Textos de Amor Passado

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⁠As únicas riquezas que acumulei ao longo dos anos foram: o amor, a educação, o caráter, a empatia, e o respeito.
Seu valor é incalculável, a traça não corrói, e ninguém pode roubar, e esse é o único tesouro que levarei dessa vida.
Então, guardo só o que agrega, que faça o bem, que deixe uma marca bonita em quem passar pelo meu caminho.

Inserida por srtawrobel

⁠Temos tatuado no corpo, um amor, e um coração.
Verdadeiro, explícito, único.
Às vezes intenso, voraz, sedento de paixão e prazer.
Noutras delicadeza, cuidado, e carinho.
Aprendemos a gostar até dos nossos defeitos, que não são poucos.
Conseguimos quase a fórmula perfeita.
A do nosso jeito singular de amar.
Agora, somos dois corações e uma história.
Que se tornou um único e grande amor.
Daqueles que a gente quer pra vida inteira.
E mais um dia.

Inserida por srtawrobel

⁠É teu o primeiro e último pensamento meu.
O verso de amor que rabisco no papel de pão.
O sorriso bobo no meu rosto quando sonho contigo.
A felicidade que sinto pelo simples fato de você existir.
A alegria que contagia tudo, quando você está.
Então meu bem.
Para de bancar o desentendido.
A gente não está só se pegando.
Existe algo bem mais sério envolvido nisso.
Nosso passado está aí para nos contestar.
Esse trem é amor, não há mais como negar.
Até o pobre do meu coração tão distraído.
Entendeu que a função dele é te amar.
E vive espalhando com a ajuda do vento.
Quando alguém pergunta de você.
Que está namorando, namorando.
Não está pegando, nem ficando.
Só amando.
Sempre.

Inserida por srtawrobel

⁠Um amor que nunca desistiu.
Nunca olhamos o tamanho dos problemas, mas em como juntos, iríamos resolvê-los.
A felicidade nunca dependeu de quanto tínhamos na conta bancária, e sim dos belos momentos que dividimos no dia a dia.
Nenhum amor resiste ao desinteresse, orgulho, inveja, egos inflados, pessoas não são descartáveis, portanto, muito cuidado ao tocar outro coração.
Nunca construa barreiras, que te impeçam de seguir, e sim, deixe que o amor seja a ponte que te leve pro lugar mais bonito, e que lá seja sua casa por toda a eternidade.
O coração da pessoa amada.

Inserida por srtawrobel

⁠Estendo minha mão com amor.
Pra tentar curar todas as suas dores.
E te dizer mesmo sem palavras
Que eu estou aqui
Pra você, e por você
Sempre que precisar
Pois algo bonito nos uniu
E fez, com que aprendêssemos
A dividir tudo
As horas boas, e tristes
Dando força e
Esperança
Pois amar é isso
Ser o abraço
O apoio
Ser porto seguro
E se a luz do fim do túnel
Ousar apagar
Eu lá estarei de lanterna na mão
Pra te dizer
Você é muito importante
Eu te amo
Conte comigo
Sempre.

Inserida por srtawrobel

⁠Eu sei que é amor.
Pois você existe em mim, de um jeito bonito.
A maneira especial que meus olhos te vêem.
Só dizem ao meu coração
Que é você, e vai ser sempre você, pois
Nossas almas de reconheceram
E desde então
Caminham juntas
De mãos dadas
Pois em todas as vidas
Se encontraram
E se amaram.
Intensamente.

Inserida por srtawrobel

⁠Minha mãe, minha flor
Agora é do céu que ela me cuida.
Nunca existirá amor igual ao dela.
A dor já amenizou com o passar dos anos.
Mas a saudade, ah essa, volta e meia vem me visitar.
E trás tantas lembranças doces.
Sua alegria, dançando pela casa.
Seu sorriso, sua voz suave.
Sua sabedoria sempre acertiva.
Mas o que tenho agora, é uma lágrima silenciosa.
Tá fazendo falta absurdamente, meu amor maior.

