Textos de Caminho
Contemplar a Criação é um caminho para a cura interior.
Nos dias de hoje, somos constantemente arrastados por uma enxurrada de informações, compromissos e distrações. Vivemos numa era em que a velocidade dita o ritmo e a contemplação é quase vista como um luxo, relegada a momentos raros e fugazes. Entretanto, a capacidade de parar e observar os detalhes da Criação é mais que um simples exercício de apreciação estética; é um caminho para a cura da mente, do corpo e da alma.
A Criação – seja ela vista nas majestosas montanhas, no sussurrar das ondas do mar, no delicado desabrochar de uma flor ou no canto dos pássaros ao amanhecer – está repleta de beleza e significado. Cada elemento carrega em si um reflexo do Criador, um convite silencioso para que voltemos nossos olhos e corações para algo maior do que nós mesmos. O ato de contemplar nos conecta ao essencial, ao eterno, e nos lembra que há algo sagrado em tudo o que nos cerca.
Contemplar a natureza não é apenas um ato espiritual; há evidências científicas que comprovam seu impacto curativo. Estudos mostram que passar tempo em ambientes naturais reduz os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, e aumenta a produção de serotonina, promovendo uma sensação de bem-estar. Além disso, observar a harmonia das formas, cores e sons na natureza pode ajudar a acalmar a mente, estimular a criatividade e até mesmo fortalecer o sistema imunológico.
Mas a contemplação vai além do simples "estar na natureza". É preciso aprender a ver. Muitas vezes, estamos fisicamente presentes, mas nossa mente está em outro lugar, preocupada com o futuro ou revivendo o passado. Contemplar é ancorar-se no presente, prestar atenção ao agora, com todos os sentidos abertos. É sentir a textura de uma folha, perceber as nuances de um pôr do sol, escutar o som do vento passando entre as árvores. É, acima de tudo, permitir que esses detalhes penetrem em nosso ser e nos transformem.
Há uma tendência em buscar o extraordinário: paisagens exóticas, viagens para lugares remotos, experiências únicas. Porém, a contemplação verdadeira não exige nada disso. Os detalhes curativos da Criação estão ao nosso redor, mesmo nos lugares mais comuns. Um jardim em casa, o céu visto pela janela, as estrelas que brilham à noite – tudo isso é um reflexo da obra divina.
O problema é que estamos perdendo essa habilidade de nos maravilhar com o cotidiano. A enxurrada de estímulos artificiais, como o brilho constante das telas e a correria diária, embota nossa percepção. Parar para observar uma borboleta que pousa em uma flor ou o simples voo de um passarinho parece, para muitos, uma perda de tempo. Mas, na verdade, são nesses momentos que reencontramos nossa humanidade e nos reconectamos com nossa essência.
Num mundo que valoriza o fazer, contemplar é um ato de resistência. É dizer "não" ao ritmo frenético que nos desumaniza e "sim" à quietude que nos cura. A contemplação nos ajuda a recuperar o sentido da vida, não como uma corrida desenfreada em busca de resultados, mas como uma jornada cheia de significados.
Essa prática não exige técnicas complexas ou mudanças radicais. Tudo o que precisamos fazer é começar. Uma caminhada ao ar livre, sem pressa, pode ser um bom ponto de partida. Sentar-se em silêncio, observando o movimento das nuvens ou o balanço das folhas ao vento, pode se tornar um ritual diário. Até mesmo em ambientes urbanos, há belezas a serem contempladas – um raio de sol iluminando um prédio, o som da chuva no asfalto ou o sorriso de uma criança.
A Criação nos chama constantemente para contemplá-la. É como se cada detalhe da natureza – das mais grandiosas montanhas às mais minúsculas gotas de orvalho – fosse uma mensagem de amor do Criador, um lembrete de que somos parte de algo imensamente maior. Ao atendermos a esse chamado, não apenas experimentamos uma cura pessoal, mas também nos tornamos melhores cuidadores do mundo ao nosso redor. Quando percebemos a beleza e a sacralidade de tudo o que existe, nos sentimos responsáveis por proteger e preservar a Criação.
