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Textos Apaixonados

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“Desde o Primeiro Olhar”

Me desculpa por ter me apaixonado,
sei que foi rápido, sei que foi do nada.
Mas desde o dia em que nos falamos pela primeira vez
meu coração quis você — sem freio, sem estrada.

Foi como chuva mansa em tarde quente,
como brisa leve que invade a madrugada.
Um sentimento nascido de repente,
mas com força antiga, quase predestinada.

Teu sorriso virou meu norte,
teu jeito simples virou canção.
E em tão pouco tempo, que ironia da sorte,
você já morava no meu coração.

Não foi plano, não foi pensado,
foi impulso doce da emoção.
Um laço invisível, inesperado,
entre o teu nome e a minha respiração.

Se foi rápido, eu confesso,
mas não foi raso, não foi ilusão.
Foi daqueles amores que chegam sem endereço
e constroem casa dentro do coração.

Então me desculpa por sentir demais,
por deixar o sentimento falar.
Mas desde aquele primeiro "oi" tímido,
meu coração escolheu ficar.

Eduarda,
sou completamente apaixonado por você,
não de um jeito comum,
mas de um jeito que acalma a alma
e ao mesmo tempo faz o coração incendiar.
Estou completamente fascinado por você,
pela forma como chegou sem fazer alarde,
mas mudou tudo em mim,
como a luz que invade a janela
e faz o mundo parecer novo outra vez.
Fui atraído pelo teu amor
como quem encontra o próprio destino,
e desde então,
meu coração não sabe mais caminhar sozinho,
porque ele se ligou ao teu
como se sempre tivesse pertencido ali.
Já não me interessa mais o tempo…
as horas perderam a pressa,
os dias ganharam sentido,
porque tudo que eu quero
é estar bem junto a ti.
Você é o silêncio que me entende,
é a paz que me encontra no caos,
é o abraço onde descanso minhas guerras.
Amada da minha alma,
és tu, Eduarda…
tu que habita em mim
como uma chama que não se apaga,
como um amor que não se mede,
como uma certeza que não se perde.
E se me perguntarem onde mora minha felicidade,
não apontarei lugares,
apontarei teu nome.

⁠"Andando pelas ruas sobre a luz do Luar, me deparei com um casal apaixonado sentado em um banco na praça, parei um instante, sentei-me e fiquei a observá-los... Cara de apaixonados com o olhar sereno e entrecortados. Nenhuma palavra saia da boca deles, também nem precisava, o olhar falava por si só.

Tantas coisas para serem ditas, mas que preferiram ficar ali se enamorando sobre a luz do Luar. De repente, meu celular tocou, acordei para atendê-lo, sentei na beirada da cama e percebi que aquele casal apaixonado éramos nós;

Nesse momento, um sorriso tomou conta do meu ser, voltei a deitar e fiquei ali te enamorando pela noite toda."

Amor

Te escrevo os mais belos versos, Sob o brilho das estrelas do meu olhar apaixonado.

Te canto melodias inéditas, Que apenas teus ouvidos merecem ouvir.

Te abraço com todo o meu ser, Pois cada passo ao teu lado é entrar no paraíso.

Ao teu lado, encontro o sonho, Onde tudo se torna perfeito.

Não há guerra, nem medo, Apenas paz e amor infinito.

Você é minha força esquecida, Minha razão de ser.

Luzia Delmondes
By Luzia Dellmon

Amor
Já ouvi palavras de amor, músicas e melodias.
Já li poesias e textos apaixonados.
Já escutei estórias quase completas.
Aprendi com você que amor vai além de palavras, músicas ou textos.
Amar de verdade é continuar, mesmo quando não há saída.
Quando não há nada bom a receber.
E quando vemos que só resta o fim.
Com você aprendi que a ação vale mais que todo resto!
E a falta dela, fala mais alto que qualquer outro meio de comunicação.
A fé sem ação é vazia, o amor sem ação também!

