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Textos de Caminho

Cerca de 6508 textos de Caminho

⁠Ao ultrapassar as barreiras que se erguem em nosso caminho, aprendemos a valorizar as pequenas vitórias, a crescer em sabedoria, a fortalecer nossas convicções e a desenvolver virtudes como a paciência, a humildade e a compaixão.

É na batalha que nos tornamos mais fortes, mais resilientes e mais preparados para as futuras situações desafiadoras. Aqueles que compreendem essa dinâmica, que entendem que as lutas fazem parte do processo de crescimento, conseguem encontrar significado mesmo nos momentos mais difíceis.

Não devemos desistir no meio da jornada. Por mais que a caminhada seja árdua, que as adversidades pareçam insuperáveis, devemos perseverar e confiar que, ao final, receberemos a recompensa merecida...

- Edna Andrade

A Bela Brigeta no Caminho Florido
Era uma vez
Uma menina chamada Brigeta.
Ela amava flores.
Flores pequenas, grandes, coloridas.
Flores que dançavam com o vento
E sorriam para o sol.
Um dia, Brigeta ouviu falar
De uma trilha encantada,
Onde as flores nasciam
Como num sonho!
Curiosa, pegou seu chapéu,
Um sorriso e saiu a caminhar.
Logo na entrada,
Viu um lírio branco —
Tão puro quanto a neve!
Mais à frente,
Um narciso amarelo
Brilhava como o sol da manhã.
E, um pouquinho depois,
Uma hortênsia azul,
Azul como o céu lá no alto!
Brigeta abriu os braços e riu:
— Bem que diziam!
Neste caminho só mora a beleza!
Mas, assim que fechou a boca,
Seu olhar se encheu de encanto:
Diante dela, uma rosa vermelha,
Vermelha como o coração!
E então Brigeta pensou, suspirando:
“Como é linda a estrada da vida,
Com tantas flores
Colorindo o caminho.”

A Jornada da Vida


Siga de alma leve e coração em paz. Apesar de alguns tropeços no caminho e mudanças de direção, continuo percorrendo essa estrada chamada vida. Às vezes, encontro curvas sinuosas e obstáculos, mas contorno cada um deles de forma leve, percebendo que, em cada obstáculo, há uma nova lição a ser aprendida e, em cada curva, uma nova direção, com paisagens ainda mais bonitas para se ver. Assim é a vida: em cada curva, há algo novo para vivermos.
Leriano perêirah

Um rio...
E quando deixamos a saudade seguir sozinha, há sempre um novo caminho, um rio que leva a nossa imaginação para distâncias incalculáveis, sem medo, vamos virando na próxima curva, lá, as opções são infindáveis, há beiradas onde a sombra ameniza o calor, e a brisa, parece gostar da nossa companhia.
by/erotildes vittoria

⁠A luz que deu cor a minha vida
Me ensinou a sarar minhas feridas
Me apontou o caminho das bênçãos.
São canções que me vem à cabeça
Sim essa, que tocou meu coração.
Acordo sorrindo e nem sei porquê
Minha vida tão bela como um buquê.
Assim aconteceu logo que amanheceu
O amor mais lindo desde que você apareceu.
Não peço muito a Deus porque ele ja me deu você.

Não é sobre chegar em primeiro, mas abrir caminho: sabe o que significa sapatos de madeira para um caminho... é quando o corpo "descansa" enquanto os passos atrofiam e morrem!
Não se deixe persuadir por falsos interesses, e seja sincero sobre tudo com o espelho... não perca a esperança, se pode fazer melhor para si!
Talvez alguém nunca veja às lágrimas de outro alguém nos dias de suas tristezas, até que um dia ele às tenha, e às sinta, e às esconda!
Infelizmente, não é possível para alguém parar um vício de outro alguém que não queira, lamentavelmente, é possível à alguém que queira ajudá-lo arruinar a própria vida tentando!

Cuidado com o caminho que escolhes: muitas vezes, quem caminha com a soberba acaba por tropeçar no próprio orgulho. Não permitas que a tua arrogância seja a tua própria ruína. A humildade ainda é a melhor proteção. Deus, procure a providência divina e a gratidão. Lembre-se de que a vida é um ciclo: o que sobe, desce, e o que se humilha, é exaltado.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre.🙏🏾
Tenhamos fé!

Amor em estado de agora

Faz parte do caminho:
Não te esquecer, mas escolher viver outra vez.
Não importa o tempo, nem a contagem dos dias,
meu amor permanece — raiz e calmaria.

