Textos de Boas Energias
"Paranhão"!
"Nasci no Pará, berço de verde e sol
Me registrei no Maranhão, terra de paixão
Meia volta pra ti, Maranhão de coração
Marines no Pará, Leila no Maranhão
Aceito o fluxo da vida, com sua sabedoria
Submeto-me ao que vem, com coração cheio de alegria
A vida me ensina, a cada passo, a cada dia
A ser flexível, sem julgamento a fluir, como o rio que corre e varia a direção.
E assim, me torno um Paranhão, de alma e coração"
Leila Boás 09/12/2025
Aceitação. "Quando compreendi a tolerância,
O consentimento e a aceitação,
Tudo mudou, tudo se transformou,
E minha vida ganhou um novo rumo.
Aceitei o que não podia mudar,
E encontrei a força para seguir em frente,
A tolerância me mostrou o caminho,
E o consentimento me deu a paz.
A aceitação me libertou,
E minha vida se tornou mais leve,
Compreendi que tudo é passageiro,
E que cada momento é uma oportunidade.
Minha vida mudou, e eu mudei,
Tornei-me mais forte, mais sábia,
A aceitação me mostrou o caminho,
E eu sigo, com coração aberto."
A onda do meu trabalho abriu o cenário da aceitação. Leila Boás 12/12/2025
*Amazonia* A tarde caía sobre a Amazônia, trazendo consigo um silêncio que não era silêncio, mas sim um sussurro de vidas que se foram, de lutas que se travam, de sonhos que se perseguem. E ali, no meio dessa imensidão verde, havia alguém, um anônimo, um guerreiro, que trabalhava com as mãos, com o coração, com a alma.
Selecionava sementes, com cuidado, com carinho, com a certeza de que cada uma delas era um futuro, uma chance, uma vida. E enquanto trabalhava, os nomes dos que se foram vinham à mente: Chico Mendes, Dorothy Stang, José Cláudio... Cada um deles, um herói, um mártir, um exemplo.
Mas o trabalho não parava, não podia parar. A Amazônia precisava de gente como ele, que não se rendia, que não desistia. E assim, as sementes eram selecionadas, uma a uma, com a esperança de que um dia, elas se tornassem árvores, árvores que dessem sombra, que dessem frutos, que dessem vida.
E quando o sol se pôs, e a noite caiu, o trabalhador se levantou, estendeu as mãos para o céu e disse: "Eu faço isso por eles, por nós, pelo futuro". E nesse momento, a Amazônia toda pareceu suspirar, como se dissesse: "Eu estou aqui, e estou viva". Leila Boás 06/12/2025
Tudo bem tudo certo. "No jardim da transformação, desabrocho a cada dia
Uma flor de esperança, que se abre e se multiplica com novos conhecimentos.
Meu coração, um canteiro de sonhos e desejos
Regado a cada manhã, com o orvalho da fé e a flor do amor.
Pétalas de aceitação, se abrem ao sol da paz
E em cada folha, um sussurro: 'ê Deus me dizendo esta tudo perfeito, sempre'
Minha alma, perfumada se espalha ao vento
Um hino à vida, à beleza, sem sair do foco e do momento.
A memória tem
lembretes de que esta tudo bem, tudo certo tudo é harmonia, para sempre"
Leila Boas 12/12/2025
Fio condutor. No vasto cosmos, onde estrelas dançam,
E o silêncio é quebrado pelo som do tempo,
A fé é o olhar que transcende o horizonte,
Confiando que, além da matéria, há um destino.
Nosso corpo, efêmero, feito de poeira e pó,
Volta à terra, ao ciclo eterno da vida,
Enquanto a alma, liberta, ascende ao céu,
Atravessando o universo, em busca do lar.
No terceiro céu, Deus espera,
Para acolher a alma que retorna ao lar,
Com a certeza de que a jornada foi um aprendizado,
E o intendimento te mostra que o amor sempre foi o fio condutor do universo.
A fé o farol que ilumina o caminho. Aesperança o vento que impulsiona a alma,
Rumo ao infinito, rumo ao lar divino,
Onde o amor é a resposta, e a paz com Jesus é o destino. Leila Boás 13/12/2025
Nascimento do poema.
Deixo a cidade e seu tumulto lá fora,
E o silêncio sussurra os versos,
As palavras dançam ao vento,
E o mundo some , se afasta,agora compondo parindo!!!
