Textos de Amor Próprio
Amor?
Se eu fosse falar sobre meus amores da vida, falaria sobre meus amigos que me fazem sorrir todos os dias.
Falaria sobre meus pais, que mesmo com tudo que passaram, deram o melhor de si pra cuidar de mim.
Falaria sobre meus irmãos, que mesmo em silêncio, sei o quanto me amam.
E principalmente falaria sobre ti.
Você, entre tantos que já amei, consegue ocupar a maioria de meus pensamentos.
Não penso em você todos os dias, mas sempre me lembro do quanto amo você.
Como já amei.
Como você já me fez sentir.
Como ainda me faz sentir.
Olho pra você e, mesmo com os momentos ruins que tivemos, não consigo lembrar deles.
Pois quando olho em seus olhos, lembro apenas do quanto eu a amo.
O quanto amo nossas memórias boas.
Como amo sua risada.
Como amo quando está irritada com minhas implicâncias.
E principalmente, amo o jeito que me ama.
Cheguei a conclusão que meu amor por ti é incondicional...saber que nada existirá entre nós além de uma amizade não me entristece...Vc me faz feliz só em te lá por perto poder sentar ao teu lado conversar contigo comermos juntas e por vezes sentir tuas mãos.. .tocar em seus cabelos e sentir tuas mãos nos meus....é maravilhoso..passaria horas tocando em vc!
Amo vc sem esperar teu amor em troca..a tua amizade é meu maior presente...e jamais esquecerei vc...o que sinto é único por td vida...
Mergulhe nas profundezas de seu íntimo e verás que sua vida é feita de amor!
Ame todos os que estão ao seu redor, pois eles podem ser o motivo de estar vivo.
Viva hoje como se o amanhã não viesse.
Respeite o coração de cada um.
Pense que o futuro poderá ser melhor se você for melhor.
Viva a vida, ame!
Certa vez, pediram-me onde está o amor, então respondi:
O Amor está em tudo...
Naquele pequeno gesto...
Naquele modo de olhar...
Naquele aperto do coração...
Na lembrança de um abraço...
No modo carinhoso de se acariciar alguém...
No brilho de um sorriso..
No proferir palavras de consolo...
Amor Amigo
(Cydinha)
Quero falar ao vento,ao mar;
A tudo e a todos no mundo,
A cada estrela que baila ao luar,
Sobre este amor tão profundo.
Que trago sempre na mente,
Eternamente no meu coração,
Estando ele,em mim,ausente,
Só restaria vazio,dor,solidão.
Meu imenso amor antigo e sempre vivo,
Grande carinho,sonho,enlevo da juventude,
Amor tão puro,perfeito,amigo,cativo,
E,que esquecer não quis e nem pude.
Por nossa imaturidade,
O destino nossos corpos separou,
Só deixando a grande saudade,
Pois,as almas,isso não afastou...
Estamos para sempre unidos em espírito,
Sei que moro sempre,em teu doce coração,
O meu é completamente cheio dessa paixão!
Este amor será assim,até chegar ao infinito...
Por hora,nos resta o grande e doce alento,
De saber,um do outro,que esta vida vai levando,
Sem nunca desesperar,nem pranto,nem lamento
Pois,pela eternidade,nós iremos nos amando!
Vida real, amor virtual
Será possível que quem nunca esteve presente
Através deste meu sonho louco e apaixonado
Possa fazer sofrer tanto quando ausente?
Quando olho tudo e todos ao meu lado
E percebo que apenas você me faz contente.
Tua presença quase irreal ou etérea, talvez,
Vem encher meus dias de luz, de suave canção
E me fazer sorrir, cantar como uma criança.
Fazer-me uma adulta redescobrindo a esperança,
Ser feliz sempre, quando te encontro e me vês
Só porque estou a olhar meu sonho, minha paixão.