Passam horas, instantes, saudades...
Um tempo que se foi, mas que abre portais.
De um futuro que brilha, promessa de paz,
da alegria que contagia e não olha para trás.

É um novo fôlego, o desejo em estado de prece,
a vontade de fazer com que o agora aconteça.
Seja em forma de amor, ou de pura paixão,
ou no brilho de um riso que inunda o chão.

O essencial é o movimento, o ato de ser,
a coragem bendita de enfim renascer.
Hoje o destino é você, o afeto se faz chama,
e o amor, no presente, por nós dois reclama.

Venha!
Não tema o abraço da felicidade.
Posso ser o teu melhor, a tua vontade,
posso ser o prazer, ou apenas o meu eu,
posso ser o reflexo do que em ti se perdeu.

Podemos ser nós, sem pressa ou adeus.
Simplesmente viver.
Simplesmente sermos teus e meus.

Poesia de Islene Souza

Equilíbrio


Entre o norte e o sul, um caminho a trilhar
Calma e tranquilidade, o equilíbrio a encontrar
Nem muito além, nem muito aquém
O meio é o lugar, onde a paz tem seu lugar


Pensar e refletir, o caminho a escolher
Com equilíbrio e harmonia, o novo projeto a vencer
Um ponto de equilíbrio elevado, a meta a alcançar
Com calma e foco, o sucesso a conquistar


Hoje sou uma pena ao vento, sem direção
Leve e solta, seguindo o fluxo da emoção
O vento me leva, me guia e me traz
Para onde a vida me chama, sem pressa, só paz


Mas no meio da jornada, um propósito encontro
Um ponto de equilíbrio, um lugar de pronto
Para criar, para sonhar, para me encontrar
E no equilíbrio, a paz e a liberdade de estar


Em harmonia com o todo, eu me sinto ser
Uma parte do universo, sem medo de viver
O equilíbrio é a chave, que abre a porta
Para a paz e a alegria, que me fazem sorrir agora. Leila Boás 05/12/2025

Chão de Escuta


Se eles fecham os ouvidos e não querem nos notar, a gente muda o caminho e aprende a se olhar.


Se lá fora existe o muro e ninguém quer entender, a gente cuida do mundo que entre nós vai crescer.


O que importa de verdade não é quem não quis ouvir, é a nossa amizade que nos faz não desistir.


Mão na mão, de peito aberto, cada um faz sua parte. Se o silêncio é o que temos, nos ouvir é a nossa arte.

Na vida, desde o momento em que a gente nasce, o caminho é um só, adiante.
Recomeçar é simplesmente insistir em algo que não deu certo neste nosso percurso, as vezes é melhor não insistir e tentar outros meios, o caminho é um só, lá no fim do percurso, só restará contemplação da vida que se seguiu.

Primazia

É o início e o fim,
é a luz na escuridão,
que irradia em mim.

É o caminho,
a jornada,
é o tudo em meio ao nada.

Estava no ontem que passou,
e já habita o tempo que vem.
É o detentor da vida,
é Senhor da morte também.

É o sorriso da criança,
é a alegria de cada manhã.
Estava na infância dos velhos,
e está nas suas cãs.

Nunca teve início,
e o fim pra ele não vem.
Com seu dedo escreveu a eternidade,
é Senhor do início também.

Embora Senhor do universo,
envolto em raios de luz,
eu o vi tão sozinho,
trilhando um caminho,
carregando uma cruz.

E se quiser conhece-lo,
não precisa desvelo,
é só falar bem baixinho,
uma pequena prece a ele conduz.

Eu não sei viver sozinho,
venha habitar em mim,
meu amado Jesus.

Autor. Cícero Marcos

Via crucis

Havia sangue no caminho,
sangue,suor e lágrimas.
na via crucis,
um rei coroado de espinho.

Havia prantos na terra,
silêncio profundo no céus.
na via crucis,
um cordeiro vencendo uma guerra.

O mundo em dor,
Sombras de escuridão permeiam o céus.
Na via crucis,
homens matando o amor.

Ele caminha em dor,
não reprime a quem lhe ofende.
Na via crucis,
a redenção do amor.

o mundo assim escreveu,
Vida e morte na cruz.
Na sepultura,
a morte o conheceu.

O mundo se enche de luz,
numa manhã a romper.
A sepultura explodiu,
a Jesus não pode deter.