Só restam as emoções,
E o poema nasce, lentamente sem pressa. Leila Boás 13/12/2025
Ensinar e dividir
"Vinte e duas vezes o Brasil me aplaudiu,
Dezessete vezes o mundo me reconheceu.
Trinta e nove exposições, uma jornada de amor,
Agora, quarenta, um novo rumo, um novo calor.
Com pincel ,cores e esculturas contei histórias, viajei,dividi.!!!
Agora, é hora de ensinar, de prosseguir
Com crianças e idosos, meu saber repartir.
Que a arte seja ponte, que a vida seja arte,
E que meu legado seja o sorriso de quem aprende e reparte,
As artes plástica com novo sabor, uma novo caminho a trilhar,
Com alunos inspirados, o futuro a criar."
Leila Boás 17/12/2025
Liberdade. . Um pássaro de asas abertas, ao vento se entregou,
Voou alto, livre e solto, sem amarras, sem temor.
Seu canto ecoou, como um hino de glória,
Um cântico de liberdade, que o coração ignora.
Mas um dia, as asas foram ceifadas,
E a liberdade se foi, em mil pedaços quebradas.
O pássaro caiu, como uma folha seca,
Sem rumo, sem destino, sem asas para voar.
Agora, ele está preso, em uma jaula de dor,
Sem poder voar, sem amor.
Mas ainda canta, com a alma ferida,
Um canto de saudade, de liberdade perdida.
Seu canto é um lamento, um grito de revolta,
Um apelo ao vento, que o leve a voar de volta.
E nos lembra que a liberdade é um dom,
Que deve ser valorizada, até o fim, sem som.
Que o seu canto seja ouvido, que a sua alma seja liberta repleta de amor.
E que as asas da liberdade, sejam novamente abertas, livre e solta , sem amarras, sem temor. Leila Boás 17/12/2025
Questionamentos.
Vida, um mistério a desvendar
Perguntas sem respostas a se acumular
Quem sou? De onde vim? Para onde vou?
O que é o certo? O que é o errado, afinal?
Sombrios pensamentos me rondam
Será que estou no caminho certo?
As escolhas feitas, foram as certas?
Ou apenas me deixei levar pelo vento?
A vida...
Um constante questionar, um buscar
Sem respostas prontas, sem certezas
Apenas o caminho a ser trilhado.
E, no fim, talvez não seja o destino
O que mais importe, mas sim a jornada
Com seus altos e baixos, seus acertos e erros
A vida, um eterno aprendizado.
Leila Boas 18/12/2025
A Fronteira Invisível da Minha Paz
Eu traço linhas no ar,
fios de seda tecidos com "não",
invisíveis ao olho faminto,
mas firmes como raiz na terra seca.
Antes, o mundo invadia,
tsunami de pedidos e dramas alheios,
meu peito um porto sem âncora,
ondas que levavam o silêncio embora.
Agora, ergo muralhas de silêncio,
portais guardados por voz serena:
"Não hoje", "Não mais",
ecoando como sino em névoa.
Não é egoísmo, é jardim fechado,
onde florescem rosas sem espinhos,
e o vento sopra leve, sem pressa,
acariciando o que resta de mim.
Aqui, na fronteira invisível,
encontro o espelho sem rachaduras,
a paz que brota quieta,
como rio que escolhe seu leito.
E quem ousar cruzar sem convite,
encontrará apenas o reflexo da própria fome –
pois minha paz é soberana,
inabalável, eternamente minha. Leila Boás /01 /2026
Renascimento. Renascimento é o grito da alma,
que supera a dor e a escuridão.
Das cinzas a vida brota em calma,
resuscitado, venço a escuridão. Da montanha mais alta me atiro,
sem medo, asas abro no ar.
