Textos de Amizade entre Tia e Sublinha
Eu havia escrito uma carta, e nela falava para nunca mais me procurarem, porque seguiria a minha vida.
Mas, terminei a carta ás 3 da manhã!! Após alguns minutos que meu pai havia me deixado em paz, pois ele me torturava com um facão e psicologicamente, desde ás 6 da tarde. Porque eu comecei a trabalhar para o estado estagiando na época, graças a uma indicação da mãe de uma colega. E, nesse dia havia recebido meu primeiro pagamento. Ele queria tudo. Mas, eu precisava comprar meu material escolar, não dei. Disse que estava tudo no banco que no outro dia eu sacaria.
Na verdade, eu estava com tudo.
250,00!
Então, terminei a carta...
Mas, observei meus pequenos irmãos, todos ali, acoados e acordados naquele horário.
Eu, tomei uma decisão por eles.
Eu não fugiria sozinha, eu não chegaria muito longe.
Logo, como eu era menor, eu seria mandada de volta.
Eu mesmo sabendo que ela voltaria, como trocentos outras vezes, eu falei meu plano para ela.
Na manhã seguinte fugimos.
Para outro Estado, com a grana que eu havia recebido.
O segredo do sucesso é olhar para Deus de olhos fechados.
É se erguer de joelhos dobrados.
E com o rosto no pó se humilhando falando santo; santo é o Senhor que seremos exaltados.
Mais temos que ser unânimes em oração em todo tempo
Deus tem coisas grandiosas pra você.
Mais espera de você apenas uma fé grandiosa com uma pequena atitude
"ORAÇÃO"
Observei que havia uma mulher fechando a porta, eu corri ao encontro dela...
Enquanto eu corria, o segurança ficou sem entender nada, só olhando.
Mas, ao chegar perto dela, cansada, exausta de caminhar e faminta...
Perguntei "aqui é a assistência social?" Ela "sim".
Comecei contar a história...
Ela me olhou gentilmente e abriu a porta novamente.
Não perguntou mais nada.
Fez uma ligação, chamou uma combie e disse: "em 15 minutos, vocês vão ser encaminhados para um abrigo no Deus quer" ...
Em menos de 15 minutos, a combie chegou!!
Fomos levados para esse bairro, bem distante do centro.
Chegamos creio que 1 da tarde, lá!!
Nos acolheram, deram um quarto para nós com beliches, muito limpo, lençóis, creme dental, escova de dentes, sabonete e antitranspirantes.
Falaram que podíamos ir tomar banho e ir comer.
Foi a primeira refeição mais feliz da minha vida, e creio que a dos meus irmãos e da minha mãe também.
Finalmente estávamos livres, em paz e acolhidos. Sem violência, sem torturas...
Era um abrigo onde ficava mulheres que sofriam violência doméstica com os seus filhos.
Então, atravessei a avenida pela passarela e cheguei em uma rádio. Eu falei com alguém lá, mas essa pessoa deixou a gente esperando umas 2 horas, e não mais apareceu. Então entendi, que ali não teria ajuda.
Mas, até agradeci, porque havia muita gente da minha cidade que eu conhecia lá, e eu estava morrendo de vergonha da situação.
Ao lado, uma igreja católica.
Como a pessoa fez a gente esperar 2 horas do lado de fora da rádio, sem dar retorno, já era 8 da manhã.
Então, a fome bateu.
Eu entrei na igreja, havia uma mulher limpando o local. Falei que queria falar com o padre, alguém responsável.
Eu estava comandando a situação, pois a minha mãe, nunca soube argumentar de maneira que as pessoas entendessem.
Então, eu era a adulta ali, com 16 anos, apenas.
A mulher se retirou para dentro, e logo um padre apareceu.
Expliquei a situação para ele, mas disse que tudo o que eu queria naquele momento era um pouco de comida para todos nós ali presentes.
Ele disse para sentarmos.
Esperamos uns 15 minutos ou menos. Veio pratos de sopa para todos nós.
Comemos, agradecemos e seguimos viagem.
Mas, antes disso, passamos um dia inteiro e a noite em Timon, em outro abrigo. Onde conheci histórias de crianças violentadas sexualmente.
Havia um garotinho que havia acabado de ser operado do ân*s, porque havia sido violentado por um vizinho. Ele tinha uns 2 aninhos de idade!!