Contemplar é preciso. É uma necessidade tanto espiritual quanto humana, um antídoto contra a ansiedade, o estresse e a desconexão que afetam tantas pessoas nos dias de hoje. É um convite a redescobrir a alegria nos pequenos detalhes, a encontrar cura na simplicidade e a perceber que, em cada pedaço da Criação, há um reflexo do amor divino.
Por isso, reserve um momento hoje para contemplar. Olhe ao seu redor com olhos atentos e coração aberto. Permita-se obter a cura pela beleza da Criação e, ao fazer isso, descubra um sentido mais profundo para a vida. Afinal, o ato de contemplar é também uma forma de oração – uma das mais puras e transformadoras que podemos experimentar.
Conversar com Deus verbalizando e gesticulando o peditório, tirar as sandálias de pó do caminho terrestre, ajoelhar (e até mesmo deitar no chão) e se sentir nos braços de São José do Calumbo...
É triste, porque a situação sócio-economica precisa melhorar muito pra chegar a precariedade.
Mas, principalmente, é emocionante, é inspirador, e é lindo ver a prática espiritual. A ligação direta da prece.
A fé quase palpável me abraçou hoje de tal maneira que (como fruta suculenta, e caudalosa) meus olhos escorreram e eu senti uma luz tão intensa que passei a enxergar de olhos fechados...
Eram anjos que eu ainda não tinha avistado, meu coração foi tocado por Deus e mais uma vez ele me pegou no colo, me fez cafuné e me amou.
Ele me ama.
Depois, meus olhos contemplaram as acácias-rubras, a espada de Santa Bar e o maior Baobá daqui me deu a honra de abraça-lo e sentir a energia e a força da CONEXÃO entre o céu e a terra, entre as pessoas que se reunem (como podem) aos seus pés. Minha fé foi renovada, de novo, eu agradeço.
Nos Meus Erros Há Vida
Amar minhas falhas, sem medo ou recebimento,
são marcas do caminho, trilhas que vieram.
Enxergar beleza no erro, no tropeço,
cada queda me ensina a ser mais denso.
Nos meus erros há vida, há aprendizado,
cada curva errada me deixa mais lapidado.
Cresço com eles, não fujo ou me escondo,
pois é na escuridão que encontro o meu fundo.
Evoluir com cada passo imperfeito,
desenhar novos rumores, sem medo, sem jeito.
Sou um mosaico de erros e acertos vívidos,
e, por isso, me amo, me aceito, sou íntegro.
Minha Amarga e Solitária Solidão
No silêncio profundo, onde ecoa a dor,
Caminho por sombras, perdido em meu clamor.
Minha amarga solidão, um manto que me abraça,
Em cada passo dado, a tristeza se entrelaça.
As horas se arrastam, como nuvens de aço,
E o peso da ausência é um fardo que não canso.
Busco por vozes que não vão me encontrar,
E a vida, tão cheia, parece se esvaziar.
Nos sonhos, tu vens, com o brilho do passado,
Mas ao acordar, sinto o frio do lado.
Corações que se afastam, promessas que se vão,
E em meio ao vazio, ressoa a solidão.
As lembranças dançam, como folhas no vento,
Revivo os momentos com um triste sentimento.
Nos risos que ecoaram, nas juras de amor,
A saudade é uma faca, cortando a dor.
Oh, solidão amarga, que me ensina a esperar,
Tu és a companheira que não posso deixar.
Mas em meio ao sofrimento, procuro a luz,
Um fio de esperança que ainda me seduz.
E mesmo que as noites sejam longas e frias,
Busco nas estrelas as minhas fantasias.
Quem sabe um dia, em um novo amanhecer,
A solidão se transforme em algo para viver.
Assim, sigo adiante, com o peso do coração,
Aprendendo a dançar com minha solidão.