Não estou em seus planos, seus projetos reais
Mas, aqui, onde se vive apenas fantasia e ilusão,
Seu sorriso, seus olhos, desejo ver sempre mais
Não me importa pensar em quando chegará o fim
Eu nem sei de mais nada, vou viver essa paixão,
E que, mesmo depois, continuará existindo em mim.
Senhor Jesus, salva a minha casa.
Seja o meu pastor.
Habita em minha alma.
Me dê o dom do amor.
Senhor Jesus, Jeová me atraiu a ti
e minha alma te conheceu,
Jesus, fala de mim,
para DEUS.
Fala Senhor Jesus,
deste humilde adorador,
através do Espírito Santo,
fala que eu os amo,
Fala Senhor!
Amor é coisa estranha, não é? A gente passa a vida inteira aprendendo a lidar com ele, como se fosse uma fórmula complicada que só os gênios entendem. Mas a verdade é que o amor, esse danado, é simples. Quem complica somos nós, com nossos medos, inseguranças e aquelas histórias que a gente conta pra si mesmo, acreditando que estamos protegidos.
Sabe, eu já fui de acreditar que certas coisas não eram pra mim. O amor era uma delas. Porque o amor, meu amigo, machuca. Ele tem o poder de pegar nossas partes mais frágeis e expô-las ao mundo, como se dissesse: “Olha só, aqui está você, despido de toda a sua coragem, pronto para ser ferido”. E assim, começamos a construir muros, achando que, com o tempo, a dor vai passar e que, quem sabe, um dia, alguém vai aparecer com um passe de mágica para derrubá-los.
Só que esses muros não protegem. Eles isolam. Eles transformam a dor de um momento em uma constante, um eco que reverbera nas paredes que nós mesmos criamos. Você acha que está seguro, mas na verdade está apenas sozinho, e a solidão, meu caro, é um veneno que a gente bebe todos os dias, na esperança de que, por não sentir dor, estamos imunes ao sofrimento.
Mas a verdade é que nenhum de nós está além de ser amado. Não importa o quão destroçado, o quão cínico você tenha se tornado. Todos nós merecemos amor, mesmo que a gente tenha acreditado por muito tempo que não. O amor não é uma recompensa para os perfeitos, porque, convenhamos, perfeição é uma farsa. O amor é um direito, uma parte essencial do que significa ser humano.
E sabe de uma coisa? Às vezes, a gente precisa se lembrar disso. Precisamos parar de acreditar naquelas histórias que contaram pra gente ou que a gente inventou. Precisamos deixar uma fresta aberta, mesmo que mínima, porque é por ali que o amor entra. É por ali que a vida mostra que, apesar de tudo, ainda vale a pena acreditar.
Então, se você anda por aí com o coração blindado, achando que está protegido, eu te digo: baixe a guarda. Nem que seja só um pouquinho. Permita-se sentir, permita-se ser vulnerável, porque é na vulnerabilidade que o amor floresce, e é nela que a gente descobre que, no final das contas, sempre vale a pena tentar de novo.
Amor não é só aquilo que damos; é aquilo que merecemos, mesmo quando acreditamos que não. Lembre-se disso, e se dê uma chance. Deixe o amor chegar, mesmo que aos poucos, porque ele sempre encontra o caminho. E quando ele chegar, você vai entender que, por mais que tenha doído, o amor nunca foi o problema. Os muros que a gente constrói é que são.
Despedida de um amor
O despertar de um sonho impossível, os meus olhos se abriram quando vi a verdade que eu mesma escondia de mim.
Em um vídeo esmagador lá estava toda a verdade de um sonho surreal
Inexistente de final feliz..
Acabou despedaçou o restante e o que sobrou de nós.
Se á verdade liberta não sei. Mas mata mais que veneno de rato.
Rápido e sem sombra de dúvidas eliminou cada vestígio de sobras de um amor.
" Adeus " esse é o nosso feliz pra Sempre e o único existente para nós. " Adeus " Paulo.
Escuta essa...
Alguém que diz adoro fazer amor com você, adoro seu corpo,Seus beijos. Mas só tenho desejo por você.
