Textos de Declarações de Amor
O amor é nosso olimpo, abrigo inviolável, Secretos em nosso éden seremos perfeitos, Amor leve, paradisíaco e mais do que amável...
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Aprecio o encanto desses olhos sutis, Que despertam as travessuras mais juvenis, Não existe delícia de amor mais feliz...
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Ele me contou que os meus versos o deixam apaixonado, A voz dele é um doce encanto - é manifestação de amor reverberado.
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As estrelas no céu lembram o brilho do teu olhar, Te desejo com desejos de pantera macia, Como é bom te amar...
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Na cadência de meus versos, Registro a batida do meu coração, Assim vou dando ritmo a nossa paixão - nós somos pura sedução.
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Vem, me dê a tua mão, Não me deixe aqui sozinha, Sou a tua alegria, E você é o meu coração.
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A rosa caprichosa faz de tudo para chamar a tua atenção, Fará tudo bem direitinho só para ganhar o teu coração.
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O nosso bem querer fará nos encontrar, E terna irei dizer o quanto é bom te amar...
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Não tenho mais vontade de falar com ninguém, Só tenho vontade de escrever versos para você, Só para te trazer - e me endoidecer...
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A cada véu despido há um carinho para ser encontrado, Te amando a cada dia um cadinho, Vamos ser magicamente um do outro bem devagarinho...
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Carinho doce ao me perguntar se eu sei namorar, Respondo com este versinho que eu desejo mais do que te namorar, Eu quero te amar.
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A noite surge fria sem a tua presença, A saudade faz companhia, Até a volta da tua presença - doce alegria
Não me desgarrarei desse amor místico - não abrirei mão desse amor que guarda mistérios a serem desvendados sob teus cuidados.
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Sabemos que o amar jamais é tardio, E que o amor quando chega é para florescer o que aparentava estar desértico - vazio.
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O sol carinhoso doura a minha pele, Os seus olhos são um doce encanto, Olho para o céu, e te desejo, Será que te alcanço?
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Nessa sideral canção Gabriela, Eu seduzo assim, Eu te trago para perto de mim, Doce brincadeira que não terá fim...
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Acenda-me com o teu canto de amor baixinho para ninguém te escutar, Estou aqui na janela, bem do jeito Gabriela, Só para te encontrar...
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A minh'alma deseja morar no mistério escuro desse olhar castanho,O coração não tem mais dúvidas que deseja mergulhar nesse remanso...
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O amor é sorrateiro, ele tem um quê de marginal, Quando o amor surge é derradeiro, ele reina sensual...
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É uma ordem com aroma de absinto, ouse! Inebria-me com o teu amor magnífico, infinito e felino...
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Quero que tome posse com esse amor de bicho, O meu corpo é território, O meu abraço é o teu ninho, Os meus beijos são teu doce alimento.
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Quero viver você, Quero mais do que me apaixonar, Viverei intensamente essa carícia que tanto falam que é do tamanho do mar...
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Compartilhe a tua verdade oculta, Revela-me a magia íntima, Surpreenda-me com delícia - faça isso sem culpa.
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O amor dá o tom mágico, o tom irial, Ele é criativo, infinito e celestial.
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A tua voz não saiu da minha cabeça, Ao pé do ouvido conseguiste marcar presença, Não duvido de que um dia você volte outra vez, e permaneça.
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Os teus ais semitonados são convites adocicados para conhecer as nossas luxúrias, Eles provocam a reverberação de nossos amorosos pecados.
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A tua presença me aquece como o Sol, Faça do teu corpo o meu lençol, E conduza com as tuas mãos o nosso itinerário, O nosso amor é sacrário.
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Só para me endoidecer, Planejo te provocar, Desejo muito mais do que te ter, Sonho te entregar esse coração que deseja se apaixonar ...
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Mordisco o canto da tua boca, Corro o risco só para tê-lo rendido, Faço versos ao pé do teu ouvido, Quero que este colo seja o meu abrigo.
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Quero tremer com esse santo pecado, Esse teu amor é divina flutuação, O teu corpo é uma feliz provocação,É um convite para estar ao teu lado.