Eu conheci esse lado do mundo, que até então, não fazia ideia que existia. Então, foi quando senti medo de seguir sozinha.
Então, o ônibus chegou e nos pegou ás 6 da manhã do dia seguinte.
Chegamos na nossa cidade, meio-dia!!
Eu desci do ônibus, e não olhei para trás!!
Eu não queria ver os olhos dos meus irmãos, tomados por dor e angústia.
Porque aqueles 28 dias, foram os dias mais felizes das nossas vidas.
A meta era chegar na assistência social, que ficava no centro.
Mas, não tínhamos nenhum dinheiro.
E, era torcer para não estar fechada.
Retornamos, ao outro lado da avenida, pedimos carona no ônibus até certa distância.
Um motorista muito legal, entendeu a situação e pediu para que a gente entrasse.
Entramos, ele deixou a gente há pelo menos umas 2 horas de onde queríamos estar.
Mas, ao dar meio dia, perguntando todos que apareciam pela frente onde ficava o local, conseguimos chegar...
Avistei o segurança...
Sangue indígena
Sangue cigano
Nem tão alienígena
Nem tão humano
Omissão exposta
Em vigília ou em sono
Explorador da crosta
Filho do dono
Do início ao fim
Do percurso ao meio
Sendo o todo em mim
Experimento sem freio
Eu fui
Eu sou
Eu serei
O que quero
O que temo
O que criei
E quando vier o inverno, a escuridão...
Que eu domine o fogo com seu calor, luz e poder de transmutar.
E se vier forte o medo, a incerteza...
Que a experiência do escuro e do frio superados revelem o aprendizado e sua beleza.
E se vier o fim, se vier a morte...
Que me seja suficiente o trajeto, que segui sem bússola que me apontasse um norte.
Que eu tenha sido nada pra envergonhar minha essência.
Enquanto tudo fui para honrar a centelha em mim confiada de existência.
Hoje acordei com um relógio mastigando nuvens, e a parede sussurrava alfabetos em espiral. Três cadeiras dançavam xadrez sobre o teto, enquanto meu nome virava vapor dentro de uma xícara vazia. A rua, lá fora, era um aquário de buzinas; eu caminhava sem pés, colecionando sombras como moedas furadas. Um pássaro de papel me pediu senha, e eu respondi com silêncio em braile. Tudo parecia erro de tradução: risos que não pertenciam, cores que tinham gosto de ferrugem.
Então percebi o fio: cada imagem era um recado do corpo. O relógio eram meus prazos, as nuvens, a ansiedade. A parede repetia o que eu evito dizer. As cadeiras no teto eram as conversas que deixei para depois. As moedas furadas, a energia que gasto tentando agradar. O pássaro de papel era meu pedido de ajuda, dobrado e escondido.
Quando coloquei a mão no peito, o aquário virou janela. Respirei, sentei, e desliguei o telefone por cinco minutos; ouvi o próprio coração batendo, sem metáforas, e finalmente entendi o idioma da manhã. Escrevi uma linha simples: hoje eu vou me escolher.
O verde cantava em triângulos enquanto a terça-feira derretia sobre o tapete de estrelas mortas. Pés sem dono caminhavam para trás, deixando pegadas que precediam os passos. Um relógio de areia escorria para cima, alimentando nuvens que cresciam no chão da caverna iluminada por peixes voadores. A chuva caía em espiral, molhando apenas o que ainda não existia.
Entre espelhos que refletiam o som, uma voz sem boca repetia números que eram cores: sete era azul, quatro era o gosto de saudade. Os dedos do vento tentavam segurar água, e a água, por sua vez, tentava lembrar por que tinha forma.
Mas então você percebe: o verde era esperança disfarçada, a terça-feira era apenas rotina, as pegadas eram memórias que insistem em voltar. O relógio de areia era o tempo que você achou perdido. As nuvens no chão eram sonhos adormecidos acordando. A chuva em espiral era a vida entrando pelas frestas. Os números eram os dias que você ainda vai viver. E a voz sem boca? Era você, finalmente se ouvindo.
E o livro vai sair:
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
Por que os Processos Morrem?
Como o processo decide sem enfrentar a perda — e o que o advogado precisa fazer antes de peticionar
ORELHA EDITORIAL – NOTA DO EDITOR
A obra escreve como o juiz decide, não como o professor explica. Se parecia proibido, a obra revela.
Há livros jurídicos que ensinam regras.