Voar é o chamado do novo eu inteiro,
renascido, eterno, a pulsar. Leila Boás 3/01/2026
A escrita viva. O que escrevo não venha da inteligência artificial,
mas nasça manso, do chão quente do meu peito,
que cada frase seja o traço mais fiel
do que sofri, do que perdi, do que foi feito.Que os meus dias sejam guiados pelo autor
de cada aurora que se abre em minha janela,
que Jesus corrija em silêncio o meu temor
e me ensine a ser verdade naquilo que revela.Quando o cansaço enfim baixar meu pobre corpo
e o mundo siga sem lembrar do meu abrigo,
que reste ao menos um sinal do que fui vivo:minha lápide adornada em lírios
e escrito, simples, num descanso definitivo:
“O que escreveu foi de alma, não código.” Leila Boás 06/01/2026
Escutando estrelas . Desenho olhando para o céu,
E escuto estrelas, um coro suave,
Que cantam histórias de sonhos e luz,
E me levam a um mundo sem limites.
No azul profundo, vejo um lar,
Onde a imaginação não tem fronteiras,
E as estrelas, como diamantes brilham,
Iluminando o caminho para o infinito.
Desenho olhando para o céu,
E sinto a liberdade voar,
Que me leva a lugares desconhecidos,
E me faz sonhar com o que ainda não é.
As estrelas, como velhas amigas,
Contam segredos do universo,
E me fazem sentir parte do todo,
Conectado à beleza do cosmos.
Desenho olhando para o céu,
E escuto estrelas, um chamado,
Para explorar, sonhar e criar,
E fazer do mundo um lugar mais belo.
Cenografia. No palco da vida, um cenário se desdobra,
Nasce com vigor, em quinze dias de glória,
Cores vibrantes, formas inovadoras,
Um mundo novo, cheio de possibilidades.
Mas logo, o tempo passa, e o cenário muda,
Perde a magia, o brilho se apaga,
Tédio visual, monotonia reinante,
O que era novo, agora é comum e banal.
A paisagem que antes inspirava,
Agora é apenas um fundo desgastado,
Onde a criatividade não mais habita,
E a beleza se esvai, como um sonho esquecido.
Mas ainda assim, há esperança,
Poís a cada quinze dias, um novo cenário nasce,
E com ele, uma chance de renovação,
De reviver a magia, a inspiração.
Então, não choramos a morte do cenário,
Mas celebramos o nascimento do novo,
E nos deixamos levar pela corrente,
De uma criação constante, infinita e verdadeira.
Saudade do Rio antigo.
Lá onde o sol beijava o mar,
Minha infância voou, sem pressa,
Em Niterói, berço de sonhar.
Na Escola Santos Dias, aprendi,
Letras e números, sonhos e gritos,
Professores que inspiravam,
Amizades que eternizam.
Praias de Icaraí, São Francisco,
Onde o verde encontra o azul,
Crianças rindo, ondas dançando,
Inocência sem igual.
Cinemas de rua, filmes clássicos,
Sorvetes na mão, risos livres,
Calçadões de madeira, histórias,
Vozes do passado, memórias.
O Rio de Janeiro de outrora,
Era um cenário de magia,
Carnaval, samba e alegria,
Viva a saudade que não passa.
Hoje, da distância, eu vejo,
A cidade que meu coração guarda,
E, na saudade, eu sinto,
O Rio antigo, minha alma guarda.
A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. A casa está clara perfumada,o jantar a servir... a televisão ligada,meu cachorro late me espera na porta... tem alguém para abrir a porta, sempre à minha espera. O que mais você deseja é voltar ao velho mundo aos simples costumes.
Leila Boás
Veja este texto que fiz para amiga Professora Celi ...com floreio linguístico. ...Nas intricadas tessituras do destino, quando as adversidades se apresentam como um labirinto indecifrável, você emerge como um farol de esperança, iluminando o caminho com sua presença radiante. Sua bondade é um bálsamo que acalma as feridas da alma, enquanto sua sabedoria nos guia pelas veredas da introspecção e do autoconhecimento.
Celi, você é um paradigma de amizade verdadeira, um arquétipo de lealdade e dedicação. Sua presença em minha vida é um testemunho da graça divina, um presente que transcende a mera mortalidade e se eleva à esfera da transcendência.
Com sua palavra eloquente, você me acalma a alma e me faz vislumbrar a possibilidade de um futuro mais promissor. Sua capacidade de ouvir e entender é um dom raro, que me permite desnudar minha alma e encontrar soluções para os problemas que me afligem.
Celi, você é um exemplo vivo de que a amizade pode ser um catalisador de crescimento e transformação. Sua influência em minha vida é um lembrete constante da importância de cultivar relacionamentos significativos e profundos.