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O calor do teu corpo faísca o meu, Estes lábios cor-de-maçã impressionam os meus, Este hálito hortelã também já é meu.
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O amor floresce cheio de loucura sã, E guiado pelos olhos da loucura, não teme jamais a noite escura, Ele crê em tudo e tudo procura...
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Imagino o seu perfume misturado com os das estrelas, O nosso amor, doce constelação, Imagino sem pena o teu carinho, adocicado poema.
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A noite paira e eleva os corações ao alto, A noite surge repleta de provocações e divagações, Ela é bela e soberana das nossas emoções...
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Amar verdadeiramente ainda é um escândalo, Não abra a mão de viver esse escândalo plenamente, Viva esse amor corajosamente...
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Quero te amar com uma coragem santa, E te amando vagarosamente para não perder o mais intenso do sabor, Quero te entregar o meu amor...
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Faço versos súplicas para trazer-te para perto, junto ao meu lado, Sei do teu coração errante, Sei também que um dia serás meu namorado...
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A poesia concede com graça a escuta do teu ai semitonado, É como uma sinfonia despertada por uma brincadeira de anjos, um incenso perfumado.
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Que eu seja como a alça da taça, Os nossos beijos a borbulha da champagne, As nossas travessuras sejam uma primavera que não passa...
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Basta um só gesto incontido, O teu poder sobre mim é infinito, A êxtase que me provocas, Transforma o mundo ao redor num mundo muito mais bonito.
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O aroma do meu amor perfumará o teu caminho, Com o meu jeitinho e todo carinho, Sorrirás sempre daqui para frente, E me levarás contigo...
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Essa sedução que arrebata, Doce alucinação, O destino nos trará um dia algo bem mais intenso do que uma simples paixão...
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Não existe amor perfeito, O amor chega do jeito dele, O amor sempre será guiado pelos olhos da loucura, Quando ele chega não tem mais jeito.
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O amor é nosso olimpo, abrigo inviolável, Secretos em nosso éden seremos perfeitos, Amor leve, paradisíaco e mais do que amável...
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Aprecio o encanto desses olhos sutis, Que despertam as travessuras mais juvenis, Não existe delícia de amor mais feliz...
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Ele me contou que os meus versos o deixam apaixonado, A voz dele é um doce encanto - é manifestação de amor reverberado.
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As estrelas no céu lembram o brilho do teu olhar, Te desejo com desejos de pantera macia, Como é bom te amar...
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Na cadência de meus versos, Registro a batida do meu coração, Assim vou dando ritmo a nossa paixão - nós somos pura sedução.
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Vem, me dê a tua mão, Não me deixe aqui sozinha, Sou a tua alegria, E você é o meu coração.
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A rosa caprichosa faz de tudo para chamar a tua atenção, Fará tudo bem direitinho só para ganhar o teu coração.
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O nosso bem querer fará nos encontrar, E terna irei dizer o quanto é bom te amar...
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Não tenho mais vontade de falar com ninguém, Só tenho vontade de escrever versos para você, Só para te trazer - e me endoidecer...
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A cada véu despido há um carinho para ser encontrado, Te amando a cada dia um cadinho, Vamos ser magicamente um do outro bem devagarinho...
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Carinho doce ao me perguntar se eu sei namorar, Respondo com este versinho que eu desejo mais do que te namorar, Eu quero te amar.
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A noite surge fria sem a tua presença, A saudade faz companhia, Até a volta da tua presença - doce alegria.
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Doce inclinação como a leveza de um beijo, Desejo que não me esqueça, Que venhas em breve com a tua sedução - e me aqueça.
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Algodoado de suspiros, Perfumado como um poema, O amor vai surgindo estalando até as estrelas...
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Os meus versos estão escondidinhos no coração, Para quando voltares a perguntar, Eles voltarem mais aquecidinhos de paixão.
I
Não existe tempo
para o amor,
Ele sempre chega
no seu próprio
tempo de amor;
Para uns como
um Ichiyo,
Florada julgada
como tardia
na Lua certa
no mundo da pressa.
Cerejeira tardia...