Outros ensinam técnicas.
Este livro ensina algo mais incômodo: como os processos realmente morrem.
É revelado, com precisão analítica, a lógica real da decisão judicial, apontando os erros estruturais da atuação advocatícia e a permissividade do processo civil contemporâneo em permitir decisões que neutralizam o prejuízo sem enfrentá-lo.
‘Não Existe Lide sem Prejuízo’ parte de uma constatação simples e raramente enfrentada: o processo não falha quando ignora o prejuízo — ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar, se exposto – tal prejuízo - será apresentado na decisão, obrigatoriamente pelo art. 489, §1º (CPC/15). Mas o livro alerta, se exposto.
Brilhantemente o autor não usa sequer um artigo específico nesta peça.
Ao longo dos capítulos, o autor desmonta as saídas confortáveis do sistema decisório.
Não se trata de um manual de prática forense. É uma realidade dos tribunais.
O livro propõe uma leitura estrutural da decisão judicial — mostrando que, quando o prejuízo não é identificado, o julgador sempre encontrará uma rota segura para decidir sem assumir o impacto da perda.
Aqui, o foco não é o direito em abstrato, mas o momento exato em que o caso deixa de pressionar a decisão.
É uma obra voltada a advogados que já dominam a técnica, mas perceberam que a técnica, sozinha, não controla o destino do processo.
Este livro não promete justiça. Promete lucidez.
E, no processo civil contemporâneo, isso já é muito.
NOTA: Não é para iniciantes no Direito Processual Civil (estudantes de graduação ou advogados com menos de 2–3 anos de prática efetiva).
O livro de Fabricio Despontin, promete! Logo à disposição.
A visão de Fabricio de Spontin não é exatamente um ataque à moral individual do juiz, mas sim uma crítica sistêmica ao funcionamento do Judiciário.
Em vez de rotular o juiz como "antiético", a tese dele foca em como o sistema influencia o comportamento humano. Aqui estão os pontos principais para entender essa distinção:
1. Pragmatismo vs. Malícia
O autor sugere que o juiz é um ser humano inserido em uma estrutura com volume de trabalho desumano.
A lógica: Se o juiz recebe milhares de processos, ele desenvolve mecanismos de defesa para sobreviver à carga de trabalho.
O resultado: O juiz busca a solução que exige o menor esforço cognitivo (o "custo-conforto"). Se a petição do advogado é genérica, o juiz tende a decidir de forma genérica ou formalista para "limpar a pauta".
2. A Responsabilidade do Advogado
Para Spontin, se um processo morre, a culpa muitas vezes é da estratégia do advogado, que não soube "tensionar" o sistema.
Ele defende que o advogado não pode esperar que o juiz, por "bondade" ou "ética pura", escave a verdade fática - que não foi realçada, que não foi esfregada na cara do processo e não, as vezes, sequer não provada.
O juiz não seria "mau", ele seria apenas reativo. Se o advogado não gera o "desconforto" do prejuízo real, o juiz não se sente compelido a agir fora do padrão burocrático.
3. Ética das Estruturas
A tese se aproxima mais de uma visão de que o sistema é ineficiente, e não que os indivíduos são corruptos.
O "antiético" no caso seria a aceitação passiva de que o processo judicial se torne uma fria troca de papéis, onde a realidade das pessoas (a verdade fática) se perde.
O autor propõe uma advocacia que obriga o juiz a encarar a humanidade e o prejuízo do cliente, impedindo que ele decida apenas pelo conforto da regra abstrata.
Conclusão:
Para Spontin, o juiz decide "onde dói mais". Se a decisão confortável do juiz (negar um pedido por falta de provas, por exemplo) não causar um incômodo moral ou jurídico maior do que o esforço de analisar profundamente o caso, ele escolherá o caminho mais fácil. O papel do advogado seria, então, tornar a decisão injusta insuportável para o juiz.
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
(Fundamento estrutural da obra)
Vou começar simples.
O processo não nasce da norma.
Não nasce do artigo.
Não nasce da tese jurídica.
Ele nasce de uma perda.
Alguém perdeu algo.
Tempo.
Dinheiro.
Oportunidade.
Trabalho.
Dignidade.
Se não houve perda, não há razão para acionar o Estado.
O próprio texto da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 é claro:
“A lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito.”
Lesão.
Ameaça.
Ou seja: prejuízo.
O que fiz no livro não foi inventar categoria nova.