Pois mesmo em sua amargura, há lições a se dar,
E em cada lágrima, um caminho a trilhar.
O Caminho para a Vida Eterna
Esta existência chamada vida é um prefácio da vida eterna que ainda está por vir. Neste mundo, Deus nos capacita e disciplina, instruindo-nos no caminho de Suas verdades eternas, imutáveis e perfeitas. Essas verdades nos conduzem à revelação do que Deus tem preparado para nós na eternidade com Ele.
Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem chegou ao coração do ser humano o que Deus tem preparado para aqueles que Ele ama.
Por isso, devemos buscar em primeiro lugar um relacionamento íntimo com Ele, para que as virtudes da Sua graça e o poder transformador do Seu amor nos conduzam a uma vida plena e abundante em todos os sentidos.
Pedras no caminho...
Olá...
Você talvez já tenha se perguntado, o porquê certas vezes na vida nos deparamos com pedras no caminho...
E esta sensação não é só sua, lhe garanto,
Pois a vida é luta constante, embora às vezes caíamos em terrenos mais limpos e mais calmos, esquecemos que nos arredores existem inúmeros terrenos hostis.
Porém, a vida tem dessas coisas, horas estamos surfando na crista da onda, horas estamos segurando o ar enquanto borbulhamos, empurrados pela pressão desta mesma onda.
O importante é que em cada situação nós teremos uma reação e uma forma de agir, isto denota o quanto somos adaptados ao meio e as condições, e não quero dizer de forma alguma que isso é fácil, até porque toda mudança requer esforços, requer uma nova postura e atitude, imagine por exemplo em um domingo de sol relaxante, você sentado em seu sofá, com os pés descalços, tomando uma bebida refrescante e curtindo uma música ou um programa que lhe concentra e lhe traz a paz que tanto busca, porém agora lhe convido a imaginar que neste mesmo domingo fosse o dia em que está fazendo a mudança para uma casa nova e que os caixotes estão espalhados, pessoas carregando objetos para um caminhão, você olhando de um lado ao outro e fazendo o que pode para ajudar, suor intenso, e você analisando quanto tempo ainda será necessário para concluir toda a mudança. É exatamente sobre isso que estou falando, momentos diferentes exigirão atitudes diferentes, não podemos simplesmente querer usar a mesma ferramenta para todos os trabalhos... (Você me entende?)
Por isso, saiba que Deus lhe deu todas condições de agir diferente diante a cada situação, pois está ação lhe permitirá lidar com cenários que até então eram desconhecidos por ti, e haverá dor, cansaço, pois nossa mente e nosso corpo está acostumado com aquela outra forma, aquela que um dia você creu e armazenou em seu subconsciente como verdade e que acabou se tornando a única para você.
Desta maneira as "pedras" no caminho, são algumas vezes pequenas, e servem para que possamos parar, retirar os sapatos e seguir em frente, outras um pouco maiores nos farão tropeçar, possibilitando que tenhamos mais atenção no caminho, para que possamos andar mais firmes, e haverão algumas que serão grandes, e deveremos transpô-las, muitas vezes com certa dificuldade e tempo, mas, se crermos haverá ajuda, ajuda está que muitas vezes não enxergaremos, porém nos colocará ao alto.
De todas as maneiras devemos ter o entendimento que somos partes de um processo, que complementam um propósito, mesmo que não possamos entender, somos usados para que nosso crescimento seja real e eficaz, e que haverá a vitória se passarmos pelo processo.
Pense por qual guerra está passando neste momento... talvez sejam guerras que as pedras do terreno sejam pequenas e que só lhe treinarão para que andem mais firme, ou ainda que sejam um pouco maiores e que lhe dê a devida atenção no trajeto para que não caia de forma tal que não possa prosseguir, ou podem ser grandes, e este é o nível que deverá buscar toda ajuda de Deus, através daquele que é o nossa verdade, caminho e vida... Ele é o único que poderá nos trazer força, e no tempo oportuno ficará claro que não passaríamos por ela sem Ele.