Inserida por srtawrobel

⁠Por ironia do destino cheguei atrasada e não fui o seu primeiro amor, mas serei aquele, que você lembrará até o fim dos seus dias.
Apesar de tantos anos já terem se passado, eu te trato como no início, com o mesmo carinho, cuidado, admiração e atenção, para que o sentimento só cresca, e nunca tenha fim.
Eu escolhi te amar, e te escolheria mais um milhão de vidas, pois uma vida só seria pouco, pra todo amor que tenho pra te dar, prefiro a eternidade ao seu lado, será bem mais encantadora.

Inserida por srtawrobel

⁠Amar como Jesus amava, não é tão simples assim.
Nele, só havia amor, não fazia distinção de pessoas.
Tão diferente dos dias atuais, onde os julgadores de plantão, estão sempre a espreita pra te atirar a primeira pedra, e na maioria das vezes não te conhecem, e nem imaginam as dores que você carrega no coração.
Seja alguém melhor, cuide da sua vida, esqueça a do vizinho, e principalmente, respeite toda a forma de amar, cada um é feliz a sua maneira.

Inserida por srtawrobel

⁠O amor chegou sem pressa.
Veio de mansinho .
Sem fazer alarde..
E trouxe com ele, uma certeza
Veio pra ficar.
Pois encontrou abrigo, num dos lugares mais bonitos.
O seu coração.
E ali, será seu lar, por toda a eternidade.
Pois, se existe sentimento mais encantador, eu desconheço.
Ps: É verdade esse bilhete.

Inserida por srtawrobel

AMOR E A MEMORIA DO QUE NAO SE DISSE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Quem dizia amar e partiu revelou sem palavras que o amor jamais se constituiu como experiencia interior.
Nao houve perda houve apenas o desvelar tardio de uma ausencia antiga.
Porque o amor quando existe nao se dissolve no tempo ele se aprofunda na memoria.
Abandonar aquele a quem se dizia amar nao e um gesto do destino, é um ato da consciencia que jamais amadureceu.
O amor nao falha ele apenas nao nasce onde o espirito permanece disperso.
Entre dois seres quando o ciúme se instala não como episodio mas como estado, alí o amor ja foi substituido pela inquietação do ego.
O ciúme nao guarda, ele denuncia.
Nao protege, ele acusa.
Nao ama, ele teme.
A solidão que sucede a ruptura não é vazio, é um espaco de reminiscência.
Nela a alma percorre lentamente os corredores do que foi vivido, como quem retorna a uma casa antiga e reconhece nos detalhes aquilo que sempre esteve ausente.
O amor verdadeiro habita essa região subtil onde a palavra se cala.
Ele não se impõe nao exige nao reivindica, ele existe como aquelas verdades que só se revelam quando o tempo deixa de ser pressa.
Amar é tocar o abstrato porque amar é recordar.
Não é menos, é um fato e sentido.
Não é o gesto mas a intenção.
Não é o outro, mas aquilo que o outro despertou em nós como possibilidade de eternidade interior.
E assim compreende-se finalmente que
o amor nao se anuncia ele se reconhece.
Nao se perde ele se recorda dentro de si mesmo
e permanece como memoria cristalina na consciencia que ousou sentir sem ruído, sem medo e só sob à submissão para com tudo.

Inserida por marcelo_monteiro_4

CÂNTICO DA DELICADEZA REAPRENDIDA.
O amor nos dias atuais precisa reaprender a linguagem da mansidão.
Ele nasce cansado de excessos e reencontra sua força no gesto contido.
Não se anuncia com estrondo nem se impõe como urgência mas aproxima se com respeito como quem reconhece o valor do outro antes do próprio desejo.
Nesse movimento inicial o afeto resgata a ética do cuidado e transforma a palavra em abrigo.
A experiência amorosa contemporânea reencontra o cotidiano como espaço legítimo do sagrado.
O amor manifesta-se na mesa partilhada no pano estendido ao sol na espera paciente.
Ele recusa a teatralidade e escolhe a constância.
A pessoa amada não é mito distante mas presença concreta que respira o mesmo tempo e carrega as mesmas fragilidades.
Nessa proximidade reside uma beleza silenciosa que educa o olhar e disciplina a sensibilidade.
O sentimento não se constrói isolado mas nasce impregnado de memória.
Cada gesto amoroso carrega ecos de vozes antigas transmitidas sem registro.
O amor verdadeiro reconhece que não começa em si mesmo mas prolonga um fio que atravessa gerações.
Essa consciência devolve profundidade ao presente e impede que o afeto se torne descartável.
A contenção emerge como virtude essencial.
Amar não é transbordar sem medida mas sustentar com firmeza.
A palavra é escolhida, o gesto é pensado, a promessa é respeitada.
No mundo saturado de estímulos essa contenção torna-se forma elevada de coragem moral.
O amor aprende fica quando se abdica do excesso.
A harmonia surge como finalidade última.
O sentimento não busca vencer nem dominar mas equilibrar.
Ele molda o caráter, suaviza os impulsos e orienta a convivência.
Amar torna-se exercício diário de aperfeiçoamento interior sem espetáculo e sem ruído.
Assim o amor reencontrado nos dias atuais afirma-se como herança viva de uma sensibilidade antiga.
Ele demonstra que a verdadeira permanência nasce da fidelidade à forma da escuta atenta do outro e da humildade diante do tempo apressado.
E quando o coração compreende isso o amor deixa de ser vertigem e transforma-se em morada firme onde a alma finalmente repousa.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4