Foi reorganizar o eixo.
O prejuízo não é consequência do direito.
Ele é o pressuposto da jurisdição.
O erro estrutural da advocacia
A advocacia foi treinada para começar pelo artigo.
Primeiro a norma.
Depois o direito.
Depois a prova.
No final, se sobrar espaço, o dano.
Isso está invertido.
O juiz não começa decidindo qual artigo aplicar.
Ele começa, ainda que silenciosamente, perguntando:
Se eu decidir assim, isso vai me custar o quê?
Se a resposta for: nada relevante,
o processo morreu.
Não por injustiça.
Por arquitetura.
O que o livro revela
O processo contemporâneo não falha ao ignorar prejuízos invisíveis.
Ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar.
Se o prejuízo não foi:
delimitado,
tornado identificável,
vinculado à decisão,
apresentado como irreversível,
o sistema oferece ao julgador uma saída confortável:
forma,
insuficiência probatória,
preclusão,
silêncio.
Nada disso é ilegal.
É econômico.
A tese central
Não existe lide sem prejuízo.
A pretensão resistida é consequência.
Antes da resistência, houve perda.
E toda decisão que encerra um processo sem enfrentar o prejuízo faz uma coisa só:
redistribui o dano.
Quem perde?
O que perde?
Por que essa perda é juridicamente tolerável?
Se a decisão não responde isso,
ela não resolveu o conflito.
Apenas o neutralizou.
Decisão barata × decisão custosa
Existe algo que poucos dizem:
O juiz não evita decidir.
Ele evita decidir caro.
Decisão barata é aquela que pode ser escrita sem nomear a perda.
Decisão custosa é aquela que exige assumir quem absorve o prejuízo.
O papel do advogado não é convencer.
É tornar a decisão incontornável.
Não para ganhar sempre.
Mas para impedir que o processo finja que ninguém perdeu nada.
Não é ataque. É estrutura.
Não estou acusando juiz.
Não estou acusando assessor.
Não estou acusando o sistema.
Estou descrevendo como ele funciona.
Quem não entende isso escreve para convencer.
Quem entende, escreve para fechar saídas confortáveis.
O fundamento do livro
O livro “Não Existe Lide sem Prejuízo” não cria um novo Código.
Ele revela uma lógica:
Se o prejuízo não pressiona, a forma decide.
Se a perda não é visível, ela é legitimada.
O direito nasce para evitar prejuízos.
Transformá-los em abstração é inverter sua origem.
Se depois de séculos de processo alguém acha que não se pode reorganizar a forma de enxergar a decisão, a história do direito prova o contrário.
O que proponho não é ruptura dogmática. Se houver disruptiva metodológica estratégica do prejuízo e com ela vier a Justiça, Amém.
É lucidez estrutural.
E isso, no processo civil contemporâneo, já é muito.
Os sentimentos são significativamente influenciados pelas circunstâncias recentes.
Não passam de fotografias de um momento, capturas de uma realidade descontextualizada para quem precisa tomar decisões que mudem o rumo de uma vida.
Não tomem decisões isoladas no tempo. Tragam à memória as narrativas que os trouxeram até aqui, aquilo que o coração de vocês escreveu em seu amor.
A dor é uma constante lembrança de algo que insistimos em querer esquecer: a vida é dura, cíclica, complexa e incerta.
Caminharei por suas flores e espinhos.
A dor está sempre presente. Ainda que algumas coisas melhorem, aparentemente outras permanecerão como estão.
Levo em consideração dados, fatos que sempre acontecem e se repetem. Ainda que eu seja tentado a acreditar de uma maneira diferente.
Por isso, não devo fugir dela. Se está sempre presente, o único caminho é ter que passar por ela, senti-la, sofrê-la.
O ambiente contribui significativamente para a sua atenuação ou aumento.
Só posso ir até onde sei.
Descansar, respirar.
Não vale mais a pena gastar energia mental se eu já entendi como a vida funciona.
Vivemos em busca do inacessível. Somos espectadores de esperanças. Alguns sonhos caminham conosco todos os dias, mas infelizmente não nos é possível acordar.
Somos espectadores de ilusões, vivendo presos a destinos que não escolhemos embarcar.
Narrativas escritas para nunca serem contadas, silêncios mais altos do que aparentam ser. Afetos que caminham mas que nunca chegam ao seu destino.