Que assim possamos seguir, com fé, esperança e amor...
A guerra não acabou... A luta pode até continuar um pouco mais, mas a Vitória virá, mesmo que haja "pedras no caminho" Ele nos mostrará no tempo perfeito, certo e oportuno.
Se você precisa definir uma estratégia eficiente para as batalha da sua vida, eu lhe convido a ler meu e-book "Executores da Missão" disponível na HOTMART , e traçarmos a melhor maneira de prosseguirmos juntos em busca desta nova etapa em sua vida. Que a presença de Deus seja constante em sua vida...
Um forte abraço...
O caminho
Será que no futuro iremos ser um do outro? Será que no futuro irei poder levar café na cama para você?
Eu não sei.
Eu gostaria de saber.
Só sei o tamanho do meu amor por você.
No futuro próximo, eu quero ser sua, em outra vida eu quero tê-lo...
No futuro, eu serei a sua garota e você será o meu garoto.
Eu adoro o seu olhar...
Eu adoro o jeito que você me abraça... O jeito que você me trata...
Você me faz subir ao céu.
Você é o caminho para o céu.
Mas, ao mesmo tempo, você é o caminho para o inferno.
No futuro, serei sua garota.
Um novo caminho..
Deixo o passado de lado, e com o passar, ele me deixa também.
Talvez mais vivido..
Talvez mais viajante..
Sigo Caminhando
Ao passado..Ao futuro
Talvez esteja entediado.
E busco por viver o tão presente então..
Um caminho que seja bem caminhado,
..observado.. e admirado.
Por Cada som, sombra..
Cada silêncio e solidão..
Um grande amor
Está tudo terminado
Agora vai, siga o seu caminho
Busque outro, deixa o passado
Não volte a me sangrar no espinho
Da dor, da desilusão, do rancor
Atira seu destino em outros mares
Outros olhares
Não recues desta batalha
Não me dispa desta mortalha
Deixe o afeto forrar a minha cama
Com a qual a razão me chama
Desenhando rabiscos de emoção
Pois, existe mais em outra dimensão
Quero estar longe deste abismo
De ter que encarar o cinismo
De ser singular na paixão
Quero par na emoção
Quero harmonia no coração
Desejos na relação
Enfim, assertor...
De um grande amor!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
14/10/2010, 11’19” - Rio de Janeiro, RJ
Laranjeiras
Bom dia, vencedor!
No caminho para a vitória, é essencial dar importância ao que realmente merece. Não permita que fofocas, mentiras ou conversas sem intenção positiva roubem sua paz ou desviem sua atenção. Lembre-se: a verdade tem poder, e o que vem de Deus é sempre digno de respeito e consideração.
Cultive amizades verdadeiras, valorize quem caminha ao seu lado com lealdade, e mantenha o coração firme no que edifica. Deus nos dá discernimento para filtrar o que nos fortalece e ignorar o que apenas quer nos derrubar.
Hoje, escolha ouvir o que edifica, falar o que encoraja e agir com propósito. Que o amor, a fé e o respeito sejam sua força para construir um dia vitorioso.
Vamos juntos, com Deus à frente, vencer mais este dia!
Durante muitos anos, fomos ensinados que, ao nos afastarmos do caminho traçado, éramos apagados do tecido da existência. O som das palavras silenciava-se, e o calor do abraço se tornava uma memória distante, como um eco que se perde na vastidão. Pais e filhos, em um mar de saudade, se viam separados por uma linha invisível, onde os laços de sangue eram desfeitos, como se nunca tivessem existido.
O mundo, outrora repleto de rostos familiares, de risos compartilhados e palavras trocadas, tornou-se um deserto. Os filhos, em sua maioridade, eram lançados ao abismo do esquecimento, e os que já estavam longe, como estrelas perdidas, eram esquecidos no horizonte, sem chance de retorno. O "Oi" simples, o cumprimento despretensioso, era uma utopia proibida, uma relíquia de um tempo que não poderia mais ser.