SOB A SOMBRA DA BELEZA NO AMOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O amor nasce já ferido.
Não como promessa, mas como necessidade.
Uma carência inscrita na própria estrutura do querer.
Ama-se não por plenitude, mas por falta.
A beleza surge como engano sublime.
Ela se oferece ao olhar como redenção,
quando na verdade é apenas o véu mais refinado da dor.
Toda forma bela carrega em si a sentença do perecimento,
e é justamente por isso que fascina.
O espírito, ao reconhecer o belo, não encontra repouso.
Antes, inquieta-se.
Pois compreende que aquilo que o atrai
jamais poderá ser possuído sem perda.
Amar é desejar o que inevitavelmente escapa.
A consciência, ao amadurecer, percebe
que o amor não promete felicidade,
apenas instantes de intensidade.
E intensidade é sempre sofrimento condensado.
Quanto mais profundo o vínculo,
mais aguda a percepção do fim.
A mística do amor revela-se então trágica.
O sujeito não ama o outro,
ama a imagem que nele desperta sua própria carência.
E quando essa imagem vacila,
a dor emerge não como surpresa,
mas como confirmação da natureza do querer.
Há uma tristeza inerente à beleza
porque ela nos obriga a desejar o que não se fixa.
Tudo o que é digno de amor
é, por essência, transitório.
E a consciência disso não liberta: aprofunda.
Assim, amar é consentir com o sofrimento lúcido.
É aceitar a vigília permanente do espírito
diante de um mundo que não promete consolo.
A grandeza não está na felicidade,
mas na coragem de contemplar o abismo
sem desviar o olhar.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Entre o Perdão e a Aurora do Amor.
Capítulo XV - Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro. Ano: 2025.

Camille Marie Monfort caminhava por entre os corredores silenciosos de sua própria alma, onde ecos de antigas feridas insistiam em sussurrar lembranças. Cada passo era um diálogo com a ausência, cada suspiro, uma tentativa de reconciliar o ontem com o amanhã. Ao seu lado, Joseph Bevouir não era apenas presença; era horizonte, promessa e sombra. Ele carregava nos olhos a memória do que fora e a inquietação do que ainda poderia ser.

O perdão, nessa trama delicada, surgiu como vento inesperado: não pediu licença, não exigiu razão. Libertou antes que o amor pudesse ousar manifestar-se. Camille sentiu nas mãos um vazio que já não queimava; Joseph percebeu que o coração, antes contido, agora respirava em espaço desobstruído.
Entre eles, palavras não eram necessárias. Cada gesto era tradução de uma reconciliação íntima, um pacto silencioso com o tempo. O perdão abriu portais, revelou luz onde a sombra insistia e ofereceu o terreno fértil para que o amor, tímido e hesitante, florescesse com intensidade renovada.

E assim, num instante suspenso entre o que foi e o que virá, compreenderam que a libertação interior precede toda forma de entrega. O amor, sem pesos nem correntes, é a aurora que nasce depois da noite profunda do rancor. Camille e Joseph descobriram que o perdão não é fim, mas a promessa de novos começos e que aqueles que se atrevem a liberar a alma encontram, inevitavelmente, a plenitude do sentir.