Eu quero expressar minha gratidão por sua amizade, por estar ao meu lado nos momentos de alegria e de dor. Você é uma bênção que eu não mereço, mas que eu sou grata por ter em minha vida.
O Rádio: O velhinho, com seus cabelos brancos e olhos cansados, segurava o velho rádio com carinho. Por muitos anos, aquele aparelho havia sido seu companheiro fiel, trazendo música e notícias para sua vida solitária. Mas, com o passar do tempo, o rádio havia parado de funcionar, silenciando as melodias que outrora enchiam seu coração de alegria.
Um dia, decidido a reviver aqueles momentos, o velhinho levou o rádio ao conserto. O técnico, com mãos habilidosas, conseguiu ressuscitar o velho aparelho. Quando o velhinho o ligou, a música começou a tocar, e ele foi transportado para um passado distante.
Com o rádio nas mãos, o velhinho começou a dançar pelas ruas, sorrindo de orelha a orelha. A música era uma valsa antiga, que ele lembrava de ouvir em sua juventude. Ele girava e rodopiava, sentindo-se jovem novamente.
As pessoas nas ruas paravam para olhar, surpresas com a alegria do velhinho. Alguns sorriam, outros aplaudiam, e alguns até começaram a dançar junto com ele. O velhinho não se importava com o que os outros pensavam; ele estava perdido na música e nas memórias.
Com o rádio apertado contra o peito, ele dançava como se estivesse em um sonho. A música parecia ter despertado uma parte dele que havia sido esquecida por anos. Ele sentia-se vivo, sentia-se feliz.
Quando a música acabou, o velhinho parou de dançar, sorrindo ainda. Ele olhou em volta, vendo as pessoas sorrindo para ele, e sentiu uma sensação de gratidão. Ele sabia que, por um momento, havia compartilhado sua alegria com os outros.
O velhinho voltou para casa, ainda segurando o rádio, e o colocou na mesa. Ele se sentou ao lado, olhando para o aparelho com carinho. Ele sabia que, enquanto o rádio funcionasse, ele teria música para dançar e memórias para reviver.
Bullying na colméia da abelha rainha. Na colméia da rainha Vania uma jovem abelha chamada Lu sofria bullying das outras abelhas. Elas zombavam de suas asas irregulares e a chamavam de "diferente". A rainha, ocupada com a produção de mel, não notava o sofrimento de Lu.
Um dia, uma abelha sábia chamada Madalena decidiu intervir. Ela contou à rainha sobre o bullying e juntas criaram um plano para ensinar as abelhas sobre a importância da diversidade e respeito.
Lu, com suas asas únicas, descobriu que podia voar em direções inesperadas, coletando néctar em locais inacessíveis às outras. A colméia percebeu seu valor e a aceitou como uma das suas.
A rainha Vania percebeu que a diversidade era a chave para o sucesso da colméia e decretou que todas as abelhas deveriam respeitar e valorizar as diferenças entre si. Lu encontrou seu lugar e a colméia se tornou um lugar mais harmonioso.
O beijo:Em uma pequena cidade da Itália...uma jovem chamada Roberta. Ela era conhecida por sua beleza e bondade, mas um dia, uma doença misteriosa a atingiu. Os médicos não conseguiam encontrar uma cura, e Roberta começou a perder as esperanças.
Um velho sábio disse que a única coisa que poderia curá-la era um beijo de amor verdadeiro. Mas, Roberta não sabia quem poderia ser o seu príncipe encantado.
Um dia, enquanto estava deitada na cama, um jovem chamado Ricardo entrou no quarto. Ele era um amigo de infância de Roberta, e sempre esteve apaixonado por ela, mas nunca teve coragem de dizer.
Ricardo se aproximou de Roberta e a beijou. Mas, não foi um beijo qualquer. Foi um beijo cheio de amor, carinho e sinceridade. E, para surpresa de todos, Roberta começou a se sentir melhor.
Com o tempo, Roberta se recuperou completamente, e percebeu que o beijo de Ricardo havia sido o remédio que ela precisava. E, para sua surpresa, ela também havia se apaixonado por ele.
A partir daquele dia, Roberta e Ricardo estiveram juntos, e a pequena cidade celebrou o poder do amor verdadeiro. E Roberta nunca mais esqueceu que, às vezes, tudo o que precisamos é de um pouco de amor para ficar bem.
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