E na calada da noite, o silêncio se tornava profundo e cortante. Corpos cansados, corações depressivos, vidas à beira da desistência… As lágrimas caíam sem som, como se o universo inteiro tivesse virado um vazio de saudade. Saudade de um simples “Oi” de uma mãe que, um dia, abraçou com amor. De um pai que olhava com carinho, mas agora só restava o eco do abandono. O desejo de ouvir palavras que nunca mais vinham, de sentir um toque que nunca mais aqueceria.
Na silenciosa vigília do abandono, as almas sangravam. Não pela escolha que nos separou, mas pela incompreensão que gerou o abismo, pela névoa que obscureceu o real significado de muitas palavras. No fundo de cada coração, a dúvida florescia: será que essa dor é o caminho para a salvação? Será que esta separação tem algum propósito, ou foi o reflexo das limitações humanas, incapazes de enxergar com clareza o que é verdadeiramente justo e misericordioso?
Diz-se que a associação com aqueles que permanecem afastados da verdade é venenosa, que a pureza deve ser preservada, e eu concordo. Mas, na imensidão dessa purificação, onde restou o amor? Onde se perdeu a misericórdia, que deveria ser o farol? O Criador Amoroso, em Sua infinita bondade, não desejaria que Suas ovelhas fossem tratadas como fantasmas, que Seus filhos fossem deixados na sombra da rejeição. Não seria essa a lição, não seria esse o caminho.
E então, após tanto tempo, o silêncio se tornou um grito abafado. Aqueles que viveram a dor da separação, a agonia do abandono, se perguntam: por que o peso da solidão teve que ser suportado por tantos anos? O corte definitivo não pode ser apagado com uma mudança repentina, um "ajuste" que surge após as feridas estarem tão profundas. Como justificar tantas vidas partidas, tantos corações desfeitos, agora com um simples redirecionamento de entendimento?
Se a luz vem do Criador, por que demorou tanto para brilhar? Como poderia Ele permitir que tantos sofressem mais do que o necessário, em uma dor prolongada e desnecessária, para então, corrigir? Isso faz sentido? Como pode a compaixão divina se manifestar depois de tanta dor?
A mudança, sim, chegou. Mas ela veio tarde demais para apagar as cicatrizes. E, enquanto a luz clareia, a pergunta persiste: onde está o arrependimento? Onde está o pedido de perdão por tantas vidas dilaceradas, por tantos corações quebrados? A "luz" que agora brilha, por mais que se ilumine, não pode apagar o sofrimento daqueles que, por tanto tempo, foram considerados invisíveis, como se jamais tivessem pertencido.
E, enquanto o tempo passa, nossas cicatrizes permanecem, sem um pedido de desculpas da liderança que, por tanto tempo, nos fez invisíveis.
**Libertando-se das Amarras do Narcisismo: Um Caminho para a Autocura**
Estar em uma relação com um narcisista pode ser uma experiência devastadora. Muitas vezes, as vítimas se sentem presas em um ciclo de manipulação emocional e abuso psicológico, o que pode minar sua autoestima e bem-estar. No entanto, a boa notícia é que é possível quebrar essas correntes e retomar o controle da própria vida.
O primeiro passo para se libertar é reconhecer que você está em uma relação tóxica. Isso pode ser difícil, pois os narcisistas muitas vezes são habilidosos em mascarar seu comportamento manipulador. No entanto, ao identificar os sinais de abuso emocional—como a desvalorização constante, a falta de empatia e os jogos psicológicos—você começa a entender a realidade da situação.
Buscar apoio é fundamental nesse processo. Converse com amigos e familiares que possam oferecer uma escuta empática. Se possível, considere procurar a ajuda de um terapeuta especializado em relações abusivas. Ter alguém para apoiar suas emoções e validar sua experiência pode fazer toda a diferença.