O perdão é a primeira semente da liberdade emocional. Quem se permite perdoar antes de amar, descobre que o coração não carrega apenas cicatrizes, mas a capacidade de florescer novamente, mais intenso, mais vasto, mais verdadeiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Quando o perdão liberta antes do amor.

Há momentos em que o coração, ferido pela incompreensão, pelo abandono ou pela injustiça, precisa antes se despir do peso da mágoa para então reaprender o verbo amar.
O amor, em sua pureza, é um ato de entrega; mas o perdão é um ato de libertação, e às vezes é ele quem chega primeiro, abrindo as grades invisíveis que nos aprisionam ao passado.

Perdoar não é aceitar o erro, é compreender que a dor não deve governar o destino. O perdão não absolve o outro apenas; ele resgata a si mesmo. Porque enquanto o ressentimento persiste, o amor não respira, ele sufoca entre as lembranças, tentando florescer em solo infértil.

É no instante em que o perdão se faz ponte, e não muro, que a alma se reencontra consigo. E somente então o amor, que sempre esperou em silêncio, pode voltar a ser caminho, não mais ferida, mas aprendizado.

Alguns amores só sobrevivem quando são libertos pelo perdão. Outros só nascem depois dele. Mas, em todos os casos, o perdão é o primeiro gesto de amor, ainda que disfarçado de despedida.

Inserida por marcelo_monteiro_4

LITURGIA DO AMOR QUE NÃO VOLTA.
Capítulo V - LIVRO: DOR DA MINHA DOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Ano: 1995.
Em minhas mãos há muitas mãos.
Nenhuma é inteira.
Todas tremem.
Escrevo como quem toca uma ferida antiga que jamais cicatrizou.
O amor não partiu.
Ele permaneceu distante.
E a distância é mais cruel que a morte.
Há um amor que não passa porque nunca se foi.
Ele apenas se deslocou para um lugar onde a memória não alcança e o corpo não suporta.
Desde então carrego no estômago um vazio que dói como fome etérea.
Não é ausência de pão.
É ausência de alma.
A noite entra pelos olhos, é linda.
Não pede licença.
Ela se senta ao meu lado e sussurra o que perdi, não, não foi um assassinato foi um suicídio.
Cada lembrança é um sino fúnebre tocando dentro do peito.
Cada silêncio é uma pergunta sem resposta, corta o segredo do nosso silêncio.
A tristeza aqui não grita, não é preciso é existência.
Ela se ajoelha.
Ela reza com palavras quebradas.
E eu me ajoelho com ela porque amar assim exige humildade diante do irreparável realizado por nós.
Meu amor não foi um erro.
Foi um excesso.
Amei com tamanha profundidade que o fôlego do mundo se tornou insuficiente para contê-lo.
Quando partiste algo em mim continuou indo ao teu encontro todos os dias,todos os dias...
Há dores que não querem cura.
Querem testemunho.
Esta é uma delas.
Carrego o amor como quem carrega um cadáver querido nos braços como judeu errante da profecia.
Não o enterro.
Não o abandono.
Aprendo a conviver com o leve peso.
O coração já não bate.
Ele ecoa.
Cada pulsar é um chamado que ninguém responde.
Sei que este amor não terá redenção no tempo e nem no vago.
Ele pertence ao domínio das coisas que só existem para doer com beleza.
E é por isso que volto a estas palavras.
E voltarei aqui quantas vezes me doer e me querer esse amor. Suas veias finas, lindas nessa pele translúcida, é nelas! É nelas que eu leio-as outra vez uma impossível esperança.
E outra vez.
E outra vez me perco de mim em teu roubo fácil de mim mesmo.
Não paramos esquecer, estranho, o nada não tem vez aqui.
Mas para manter viva a única forma de eternidade que me resta.
É admitir-me imortal em humilde homenagem a dor fiel que me ama mais, e sempre mais além de mim.