II
O amor vem,
e por ele coloco
as minhas duas
mãos no fogo;
A Lua absoluta
jamais nos trai,
Te garanto que
o amor vem,
Só quando for
para o seu bem.
Tardia cerejeira...
III
A formosura
da querida Lua
se confundiu
com a florada
da Jugatsuzakura,
E alguém disse
que eu é que
fiquei distraída
sonhando com você.
Cerejeiras tardias...
Na prece silenciosa
desta tarde azul,
não paro de pensar
na força do destino
deste amor bonito
que há de nos unir.
O Sol dando beijos
na mata verde,
parece até contigo
que nunca sai
da minha mente.
O romance da Lua
tão aguardada
que prateando
a mata adormecida,
há de entreter-me
esta noite porque
não tenho você
para me distrair.
Tudo isso me faz
meditar as cores
da Pátria gentil
que erguidas num
dos topos do mundo,
trazem um sinal
parecido comigo;
porque em teu
peito vou ocupar
território fixo,
e jamais deixarei
que me toquem em retiro.
Amor inevitável amor,
o céu que me guia ilumina
é o mesmo que te rege,
Um luar em sua companhia
há de ser por ti concedida,
quando findar a agonia,
Amor inelutável amor,
tens nas mãos todas
as manhas e minhas defesas,
Um turbilhão de emoções
valsando na noite fria
tem feito companhia,
Amor irrepreensível amor
os meus códigos tu
muito bem os domina,
Um aroma de cravo-da-índia
espargido pela casa
relembra uma perfumaria,
Amor inevitável amor
as minhas diabruras
sempre te divertem,
Uma loucura de amor
simplesmente engolida
do anoitecer ao raiar do dia,
Amor inefável amor,
você que muito mais
do que pele com pele,
E como não tenho ainda
a constelação tão linda
dos teus olhos austrais
para vir me enredar
e de ti pedir sempre
mais e muito mais,
tenho as estrelas
por aqui à me alegrar
e estratégias a traçar
para estar pronta
romanticamente
para quando você chegar.
Algo me diz que a busca
pelo teu amor fino
tem muito mais de espera
do que eu imagino,
Como Lua no teu Oriente
nestas noites longas
em preparação ando
vestindo-me de platina
e amorosamente latina;
Para que ninguém
tenha poder sobre nós,
para que estas almas
de chumbo
não nos alcancem:
Eu venho neste mundo
à beira do precipício
desenhando estrelas
com os meus poemas,
Com tremendo orgulho
místico protegendo
a existência do amor
romântico neste oceano
em brutal turbulência,
Que do apelo do mundo
dos corações não tem
dado trégua, clemência
e a resiliência,
Inconfidente insistente
pedindo às pessoas
que se tornem heroínas
deste século confuso
perseverando no amor,
Permaneço na trilha
para quando você vier
por si ou eu pelas
próprias pernas for
na hora certa de dar
uma chance plena ao amor.
Tenho nas mãos
a sutil pérola
do teu divino amor
em oceano,
sei que sou o teu
mais audaz plano.
Nos lábios silencio
a secreta canção
que leva o teu nome,
por ti firmei acordo
com o tempo
muito além do hoje.
Como se desbrava
uma eclipse penumbral
é o quê de ti peço
num deslumbramento
total diante de uma
galáxia em espiral.
No cair desta noite
ao ouvir os sinos
só me veio uma
única sentença:
na vida o amor
é o quê compensa.
Em liberdade ou não
tenho a poesia e a oração
como companheiras
enquanto o amor
de verdade não vem,
acontece que eu
sou habitante no teu peito
mesmo que os teus
olhos não me veem.
Não sei se é preciso
fazer um novo
movimento romântico
para você entender
que o amor e a amizade
não sobrevivem
a falta de educação
e a falta de interesse.
Em giros na tua orbe
como se eu fosse
a personificação
delta aquáridas do sul
ou a própria Lua Azul,
sou um misto de trégua,
oração e rendição
depois de uma explosão
e a esperança que
em ti jamais cessa.
Sem querer você
acostumado comigo
ainda não faz idéia
do que eu sou capaz de fazer,
só sei que você pediu
muito além dos meus passos
e neles você conseguiu
por tanta ousadia se perder.