Estabelecer limites saudáveis é outra parte crucial da libertação. Os narcisistas costumam invadir o espaço emocional dos outros, mas você tem o direito de dizer "não" e proteger seu bem-estar. A prática de limites pode ser desafiadora no início, mas com o tempo se tornará uma habilidade valiosa.
O autocuidado deve estar no centro da sua jornada de recuperação. Priorize atividades que te façam sentir bem e que rejuvenesçam sua alma. Seja praticando esportes, meditando ou simplesmente dedicando tempo a hobbies que você ama, cuidar de si mesmo vai reforçar sua autoestima.
Além disso, planejar sua saída é essencial. Se possível, desenvolva um plano para se distanciar do narcisista—seja mudando sua rotina ou até mesmo mudando-se fisicamente. Após essa decisão, evite todo tipo de comunicação com essa pessoa; isso ajudará a quebrar o ciclo tóxico.
Por último, mas não menos importante, lembre-se de reforçar sua autoestima. Você é único(a) e digno(a) de amor e respeito! Pratique a autocompaixão e cerque-se de pessoas que realmente te valorizam.
Liberte-se das amarras do narcisismo e abrace a possibilidade de viver uma vida plena e saudável. O caminho pode ser desafiador, mas cada passo dado é uma vitória rumo à sua liberdade emocional.
Pedras de Silêncio
Quantas pedras no caminho,
silêncio de granito a bloquear os passos,
abismos do não dito,
vácuo entre as palavras,
o incômodo que reverbera na ausência,
pausa que pesa mais que o grito.
São pedras que travam a jornada,
despertam o torpor,
adormecem a razão e o afeto,
e nesse deserto sem verbo,
brotam vermes na casa, na alma,
no corpo, na mente, na relação,
consumindo o que não foi pronunciado.
Quando a comunicação se cala,
o verbo, exilado,
deixa órfãos os sentidos,
e o silêncio se torna cárcere,
sepultura do diálogo.
Mas quem haverá de quebrar as pedras?
Que mão será martelo
e trará do eco do silêncio
uma palavra nova, inteira,
capaz de reconstruir o espaço vazio,
onde a pausa se transforma
em ponte,
e o verbo renasce,
vivo e perfeito?
Ainda tem chão
Fé no caminho
Vibrar na Gratidão
Café na xícara
Calma no coração
Você pode tudo...
Seja mais que uma flor
Seja mais que o medo
Mesmo em dia de dor
A culpa não é sua
A expectativa sim
É fácil o outro ir embora
Portanto cuide do seu jardim
Seja boa com você
Não se cobre tanto
De tempo ao tempo
O silêncio tem seu encanto
Autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 15/01/2025 às 22:00h
Manter créditos de autoria original
_Andrea Domingues
Você já refletiu sobre o verdadeiro caminho da conexão? Não estamos falando de um destino distante, mas de algo que sempre esteve aqui, dentro de nós. O ensinamento é claro: a verdade não vem de fora, mas sim do profundo silêncio interior, da escuta atenta da sua própria essência.
Ao buscar, você pode encontrar algo que, à primeira vista, parece desconcertante. Porque o autoconhecimento não é um caminho fácil. Ele desafia, questiona e provoca transformação. Mas é nesse processo de desconstrução que você encontra a verdadeira liberdade.
E como tudo no Arvoricionismo, a jornada não é sobre alcançar um lugar, mas sim sobre despertar para o que sempre foi. O Reino não está em um céu distante, ele está aqui, ao seu redor, na natureza, e principalmente dentro de você.
A verdadeira sabedoria não é dada, é descoberta. E é na sua busca interior que você encontra a união com o Todo. Não se trata de uma resposta pronta, mas de uma revelação constante, uma caminhada que só termina quando você se encontra com a sua própria essência.
Nem sempre o caminho é reto!
As curvas, subidas e descidas esperam
Nem sempre é fácil fazer a jornada
Mas a vontade é grande! As forças imperam!