A prisão dos apaixonados
É a indiferença, dentro dela eles correm por todos os lados.
Não querem incomodar,
Não querem ser emocionados
E o tempo a esses é como um fardo,
Invisível para aqueles que são indiferentes, pensam apenas em si mesmos
Seja no passado, presente ou futuro.
Aos que carregam esse fardo, nele irão encontrar a sua libertação.
Pois o tempo dirá o que há de ir, o que há de ficar.
E liberto do peso e com as chaves a mão,
Meu conselho é guardem seu coração (Pv 4:23)
Não comprem ilusões, as ações falam a todo momento,
Saiba as ouvir e tenha a coragem de ir.
-
Leonardo Procópio
Pindamonhangaba, 6 de Dezembro de 2024.

⁠Uma das inúmeras provas da Misericórdia de Deus é os asseclas apaixonados não perderem a voz
em meio a tanta Polarização.


Há uma misericórdia muito silenciosa que passa despercebida em meio ao ruído do mundo.


Talvez uma de suas provas mais evidentes seja o fato de que os asseclas apaixonados não perdem a voz, mesmo quando a polarização grita mais alto que a razão.


Em tempos em que a convicção vira trincheira e a opinião empunha arma, manter a voz é mais que um privilégio: é um ato de clemência.


Não porque tudo o que se diz mereça ser dito, mas porque a possibilidade de falar preserva, ao menos, a chance de um dia escutar.


Deus, em Sua paciência infinita, permite que falem — talvez esperando que, no cansaço do próprio eco, descubram o silêncio necessário para a reflexão.


A polarização rouba nuances, simplifica o complexo e transforma pessoas em rótulos.


Ainda assim, ninguém é privado da voz.


Não como punição, não como castigo…


A misericórdia está justamente aí: na permanência da oportunidade.


Enquanto há voz, há possibilidade de revisão, de arrependimento, de amadurecimento.


O silêncio imposto encerraria caminhos; a voz preservada mantém portas entreabertas.


Talvez o verdadeiro milagre não seja que falem tanto, mas que, apesar de tudo, ainda possam falar.


Porque a mesma voz que hoje defende cegamente, amanhã pode pedir perdão.


A mesma garganta que hoje grita slogans, um dia pode sussurrar dúvidas.


E onde há dúvida, ainda há humanidade.


No fim, a misericórdia divina não está em nos calar diante do erro, mas em nos permitir continuar falando até aprendermos, enfim, a dizer algo que realmente valha a pena.

⁠Nas gôndolas da política-espetáculo só há aquilo que os apaixonados admiram: criadores de conteúdos.


Não de ideias nem caminhos.


Muito menos de soluções.


A política, que deveria ser o espaço mais rígido do pensamento coletivo — onde conflitos reais da sociedade são encarados com responsabilidade — foi lentamente convertida num palco onde o que importa não é governar, mas performar.


O político deixa de ser um mediador de interesses públicos para tornar-se um personagem que precisa alimentar diariamente a máquina da visibilidade.


Nesse mercado, a coerência vale menos que o engajamento.


A profundidade perde para a viralização.


E o compromisso com a realidade torna-se um obstáculo para quem precisa produzir narrativas rápidas, emocionais e constantemente inflamáveis.


Assim, a política vai sendo reorganizada como um grande shopping de convicções prontas: cada público escolhe a vitrine que mais agrada ao seu afeto, ao seu medo ou à sua raiva.


E, como bons consumidores, muitos já não querem ser confrontados com fatos — preferem apenas ser abastecidos com conteúdos que confirmem suas paixões.


O resultado é uma curiosa inversão: nunca se falou tanto de política, e talvez nunca se tenha pensado tão pouco sobre ela.


Porque quando a política vira entretenimento, o cidadão vira audiência.


E quando o cidadão aceita ser apenas audiência, o poder agradece — afinal, plateias não governam, apenas aplaudem ou vaiam conforme o roteiro do dia.


No fim das contas, o problema não está apenas nas prateleiras dessa política-espetáculo.


Está também nos consumidores que já não procuram estadistas, pensadores ou construtores de futuro.


Procuram apenas o próximo conteúdo que lhes retroalimente seu viés de confirmação.

⁠As “orações” alicerçadas no ódio dos Idiotas Apaixonados da Esquerda — ou Direita — não alcançam os céus.


Porque não são preces, são disfarces.


Não nascem da humildade, mas da soberba travestida de virtude.


São palavras lançadas ao alto com a pretensão de parecerem justas, quando, na verdade, carregam o peso da condenação seletiva e do desejo íntimo de ver o outro ruir.


