Textos de Amor Engraçados

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Lembre-se! Preservar não é uma obrigação. E sim, nosso dever. De olhar e ver quão belo é a criação. Se respiramos é sinal de que alguém cultivou lá no passado. Para que hoje pudéssemos sentir o ar que entranha em nosso ser. Preservar não é uma obrigação. E sim a mais bela atitude de amar. É notar que não seremos eternos no mundo. E que outros virão e precisarão também respirar. Assim como nós, que um dia também precisamos. Plantai arvores! Para que um dia possam se lembrar, ao comer do fruto, que a existência dessa árvore foi fruto do amor, que alguém plantou e outro colheu. E saciou sua fome.
Preserve! Pois vidas dependem da sua atitude!

Inserida por PH1425

Naveguei demais...

Sei de uma pessoa
E essa pessoa sou eu,
Que em mares de lágrimas, vezes demais se perdeu.
Foram demais os desembarcadouros e cais
Onde pouco me dei e amei
E nos quais
Morri vezes demais!
E antes que morra de vez
A matar a sede em água salgada,
Queria um mar de rosas, não de estupidez!

Eu sou o mar, marujo de vocação e sem medos tais,
Que embarquei em começos e finais
Demais...
Cheirei maresias, mágoas e horas incertas,
Estive sempre aos meios-dias em praias opostas e múltiplas costas,
Sempre vazias...
Vacilei demais, remei demais, subtraí-me.
Fui, da minha conta, de menos e demais.
Naveguei muito além dela...
Perdoei tempestades e temporais,
Ignorei faróis, piratas, intuições e punhais,
Sempre demais...
Naveguei mares, rios, riachos e até lagunas.
Algumas foram lições, outras alunas
Demais...
Porque o mar não têm terra, só imensidão e gaivotas no ar,
Porque o rio lá vai como a lua, devagar
E o mar...
O mar é revolto, tem um cabo bojador e frio
E margens do rio
São fáceis de ancorar...

Acreditei
Que não havia peso no verbo acreditar
E que podia haver terra no mar!
Deve ser esta a minha sina,
Carregar coisas pesadas e lamber águas salgadas...
Tantas gotas no oceano e nenhuma é doce!
Ó mar salgado, porque não vieste adoçado?
Só que água doce
Não é o mar que a traz...

Em que luares voam passarinhos?
Em que rios estão ninhos a crescer?
Em qual das luas acreditar?
Na do céu ou na do mar?

Por isso te peço amor:
Não me vás além mar, equivocada, tentar encontrar!
E se mesmo assim, teimosa, me achares,
Devolve-me...

Porque me havia de calhar
Tão grande mar pra navegar?
E salgado ainda por cima...

Inserida por luismateus

⁠Morrer em vida...

Tu e eu tínhamos um sonho!
Encontrar um lugar
Onde nos pudéssemos esconder e amar
Porque fomos feitos um para o outro
Como a noite para o escorpião!
Mas dizem astros que não!
Que não haverá aqui ou acolá
Nem um qualquer lugar...

Morrer castigado em vida ou viver errado,
Qual o maior fardo?
Palavras tuas que apedrejei e devolvi ao vento,
Maltratei borboletas que nasceram de nós,
Fiz da flor dada, uma lembrança e da recebida, uma bola de trapos...
Estou cansado de me cansar,
Do pesar da consciência pesada,
Dos porquês de um dia teres sido a mais incompreendida e a mais amada!
Cansado...
De ser floresta vazia de raízes e oxigénio,
De te procurar, porque estás em toda a parte e em parte nenhuma!
De não ouvir um sopro teu, nem ventos de mudança...
Pudesse eu voltar atrás
E não me poria na prateleira das coisas mortas e obsoletas...
Perdoa-me o que não disse, fiz ou não dei e o pouco que amei
Como eu te perdôo o mal que me fazes...
Vertem-se-me lágrimas que não caem ao chão,
Ficam todas presas nos porquês de não te poder ter
Porque também em vida se pode morrer!
Sonhava um casamento de almas em que nos imaginava
num equilíbrio que selava ambas as polaridades...
...a tua e a minha!
E tu estás tão linda...
Ainda te amo...
Ainda te choro e de vez em quando, ainda te soluço...
E sempre te amarei...
Ainda, tanta coisa...
Ainda tanto por doer e dizer...
Ainda me dóis onde a dor mais dói...
Ainda me perco nos teus olhos castanhos...
São relativos e estranhos!
Quando me olham, sérios e perguntadores, não dizem nada!
Convidam-me apenas a pedalar no lodo, sem pedais
E obrigam-me a fumar cada vez mais!
Oxalá me chamassem às fogueiras dos lençóis da tua cama,
Onde faríamos amor todos os dias...
Queria amar-te de mil maneiras e mais algumas que não esperasses,
Queria que tivéssemos sido liberdade, glória e cumplicidade...

