sou a semente que germina em estrelas,
Uma partícula da fonte que se expande no cosmos.
Domingão
No domingão desse,
uma lua brilhante dessa,
as estrelas iluminando o céu,
violão no colo e uma saudade chamando teu nome baixinho.
A noite parecia calma,
mas meu coração fazia
barulho por dentro,
e cada acorde que eu tocava
era só pra lembrar de você mais
uma vez.
Te amar tem dessas coisas simples:
transformar um domingo comum em eternidade, como canção feita no escuro da varanda pra alguém que mora dentro da alma da gente.
E se hoje o céu está tão bonito assim, talvez seja porque Deus resolveu mostrar que existe algo mais lindo que a própria lua:
você vivendo em cada verso
que eu canto.
#MOMENTOS
Amor imenso que também é cego...
Não há luar...
Não há estrelas...
Não sei o que vejo...
Amar eu posso até à hora de morrer...
Acordo...
E ainda que o caminho me espante...
Ainda que acordar seja
morrer aos poucos...
Amo...
Relembro o que fiz e o que podia ter feito na vida...
Quando o futuro me causa medo...
Todos os meus próprios momentos...
Ilusões e verdades...
Nesse espaço e tempo...
O que só agora claramente vejo...
Pode ser que para outro mundo eu possa levar o que sonho...
Nos destinos que não desvendo...
Vou amando...
Meus momentos...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
"Alma gêmea de minh'alma, dai-me te encontrar.
Ó bailarina das estrêlas.
Sonhos dos meus sonhos.
Doce quimera da minhas ilusões.
Fantasia maior do meu lobo frontal que ativa toda minha reptilianidade de macho. Puxo-te pelos cabelos, escondo-te nas cavernas do meu coração e devoro-te....vida da minha vida, ser do meu ser da mais pura essência humanizada pelo barro de Deus."
☆ Haredita Angel
"Todos somos iguais, mas alguns olham para as estrelas."
Oscar Wilde jogou essa frase no mundo como quem acende um fósforo num depósito de gasolina. Parece delicada. Não é. Ela acusa.
Somos iguais. Feitos da mesma carne que apodrece, do mesmo sangue que enferruja nas veias, do mesmo relógio que não negocia um segundo sequer. O coveiro não pergunta quanto você ganhou. A terra não distingue diplomas de fracassos.
Mas há uma diferença brutal.
Alguns escolhem viver olhando para o próprio umbigo. Passam a vida discutindo a prestação do carro, a promoção que não veio, o vizinho, o político, o futebol. Fazem da rotina um altar e se ajoelham diante dela todos os dias. Chamam isso de maturidade. Eu chamo de anestesia.
Os outros... levantam a cabeça.
Olham para as estrelas porque desconfiam que existe algo obscenamente maior do que pagar contas e esperar a sexta-feira. Carregam uma inquietação que não lhes dá descanso. Fazem perguntas que ninguém quer ouvir. Preferem uma verdade que fere a uma mentira confortável.
E você?
Quando foi a última vez que encarou o silêncio sem pegar o celular?
Quando foi a última vez que perguntou se a vida que leva foi escolhida por você ou empurrada goela abaixo por uma sociedade que premia a obediência e chama isso de sucesso?
Talvez você esteja vivo apenas biologicamente. Respirar é um reflexo. Viver exige coragem.
As estrelas nunca estiveram longe. Longe está o homem que desaprendeu a sonhar. Que trocou a curiosidade pela certeza, a liberdade pela segurança, a alma por um salário e uma parcela em doze vezes.
A tragédia não é morrer.
A tragédia é chegar ao fim sem jamais ter levantado os olhos.
Porque quem passa a vida olhando para o chão acaba acreditando que o chão é tudo o que existe.
Tocam no Universo
como uma partitura
as asas do Condor,
não consigo da Lua
e nem das estrelas
que quero só meu
o teu infinito amor.
Inti me presenteou
constelações incas
que lembram no céu
a beleza do teu olhar
e a nobreza do amor
que estou a cativar
neste mundo a girar,
e que insistem parar.
Fortes são as minhas
cordilheiras que criei
para ninguém tentar
tocar em tudo aquilo
que é de inspiração
e na eterna canção
que irá nos embalar.
O amanhecer será
nosso e indomável,
a última ópera fiz
questão de escutar,
e toda hora vivo por
dentro a me preparar
para quando o amor
vier a nos encontrar.