Há algo de profundamente contraditório em pedir por justiça enquanto se cultiva o desprezo.


Em clamar por um mundo melhor enquanto se alimenta, diariamente, a pior versão de si mesmo.


O ódio, ainda que bem articulado, não purifica intenções — apenas as revela.


Os apaixonados pela própria narrativa confundem fé com torcida.


Transformam convicções em trincheiras e passam a rezar não por transformação, mas por confirmação.


Querem um céu que concorde até com seus piores ressentimentos, um divino que valide seus desafetos, uma moral que funcione como espelho — nunca como confronto.


Mas o que é verdadeiro não ecoa em gritos raivosos.


O que é elevado não se sustenta em paixões cegas.


E nenhuma palavra carregada de desprezo atravessa o silêncio que separa o ruído humano daquilo que, de fato, exige escuta interior.


Talvez o problema não esteja nas palavras ditas, mas naquilo que as sustenta.


Porque toda oração, antes de subir, precisa ser capaz de descer — ao ponto mais honesto de quem a pronuncia.


E ali, onde não há plateia nem aplauso, o ódio perde a eloquência… e a verdade, enfim, encontra espaço para existir.

⁠Muitos
“indignados de hoje” são os mesmos apaixonados de ontem, os
Passadores de Pano
para comportamentos abusivos de policiais.


Simplesmente por comprarem uma bem pintada — e quase intocável — imagem de idoneidade policial.


Há uma espécie de conforto em acreditar em figuras incontestáveis.


É mais fácil sustentar a ideia de que existem instituições imunes a falhas do que encarar a complexidade incômoda de que todo poder, quando não muito bem vigiado, pode se corromper.


A romantização cega não apenas distorce a realidade — ela a protege de ser questionada.


O problema não está em reconhecer a importância da função policial, mas em confundir função com caráter, farda com virtude e autoridade com moralidade.


Quando isso acontece, qualquer denúncia vira ataque, qualquer crítica vira ingratidão, e qualquer vítima passa a ser suspeita.


E assim, cria-se um ciclo perverso: abusos são relativizados, silenciados ou justificados em nome de uma suposta “boa causa”.


A indignação, quando surge, costuma vir tarde — geralmente quando a violência rompe a bolha de quem antes se sentia protegido por ela.


Talvez o mais inquietante seja perceber que essa mudança de postura não nasce de uma nova consciência coletiva, mas de uma experiência pessoal.


Enquanto a violência atinge o “outro”, ela é tolerável; quando atravessa a própria pele, torna-se inadmissível.


Mas justiça não pode depender de proximidade.


Consciência não deveria ser fruto de conveniência.


Questionar não enfraquece instituições — fortalece.


O verdadeiro compromisso com a justiça exige coragem para enxergar aquilo que muitos preferem ignorar: que nenhum símbolo está acima de crítica, e que proteger a imagem não pode jamais valer mais do que proteger vidas.

⁠Às vezes, a pressa em comprar Verdade Aveludada é tão grande que os Apaixonados já nem se importam com a Embalagem.


E talvez seja justamente aí que mora o perigo mais silencioso do nosso tempo: não na mentira escancarada, mas na verdade que se deixa moldar ao toque — macia, confortável, ajustável aos desejos de quem a consome.


Uma verdade que não exige esforço, que não confronta, que não pede revisão de rota.


Apenas acolhe, embala e confirma.


Em meio à pressa, desaprendemos o valor do desconforto.


Esquecemos que a verdade, quando genuína, raramente chega pronta para ser aceita; ela provoca, desloca e inquieta.


Mas o espírito apressado não quer esse atrito — ele busca a suavidade de narrativas que caibam perfeitamente em suas certezas pré-fabricadas.


E assim, pouco a pouco, a embalagem deixa de importar porque o conteúdo já foi previamente escolhido.


A polarização se alimenta exatamente desse hábito: não de discordar, mas de não querer sequer considerar.


Cada lado constrói sua vitrine de Verdades Aveludadas, expostas com brilho suficiente para seduzir os que só desejam acreditar.


E quem compra, não lê o rótulo — apenas reconhece o que já sente.


Nesse cenário, a manipulação já nem precisa ser sofisticada; basta ser conveniente.


Não é necessário esconder a incoerência, apenas envolvê-la em familiaridade.