Não prometi, e não prometo nada
Não estou apaixonado, mas tenho desejos por você, você quer meu desejo ? Se não quer, me deixe em paz
🤔🤔🤔🤔
Imaginando o que esse ser pensa que somos, no caso o que sou, um robô ou o que ? Bora seguir o baile, fica parado é desperdício!
Hoje é seu aniversário meu amor
E hoje também meu coração chora de dor
Quando abri o feed do Facebook lá estava você, uma família um amor que não sou eu
E tento conter a dor com um pensamento que tenta me convencer que está feliz e é tudo que importa. Te amo é a única restou uma frase no silêncio vazio da noite
Zelia Gamel 💞
Ah, o amor!
Dos pais e mães por seus filhos, dos filhos por seus pais e pelos pais de seus pais, pelos amigos de perto ou de longe, pelo próximo que nunca se viu antes, pelo ser humano, pelos animais...
Ah, o amor!
Sentimento puro e sublime que é, sim, um sentimento; mas que, acima de tudo é uma decisão!
Decida amar, decida cuidar, decida dedicar-se ao próximo, independente da sua raça, crença ou classe social!
Mas, acima de tudo, decida amar aquele que te faz mal, ao teu "inimigo", porque se um dia ele decidir te amar, ganhaste um novo amigo.
Que lindo seria, não?
Ah, o amor!
O que aprendi quando parei de exigir amor"
Por Diane Leite
Desde pequena, entendi que ninguém tem a obrigação de me amar. Quando o primeiro amor que conhecemos falha — aquele que vem da mãe — a vida nos ensina cedo que o amor não é garantia, é escolha. E, quando se compreende isso, algo muda para sempre.
Eu parei de correr atrás.
Parei de me explicar.
Parei de tentar convencer alguém a ficar.
Parei de insistir onde já não havia espaço para mim.
Hoje, se alguém escolhe ir, eu deixo.
Mas se escolhe ficar, terá o melhor de mim — inteiro, verdadeiro, leve.
Não porque preciso agradar. Mas porque eu quero doar.
Aprendi que amor não se exige, se cultiva.
Que presença não se implora, se atrai.
E que quem merece, vibra comigo, cresce comigo, floresce comigo.
Não, não é orgulho. É cura.
Não é frieza. É paz.
Não é jogo. É maturidade.
O amor próprio me ensinou a economizar energia com quem não vibra na mesma frequência.
E desde então… minha vida só floresce.
Nem todo amor fala. Alguns se movem.
É curioso como, por tanto tempo, a gente aprende a lutar sozinha. A se defender, a sobreviver, a não esperar nada de ninguém — porque quase sempre, quando precisávamos, não tinha ninguém. A gente acaba confundindo amor com palavras bonitas, com discursos ensaiados e juras vazias. Mas com o tempo, a gente entende que amor mesmo... tem mais a ver com movimento do que com fala.
Amor é quando alguém te protege do mundo — não com grades, mas com gestos. Quando percebe sua vulnerabilidade e não se aproveita dela, mas estende a mão. Quando não tem muito a oferecer, mas oferece tudo o que tem.
É aí que mora a diferença.
Tem gente que diz “cuida” e nunca cuida.
Tem gente que não promete nada, mas aparece. Fica. Aguenta. E ama no silêncio das atitudes.
É hora de prestarmos mais atenção nas ações.
Em como as pessoas nos olham quando estamos frágeis.
Em como elas reagem quando erramos.
Em quem nos defende quando o mundo vira as costas.
Palavras qualquer um diz.
Mas o cuidado… o cuidado exige presença.
E a presença, essa sim, é a maior declaração de amor.
O Amor Que Não Se Deixa Quebrar
Autoria: Diane Leite
Passei boa parte da vida sendo testada pela vida.
Desde muito pequena, conheci o gosto amargo da exclusão, da zombaria, da rejeição.
E como muitas crianças que amam demais, cresci acreditando que o problema era eu.
