Textos de declaração de amor

Cerca de 70566 textos de declaração de amor

Bendigo os momentos de imensidade

perdidos nas vielas da intensidade,

entretidos nos mais tórridos momentos

varridos por nossos afastamentos;

Embora, o tempo é incapaz de afastar

o amor fixado como flecha no peito,

Demasiado é o amor que não tem jeito

vivendo no estreito [silêncio...,

Amor demais é assim mesmo:

- Não existe amor perfeito

Bendito é o meu direito de te amar!...



Nos meus versos de tanta adoração,

Vou aquietando a alma em chamas

Nos passos dados pelo [coração].



Nas minhas doces e gentis canções

Vou flutuando em glorificação

Nas intensas formas das emoções.



Nos meus pensamentos de amor

Vou escrevendo a memória

Os meus poemas virarão história.



Virando a página, seguindo em frente

abrindo o caminho para a felicidade:

- Abri as asas da liberdade em voo solo

rimando por toda a [eternidade],

Tenho flores nos braços, companhias boas

dos poetas e os meus versos de saudades.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Para romper fronteiras valentes:

se fazem necessários e precisos

inevitáveis beijos quentes...,

Fecha a porta delicadamente,

são com as quatro paredes

é que fazemos o paraíso...,

Se não estás preparado:

- É melhor que não me leia!...



Para possuir veredas tranquilas:

se fazem necessários mistérios,

e imprescindíveis corpos ferventes;

Ama o amor imensamente,

são com todos estes beijos

que aumentamos os desejos,

Se não podes assumir:

- É melhor que só me leia!...



Porque me lendo aumentarás:

a sua loucura por mim,

o seu desejo e a paixão;

Certamente, amarás a mim

mais do que se pode imaginar,

Amando-me ao ponto de me ter,

Tendo a segurança que jamais

- Irei de esquecer

Por causa deste amor não irás

jamais por outra se interessar,

O amor aconteceu sem a gente

imensamente perceber!...

Inserida por anna_flavia_schmitt

A lembrança chegou

com a chuvarada,

Abraçada ao oceano,

com a maré mexida,

com a areia molhada,

e com a alma lavada.



A tempestade bradou,

com os raios de metais,

Resoluta e decidida,

que não volta atrás,

que não pensa em você,

e que não te quer mais.



A lembrança surgiu

com os mil perfumes,

Acobertada pelas nuvens,

com o mistério da fé,

com um grande plano,

e derrubando totens.



A liberdade poética

com as suas asas,

Certa das tuas cismas,

que ignora detalhes,

que determina caminhos

e que aceita as tuas sinas.



A temperança não me deixa

com os seus perfumes,

Ainda destes versos morrerás

com todos os ciúmes,

Sentindo os lamentos,

Com o teu peito em mil rebentos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Fostes além do imaginário

oculto na noite escura,

Varri todas as brumas,

escrevi o nosso rimário

nas flutuantes espumas.



Persiste em mim pleno,

revelado e prateado;

Casto como a sonata

tocando-me nas cordas

d'alma livre e apaixonada.



Viestes além do meu querer

escrito nas estrelas,

Gentil como o luar

beijando-me à beira mar,

bem no meio do anoitecer.



Porque este versejar dança

nos braços da abolição,

Sorri para Castro Alves,

gaba-se de ser constelação

a ocupar inteiro o teu coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não me basta ficar só olhando,

Necessito tocar o corpo alheio,

Sem nenhum 'tipo de freio'...



Não me basta ficar te esperando,

Preciso tocar o teu coração,

Com toda a minha emoção.



Não me basta ficar te enganando,

Desejo revelar que sempre te amei,

Todo o amor do mundo eu guardei.


Dançam os corais nos oceanos,

- O mundo dá voltas

Colocaste-me dentro de ti,

Porque na verdade eu jamais saí.



Cantam os pássaros nos montes,

- O relógio dá voltas

Coloquei-te dentro de mim,

Porque na verdade és meu bandolim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Posso olhar pelo buraco

Da fechadura do tempo,

Posso ouvir pelo recado

Da ternura misteriosa,

Deixaste-me garrida

Do amor pelo amor,

E por todo o amor pio;

Devotado sempre à ti:

Sofri, chorei e resisti.