Uma vida dentro de mim que não pode ser vivida, uma alegria que vai e volta, uma dor que não pode ter um fim, porque nunca teve um verdadeiro começo — só a intenção dele.
Um afeto arriscado demais, mas que continua, em busca do inacessível.
Um passado sempre presente.
Mistura de emoções, uma narrativa envolvente: raiva, alegria, medo, dor, rejeição e aceitação
Oportunidades nem um pouco oportunas, pois já escolhi.
...
Enfim, histórias que só podem existir na ficção do meu coração.
É um lugar onde parte de mim reside, mas não decide. Talvez seja melhor assim.
Penso que os outros vão me julgar, mas na verdade eu já estou me julgando.
O olhar do outro pode ser na verdade o meu olhar.
Do heterossuporte para o autossuporte.
Não busque lá fora o que deve ser encontrado aqui dentro. Não busque se sentir completo nos outros de todas as formas.
O que importa é o que eu penso, o que eu quero, o que eu julgo, e não o outro.
Sair de mim mesmo. Não há outro caminho. O que eu espero de bom, melhora ou mudança não vai me invadir, me atingir.
Preciso ter a experiência para viver melhor, para amar a mim mesmo.
As trocas são fundamentais.
Conversas
Quanto mais experiências, melhor.
Sem rigidez, me expor.
.
..
...
Os sentimentos, pensamentos, reações, sensações que eu tenho é justamente por permanecer sendo quem eu sou.
Se eu mudar, talvez a dor (meus problemas, o que enfrento diariamente) não aconteça mais.
"A noite que satanás tentou roubar minhas memórias em pesadelos quase infinitos!
Acabei de chegar de uma entrevista de emprego.
Antes disso, dormi um pouco por pelo menos uns 20 minutos.
Nesse intervalo entre o sono e a entrevista em seguida, tive um sonho muito louco, mas bem difícil de acreditar que foi tudo real.
Bom, primeiro sonhei com uma super lua, mas não era simplesmente uma super lua, como vemos nos jornais, com um tamanho praticamente normal.
No céu, aparecia uma lua gigantesca que era como se ela tocasse o chão e o céu ao mesmo tempo.
Seu tamanho era indecifrável.
Vi nela uns triângulos, em forma de pirâmide. Na cor branca.
De repente o sol começa a tocar nela e tudo se transforma em fogo.
Todos que estavam a admirar aquela raridade ficaram perplexos, mas, não amedrontados.
Meio que ficaram maravilhados.
E, comigo não foi diferente, amei aquilo tudo.
Começa um dançar de fogo na lua.
Com todas aquelas cores vibrantes, nossa!
Passava no telejornal em tempo real, que aquela lua, só seria vista novamente após 150 anos.
E que se todos pudessem vê - la, seria uma imagem incrível, guardada pelo resto de suas vidas.
E admirei até tudo terminar.
Aquele fenômeno estava sendo visto mundialmente, por bilhões de pessoas.
Realmente era um fenômeno incrível, lindo e maravilhoso.
Em seguida, comecei a sonhar com eu e meu esposo, no mesmo ambiente em que moramos.
Estávamos olhando nossas fotos das viagens que já fizemos, no celular.
De repente, algumas fotos começam a ficar desfocadas.
Meu esposo em um banco na praça, e o seu rosto ficava embaçado, como se tivesse um ser tomando o seu lugar.
O mais louco mesmo, é que essas fotos do meu sonho ou pesadelo, sei lá, do que posso chamar.
Todas existem.
Então, passamos foto por foto. Pudemos observar que todas elas, é como se tivesse a presença de um ser além de nós.
Começamos a discutir a questão, porquê elas eram perfeitas.
Porém, estavam assim por quê?
Desconfiamos do óbvio.
Começamos a passar novamente as fotos, quando de repente surge eu, em um cemitério em pé.
Mas, não era uma foto, era um vídeo!
O plano de fundo era um cemitério. E aquela seria eu? A mesma roupa, o mesmo cabelo.
Quem teria me filmado?
Na verdade, eu nunca estive naquele lugar.
O meu olhar começou a mudar, os olhos ficaram turvos e de repente a figura que era eu, começou a me encarar de uma forma macabra.
Eu entendi na mesma hora, que aquilo ali era um ser transformado em mim, em tempo real.
Fiquei atordoada, e eu comecei a falar com meu esposo, tem alguma coisa errada.