Achei que, se eu me esforçasse mais, se eu fosse melhor, mais inteligente, mais forte, talvez — só talvez — eu conquistasse o amor que sonhava.
Mas mesmo depois de conquistar tanto, o vazio de reconhecimento permaneceu.
Cresci, floresci, e ainda assim vi olhares se encherem de medo, de inveja, de competição.
E tudo o que eu queria era simples: amar e ser amada.
Quantas vezes tentaram me fazer acreditar que amar era fraqueza.
Quantas vezes disseram, sem palavras, que eu precisava endurecer para sobreviver.
Mas o amor que carrego não é fraqueza.
É força.
É escolha consciente.
É liberdade interior.
Amar — verdadeiramente — é um ato de coragem.
E, nesse mundo distraído, superficial, desconectado, amar com profundidade se tornou quase um ato de rebeldia silenciosa.
Hoje, não peço mais que me entendam.
Não peço mais que me validem.
Eu sei o valor que há em quem ama.
Se você também sente que o mundo nunca entendeu a grandeza do seu amor — não se diminua.
Não endureça.
Não desista.
E se você, por acaso, se afastou de quem te ofereceu amor genuíno, talvez seja hora de se perguntar:
Quantas vezes você confundiu amor com fraqueza?
Quantas vezes rejeitou o que mais precisava — por medo de se entregar?
Amar é para os fortes.
Receber amor, também.
Que a sua consciência desperte para essa verdade:
Amar não é um erro.
Amar é uma bênção.
Amar é o que há de mais sagrado em ser humano.
E a verdadeira vitória é esta:
não permitir que a dureza do mundo roube a leveza do seu coração.
O amor que habita em mim permanece.
Íntegro. Vivo. Soberano.
Porque eu sei:
o problema nunca esteve em quem ama demais.
O problema sempre esteve em quem não sabe mais amar.
Diane Leite
Amor Incondicional Não É Sobre Se Anular
Por Diane Leite
Há uma confusão perigosa circulando por aí: muita gente acredita que amor incondicional é sobre se dobrar até caber na expectativa do outro. Sobre engolir lágrimas em silêncio. Sobre aceitar traições, abusos, ausências, e continuar ali — firme, porque “amar é não impor condições”.
Mas isso não é amor.
Isso é martírio.
E o universo nunca pediu que você fosse mártir da vida de ninguém.
Amar o outro como a si mesmo.
Essa é a ordem cósmica.
E isso implica que você não pode amar alguém mais do que se ama.
Quando o seu amor pelo outro te faz esquecer de si, ele já deixou de ser amor — virou apego, medo, dependência disfarçada de virtude.
Amor incondicional não é se manter em um relacionamento abusivo para provar que você ama.
Amor incondicional não é se anular para ver o outro brilhar enquanto você murcha.
Amor incondicional não é sobre engolir tudo e aceitar menos do que você merece, porque “eu escolhi amar, e amar é sofrer”.
Não.
Amar de verdade é primeiro se amar.
Porque só quem está inteiro pode oferecer amor inteiro.
O verdadeiro amor incondicional diz:
“Eu te amo, então te deixo ser quem você é.
Eu te amo, então não quero te mudar.
Eu te amo, então aceito até que você escolha não me amar.”
E aqui está o ponto que tantas pessoas não entendem:
Amar incondicionalmente o outro não te obriga a permanecer onde não é amado.
Você pode amar e, mesmo assim, ir embora.
Pode amar e, mesmo assim, colocar limites claros.
Pode amar e, mesmo assim, se escolher todos os dias.
Porque amor sem auto-responsabilidade vira prisão.
E o outro também tem direito às próprias escolhas:
O direito de amar ou não amar.
O direito de ficar ou partir.
O direito de ser livre, assim como você.
E isso vale para os dois lados: o mesmo direito que você tem, o outro também tem.
Amor não é posse.
Amor não é dívida.
Amor não é contrato vitalício.
Amor é escolha — e só é belo quando é escolha livre.