Tenho saudades...
Do teu sorriso, do teu olhar inclinado a namorar o meu,
Das prosas de Julieta e Romeu
Que me deixaram refém
De “amo-tes” que diziamos e dos não ditos também...
Saudades...
De andar de mão dada
Numa qualquer rua, esquina ou calçada...
Dos nossos rebentos...
Os que tivemos e ainda vejo
A precisar de um beijo e tantos lhe demos!

O amor,
Se ele me sorrisse,
Eu lá estaria para o receber e matar
O que o matou um dia...
Morrer em vida são pés no chão a cair por um telhado
Que estava certo de amor,
Mas errado, sem alicerces...

A morte,
A que me foi redigida
Por um defensor dado à sorte,
Nem proferida foi ou acusação teve,
Nem fraca, nem forte!
Seria hoje morto em vida
Se me dissesses um “amo-te” aqui e agora, daqueles intemporais e sentidos.
Depois nada. Lágrimas falariam por mim.
Talvez o corpo tremesse por dentro e eu sorrisse por fora
Antes de morrer...

Está escrito nas linhas das mãos, nos corações
Que será noutro amanhã, noutro lugar
Quem sabe em Marte, num qualquer ano
Porque o meu amor é marciano,
Talvez verde e com antenas,
Como eu, maturado...
Apenas...

Se um dia te vir por aí de mãos dadas,
Que seja ao menos o teu conto de fadas,
Porque o lugar que deixastes era o meu.
Até depois...
Uma flor com um “Amo-te” lá dentro...
Toma. É para ti.

Inserida por luismateus

⁠Assustas-me!

É estranho...
O mel das tuas teias,
Abrir-me no peito este lanho....
E corres-me nas veias
Porque és do tamanho
Do que me semeias!
Não sabia que era assim!
O bom também é ruim!
E padeço baixinho
E às vezes desalinho
Porque cheiras a rubi,
Nirvana, amor e um ninho...
Porque a tua alma sorri
E tem um pedacinho
De tudo o que eu pedi...
E é por o meu santinho
Gostar assim do teu...
Que me assustas...

Inserida por luismateus

⁠Amo-te assim!

Amo-te assim, como o fogo ama arder
E arremessar calor e luz do seu ninho;
Quero assim como ele, amar-te e morrer
Contigo e assim arder devagarinho.

Amo-te assim meu amor, e lá mais adiante
Quando formos pó, poeira e coisa nenhuma,
Debaixo da terra, serei teu amigo e amante,
Serei teu mundo, até que ele nos consuma.

Amo-te assim, tão-só e simplesmente,
Que tão certo é Deus ser fé e piedade
Como a minha boca que não te mente

Ou estrelas e astros terem gravidade!
Perca eu a voz, o chão e tu e de repente,
Se este soneto não é, todo ele verdade.

Inserida por luismateus

⁠O céu, o inferno e uma história

Antigamente
Éramos unha e carne;
Bebíamos tudo do mesmo copo,
Suores, lágrimas e um afável vinho;
Eras a totalidade de todas as coisas,
Eu era o teu universo
E todas as gravidades
Nos puxavam à nossa cama;
Palavras eram plumas que voavam,
Quando não se estavam a beijar;
Éramos provação e teoremas
E tu lias os meus poemas
Que eram todos para ti;
Rezávamos a Deus, que nos deu
O infinito, um lar e asas, e assim
Íamos em parelha à mercearia
Flutuando como passarinhos;
Era no tempo
Em que Deus respondia a orações
E prometia o céu e uma história.

Anos escarpados depois…
Somos garras que ferem carne;
Cada um tem o seu copo
Por onde bebe a retaliação do outro;
A totalidade de tudo o que éramos,
Esfumou-se no universo
E todas as gravidades
Nos afastam dos nossos centros;
Palavras são agora
De arremesso ou caladas;
Desaprendemos o perdão,
A paciência, a cumplicidade e a beijar;
Somos pétalas caídas de uma flor
De um poema que cheira a bafio;
Já não há mercearias nem passarinhos,
Só corvos, a depenarem-se uns aos outros,
Como nós.
Ainda rezamos, mas em vão!
Deus desistiu, como nós, de ambos.