Foi quando a gente começou a perceber que os vídeos estavam passando sozinhos.
E de repente vi meus sonhos anteriores naquele primeiro vídeo.
Vi meus irmãos, minha tia... Tudo o que eu havia sonhado nas noites anteriores.
Entendi que realmente havia ali uma força maligna, tentando se apossar de mim, e me mostrando tudo o que é de mais importante pra mim.
Percebi que meus sonhos foram roubados de minha memória.
O interessante é que nesse terrível pesadelo, eu sabia que aquilo tudo era real, porquê realmente foi os sonhos que eu tive semana passada, que estavam ali, na minha frente transformados em vários vídeos.
Eu e meu esposo, no mesmo quarto que estamos, começamos a repreender todo o mal.
Foi quando, a gente percebeu que na tela do celular, começou a aparecer um vídeo com um ser bem estranho.
E ele ria muito, e ao mesmo tempo, parecia estar com raiva.
Ele era alto, e tinha uma voz, e um sorriso medonho.
Com uma capa preta por fora, e por dentro dela tinha uma cor avermelhada.
Orei tão alto, e com tanta fé, que aquele ser de repente começou a falar.
"Então, já que você pediu pra que nós te deixemos em paz, adeus."
E saiu pulando e sorrindo, com gargalhadas altamente sombrias.
Ele desapareceu em um lugar de montanhas e arbustos, era um lugar bonito, mas, bem sombrio e estranho.
Só sei que acordei sabendo que tudo aquilo foi real. De uma maneira diferente.
Era como se satanás tivesse tão zangado pelas coisas começarem a dar certo por aqui, que resolveu roubar meus sonhos, pra tentar me fazer parar pelo medo.
Mas, ele nunca vai conseguir.
Minha vida e minha família é de Deus.
E é ele que controla e domina a nossa vida.
Começamos ir a igreja.
Começamos a fazer o curso de design gráfico.
E agora estou recebendo várias propostas de trabalho.
Deve ser por isso, que satanás está tão interessado em me fazer parar.
Porquê ele sabe, que quando a gente segue a Deus.
A gente consegue ser muito, mais muito feliz.
Tudo começa a dar certo.
E a vida se torna muito melhor de ser vivida.
Então, siga a Deus e nunca deixe que forças malignas tentem te parar.
27/11/2019 23:38"
"O dia da descoberta mais enigmática e perfeita!
23/09/2015
" Acordei lembrando que tive um sonho na noite passada era realmente fantástico!
Estava tentando entender a relação do hoje com o antes e havia muitas fotos de crianças espalhadas por um imenso corredor.
Algumas em álbuns jogadas em cima de uma mesa, ao meu lado alguém que perguntava pra mim o que eu sentia. Eu não entendia, porque não consegui identificar esse tal alguém e de repente ele falou:
"Olhe novamente para todas estas fotos e fale- me o que sente..."
Comecei a observar olhares e rostos sem limites, era uma sensação estranha! Havia pessoas que eu conhecia, incluindo o 'C', mais de repente não era exatamente aquelas pessoas, eu sabia que eram, mais não eram.
Todas as fotos não tinham nenhuma relação com a realidade.
Mais havia uma fotografia em especial em que meus olhos fixaram - se a apreciar em todos os ângulos, a dele do 'c', mais eu sentia que não havia nenhum sentimento que me levasse a algum propósito, apesar de saber que vivemos... como ele disse, "curtos momentos juntos".
A fotografia se tornou pra mim algo estranho e desconhecido e de relance meu coração se manifestou dizendo que estava marcado para sempre por causa de um sentimento que um dia eu mesma criei.
Senti o vento a soprar levando todos os sonhos de um passado vazio, tudo começou a ficar embaçado de uma maneira indecifravelmente fria, todas as fotos foram apagadas e às únicas memórias são os fatos que eu descobri.
Um dia, achei que tinha um sentimento verdadeiro onde todos os dias eu os alimentava com lágrimas, lágrimas de dor, de saudades, de planos. E eu lembrei daquele rosto na fotografia. Era apenas o reflexo do que eu desconhecia, sendo mostrado pra mim de uma forma que eu nunca imaginei.
Foram fatos reais!
Mostrados em um sonho apenas.
Fatos que cruzaram a minha vida em algum lugar de um passado fugaz, acordei em um impulso extremo e percebi que todos aqueles rostos foram esquecidos, após uma enorme descoberta."
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