Transformei a ausência

- tua -

Na mais fina vestimenta

Poesia intimista perfeita,

Para ser flecha no peito,

Com versos luxuriosos,

Cheios do meu veneno

Doce, delicado e sublime,

Para um peito impávido

- forte -

Para que flecheiro acerte,

E nunca mais ele cicatrize.



Posso amar muito além

Do destino e da espera,

Posso romper algemas

De tudo o quê te prende,

Deixaste-me em privação

Do amor fervente,

Da paixão pela paixão,

E por toda a paixão terna;

Eternizada na íris da mente:

Você me amará para sempre.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A minh'alma jamais se deixa

capturar - sou livre para amar,

A minha'alma nasceu livre,

e por isso sou a tua poesia...,

O amor da sua [vida]...,

e isso ninguém pode negar.



A poesia escrita intensa

é a dos loucos amores,

Desenho com todas as cores,

pinto a sua pele com a cor

Que vier a me [inspirar]...,

A minh'alma tu bem enaltece,

o perfume que ninguém esquece,

Ele só você bem conhece,

o rumo a se enveredar.



A minh'alma não cede nunca

a oportunidade de remar,

A minh'alma é embarcação

e emoção à beira mar....,

O amor nela [reside]...,

e ele ninguém pode despejar.



A poesia do mistério bailado,

e que nunca será desvendado.

É essa poesia a te convidar

para preencher a tua vida toda.

Para você amar e ser [amado]...,

e fazê-lo sempre sorrir à toa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Devo-lhe imensamente tantas:

os risos, os gozos e os prantos

Tenho-lhe na minha alta conta:

não me perdi na tua ausência

Temos uma história para contar:

- não sei no que vai dar

O importante que venhas inteiro,

e eu seja o teu amor derradeiro.



Augusta e profunda sintonia,

- Aprendeste que és poesia! -

Suprema glorificação que tua alma

- exibe -

Amar-me em pensamento sublime.



Canto-lhe o meu soneto enluarado:

casto, sublime e apaixonado

Tenho-lhe em letras proibidas

escritas por todos os poetas,

Temos todas as noites para virar:

- revoadas para alçar

O emocionante você já entendeu:

és impávido e sempre serás meu.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não paro de percorrer

Com os meus olhos,

Que não são mais meus,

Sim, eles são tão teus.



Não devo ir adiante

Com o meu intento,

Até ser alvorada,

Por tua mão colhida,

Não sei se sou a flor

Mais bela ou preferida.


Não paro de correr

Com as minhas letras,

Pois elas são as pernas,

Que por ti dobrarão,

Aqui elas por ti estão.


Não sou mais a mesma,

O poente dança em mim,

As nuvens são de cetim,

Eu sou violeta pequenina

No teu imenso [jardim].

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu não acredito em amores perdidos,

e sim nos amores não encontrados...,

O destino costuma pregar peças,

eu quero te colocar sob meus cuidados.



O amor nas letras poéticas do Sol

que chegará calmamente...,

No desabrochar do arrebol,

eu desejo amar-te solenemente.



Eu não acredito em amores passageiros,

e sim no amor que rompe fronteiras...,

O divino amor não passa,

ele reúne dois e formam inteiros.



O amor nas rimas eróticas do amar,

que chegará deslizando...,

Nas ondas da água do mar,

eu estarei neste barco embarcando.



O amor que não passa

e nele crê, confia e espera.

Ele virá sem dúvida,

com uma infinita argúcia,

devastador e forte,

Como as forças da Natureza,

Eu sei que ele virá,

com a profundidade dos oceanos,

E com toda a sutileza que há de ser,

e nenhuma câmera irá capturar...



O amor virá arrebatador,

- ele já está escrito

O Universo está ciente,

que o amor de verdade virá,

O meu amor que não passa,

e jamais [passará];

Como derradeiro que é, se eternizará.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A sua pele me deslumbra,

Ela tem a cor que tanto faz

Falta na minha pele,

A sua luz me 'domina'...,

Ela tem o tom que fascina

E me convida à luxúria...


Eu escolhi por ela me render

Sob sua 'guarda protetora';

Quero contar as estrelas

Na tua companhia sedutora.