Se pudesse dizer
ao mundo como
é a voz do amor
descreveria
que é a sua voz,
e sobre os teus
olhos lindos diria
que abrigam
as constelações
e a cosmogonia.
É do meu sul até
o teu sutil norte
os anseios doces
todos convergem
em caravana
rumo ao mistério
em busca do éden.
Nada em mim é
segredo para você,
algo me diz que
nos teus lábios
tenho o meu oásis
mesmo sendo
para mim miragem.
É deste outro lado
do Oceano Atlântico
e sob a luz da Lua
tenho conseguido
ouvir que o teu peito
não é mais o mesmo:
é por mim que ele vem batendo.
És o meu hipnótico
secreto que me põe
em delírio de amor
certo mesmo sem
nenhum diagnóstico,
e assim te carrego.
Há dança dos astros
nos nossos quadris,
no olhar os sinais
que só os apaixonados
fazem por merecer,
a viração das horas
hão de nos pertencer.
És o meu único ilustre
cidadão do meu peito,
Galáxia do Cata-Vento,
te amo além do tempo
que nos coloca todo
o dia à prova e rebento.
Os arquitetados beijos
em reserva especial
permanecem do jeito
como devem estar,
para plenos serem
quando você chegar
numa linda noite de luar.
Em tempos
de beligerância
a poesia sentou
praça para reunir
povos irmãos
e semear o amor
e a esperança,
Creio que tempos
bem melhores virão,
dialogar nunca
será em vão.
O mar assim como
o amor é grande,
nele cabem todos
os povos e precisa
de todos os nossos
atentos cuidados.
A poética com
a sua carta de
navegação
aberta haverá
de resgatar
o entusiasmo
de onde nunca
deveria ter
sido subtraído,
e o mar da história
será devolvido,
e abençoado;
porque eu quero
e assim será
consagrado.
LXXXIV
Tua gente veio
e o destino fundou,
a tirolesa cruzou
o céu da memória
que foi com amor
foi feita a História.
O sino da Matriz
a manhã brinda,
não deixa esquecer
que a herança de fé
é a coisa mais linda.
Tua gente cruzou
um Oceano inteiro,
o acorde na gaita
do tempo tocou:
tudo nesta terra
cada um superou.
O passo do teu
lindo folk trentino
ninguém parou,
em nós e aqui
mora a esperança.
Tua gente semeia
com boa vontade
e colhe com a bênção
das matas serenas,
não teme desafios
e faz a vida valer a pena.
Das reprovações
que nascem
do teu casto amor,
nenhuma delas
me aborrecem,
e sim enternecem.
Tal como a Lua
aguarda pelo Sol,
te quero com todo
o calor do amor;
você é o meu feito
mais enlouquecedor.
Teus olhos feitos
de Via Láctea
são o meu pendor,
você é o quê há
de mais provocador,
e mel doce de amor.
Do sutil destino
das quatro fortalezas,
nunca irá sossegar
se não alcançar;
teu lugar de amar
é comigo e não
há mais como negar.
Sobre as estrelas,
tantos segredos
e ritos interiores,
as pétalas de flores
viraram poemas
nestas correntezas
porque do teu amor
jamais me perderei.
Plantei amor
no coração de
um pássaro de
rara plumagem,
É por ele que
aguardo acima
dos séculos,
para dar
o sobrevoo
e o mergulho
no oceano
da paixão.
Mantenho
a alma
recatada
em secreto
para não
dar pistas
do nome dele,
Porque no fundo
sinto que sou
respondida
mesmo sem
estar ao lado
porque no peito
ocupo espaço.
De Alotaiba
os mais lindos
versos peguei
emprestados,
Consagrarei
os nossos mais
augustos passos;
Não buscarei
o porquê do destino
ter pregado a peça
de desejar viver
entre os nossos
futuros abraços.
No meu universo
em turbilhão
te protejo meu
amor de rendição.
Te querer por
perto pode
ser grande
tal ambição,
mas não vou
deixar perder.
No meu jardim
em silenciação
te faço meu
amor em flutuação.