Inserida por luismateus

⁠“Casas comigo?”
És um oceano salgado e proibido;
Um cabo bojador de contradições;
Um grito vão, um choro reprimido,
Que me leva a um mar de emoções!
Se bravura fosse condição minha
E dela não ficasse sempre aquém,
Dar-te-ia o mundo numa caixinha,
O céu, o sol, a lua e mais além.
“Casas comigo?” era o que eu então
Diria, pra que percebesses que tu
És a fonte da minha inspiração!
E deste modo encabulado e cru,
Eis-me aqui entre caneta e papel
A oferecer-te um improvável anel.

Inserida por luismateus

⁠Tenebrosos segredos
São noites cálidas, escolhidas a dedo
Em que a lua curiosa, depois floresce,
Porque enxerga o tenebroso segredo
Nosso, e que o mundo desconhece!
Somos tal avidez e vontade cobiçada,
Como culpados que imploram perdões,
Enquanto carne fraca é entrelaçada,
Comungando sigilo e firmes ereções!
Ó tempo, reduz à noite a velocidade,
Pra que entre o pôr e nascer do sol,
Todas as ganas e sedes da saudade,
Sejam acolhidas por baixo do lençol.
Ó tempo, sê nosso amigo e amante
Até c'o dia brote e luz se levante!

Inserida por luismateus

⁠Borboleta iludida

Os teus olhos escondem diamantes
Nas retinas com olhares mortais
Que arremessam flechas ofuscantes
Como se fossem notas musicais!

A lua cheia, num mar de euforia
E eufórica rotação constante
Faz uma escura noite ser dia
E o amoriscado, coisa ofegante.

O coração, de cego, então insiste
No timbre perfeito, que não existe,
Como se o amor lhe desse a mão.

Mas tal como a borboleta iludida,
Que tão curto é seu ciclo de vida
Como o fado duma breve paixão!

Inserida por luismateus

⁠O homem sente por sentir vontade

E quem me dera um dia ver-me diferente, encontrando sentido além das razões por trás da mente, sendo coração que pulsa apressadamente, apenas por saber que é verdade. E se é verdade, dou-te tudo o que encontrar no caminho do meu eu; do apego à solidão, que habita nessa imensa vastidão desconhecida, à medida dosada da paixão.

Inserida por CatarinaL

Assim como as ondas do mar, existe tempo para tudo, para avançar e recuar, para falar e ficar mudo.

Para as horas ruins : paciência.
Para as horas de alegria: prudência.

Para cada ocasião uma veste.
Para um novo ensinamento, um novo teste.

Para uma grande palavra; uma atitude.
Para o coração; virtude.

Para as desilusões; a fé.
Para um grande homem; uma grande mulher.

Inserida por LITYERE

As Mulheres só ficam com os Homens por três motivos:

1- Aquisitivo.
2- Físico.
3- Mental.

1- Aquisitivo, Você pode proporcionar algo pra ela.

2- Físico, Ela gosta da sua aparência.

3- Mental, Você consegue convencê-la a ficar com você.


Então se você é feio e pobre, só precisa ser bom de papo.

Inserida por Mikaelqueirozrocha

⁠Em cada gesto, um abraço sutil,
tua presença ilumina a sombra do dia,
as palavras que dançam nas costas do vento,
trazem a suavidade de um lar que nunca se esquece.

Teus olhos,
janelas de ternura
e verdade,
transmitem a essência de um amor que pulsa,
como as estrelas que adornam a noite silenciosa,
agradeço-te, coração que habita em meu ser.

Inserida por terreza_lima

⁠Soneto à Estrela do Meu Coração.


Tu és a bela estrela, nas estradas do meu céu,
Brilhando com doçura, como um farol na bruma,
Teu riso, doce música, ecoa além do véu,
Nas noites tranquilas, onde a esperança é sonhos.

O sol se pondo, no porto do meu coração,
Tua luz se ofusca, mas nunca se esconde,
Ainda que a maré leve a nossa canção,
Teu amor, um farol que eternamente responde.

O vento alado das tardes dominicais,
Sussurra segredos entre as folhas verdejantes,
Teus passos na areia, lembranças imortais.

Caminham ao meu lado, em gestos tão constantes.

A sombra dos ipês, no verão tão distante,
Guarda a essência pura dos momentos de paz,
E mesmo nas tempestades, em dias tão errantes,
Teu amor, minha âncora, me guia e me traz.