A sua luz sublime na penumbra,

Ela vem da tua alma (capaz)

Intensa de manter-me nua...,

Ao modo de me tirar as letras,

No meu eu te declarar em poemas,

E assim desenhar mil esquemas,

No teu corpo com todas estrelas...



Eu escolhi por ela me prender,

Sob a tua égide me suspender,

Quero as tuas alegrias realizar,

E ser a tua cantiga de sonhar.



Eu escolhi acima de tudo:

Ser o teu forte sentimento

E devastador como mar...,

Que sabe ser oceano de amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Soltei os meus cabelos ao vento

Iguais aos seus olhos castanhos,

Contei os beijos tão [esperados].



Ambiciosa receberei um dia de ti

Mais do que uma declamação:

Uma rosa e uma [canção]...



Espero que você tenha gostado

De ter estado aos meios cuidados,

Quero você sempre ao meu [lado].



Ainda terei você de vez comigo,

Deste mundo bem protegido...



Pode ser até alucinação:

Quero ser poema e a sua paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu preciso te contar

Que no girar das horas

Não quero te (perder)

Eu necessito te reencontrar

Sim, eu quero te ver!...



Do instinto eu quero

E vou me enlaçar

Do destino eu desejo

E quero te reencontrar

Sim, eu quero te beijar!...



Eu te aceito com tudo:

- Tudo mesmo!

Eu te aceito com tudo

Àquilo que te falta!...



Do divino eu quero

E vou me encontrar

Do despido eu desejo

E quero contemplar

Sim, eu quero te amar!...



Na América Latina sinto

- ou melhor -

Constato as falsas revoluções

Porque longe do correto,

E de todas as intenções,

Percebo que há um jogo

De ambições - inflamações;

Para não libertar o povo,

Para colaborar, infelizmente,

Com as mais de mil explorações.

Eu te aceito com tudo:

- Tudo mesmo!

Eu te aceito com tudo

Que te afaste do mundo!



Na América Latina vejo

- prevejo -

Antevejo o pior sinal

Porque se ninguém pensar

Um caminho correto,

Querer fazer o quê quer,

Escrevendo a própria sentença,

Caíremos na maior decadência,

É só questão de usar a cabeça

Para não termos um triste final.



Quem não sabe obedecer a Lei:

É igual ao guerrilheiro escavando

- a própria cova -

Comigo a hipocrisia da desordem

- não cola -

Quero a liberdade carinhosa e ordeira,

Que me permita caminhar em paz,

E viajar contigo por toda a Pátria Grande

Experimentando as estradas latinoamericanas

Que serão as estradas das nossas almas ciganas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Estou tecendo [seriamente:

- Um plano de entrega

Para entrar no teu coração...,

E não mais sair da tua [mente];

Estou com uma vontade terna,

Que é fome de 'loba- quimera'.



Com inversão ou sem,

Quero você inteiro,

Do jeito que você vem,

Quero você [faceiro].



Estou desenhando [preliminarmente:

- Uma rota de sensualidade

Para romper com a castidade..,

E não mais aderir aos protocolos;

Estou com uma vontade imensa

De fazer parte dos teus [sonhos].



Com santificada carícia,

Quero você bem

Do jeito da malícia,

Que desliza [urgente].



Estou costurando no silêncio das horas:

- Para que tu venhas sem demoras

Rompendo auroras e poentes,

Trazendo estrelas [para mim],

Teus meneios serão presentes,

Um florescimento em meu jardim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Na poesia nada é pecado,

A fantasia ela se permite,

E transforma a distância

No paraíso encantado...,

Na poesia não há limite;

A alegria vem pela noite,

E madruga bem cedinho

No teu sublime sorriso...



A tua pele é um convite..!



Na poesia que vem de mim,

A sinfonia ela se permite,

E transforma os versos

No mais lindo convite...,

Na poesia que se permite,

À espera do teu abraço,

E também pelo teu beijo

No meu aurirosado regaço...



A tua boca é um fetiche...!



Na poesia que vem com o tempo

A carícia ela reverencia,

E movimenta orante o mundo,

No mais perfumado intento...,

Na poesia que gira tudo,

À espera da vinda do astro,

E convém pela recompensa

No meu recanto íntimo...



A tua cor é da cor de Afrodite...!