Afinal, quando a emoção se antecipa à razão, qualquer embalagem parece suficiente — desde que o conteúdo não ameace o conforto de quem o consome.


Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja encontrar a Verdade, mas reaprender a desacelerar diante dela.


Ter a coragem de examinar o que nos agrada com o mesmo rigor que aplicamos ao que rejeitamos.


Porque, no fim, não é a embalagem que define o valor do que compramos — é a disposição de encarar o que há dentro, mesmo quando já não é tão macio quanto gostaríamos.

⁠Qualquer político-influencer pode até acreditar que seus “asseclas mais apaixonados” sejam tão idiotas quanto ele.


A arrogância — especialmente a que se traja de bravura — costuma precisar desse autoengano para sobreviver.




O que não lhe cabe, jamais, é estender tão medonho juízo de valor a todo um povo.


O povo não é rebanho permanente, nem plateia cativa de narrativas requentadas.


Ele erra, sim, — mas também aprende, desperta, compara e aprende a cobrar.


Subestimá-lo é confissão de covardia: medo da lucidez alheia, temor do dia em que o encantamento se rompe e a máscara cai.


No fim, quem trata o povo como idiota útil, revela menos sobre o povo e muito mais sobre a própria pequenez.


E, como são pequenos os políticos-influencers, e qualquer da vida pública, que fingem zelar pelo povo, produzindo conteúdos fragmentados.

⁠Basta um famoso qualquer — apaixonado e cheio de razão — tropeçar na arrogância do próprio salto, para as nossas cabeças alugadas se envaidecerem.


Especialmente se isso retroalimentar nosso viés de confirmação.


Mas o que quase sempre nos passa despercebido, é o fato de muitos famosos serem comprados para auxiliar na locação das nossas cabeças.


⁠⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.⁠⁠


Todos — absolutamente todos — têm pleno direito de discordar da opinião contrária, que parece por vezes não mais alicerçar, oportunizar e preceder todo e qualquer debate.


Mas desde que saibam discordar sem desumanizar.

⁠⁠⁠Quem não se curva aos caprichos dos apaixonados — não precisa mendigar respeito, sobretudo de gente tão confusa.


Especialmente das que confundem coisas tão simples como: arrogância com bravura, autoritarismo com autoridade, discurso de ódio com liberdade de expressão e bajulação com admiração.


Salve as Forças Armadas brasileiras!


São tão confusos a ponto de trocarem princípios por gritos, razão por devoção cega, e coragem por brutalidade.


Chamam arrogância de bravura, como se elevar a voz fosse prova de grandeza.


Confundem autoritarismo com autoridade, sem perceber que a verdadeira autoridade não se impõe — se sustenta.


E ainda se vestem de discurso de ódio com o rótulo de liberdade de expressão, ignorando que liberdade não é licença para ferir.


E, pasmem, confundem descaradamente bajulação com admiração, porque nunca aprenderam a respeitar sem se ajoelharem.


O problema não está em ter convicções, mas em permitir que elas substituam o discernimento.


Paixões desenfreadas não constroem — atropelam.


E quem vive de idolatria costuma se ofender com qualquer espelho que revele a própria incoerência.


Respeito não se implora.


Se pratica, se demonstra, se preserva.


E quem sabe disso não se curva a histerias coletivas nem se deixa intimidar por certezas barulhentas e vazias.


Salve as Forças Armadas brasileiras —
não como instrumento de paixões momentâneas,
mas como instituições de Estado,
que existem para servir à nação, à Constituição e à ordem,
nunca a delírios, vaidades ou projetos pessoais.


Porque maturidade democrática também é saber distinguir força de violência,
autoridade de abuso,
e amor ao país de fanatismo disfarçado de patriotismo.

Com a extravagância de corpos
enlaçados e apaixonados,
Com os nossos olhos fechados
e corações abertos temos
a urgência do próximo ato,
Porque deixamos nos seduzir
pela brincadeira e o perfume
natural do amor que viciados
nós estamos sem volta
e sem tédio totalmente gamados.


Embalados pelos voluptuosos
sons dos nossos ais deliciados
por alternâncias quentíssimas
e ondas divertidas de total prazer,
A luxúria evidenciada nos pertence
com aura magnética e todo o poder.