Amor incondicional, então, é isso:
Eu te amo, mas eu me amo também.
Eu te aceito, mas não aceito menos do que mereço.
Eu te liberto, e me liberto junto.
Porque amar o outro sem se amar é injustiça consigo mesma.
E se você não sabe se escolher, não está amando – está se punindo.
“Amar é libertar e se libertar. O resto é prisão com cheiro de flor.”
Diane Leite
Um amor visceral – porque só amei uma vez
por Diane Leite
Eu só amei uma vez.
Mas foi amor com todas as letras,
com todas as vidas,
com todos os silêncios e todos os gritos contidos no peito.
Não foi um amor comum.
Foi um amor que rasgou camadas,
que me tirou o chão — e me ensinou a voar mesmo assim.
Foi o amor que atravessou portais,
que ouviu os sussurros da alma antes mesmo que os corpos se tocassem.
Amei como quem reconhece.
Como quem encontra o lar no olhar do outro.
Como quem diz: “eu sei quem você é”,
mesmo que o mundo insista em desmentir.
Esse amor não pediu licença,
não bateu na porta:
ele arrombou os portões do meu destino.
Fez do meu ventre templo,
e do meu silêncio, altar.
Amei com o corpo, com o coração, com a mente…
mas, sobretudo, com a alma.
E talvez por isso, nunca mais tenha amado assim.
Porque quando você ama com a alma,
o resto do mundo fica pequeno demais.
Não amei por carência.
Amei por conexão.
Não amei pela presença.
Amei pela essência.
Não amei para ser amada.
Amei porque era inevitável.
E o que é visceral nunca se perde.
Ele vive além da matéria,
além do tempo,
além de qualquer ausência.
Porque quando o amor é verdadeiro,
ele não termina.
Ele se transforma em força.
Em propósito.
Em poesia que pulsa — para sempre — dentro de mim.
Título: "O Amor Que Me Transformou"
Autoria: Diane Leite
Minha transformação começou quando percebi algo essencial: eu mereço amor – não apenas dar, mas também receber. E aqui não falo apenas de amor romântico. Falo de amor em todas as suas formas: amor familiar, amor nas amizades, amor pela maternidade, amor pelas pessoas ao meu redor, e, acima de tudo, amor por mim mesma. Esse entendimento mudou tudo. Quando você reconhece que é digno de ser amado em todas essas dimensões, sua perspectiva se transforma, e o amor começa a fluir para você de todas as direções.
Deixar de ser vítima e se tornar um observador consciente da sua própria vida é o que verdadeiramente te tira do pó e te transforma em alguém precioso. Quando você abandona a postura de “isso está acontecendo comigo” e a substitui por “o que eu posso aprender com isso?”, você assume as rédeas da sua história. Cada perda, cada erro, cada desafio deixa de ser um fardo e se torna uma ferramenta que te esculpe, lapidando a pessoa incrível que você está se tornando.
No final dessa jornada, que é difícil, mas absolutamente necessária, você finalmente percebe algo grandioso: você é merecedora de amor. Não apenas de recebê-lo, mas de vivê-lo em sua forma mais pura e plena, em todas as áreas da vida. Você vê que não precisa provar nada a ninguém para ser digna desse amor. E mais do que isso, entende que, ao se alinhar com o amor – o amor pelas pessoas, pelos seus filhos, pela sua família, pelos seus amigos e por você mesma – você se torna a melhor versão de si mesma.
Nesse ponto de clareza, você percebe que está pronta para receber tudo que o universo tem para te oferecer. Não é mais sobre correr atrás ou buscar aprovação. O que é seu de direito, o que está alinhado ao propósito da sua alma e do seu coração, começa a chegar até você. O amor que é genuíno, recíproco e transformador está à sua espera, em todas as suas formas, porque agora você está aberta para acolhê-lo.