A alucinação das estrelas e colonias espaciais. Fuga para estrelas seria s otupia mas temos ter pes no chão realidade ambígua focada imaculada.
Somos objetos na imensidão nada sabemos do que sabemos nas linhas do tempo. Somos um sopro na definição inversal gritamoaos quatros cantos existimos para extir Somos formigas intelectuais... aplausos apagamos a fogueira acendemos a luz.
Noite nublada e mesmo assim vejo as estrelas, constelação nebulosa e sois diante dos buracos negros e buracos brancos, intensidade das nuvens dentro das cordas.
As nuvens dentro da nebulosa, restos de um tempo que passou. Ou resto de uma estrela.
Muitas vezes vejo na minha mente um desejo eterno e puro do universo.
Abro esses pensamentos olhando o por do sol abro ideia mais profunda lapides do universo os anéis de Saturno parece ser aglomerados de asteroides viajando numa elíptica das órbitas mais altas.
Mais metais de nova matéria pode ser um novo elemento na tabela periódica.
Esse pensamento eleva para mineração espacial.
Nas ondas do conhecimento temos as nuvens em contraste do dualidade o luar e as estrelas que encantam o feitiço do amor.
num estado primitivo as areias são partes dos céus que clama pelas poeiras do tempo. Olho o horizonte sinto seus lábios em minhas lembranças.
Calida minha alma no anoitece um manto negro de estrelas com doce luar...
Nuvens camadas de sonhos num mundo de ilusão de uma sensação boa que o amor parte de tudo e tudo e parte mim.
Na cidade onde as estrelas
descem trago algo da busca
eterna de Lori por Morã,
em tudo o quê se cultua.
Em tempos que quase
mais reparam na falta
que os vagalumes fazem
em alegrar as noites
pelos caminhos da Pátria,
a infância na memória
traz intocada a História.
A cada nova linha deixo
a rebeldia Uauá eternizada,
assumida, plena e enraizada,
porque renascer tem local
certo, sabido e merecido.
[[[Ai de que que fizer impedido!]]]
Conto uma Bunga Akar Kuning
por uma como quem despreocupada
conta muitas estrelas douradas
na Via Láctea sem me importar
como o tempo por mim passa,
Sou o poeta exilado que conta
versos nos poemas no silêncio
d'alma inspirados pelo tempo
inventado do Homem como remédio.
...
Bunga Jejarum
floresce no caminho,
Nos teus olhos
está escrito o destino,
E no meu coração
o quanto pressinto.
...
Bunga Tasbih esplendente
tal qual o coração
que pelo teu amor sente,
Tudo entre nós é crescente.
...
Anggerek Ungu florescendo
serena enquanto outros
querem se sobressair uns aos outros,
Sou como ela que não
se permite nada que interrompa
o seu florescimento,
sem me importar quanto tempo,
e sem temer o esquecimento.
Na companhia da Lua,
do Sol e das estrelas,
na Serra de Itajaí
nasce o Ribeirão Garcia
todo cheio de vida.
Esse Ribeirão Garcia
que permite que tenhamos
vida em abundância,
e beija a Mata Atlântica.
Tão precioso para as vidas
não apenas das capivaras,
lontras e garças,
que o ribeirão enfeitam,
e os olhos encantam.
Muitos sem notar
que este ribeirão
que amavelmente festeja
a querida Blumenau
desagua no Rio Itajaí-Açu
do nosso destino,
por isso todos os dias
celebro este ribeirão tão querido.
Nos quatro hemisférios
há poeira das estrelas
dispersas e mistérios
ao redor flores místicas
do Fedegoso em pleno
majestoso fevereiro,
adornando emoções,
desabrochando com tentações,
E tocando as cordas
o coração romântico;
Para sob ele te encontrar
pronto para o amor,
e paixão inesquecíveis,
Porque sei que juntos
seremos irresistíveis.
A MAGIA DO ENCONTRO
Quando o céu abraça a terra
As estrelas beijam o chão
As flores flutuam nas nuvens
Os rios adoçam o mar
Nessa empolgação
Tudo é magia
O amor perpetua e contagia
O homem abraça a vida
O tempo seca a ferida
No perfume do ar
A morte que era tristeza
Na simples natureza
Da terra abraçando o céu
As estrelas brotam na terra
E o homem brilha no céu
