Textos de Amor Não Melosos
ESPAÇO ENTRE NÓS
A curiosidade virou amizade,
E depois, um amor de verdade.
Pensamentos tão parecidos,
Corações tão bem unidos.
Ele dormia e sonhava,
Acordado, pensava:
Como podemos ser tão iguais?
Com conversas tão legais?
Ela contava sua história,
E o seu dia de glória.
Ele falava dele sim,
Mas não tão interessante assim.
Eles amavam conversar,
Ficavam horas a papear.
Mas isso já não bastava,
Estarem juntos, ele sonhava.
Entre eles, tudo é perfeito,
Só a distância é o defeito.
Mas logo criam o teletransporte,
Que vai levar do sul ao norte.
Agora ele sofre com tristeza e dor,
E pensa como viver esse amor.
Por que tinha que ser assim?
Por que ela tão longe de mim?
Mas, mesmo longe, ele decidiu lutar,
Pois o amor verdadeiro sabe esperar.
Com palavras, carinho e conexão,
Mantém viva essa paixão.
O amor se faz!
Nem mesmo a brutalidade da guerra, da discórdia e do orgulho, nem mesmo a arrogante e injusta desumanização do homem, puderam extinguir a luz do Natal e a esperança do coração.
O menino Deus expulsou os orgulhosos, aboliu a ganância, valorizou os humildes,
realizou grandes feitos e proclamou a chegada do reino de Deus.
Ele é a luz, o caminho, a verdade e a vida.
O Messias de Deus tornou-se homem, pregou a paz, para que o mundo aprendesse a conviver como irmãos
Feliz Natal
Ela nasceu como flor no jardim da vida...
E a vida, brota em seu ventre,
como uma semente de amor,
florescendo o esplendor do milagre divino.
O fascínio de sua beleza conquista gerações.
Poemas e canções
não descreveram toda a sua grandeza de mulher,
nem os seus doces encantos de menina.
Só Deus soube criar,
a beleza da alma feminina.
O poeta fala
com amor e alegria
E expressa tudo oque sente
Em forma de poesia..
Quem me dera ser poeta
Para expressar meu amor
Aquecer as suas noites
Como um velho cobertor
Só falar de coisas lindas
Como um jardim em flor
Como se fosse um paraíso
Onde não a ódio nem dor
Mas para ser poeta
E preciso ter vocação
Do silencio tirar pro peito
E entender o coração
Pois a poesia bem feita
E linda e ninguém dispensa
E a voz do coração e o
Fruto da inteligência.
Como um barco me lanço ao mar.
Mar de amor.
Amor de amar.
Como um barco naufrago nesse mar de solidão.
Mar e tormenta, que em saudades, afoga o meu coração.
Mar salgado
Nas marés tenho te lembrado.
Maré que me traz à boca um gosto amargo.
Mar de águas gélidas em que o meu pensamento se afunda.
Águas que, a minha felicidade, com tristeza inunda.
Perdido, no fundo frio, me encontro na escuridão.
Das fossas, a mais profunda, é certo; a solidão...
Amar-te é um crime em que a punição é o meu próprio amor.
Amor sem pudor.
Amor que, condena o coração à solidão e dor.
Amor que, por ti, a pena é perpétua.
Amor que, em meu sonho, um pesadelo desperta.
Ah mulher...
Amar-te é guerra, guerra onde não existe paz, não existe trégua.
Guerra onde não existe lei, não existe regra.
Guerra em que, batalho todos os dias.
Guerra a qual, o campo de batalha é a minha vida.
Guerra em que, quando olho em seus olhos se faz um canhão e com imensurável poder de fogo destrói meu coração...
"Volto a anos atrás.
Imensurável alegria, tais lembranças me traz.
Quando o amor mútuo, a ambos satisfez e hoje não mais satisfaz.
Ilusões, desilusões, falsas ou reais?
No fim, tanto faz.
O importante é a felicidade, que até mesmo, os falsos amores nos traz.
Falando em ilusões, a felicidade é a mais intensa das tais.
Pois não existe felicidade sem amor e não existe amor sem a calma que o teu beijo me traz.
Tento ver meu futuro mas só olho pra trás.
No passado, se faz minha prisão, em um olhar que fez e que faz, com que minha vida não me pertença mais.
Queria voltar, a cada noite mais, a anos atrás..."
"Eu fiz juras de amor.
Eu fiz juras por esse amor.
Eu jurei que traria dor.
A quem me prometeu amor.
E todo esse amargor?
Que rega um sentimento que, dia após dia murcha, como uma flor.
À tua vida eu queria trazer cor.
E a minha vida se torna preto e branco, sem teu amor.
Todos os gostos, as delícias, sem teu beijo, perdem o sabor.
Por você, por nós eu voltaria e faria, juras de amor..."
Eu devo estar louco.
Minh'alma, ébria de amor, engana meu corpo bobo.
Passo sufoco.
As cores da minha vida, se esvaem, pouco a pouco.
Tudo ao meu redor, preto e branco, lembra-me de ti, socorro.
Me sinto um tolo.
Por crer que, minha sede de paixão, morreria nas águas do seu poço.
Não me perdoo.
Por deixar-lhe voltar de novo.
Tenho um nada de zelo e ti, age com dolo.
Pois quando a saudade, à ti, grita meu nome, tu vens à mim, com gosto.
E eu parvo, outra vez, com o coração suplicando, te perdoo...
Minha pretensão, crer que um dia esse amor teria um ócio.
A religião pode até ser a droga do povo, mas é seu amor, o meu ópio.
Quando meu corpo, em estado de morte, minh'alma, há de barganhar com o próprio diabo.
Minha punição? Preso na eternidade daquele seu primeiro olhar, meu purgatório.
Sem um advogado, sem defesa, nada de contraditório.
Não era um tribunal, era um circo, um palco, um auditório.
Não haveria justiça, apenas mais um show, vexatório.
Onde aplaudiriam com desdém, um mundo ilusório.
A inexistência de felicidade, entre nós dois, era notório.
Deus abandonara-me naquele interrogatório.
E Lúcifer, em seu papel de juiz, condenara-me, com meu sonho simplório.
O meu crime? Crer que um dia esse amor fosse nosso, crer que um dia teria um ócio..." - EDSON, Wikney
"Em nosso desespero, tentamos plantar uma amizade, no campo em que o nosso amor morreu.
Amizade proibida, em que a todo instante, no lugar de um simples abraço, desejarei o teu corpo no meu.
O que seria de mim, vislumbrar-lhe e não ganhar um beijo seu?
Sabe que nunca existiria uma amizade entre nós, porquê no seu amago sabes; o seu amor sou eu.
Eu fiz o que podia, infelizmente não deu.
Viu frieza em mim, mas se sou tão frio, porquê a sua ida, em mim tanto doeu?
Punição, penitência? Na escuridão da noite roguei pelo pecado de sua pele, e no alto de seu pedestal, castigou-me feito Deus.
Já esqueço-me dos sonhos, que um dia seriam seus.
A chuva cai e o mais intenso desejo inunda o meu eu.
Fito o campo fértil e percebo, que ali nada floresceu.
Talvez seja pelo sal em minhas lágrimas, que rega e torna infértil, o solo feraz em que o nosso amor, morreu..."
"O amor sempre nos será algo mágico.
Por quantas vezes, o amor tornou o racional, um desarrazoado?
Aquele que não tem coração, quando em amor, sente o peito acelerado.
Como não crer no amor, quando foi ele quem fez erguer da tumba Lázaro?
É o amor, que transforma em poeta, o bárbaro.
A perfeição, só existe no beijo de amor, entre o Sol quente e o oceano gelado.
O amor é doce, quando nos falta, só nos existe o amargo.
A solidão, o ódio, a indiferença, o pecado.
O amor, que é do homem a fortaleza, a sua ausência o faz fraco.
O mau não existe no amor, só existe o mau no mal amado.
A falta do amor é capaz de transformar um anjo bom em um diabo.
A penumbra da solidão, quando em amor, se torna algo claro.
Todo aquele que não crê em mágica, perece quando é amado.
Sucumbe a si mesmo e sussurra no ouvido da amada, no escuro do quarto.
'Amada minha, nosso amor, sempre nos será algo mágico.'..."
"E eu sei que, o seu precioso amor, nunca será meu.
Essa é minha sina, minha penitência, quiçá, um castigo de Deus.
Minha alma, impura, paga pelos erros que, em outra vida cometeu.
O seu amor que é só seu.
O amor que era nosso, descobri que, é só meu.
O amor que um dia, leviana, me prometeu.
O tolo foi eu.
Por ter um coração que, desde o momento em que te vi, já não mais me pertenceu.
A solidão é minha e meu amor é seu.
A indiferença é sua e o sofrimento é meu.
Me lembro das vezes em que, esse sentimento nos socorreu.
Mas hoje, quem socorre eu?
Perdido nas vagas perguntas, só me resta o adeus.
A única resposta que obtenho do silêncio; O seu precioso amor, nunca será meu..."
"Deus, livrai-me da hipocrisia, livrai-me dos injustos julgamentos.
Eu, que era o amor da vida dela, hoje, tornei-me o livramento.
Pai, ilumine-a, em suas orações, ela pede por algo bom em sua vida, mas eu já fui e só ela não tá vendo.
Perdoe-a Pai, ela merece sim o castigo, mas rogo para que sobre os céus, amenize no coração, daquela que amo, o sofrimento.
Me pego em risas, recordando; tentando fazer-me errado, perdeu-se em seus próprios argumentos.
Sobrou-me o meu sofrimento e o dela, julgamento.
Nem o próprio Deus julgara-me tanto, como ela o fizera, naquela triste momento.
Agradeço ao Logos, estou limpo, aqui dentro.
Pois, somente o Deus sabe, o que eu fiz para ser o amor da vida dela; a parva, fez-me, o livramento..." - EDSON, Wikney
“Por favor, amor meu, me livre desta vida moribunda.
Permita-me, pedir-lhe em namoro em uma tarde fria de Domingo, e casarmo-nos, na Segunda.
Por favor, meu amor, deixe-me, curar-lhe as feridas e ser da sua alma, a lembrança mais profunda.
Permita-me, meu amor, e verás que a felicidade, há muito lhe circunda.
Amo-te, amada minha, deixe esse sentimento dar vazão, pois esse amor me inunda.
Minh’alma, afogada, se afunda.
A vida é tão bela; o amor, aquela coisa singela; e a paixão, aquela coisa insana, que compursca.
Seus olhos, são paisagem; seu toque, inenarrável aveludar; sua imagem, o todo do divino; sua voz, é música.
Eu te amo, do momento em que te vi, até da minha morte, obscura.
Sei que não te mereço, sou o pecado, o erro, das criações do Deus, a mais impura.
Mas imploro, a esta pífia existência, amor meu; um único beijo, a salvação sua.
Caso não, tudo bem, divindade que és, mate em meu âmago, o amor que sinto por ti e livre me, desta vida moribunda…”
"Perdão, amor, o erro foi meu.
Errei, em ligar de novo, errei em implorar por você, a Deus.
Errei, em dizer adeus.
Sim, meu amor, perdão, erro meu.
Errei, em te amar demais, errei em amá-la, mais do que eu.
Errei, em não tolerar o desdém, a indiferença, o beijo frio, que me ofereceu.
Perdão, amor meu.
O erro não é nosso, o erro é só meu.
Assim, como nosso amor; pois quando do seu abandono, só o coração, desde que lhe escreve, sofreu.
Perdão, meu amor, o erro foi meu.
Falando em coração; há muito, abstive do meu.
Desde o momento do nosso primeiro olhar, este lhe pertenceu.
Hoje, percebo; não obtive o seu.
Mas, peço-lhe perdão, amor meu.
Perdoe-me, por desejar-lhe da primeira aurora, até da noite, o último breu.
Realmente; reflexivo na madrugada, percebo: o erro foi meu.
Errei, em fazer de ti, a minha religião, eu deveria ter morrido ateu.
Errei, em tentar matar o nosso amor, eu deveria ter matado o meu.
Ter matado eu.
Por te amar demais, assumo o fardo da culpa, vá em paz, deixe comigo, o inferno da culpa e o paraíso dos sonhos, que um dia me prometeu.
Perdão, meu amor, assumo: o erro, foi meu..."
Era um amor exíguo.
Amor e ódio? Iguais, ambíguos.
Eu sou aquele tipo de demônio que vislumbra de perto as portas do paraíso.
Só me existe escuridão se a sua luz não está comigo.
O que era oceano hoje são só resquícios.
Pingos de chuva na pequena poça de prazer, onde fora um mar vivo.
Vivo, muito bem vivido, sou vívido.
Sem ti, sobrevivo.
O toque dos nosso lábios seria a minha felicidade, mas é só delírio.
Viver com as lembranças de ti é um martírio.
Rogo a Deus, à morte já fiz um pedido.
Mate em meu ser esse amor finito.
Livrai-me, Criador, daquele amor exíguo...
Eu viajei no tempo para proteger ela.
Chamei-a de meu amor, doce anjo, Cinderela.
Minha miragem, felicidade, minha aquarela.
Pinta minha vida com seu sorriso, como em tela.
Infelizmente, a vida em qualquer tempo é só mazela.
Pr'outro amor, ela desviou os olhos dela.
Infinito é o tempo, e o amor dela por mim, só quirela.
O amor é libertador; o amar, uma cela.
Sua ausência criou um cortejo onde era festa.
Lembro-me que meu passado era o nosso presente, e eu planejava um futuro com ela.
Hoje, não importa em qual tempo, cada minuto se rebela.
Quando lembro de nós, do que poderíamos ter sido, o relógio da minha vida congela.
O passado fora tão bom, o presente é amargo e o futuro sem você são só trevas.
Sonho agora em voltar no tempo para amar ela...
Azar no jogo, no jogo do amor.
Eu achava que era má sorte, mas hoje agradeço ao acaso, nosso eterno senhor.
Ainda bem que o carro enguiçou.
O ônibus não passou.
Preso em uma cobertura qualquer, ainda bem que a chuva aumentou.
Obrigado, acaso, ainda bem que meu celular descarregou.
Se tivesse tudo dado certo, tudo teria dado errado; parvo fui, parvo sou.
Eu teria conseguido te dizer algo perturbador.
Teria me declarado, teria dito que o que sinto é paixão, talvez amor.
Ainda bem que na floricultura, já tinha acabado até o último buquê, até a última flor.
Se tudo tivesse dado certo, eu teria descoberto que no seu jogo eu sou só mais um jogador.
Falar-me-ia você que ama, mas não eu, o que me causaria tremenda dor.
Antes de tudo, retirei-me do seu tabuleiro, saí derrotado, perdedor.
A paixão é carta que derrota qualquer conquistador.
Mas sou grato aos céus, por ter bastante sorte no acaso, e azar no jogo, no jogo do amor…
“Todo dia, morre um romântico na cidade.
A sua grande maioria, morre pela indiferença, uns de amor, outros de saudade.
Sinto, que aos poucos estou morrendo, morro pelas mãos da ausência, daquela beldade.
Rogo aos céus, para que ela não me mate.
Já não existe em mim, o pujar de outrora, aquele sentimento da puberdade.
O amor é como fogo, e quem não o alimenta, vai perdendo seu calor, a sua claridade.
Talvez, já não exista mais o brilho no olhar, talvez nossos corpos, já não mais baile ao som da valsa, da intensidade.
Sei que sangro, e ao coração que ama, fazer sofrê-lo, é maldade.
Aquele beijo, que a tempos me ressuscitaria, hoje, parece-me, rouba a minha vivacidade.
Hoje, encontraram meu corpo, frio, sem alma, sem ela, normalidade.
Hoje, estou morto, pois todo dia, morre um romântico na cidade…”