Essa jornada não é apenas sobre aprender a amar, mas sobre aprender a se amar o suficiente para se alinhar com o que é verdadeiro e saudável. Não há fim para esse processo; ele é constante, mas absolutamente recompensador. E é essa transformação, esse amor universal e incondicional, que faz com que o universo finalmente te entregue tudo que é seu de direito – tudo que é mais lindo e alinhado com o propósito da sua alma.
Que em 2025 você se permita viver essa transformação, entender que o amor está em tudo e que você é absolutamente digna de recebê-lo em todas as suas formas. Porque o amor, em sua essência, é o que te conecta com a melhor versão de si mesma e com o universo.
Amor Incondicional
Ama-se na ausência,
No silêncio faz morada.
Não pede, não cobra, não força,
Acolhe, transforma, é jornada.
É toque sem tocar,
Luz no olhar perdido,
Aceita o outro inteiro,
Mesmo que venha partido.
Não vive de condições,
Ama por existir.
É um campo infinito de flores,
Onde a alma escolhe fluir.
– Diane Leite
Título: "O Primeiro Amor de Uma Mulher"
Autoria: Diane Leite
Nota: Esta é uma história fictícia; qualquer semelhança com pessoas ou situações reais é mera coincidência.
Naquele dia comum, Luna, com seus 19 anos, sentiu algo incomum ao cruzar o olhar com o Imperador, um homem de 43 anos. Ele tinha um ar de mistério que a fascinava. Seus olhos carregavam histórias que ela não conhecia, mas que ansiava descobrir. Era a primeira vez que Luna experimentava aquele tipo de conexão que fazia o coração acelerar e o mundo ao redor parecer se dissolver.
O Imperador não era como os outros homens que Luna conhecia. Ele exalava inteligência e experiência, algo que desafiava sua mente e alimentava sua curiosidade. Enquanto ela transbordava energia, risos e sonhos frescos, ele parecia um homem marcado pelas experiências da vida, carregando uma combinação de força e vulnerabilidade que a intrigava profundamente.
Seus encontros eram casuais, quase furtivos, mas sempre intensos. Havia uma troca intelectual que a fazia se sentir viva e especial. Ele a tratava como igual, algo raro para alguém da idade dela, e isso a fez perceber que estava diante de algo único. Porém, a diferença de idade era uma sombra pairando sobre eles, uma realidade difícil de ignorar.
Os anos passaram, e Luna cresceu. Ela agora era uma mulher de 43 anos, plena, bem-sucedida e repleta de histórias para contar. Mesmo com o tempo, as lembranças do Imperador permaneciam vivas. Ele havia sido mais do que seu primeiro amor; tinha sido a pessoa que ajudou a moldar quem ela se tornara. A jovem curiosa e apaixonada agora era uma mulher que compreendia as nuances e imperfeições do amor verdadeiro.
Quando eles se reencontraram, ele já tinha 66 anos. O tempo o havia transformado, mas seus olhos ainda carregavam o mesmo mistério que a cativara décadas antes. A conexão entre eles era inegável, mas agora era diferente. Luna não era mais a jovem que buscava validação em seu olhar. Ela era uma mulher que sabia o que queria e que se amava profundamente. Isso o desafiava de maneiras que ele não esperava.
O Imperador, por sua vez, trazia as marcas das escolhas que havia feito e das que havia deixado de fazer. Ele lutava contra as sombras do passado e as inseguranças que às vezes o faziam questionar se era suficiente para Luna. Ela, porém, o amava de um jeito novo: um amor maduro, incondicional, construído sobre respeito e aceitação.
Luna entendia que não poderia mudar o Imperador, mas podia oferecer a ele um espaço seguro, onde ele pudesse ser quem era, sem cobranças ou julgamentos. Ambos sabiam que o amor não era um conto de fadas; era um caminho cheio de desafios, mas também de crescimento e aprendizado.
E assim, a história deles continuava, fluindo como um rio que, apesar das pedras no caminho, segue seu curso. Luna não sabia onde o futuro os levaria, mas estava disposta a viver o presente intensamente, aprendendo e crescendo ao lado do Imperador enquanto o universo assim permitisse.