No teu parto cheio de luz,

À beira da água doce,

Com as rimas de mar,

Com o teu cheiro de mato,

És um manso regato;

O teu oceano é de amar,

És poeta da cor corada:

- A tua poesia me trouxe.

E fez de mim fêmea domada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não sou feita de tíbias palavras

Sim, sou feita de poesias plenas,

Não sou feita de tristes amarras.



Eu sou poesia que fica,

Sou a perfeita indecência,

Eu sou a própria malícia.



Sou feita do teu doce sorriso

Não, sou a tua fina safra..,

Sou feita do teu verso despido.



Eu sou a mulher feita de poemas,

Eu sou a tal cheia de sol...,

Eu sou toda coberta de estrelas.



Não invado, sou poesia

O meu verso é de ferro,

E o meu corpo é de fogo.



Eu sou a menina fingida,

Eu sou a mesma [mulher],

Eu sou alguém que te quer.





A minha ambição é discreta,

Não desafio, porque sou lira;

Escrevo para uma paixão secreta.



Porque eu amo, sou poesia.



Porque tenho sede, sou poesia



Porque eu te espero, sou poesia.



Não vou além, porque sou poesia...



Porque como toda a poesia: sou poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Da minha janela eu fiquei

Em busca daquelas histórias

Que só eu sei contar,

Fui em busca do luar...

Eu fiquei assim a te esperar,

De olho na janela para te ver,

Do jeitinho que irás pousar;

No soneto madrigal irei festejar

De bruços irei escrever:

Para o poeta se deleitar.



No céu flutuando eu subi

Em busca da luz da lua

Que provoca o delirar,

Fui em busca de você,

Eu estou a premeditar,

De olho na tua despreocupação,

Do teu trigueiro versejar,

No meu abraço a te abraçar,

De boa e sensual coreografia

Estou aqui para te provocar...



Do céu avistado o luar

Em busca do teu beijo,

Que chegou para excitar,

Fui em busca do segredo,

Do teu lindo versejar

Que bem parece (rede)

De pescador lançada no mar;

Aqui estou subindo pelas paredes,

Pronta para a gente namorar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Os meus poemas sempre repletos,

- e incorretos

Não menos poemas e tão secretos,

- inteiros

Sempre tão cheios de solidão,

de mares, de lugares e de paixão,

São na totalidade uma declaração

de uma pomba que pousou na tua mão.



Eu tive que cantar, contar e escrever,

Os meus poemas se espalham por aí,

e eu bem aqui nesta tarde com luar

- mais uma vez -

ao encontro do sol beijando o mar.



Os meus dias vivem a te esperar,

Eu sou a tal orquídea a se 'abrir',

é deste jeito vivo a perfumar...,

- todos os dias -

Até você voltar (para mim).

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pude observar a [dança]

- do sol e do luar -

No oceano de amar,

Para seguir a luz

De quem me ama...,

E de mim nunca se cansa.



Destarte, posso tanto,

- em segredo -

Sagrado com afeto,

Espalhar este canto.



Pude passar a tarde

- de sol e luar -

A observar o mar,

Imaginando você em cena,

Ditando poesia suave,

E um sussurrar com [arte].



Evidente, nesta poesia

- intimista -

A deslizar nas areias

Palmilhando as conchas,

Para tomares conta,

E para quando abraçares:

- Roubares o meu beijo

Deslizando no canteiro

Escrevendo poesias boêmias

Com as pétalas das gardênias.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O vento fazendo música

com as águas do mar,

O vento trazendo o desejo

com a vontade de beijar,

O vento carregando a onda

sobeja retocando na areia,

A carícia em rebento

percorrendo a alisar,

A música que eu compûs,

e você ainda não ouviu;

A poesia misteriosa nasceu

de uma conversa que surgiu.



Sim, deste contentamento

da onda do mar beijando

as areias e tocando a canção

do vento - divino carrilhão;

São letras de chamamento

convite para tocar as estrelas

Nas noites de plena excitação.



Sim, do apelo poético ondino

da rosa a desabrochar no verão,

Provoquei-te a curiosidade menina

a olhar este rimário de dama despida,

Como se olha através da fechadura

A cada verso de paixão uma loucura:

- Escrevo para você cair em tentação.

Inserida por anna_flavia_schmitt