Te querer por
cada segundo
e instante
por ser grande
tal adoração,
sou tua antes
de sequer
imaginado,
eu te sinto
todo o dia
mais apaixonado.
Por ser quem eu sou,
de ti só pedi segurança;
Para não ficar como estou.
Por amor eu te esperei,
e também fui atrás,
Nunca nos desperdicei.
Por amor quis te proteger
da maldade do mundo,
Mas você não quis entender.
Por amor eu me distanciei,
e corri para nos salvar,
Mas você não quis explicar.
Por ser esse o meu dom,
se eu tiver de elevar tom
de voz sempre será poético.
Por ser feita de amor,
se eu tiver de ser bravura,
Não vou perder a doçura.
Por ter alma e pele,
só preciso despir-me,
O desejo ainda verte.
Na vida não te esqueças:
que a poesia não precisa
de voz para elevar o tom,
(Ela conta com as letras).
Quando se ama verdadeiramente,
O amor não pede tempo,
E nem perde tempo;
Todo o tempo é tempo de amor,
O amor constrói o seu templo.
Não quero e não permito
O meu coração ser ferido,
Por ti dei o melhor de mim,
E você não se fez esclarecido.
Não quero, não devo e não posso
De novo contigo me enganar,
Já passou tempo o suficiente,
E comigo você não quis falar.
Quando se ama verdadeiramente,
O amor não fere o sentimento,
E nem busca reafirmação;
Toda a cortesia é anseio,
Que o amor busca como meio.
Não quero o amor que me ame
porque precisa de mim,
O meu coração quer o amor
De alguém que precise
De mim porque me ame.
Não tenho outro meio
De internamente me curar,
Se comigo não quer falar,
A minha poesia só faz te julgar.
Em silêncio revisitei os poemas
como forma de resposta poética
ao amor que encerrou as portas.
Ser amada é claro que importa.
Se crê naquilo que não vê,
não sou eu que vou mais
lembrar do que ficou atrás.
Deus sabe o quê faz.
Eu bem queria desacreditar,
já não te conheço mais;
muita falta você faz.
Inclusive, em datas solenes.
Um amor perene não se compra,
não se vende e não se prova;
amor que é amor é para sempre.
Amor que é amor encontra jeito.
Não sou mulher que se esqueça,
sou flecha que se honra no seio,
cumplicidade e amor bem feito.
O meu coração ainda chora.
Em oração escrevi as prosas
ao amor que importa muito
como se planta mil rosas.
O amor não escolhe outras vias.
Em recolhimento supero
a sua falta de diálogo,
eu assim decreto.
És o meu porquê, e eu a tua razão.
Uma tristeza de amor não cura
pelas mãos de outro amor
apenas se condena a secura.
O meu coração vibra, é feito de fibra.
Ontem, escrevi até um poema
no afã de te fazer país reconquistado,
foi letra semente para o amado.
Venha, e fale comigo:
- Se só o amor tem sentido!
Porque quem deseja algo
- concreto -
Faz do diálogo um jeito
De fazer o tempo aberto
Para nadar em mar calmo.
Venha, e fale comigo:
- Se só o amor tem razão!
Porque quem deseja amor
- verdadeiro -
É sobretudo, objetivo!
Não dá para adivinhar,
Se você não falar comigo.
Não dá para varrer
- os teus receios -
Se não abrir o caminho.
Você não está comigo,
Daí o desespero!
Porque amar é muito,
Ser amada é importante,
Para me fortalecer,
E me fazer invencível:
Quero tê-lo embevecido!
Sempre acreditei no amor,
E que se um dia houvesse
Salvação para o amor;
É porque nunca deixou
De ser e viver o [amor...
Por triste desventura
Não houve salvação
Para o [amor
É porque era [tudo]
Só não era [amor].
Sempre acreditei no amor,
E que se um dia viesse
Abandonar esse amor;
É porque tu desertou
De ser e viver de [amor.
Distraí-me com o 'amor'
E o tempo passou,
O 'amor' era dos outros,
Só não era o teu;
O destino comprometeu,
E o tempo passou,
É porque o teu amor
Nunca me pertenceu.