Inserida por marcelo_monteiro_4

AMOR INSCRITO NA CARNE.
O corpo é a página derradeira onde a alma escreve aquilo que não ousa dizer em voz alta.
Esta escrita gravada no dorso declara que amar é aceitar a disciplina do sofrimento.
Não há promessa de repouso.
Há apenas o compromisso com a beleza que exige fidelidade mesmo na ausência.
Cada signo afirma que o amor verdadeiro não se confunde com prazer.
Ele é vigília.
Ele é renúncia.
Ele é a lenta educação do desejo para que não se torne posse.
O amor aqui não acolhe de imediato.
Primeiro ele fere.
Depois ele forma e quase cuida.
A arte desta escrita não pretende consolar.
Ela convoca.
Quem a lê é chamado a abandonar a leveza vulgar e a suportar o peso da profundidade.
Amar torna se um ofício leve ao mesmo momento severo.
Uma escolha diária entre a dignidade do sentir e a fraca facilidade do esquecimento.
Essa distinta escrita ensina que o belo não adorna a vida.
O belo em prantos a julga rogando perdão.
Ele exige que a alma cresça até doer.
Que suporte a ausência sem transformar a saudade em rancor, mas num lugar.
Que permaneça fiel mesmo quando o amor não retorna e ele olha para trás.
Filosoficamente esta escrita proclama que sofrer por amor não é derrota.
É prova, batalha aberta ao julgamento deliberado e em paz.
Só sofre quem reduziu o outro a objeto e dá de si o valor além do próprio objeto seja qual ele for.
Só padece quem não negociou a própria essência, porque deveras vezes podia-se fazer um bom negócio às honras das plêiades.
O amor que não dói é apenas hábito.
O amor que dilacera é formação do ser.
Aqui o amor não salva do abismo.
Ele ensina a caminhar dentro dele sem perder a verticalidade, pois é amor.
Aquele que ama segundo esta lei aceita perder.
Aceita esperar. aceita aceitar.
Aceita permanecer inteiro mesmo quando tudo lhe falta, esse é o dom amor.
O leitor que se detém diante desta escrita não sai ileso., me desculpe.
Ela o obriga a buscar em si um amor que não pede garantias.
Que não exige retorno.
Que não teme a solidão, porque ela existe, ela virá, mas é chamado tudo isso de amor por alguém, mas é.
E somente quem atravessa a dor sem corromper a ternura e a delicadeza da gota d'água na ponta de uma frágil folha torna se digno da beleza que o amor promete no silêncio do tempo e na promessa da própria crença.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

POEMA PARA O AMOR NA DOR.
Eu já viajei por estradas de vento e saudade como se cada curva fosse um corte na carne do tempo até descobrir que o amor espera à margem da estrada exangue e solitário.
Eu vi teus olhos como duas chamas bruxuleantes no crepúsculo do mundo e ouvi no silêncio teu nome mais profundo do que todas as vozes que se perderam na noite.
Cantaste a canção que não termina e a dor tornou-se verbo que pulsa como coração ferido de tanto amar a quem não volta.
O amor é esta estrada interminável onde cada batida de peito é um grito e cada lembrança é um corte que sangra luz e sombra.
Eu te amo como quem espera junto à beira do caminho sabendo que a alegria só existe porque a dor ensinou-me a reconhecer o valor de cada gota de vida.
Ainda que o mundo se acabe entre nós eu guardo teu nome no centro mais ardente do peito onde a dor é chama e o amor é chama mais forte ainda.
E assim eu canto até que o tempo se renda ao meu amor feito dor e a dor se renda ao meu canto feito amor.
Autor:Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Vivemos em uma era onde até o amor, que deveria ser a mais pura expressão do espírito, é levado a guerra do ouro. O dinheiro não cria o amor, mas pavimenta o caminho para experiências; o que, por sua vez, despertam sensações que oscilam entre o prazer e o desejo, tecendo o sentimento.

O amor não nasce do acaso, mas da convergência de paixões. As paixões, como raízes, se nutrem de expectativas e vivências. O ouro ainda que incapaz de criar, é a arma do que genuinamente deseja possuir. Assim como um ladrão não rouba sem a intenção, o homem que domina o ouro não compra amor caso não deseje tê-lo.

Inserida por OgaihtSuil

E o amor falou: - me espera, estou chegando...!
E a música ecoou...
E o passarinho cantou...
E a flor se abriu...
E a moça dengosa sorriu...
E o sol sumiu na linha do horizonte sem pressa...
E a noite caiu mimosa e doce...
E a lua alcoviteira, fêz mais um empréstimo de luz às estrêlas...
E desceu a gaiata, luminosa e faceira...
Vestida de prata com pronto diadema...
Amadrinhando mais um amor que finalmente CHEGOU!

☆ Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel