Textos de Amor Não Melosos
"Estou péssimo, amor.
A ausência do que me fizera mais vivo, jamais me matou.
Azar o meu, roguei para que o fizesse ao criador.
Estou péssimo, amor.
Só fico bem sob a iluminescência do seu olhar, aquecido em seus braços, sentindo do beijo o calor.
Estou péssimo, amor.
Seu corpo, que era minha fonte mater de prazer, deixou um vazio; eu queria tanto, mas Deus, parece-me, levou-me até a dor.
É só indiferença, rancor.
Queria odiar, queria gritar, mas já não há mais choro; toda lágrima secou.
Quisera eu ir onde você for, ser para sempre o seu redentor.
Eu faria de tudo para lhe fazer bem, ser do seu coração o senhor.
Obrigado por perguntar; jurei não mentir-lhe, então não o farei, minha flor.
Sem você, eu estou péssimo, amor..."
COMO É POSSIVEL O AMOR A PRIMEIRA VISTA ?
Eu que desacreditei de tantos papos de amores por ai . Me pego hoje amando alguém que nunca conversei que nunca ouvi um oi . Mas pelo teu sorriso eu acredito que você é quem vai me amar intensamente e me cicatrizar de todos os males que meu antigo amor me causou talvez esse é o tempo certo , talvez você é a pessoa certa . Por você estou amando de novo , por você estou chorando e acreditando em um amor incondicional novamente. Por favor não deixei isso acabar de novo
Embalada em amor
Sou um pobre sofredor
No âmago de mais sede de amor
Sou anjo, sou sonhador !
A vida me ensinou
A não questionar a dor
A dor vem como aprendizado
Uma lição!
Em um futuro incerto
Repleto de indagação!
De tudo que me restou
Restou-me vestes de dignidade
Do passado já não tenho saudade
Se algum crime eu cometi
Foi amar demais !
Meus antecedentes criminais
Irão relevar
Que são anos de pena
Por te amar
Hoje carrego no peito as cicatrizes que restaram
Apenas um coração estraçalhado
Nenhum sinal de infarto!
Dayane Cunha 01 de janeiro 23:32
O amor vale a pena
O amor pode sim durar para sempre
É um encontro no bosque
É um encontro numa grande embarcação
É um abraço sob a luz do luar
Pelo amor vale a pena lutar
Pelo amor vale a pena!
Quando o amor nos toca isso não tem limites!
O amor é aquela folha branca que você escreveu uma meia dúzia de versos
O amor é a escolha mais bela que qualquer instrumento de cordas já tocou.
Para meu amor:
"Gui, te amo tanto que as estrelas 💫 do céu iluminam minha noite profundamente. Seguimos trilhando nossa jornada, a fim de encontrar nossa felicidade ✨, e ao amanhecer, vem um dia cheio de amor ❤️ e risos. A alegria está na intensidade do seu sorriso, que enxerga meu sorriso 😁. Eu sou porque nós somos". 🥰 Te amo, meu amor ❤️!
Para meu amor:
Gui, te amo tanto que as estrelas 💫 do céu iluminam minha noite profundamente. Seguimos trilhando nossa jornada, a fim de encontrar nossa felicidade ✨, e ao amanhecer, vem um dia cheio de amor ❤️ e risos. A alegria está na intensidade do seu sorriso, que enxerga meu sorriso 😁. Eu sou porque nós somos. 🥰 Te amo, meu amor ❤️!
Bom diaa!!!
Tenha uma segunda-feira abençoada 🙏 cheia de paz, amor e esperança!
Lhe desejo um dia cheio de chuvinha de amor!!! 😁🤗
Mesmo em dias nublados a mudança do tempo vem de Deus, mas quem faz o dia ser colorido somos nós.
- Eliana Batista
Vida me surpreenda 💋💋
Dia desses uma amiga mencionou que queria “a sorte de um amor tranquilo”... passaram uma infinidade de coisas pelo meu imaginário...
Do modo como vejo, o “amor tranquilo” é tão raro que na exceção, se torna inalcançável. De excluído, vive somente nos sonhos, no querer, sem a possibilidade de ter. O “amor tranquilo” é miragem no campo dos sentimentos. É o pote de ouro no fim do arco-íris. Se torna assim o trevo de quatro folhas no jardim dos enamorados, no éden daqueles que perseguem o ideal. O amor tranquilo é perfeito como tudo que carrega. Que fique claro, “tranquilo” não é despojado de emoção. “tranquilo” se entende que é o amor sem terremoto destruidor... Sem avalanches carregadas de frio adoecendo o coração. Imperfeitos somos nós que por absoluta incompetência não temos a sorte de obtê-lo como regra, ao invés de exceção.
Receita de escritora
Pego um pouco de loucura
Muito de imaginação
Acrescento o amor
E bastante observação
Misturo num bolo só
Sem nenhum pouco de dó
Junto com dedicação.
Jamais me falta assunto
Seja em qualquer lugar
Usando caneta ou lápis
E também o celular
O negócio é escrever
Também tenho muito a ler
Sobre o que vem me rodear.
Sempre me achando estranha
Diferente das normais
Porque as palavras vêm
Deixam-me quieta jamais
É grande a necessidade
De expor a minha verdade
Mente não sossega, jamais.
Tudo gosto de anotar
Digo que sou da escrita
Prefiro do que a fala
Leia e veja se acredita
Assim me sinto uma escritora
Com uma mente criadora
Deixando a vida mais bonita.
Aprendi a escrever o amor
Momentos de inspiração
me fazem colocar no papel palavras bonitas.
Uma coisa nova para mim, quem diria!
Pois a Stela antiga, num momento como esse,
nem se expressar saberia.
Mas o quê?
E quem faz saltar de meu coração
essas palavras que, se cantadas,
sim, seriam uma bela canção?
Um amor…
ah, é sempre um amor!
As grandes poetisas,
como Elizabeth Barrett e Alice Ruiz,
também se inspiravam
nessa bela iguaria.
Sim, sim, é claro:
como não se embriagar
com essa coisa
que transborda em meu coração
e o agita com tamanha euforia?
Mas eu, claro,
quando falo desse amor,
refiro-me ao que me traz alegria.
Recuso-me a escrever, em letras,
a parte feia a que amar pode levar:
a tal melancolia.
Prefiro a parte
que me faz ir até ti,
a parte que, ao olhar teus olhos,
me leva a sorrir.
Para que falar do amor que destrói?
Eu prefiro o amor que constrói,
o amor que não fere, não foge,
não promete o céu e depois destrói.
Prefiro o amor que fica,
que enfrenta o dia difícil,
que segura a mão com firmeza
quando o mundo parece impossível.
O amor que encanta a princesa,
sim, como um príncipe ou super-herói,
mas que, sem capa nem espada,
escolhe ficar
e um dia quando tudo parece perdido,
assim sem mera magia ou ilusionismo
nos reconstrói.
E diferente do outro, não, ele não dói.
04/01/26
Descobri o amor
Entendi o amor
Da minha mãe
Da minha avó
Enfim, compreendi
Que estava vazia
E me sentia só.
Antes de ser mãe
Estava iludida
E não era desse mundo
Sentia solidão
Sem conhecer
Um sentimento tão profundo.
Vivia sóbria
Envolta em uma névoa
Mas embebi-me de amor
Comecei a sentir vida
Comecei a sentir medo
Entendi o que era a dor.
A dor da angústia
A busca chegou ao fim
O que era perdido, fora achado
Sem nem saber
Que estava procurando
De repente, era passado.
Não existe amor maior
Nem nada melhor no mundo
Que o amor maternal.
Descobri que antes
Eu não sabia amar
Nada era especial.
Tocar-se é mostrar amor
Outubro chega rosado
Com mensagem e emoção
É tempo de ir se cuidando
De ouvir o próprio coração
Tocar-se é mostrar amor
A si mesma dar valor
Em cada passo e ação.
Mulher, cuide de si mesma
Esse é certo o caminho
Faça o toque, marque exame
Tire da vida, o espinho
Para os desafios enfrentar
Logo no início detectar
Olhe-se com mais carinho.
O câncer de mama existe
Mas pode ser combatido
Com cuidado e atenção
O perigo é prevenido
Quem se ama e se conhece
Jamais deixa ou se esquece
Segue em passo decidido.
A luta é de toda gente
De família e sociedade
Apoie e lembre a todas
Mostre solidariedade
O rosa que nos envolve
É o medo que se dissolve
E um símbolo de bondade.
Não espere o amanhã
Nem deixe pra outro dia
A saúde é maior tesouro
Nossa melhor companhia
Quem previne vive mais
Preservando sua paz
Com coragem e alegria.
Outubro rosa é alerta
É mais que informação
É mulher sendo exemplo
De fé, cuidado, união
Prevenir é um gesto nobre
É força que se descobre
É amor que se faz ação.
Disseram-me uma vez...
Ódio tem 4 letras, mas amor também tem.
Mau tem 3 letras, mas bem também tem.
Mentira tem 7 letras, mas verdade também tem.
Triste tem 6 letras, mas alegre também tem.
Feio tem 4 letras, mas belo também tem.
Fraco tem 5 letras, mas forte também.
Não tem 3 letras, mas sim também tem.
Longe tem 5 letras, mas perto também tem.
Nada tem 4 letras, mas tudo também tem.
Assim é o que permitimos entrar em nosso coração que mudará o estado da nossa alma.
UMA ÚNICA VEZ
Somente uma vez a alma será tocada pela divina faísca,
Um amor que te fará incandescer, sem deixar vestígios frios.
Ele percorrerá a essência de teus poros,
Em chamas vivas e sem regresso
A enchente deste amor te arrebatará numa única vez,
E serás tão profundamente inundado
Que o próprio oceano de sua essência emanará
De cada uma das tuas minúsculas células.
Uma só vez, e toda a tua cúpula de estabilidade,
Autocontrole e firmeza inabalável se tornará areia fina.
Teus conceitos mais sólidos serão pulverizados e se espalharão pelo ar,
Rendidos ao vendaval desse amor.
Uma vez, te descobrirás na solidão salgada de um mar sem cais,
Onde a profundeza te rouba o chão e a vista não alcança mais.
Serás o fragmento de um barco, entregue aos braços das correntes imortais
Desta paixão que te arrasta, doce naufrágio,
Rumo a portos desconhecidos e desiguais.
Uma só vez, instante único, eterno e fugaz;
O dom de agora, que jamais se refará.
Não há segunda aurora, nem outro abraço igual;
É este o tempo que não cede, não esfria, não tem final.
Mãe
Na minha nascença, o teu amor é incondicional.
Amou-me antes de te conhecer.
Quando abri os meus olhos, apaixonei-me.
Vi a tua beleza no primeiro dia.
Quando te toquei pela primeira vez,
não acreditei, parece que sonhei.
Aí descobri: é contigo que quero ficar.
Desde que tirei o primeiro choro,
os seus olhos caíram em lágrimas de amor,
os seus lábios não paravam de tremer.
Nas minhas dificuldades de poder gatinhar,
nas minhas dificuldades de poder levantar,
nas minhas dificuldades de poder comer,
nas minhas dificuldades de poder andar,
nas minhas dificuldades de poder dormir.
Nas minhas dificuldades de poder tomar banho,
nas minhas dificuldades, você sempre estava lá.
Amor de sempre, para sempre.
Cresci, ficou muito diferente.
O sol põe-se a cada dia.
O seu rosto brilha como se fosse o primeiro dia.
A sua voz é um canto da melodia.
Quando te olho, vejo um olhar perfeito,
com o toque do raio do sol que toca no rosto.
Ah, que deslumbramento, parece um encanto
das flores que brotam ao amanhecer.
Nas profundezas onde o poeta arde,
nasce um amor que ele mesmo inventa
feito de brisa que afaga e tormenta,
de força que dobra, mas nunca parte.
É sutil como o gesto que não se vê,
mas feroz como o vento que rasga o céu;
um amor que ele molda no próprio véu
de sonhos que deseja reconhecer.
Sedutor e leve
Que o amor venha
Bata na minha porta,
Preencha o infinito,
Mas me arrepia por dentro.
Seja leve como as neblinas,
Amanhecendo e anoitecendo,
Tocando o coração,
E que me faça errar as batidas do coração.
No olho, me acalma.
Mas me traga felicidade,
Um aperto inigualável,
E um amor de fim de tarde.
Que o amor seja sedutor,
Elevando as neblinas em dias chuvosos,
Ensolarado, radiante,
Fazendo eu me arriscar.
Como pinturas,
Fotografias em álbuns,
Fotos colecionadas,
Lembrança de um futuro.
Meu amor e assim...
como o toque da lua no mar
Borboleta desenhando
Corações nas folhas das flores...
E chuva leve que faz as tardes tremerem
Arco-íris depois da chuva no verão
É sonhar acordada
É desejar estar sem chão...
Viajem sem sair do lugar
banhar a alma no perfume das manhãs
É passear no jardim do Éden
Adormecer laçada na ternura
É desejar como menina
Tocar com força de mulher
Encantamento no olhar
Vislumbre do meu ser
Total fome do desejo
Calmaria na hora de beijar...
Tempestade na hora de amar...
Ohh doce empatia que aos ventos se espalha,
que ao tentar semear amor, abandona a energia de quem estende as mãos.
Ohh doce gratidão, agraciada por muitos rostos conhecidos,
rostos que veem sem perceber o esvaziar do tempo, e simplesmente dizem: obrigado.
Obrigado simples palavra,
que, sem gratidão, é a hipocrisia do mundo terreno,
um parasita que invade corações
que, decepcionados, dizem não ao que poderia ser
um genuíno “obrigado”;
um olhar que nem mil vidas poderiam abarcar
o sentimento entrelaçado que ninguém vê.
Nestas ideias, guiado pela energia crua e íntima de “Amor Incendiário” (Yago Oproprio) e atravessado pela filosofia de Camus: o Absurdo, a lucidez que queima, a beleza de continuar mesmo quando tudo parece torto
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"Faísca incerta."
Há dias em que tudo dentro de mim soa como um incêndio lento — não aquele fogo glorioso que ilumina, mas o que resta: brasas escondidas debaixo da pele, consumindo devagar, sem anunciar nada além de um cansaço silencioso. Talvez seja isso que Camus chamava de lucidez: perceber o próprio coração queimando enquanto o mundo segue indiferente, como se o meu caos fosse apenas um ruído distante na paisagem.
E, ainda assim, eu continuo. Não porque faça sentido, mas porque desistir exige uma lógica que eu nunca tive.
Há um tipo estranho de dignidade em continuar existindo mesmo quando tudo parece desalinhado. Como se cada passo fosse uma pequena rebeldia contra o vazio. Eu acordo, respiro, e carrego esse amor incendiário que um dia me atravessou — não para reacender nada, mas para lembrar que eu fui capaz de sentir, mesmo quando sentir parecia uma falha.
Camus diria que o absurdo nasce desse choque: o coração querendo mais e o mundo oferecendo nada.
O amor, quando acaba ou se deforma, deixa um cheiro de fumaça nos cantos da memória. E eu caminho entre esses restos como quem tateia um quarto escuro, procurando sentido nas ruínas. Não encontro. Nunca encontro. Mas às vezes, no meio desse vazio, algo brilha: talvez uma lembrança, talvez a minha própria teimosia.
E isso basta. Por um momento, basta.
Eu carrego minhas dores como quem carrega um fósforo aceso no bolso: perigoso, inútil, mas profundamente humano. Há quem diga que a cura vem com o tempo. Camus responderia que não há cura — há apenas o trabalho contínuo de aprender a conviver com aquilo que não tem resposta.
E é isso que faço: convivo. Não com esperança, mas com uma estranha espécie de fidelidade à minha própria história.
Continuo porque, no fundo, existir já é a forma mais silenciosa e bonita de resistência.
E se o mundo não responde, eu respondo por ele: com as minhas cicatrizes, com a minha lucidez ferida, com a chama pequena que ainda se recusa a apagar.
No fim das contas, talvez seja isso:
não renascer das cinzas, mas aprender a caminhar com elas.
Y.C