Nos braços do tempo, em cada estação,
Teu ser é o abrigo, a minha inspiração.

Inserida por terreza_lima

⁠Em Terra e Fado: A Canção de Nero


Em tempos idos, sob a égide de Nero,
Quando a lira soava em tom pagão,
Buscas as estrelas, anseio sincero,
Mas o campo recusa astuta oração.

Ouve a vida em suas melodias,
Um varão que os tempos ousam cruzar,
Em genealogias, fadadas agonias,
Na terra estéril que não quis brotar.

Lagedo e pedregulhos, solo ingrato,
Onde a semente em vão se demorou,
Mas quem deixa a raiz, findo o seu fato.

Morre e o legado de paz deixou,
Assim, soa a voz, num fado ancestral,
Que a tudo vence, em tom imortal.

Inserida por terreza_lima

⁠Soneto: A Íris Pura.

Tens a graça no olhar, sinfonia funda,
De um cálice rubro, lírio em esplendor,
Na voz silenciosa e pura, sem rumor,
Qual floresta que o verde abundância inunda.

Da pureza de sua face, que me inunda,
Onde recebo os braços do amor,
Sentimentos que jorram, sem dor,
Qual púrpura lagoa que me aprofunda.

Da Íris finda, sensível como a rosa,
Que na pedra nasceu, forte e divina,
Expressão de beleza tão gloriosa.

Em teu ser, a canção que me acalina,
A perfeição da forma venturosa,
A alma que em meu peito se abarracina.


Ao Coração Do Oceanos, Meu Filho. Deixo-te meus Poemas.

30.06.2025

Inserida por terreza_lima

Momentos difíceis estes
Quando afastar-se é sinal de carinho, cuidado e prevenção
Onde seguindo as recomendações
Lares tornam-se prisões

Trocando as máscaras de carnaval por máscaras de proteção pessoal
Logo após a folia...
A agonia desfila em corda bamba
Enquanto o vírus toca o samba do momento

Já era previsto, mas não deram atenção
Agora, o folião segue em isolamento
A mascara não é mais como uma fantasia
O mundo está fora do esquadro
No quadro crítico dessa pandemia

Há um vírus que revela mais do que contagia. Precariedade!
Falta de higiene, pra falar a verdade!
Quem diria?!
E agora brigam por um vidro de álcool na mercearia.

Para quê tanto egoísmo? Se não proteges a teu irmão de que vale a tua proteção?
Amar ao próximo como a ti mesmo
Independente da religião.
Cabível até ao ateísmo.

Nenhuma atitude é natural
Momentos de febre, dor, delírio
Caos
Fome
Lá fora o bicho pega
Aqui dentro o que é que a gente come?

Talvez na esperança de um idoso
Ou no sonho de uma criança
Se não, é claro, na insistência de um jovem
Ou ainda, na procura de um adulto...
O indulto de liberdade: a cura.

Que o tempo seja indulgente
Já que a consciência oscila um pouco
Lá onde a vista não alcança
Talvez tenha algo não destruído
Pelas mãos de um louco.

Enquanto isso, a velha feito criança curte a sua juventude
Voando montada em seu cavalo marinho.

(Brenon Salvador)

Inserida por salvadorbrenon

⁠A mão que acende, é a mão da afago,
Que toca e apanha, é a mão do trago.
A mão que acende,
É a mão que ateia,
É a mão que acolhe, que chama e incendeia.
É a mão do "olá", no encontro inesperado
É a mão do aperto, no encontro marcado.
A mão que acende, é a mão da saudade
Do cansaço, do amor, da vaidade...
É a mão da presença, da ausência, da verdade.

Inserida por salvadorbrenon

⁠"Tirar a liberdade de amar é um ato tão cruel.
Condenar alguém por amar é ainda mais cruel.
É injusto escolher quem pode amar e quem não pode.
O amor deveria ser livre, porque é a essência da alma.
Não amar é como apagar a parte mais bonita e importante da sua própria existência.
E condenar alguém por julgar o seu amor como um sentimento errado é como apagar toda a existência do amor dentro de si mesmo."

Inserida por littlesophiaec

As folhas de Outono me lembram seus olhos
A brisa do vento me lembra tua voz
Nomearia o céu estrelado luar com o seu nome
Quando fecho os olhos é o teu abraço que eu procuro
Decoro cada traço do seu rosto pra te encontrar nos meus sonhos
Eu dançaria com o seu fantasma na chuva
Beijaria as gotas pensando na sua
boca.

Inserida por littlesophiaec