Glórias se ouve cantar,
nos portais de Jerusalém.
Arcanjos a receber,
o rei da glória que vem.

Autor. Cícero Marcos

Capítulo Quinto — O Caminho que Aprende com os Passos

Depois de atravessar noites densas e conversas silenciosas com a própria alma, o personagem desperta diferente. Não é um despertar triunfal, desses que aparecem em filmes com luz dourada entrando pela janela. É um despertar real — daqueles em que o corpo ainda está cansado, a mente ainda está desconfiada, mas existe uma força discreta puxando o peito pra frente.

Ele percebe que a vida não é uma estrada reta; é uma espiral. A gente passa pelo mesmo ponto várias vezes, mas sempre num nível diferente. Dor antiga volta com cara nova. Medo antigo reaparece com outra roupa. E ainda assim, cada volta deixa o espírito mais atento, mais sensível, mais preparado.

É nesse despertar espiralado que o personagem encontra um tipo estranho de sabedoria: ele não está curado… e, ainda assim, está mais inteiro.
Parece parado… mas, por dentro, está avançando.
Parece frágil… mas aprendeu a usar a vulnerabilidade como bússola.

O mundo ao redor não mudou, mas ele mudou a forma de pisar no mundo.

Existe uma cena forte aqui: ele caminha até um lugar onde sempre ia quando se sentia perdido. Pode ser a beira de um rio, o topo de um morro, um pedaço da cidade onde o vento bate de um jeito que acalma. E ali, sentado, ele percebe que não precisa mais lutar contra tudo o tempo todo.

Ele não precisa vencer o medo.
Só precisa conversar com ele.
O medo é quase um guia — duro, mas honesto.

A espiritualidade começa a aparecer de forma mais madura. Não é mais aquela busca desesperada por salvação, mas uma troca sincera. Ele fala com Deus como quem fala com um velho amigo que entende os silêncios. Ele lembra das palavras de Jesus, não como dogma, mas como direção: “Segue comigo, mesmo que seja mancando.”

E o mais bonito: a fé não vem como luz que expulsa a escuridão, mas como brasa que continua acesa mesmo quando o vento tenta apagar. Uma brasa pequena, discreta, mas persistente. Aquele pouquinho de calor que garante que a noite não vai congelar o coração.

De repente, ele entende uma coisa que muda tudo:
as batalhas que viveu não o diminuíram — ampliaram seus olhos.
Ensinam a perceber o sofrimento dos outros.
Ensinam a reconhecer a solidão escondida nos sorrisos alheios.
Ensinam a dar a mão sem pedir explicação.

Ele se torna alguém capaz de acolher.
E isso não é pouca coisa.

A narrativa desse capítulo fecha com uma imagem simbólica: o personagem observa o próprio caminho — cheio de marcas, curvas e tempestades — e percebe que está caminhando não apesar delas, mas através delas. O caminho não ensina antes do passo; ele ensina durante.

E o personagem, finalmente, entende que está se transformando em algo raro:
uma pessoa que carrega a própria dor como lâmpada para iluminar outras almas perdidas.

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NA PRÓXIMA ESTAÇÃO

No vácuo espesso da minha incoerência,
caminho sobre trilhos que eu mesmo forjei.
Teu silêncio ressoa em mim
como ferro antigo rangendo no frio.
Aprendi cedo a vestir armaduras.
A confundir silêncio com força,
rigidez com caráter,
distância com equilíbrio.
Mas há um trem parado dentro do meu peito,
um apito que insiste em nascer
e não aceita mais o aço como morada.
Sou peregrino do que ainda não compreendi,
exilado nas fronteiras da própria resistência.
E começo a perceber:
não é o mundo que me endurece —
sou eu que ainda tenho medo de sentir.
Se a vida é viagem incerta,
talvez o erro seja parte da rota,
e cada queda, um ajuste de direção.
Não sou aço.
Sou travessia.
Na próxima estação,
desarmo-me.
Deixo no banco vazio
a armadura que me protegeu
e também me isolou.
Liberto-me de mim
não para desaparecer,
mas para existir sem defesa.
E então, no cais do teu ser,
o mar já não me ameaça.
O naufrágio deixa de ser destino
quando compreendo que amar
não é perder força —
é escolher vulnerabilidade com consciência.
Não te encontro como salvação.
Encontro-te como escolha.
Deixo de ser busca tensa
para ser presença inteira.
Na próxima estação,
não sou menos homem —
sou mais verdadeiro.