A luta diária incessante
A rotina rotineira
A luz nem sempre brilha
A caminhada é certeira!
Queria eu ser a tua luz
Para brilhar no teu interior
Fazer esquecer os precipícios
Tentar amornar a dor!
Dora Marques
Jesus abriu um caminho que nos era impossível trilhar.
Jesus, autor da vida e consumador da nossa fé e salvação, abriu para nós um novo e vivo caminho até Deus Pai. Antes inacessível, agora, pela graça, Ele nos dá livre acesso a uma vida em plena santidade.
Essa santidade nos possibilita uma vida abundante, longe dos caminhos destrutivos do pecado. Ele nos concedeu o direito de nos tornarmos filhos espirituais de Deus por adoção, em comunhão com Ele, por meio da nossa fé.
Dias há em que somos capazes de enfrentar o mundo. Nada pode nos ferir ou cortar nosso caminho.
Nos sentimos grandes. Uma grandeza que irradia através do corpo como um todo, como se nosso querer fosse o único requisito necessário para o existir. Uma grandeza plena, física e espiritualmente.
Nestes dias os problemas deste mundo são desmascarados, revelando sua verdadeira face – a transitoriedade e irrelevância.
Nestes dias nossa natureza retoma seu lugar na ordem natural e divina das coisas.
Dias há em que nos afundamos em um mar de desespero e desilusão. Tudo é capaz de nos atingir e forçar um retrocesso.
Nos sentimos pequenos. Uma pequenez que escorre pelos nossos poros, reduzindo toda nossa vontade ao simples exercício de seguir respirando. Uma pequenez tirana que alcança a vida e a morte.
Nestes dias os problemas deste mundo ganham força e espaço, dominando todo o nosso querer, iludindo nossa mente.
Nestes dias nossa natureza é fraudada e impelida a se rebaixar para as coisas menores.
Nossa vida é marcada por extremos – força e fraqueza; alegria e tristeza; poder e subserviência; vontade e dominação.
Devemos aprender a sobreviver, cientes da atração que tais extremos exercem sobre nossa existência, mas buscando corajosamente e incansavelmente resgatar nossa natureza pura. É a nossa missão, nosso destino.
Não há papel que conte a minha vida...
Eu caminho por eles...
Eu sei que há diferenças
E ainda bem que as há...
O meu desejo canta...
Onde estás?
O vento levará os meus sonhos?
A noite cai de bruços...
Como existir esquecimento ?
Mas o que vejo?
A luz escurecer...
A amargura de olhar e não ver...
O ter e o perder...
Vago dia após dia...
Estranha quimera...
Estranhas fantasias?
Quais ruas escutam meus passos?
Quais estradas colhem meu olhar?
Aos solavancos do destino...
Onde estarão aqueles que me embriagam de calafrios?
Os ventos recolheram...
E diante de mim...
Até as estrelas emudeceram...
Em mim a vida força sua invasão...
De onde vem a voz que me rasga por dentro?
Sem luz nem eco...
De onde vem esse aperto no peito?
Entro abandonado...
Nesses muitos corações que encontro desavisados...
Mortos aos caminhos...
Por onde insisto e também sigo...
Não quero ser quem sou...
Sandro Paschoal Nogueira
Neste caminho observamos os fatos, a vida alheia, as paisagens; quando percebemos que ali mesmo estávamos construindo a nossa própria história. O tempo do agora é o que importa, tudo o que passou não voltará, não temos o futuro, somos o que somos.
Ao final da vida percebemos que o arrependimento se deu por aquilo que não fizemos, pelo que deixamos de realizar pelo medo da crítica, do insucesso. Os nossos passos devem ser firmes, deixando marcas para a eternidade, calcados em nossa essência. Os passos mais firmes são aqueles do presente, quando o vivemos intensamente, em total consciência.
Prefácio do Livro Passos Reflexivos, Memórias Eternas - Poemas.
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