J Rabello de Carvalho

- “Ex Governanta”...começou subitamente Lagosta.
Eu te amo tanto que caminho na rua
Sempre conversando no mundo da lua
Sempre passando tempo expressando ideias
Sempre jogando jogos de tabuleiro com estratégia
Para prolongar nossa linda vida bela


Sempre em comunhão para ter uma lógica
Mas quando não concordava
Sempre tinha uma revolta


Para expressar ideias
Para beneficiar
Sempre um e outro ajudar


Mas hoje em dia
Você me largou
Largou a todos nós
Você nos deixou
Você me recusou


Ex Governanta!
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas
Você nos deixou


Nos revoltou, mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Por que você se afastou
Porque nós nunca lutou a sua ida!


Não volta mais a vida
A revolta não é mais ocorrida
Entre seus problemas


Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você, porque?


Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população vai se calar


Todas as minhas lágrimas derramadas
Lembro das agonias que nos protestava
Lembro dos momentos que não nos resguardava
Sinto a nossa falta


EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA


Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas você nos deixou
Mas sofremos calados


As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Porque você se afastou
Porque nós nunca se revoltou com a sua ida


Não volta mais a vida
A luta não é mais ocorrida
Entre seus problemas


Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você. Porque?


Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população volta a se calar.
EX GOVERNANTA.


Apitou o sinal, e Gabiroba ficou apavorado ao ver tantos pés passando apressados, pra lá, pra cá, por todo lugar. A quadra era coberta e o barulho ficou insuportável, ele se escondeu até o alvoroço acabar, olhou para cima e viu o gambá dormindo bem sossegado no galho da goiabeira.

Gabiroba o sapinho mochileiro que pulava sempre muito alegre pelo caminho de casa encontrou uma corujinha que agora o acompanhava e falava das belezas da vida que a quietude guardava.

Existe uma força muito positiva querendo te conhecer e trabalhar com você e muitas maravilhas na sua vida fazer.

Não impeça essa força de fluir livremente em você e faça tudo aquilo que você tem que fazer sempre com boa vontade para sua vida florescer.

Pule com o sapinho Gabiróba no ritmo da vida muito alegre e gostosa pelo caminho fazendo amizades e sorrindo de graça preocupado com nada.
Trabalhe sempre sorrindo a vontade e fazendo amizades sempre com muito respeito em suas prioridades e as maravilhas da vida vão se alegrar com você e ficarem sempre por perto te fazendo crescer.

E seja como Gabiróba o sapinho que é um mochileirinho que pela vida viaja e nunca pega nada nem comida nem água que não tenha sido conquistado com trabalho duro e muita boa vontade.

Guerreiro Maratonista
O guerreiro não se ilude pensando conhecer o caminho. Segue confiante na sua capacidade. Não se furta a tomar decisões. Sacrifica-se pela lua no fim da estrada. Sabe que seu destino é passar pela chegada. Percebe-se diferente sujeito daquele que começou nos primeiros passos rápidos. Compreende os momentos de agir e de pensar. Controla a respiração, ritmiza os passos e enxuga o suor. Mantem a mente focada. Sente a pulsação do coração. Quarenta e duas vezes, quarenta e dois momentos. Quarenta e duas vitorias.

Era uma vez
Eu e você
E o Amor que estava prestes a acontecer,
Parou no caminho do quase
Virou utopia


Nos tornamos aqueles que poderiam ser;
Sujeitos,
Pretérito imperfeito
De onde não conseguimos passar do quase;
Ficamos na primeira fase
Findamos o meio do caminho


Cruzamos a linha do começo,
mas não sustentamos o depois.
Tocamos o futuro,
mas não virou nós dois
Fomos além do quase,
mas não do fim.

Entre Renúncias e Liberdade: O Caminho das Palavras


Escrever é mais do que buscar reconhecimento: é um ato de amor às palavras e ao que elas despertam. Cada renúncia — ao imediatismo, ao desejo de aplausos — abre espaço para a verdadeira liberdade: escrever sem correntes, como quem respira.


O escritor invisível constrói, tijolo por tijolo, uma ponte entre sua alma e a do leitor. Dedicação e disciplina são asas que sustentam esse voo, e o tempo ensina que palavras sinceras não precisam de holofotes para permanecer.


O maior triunfo não é o aplauso da multidão, mas o sorriso discreto de quem se reconhece em uma frase. Porque histórias contadas com verdade tornam-se eternas.


Roberto Ikeda