O caos amável que te trouxe é que
desde o dia que me conheceu a tua
régua romântica nunca mais foi,
e nem será mais a mesma por ter
conhecido de perto e ter nas mãos
o domínio do meu encanto sem igual
de tocá-lo inteiro por dentro do meu
jeito por ninguém conhecido e genial.


Envolvidos pelo sabor do amor,
e do doce de Araticum-açu
nos lábios para declamar tudo
o que é cabido para ser eternizado,
E para que seja recordado
nos meus Versos Intimistas
escritos da gente ter se encontrado.

Enroscar-me no trono perfumado,
mergulhar no teu olhar apaixonado,
Sentir o teu respirar entrecortado
com o meu entregue pacificado.


No silêncio carregado de emoção,
nas trocas de toques demorados,
Na proximidade repleta de sedução
e atração potente e sinestésica.


Não é preciso manter o desejo velado,
e sim cultuar espaços irreprimíveis,
Doces alternâncias de submissão
e de poder - pitangas íntimas secretas.


Com trocas de mimos e segredos
profundos entre pele com pele,
Não existem vestes edênicas melhores
do que as nossas e o que ferve.

É noite e tudo está frio, até o meu coração, que vai ficando apaixonado a cada minuto, segundo e milésimo que se passa, e não sei o que fazer, sinceramente, não tenho vontade de fazer nada, a não ser escrever para desabafar em letras tudo o que meu coração sente e quer dizer.

Quero te ver de novo, mas não se poderei e não sei se será bom para nós, mas sei também que preciso disso, preciso do seu carinho, do seu beijo, da sua voz no meu ouvido me falando bobeiras, porquê meu porto seguro é você e é nessa relação em que quero ficar.

Você pode estar rindo aí do outro lado, aliás torço pra isso, pois quero te ver feliz, mas quero que saiba que aqui do outro lado tem alguém que está triste por você, e que se você falasse agora para conquistar o mundo, para ir ao seu encontro nesse frio sem roupa, essa pessoa iria, e eu não me canso de pensar em você, pois é a única que me faz bem mas ao mesmo tempo me destrói, pois só te tenho em pensamentos e não em meu lado, para eu mimar, te tratar bem, te colocar defeitos e te elogiar ao mesmo tempo, e te chamar de minha.

Tenho um pouco de fé de um dia poder encostar em tua mão e te guiar, te dizer o que te é bom para você e o que é ruim também, poder te proteger, poder te presentear todas as manhãs com sinceras palavras, e te dar boa noite antes de tu ir dormir, e poder te dar meu calor quando você estiver com frio.

Eu sei que isso são sonhos e planos que poderão dar certos, mas já sou feliz por ter pelo menos realizado esses pensamentos em meus sonhos.

Inserida por danilofina

Melhor maneira de falar Como falar que esta apaixonado.

Sua amizade é uma droga!!! Provei, gostei e agora estou viciado em você

Mas eu te conheci, e é isso que torna minha vida atual tão estranha.

Meu coração para por segundos.
Meu primeiro e ultimo pensamento é vc.
Não esqueço aquele abraço, aquilo valew como mil 'obgrigados'.
As veses lembro de vc como se estivesse aqui do meu lado.
Vc é maravilhosamente linda.
Entro sempre no facebook ansioso pra falar contigo, Fico o dia todo atrapalhado no trabalho pensando em vc. Eu sempre te pergunto se vc tem alguem, eu num consigo imaginar vc de maneira nenhuma com outro cara.

Sou a pessoa mais feliz do mundo quando me diz "oi" ou sorrir, porque sei que, ainda que tenha sido só por um segundo, pensaste em mim.

Gosto de vc pelo seu jeito de ser e não é porque vc tem olhos lindos.

Sei que vc num é nem um pouco interessada em mim, e eu não te atraio em nada, e tbm o que vc iria querer comigo? eu não sou bonito, não faço teu tipo. Só quiis desabafar oq sinto, sei que vc não me quer, mas ta sendo legal te diser. Não tenho esperança que vc responda como eu quero. Vc ta sendo uma grande pessoa. Te acho uma mulher espetacular. Vc deve ter dezenas de homem melhores que eu atras de vc e com razão, mulher como vc não se acha em qualquer lugar.

Sò tenho é que ficar no Desejo mesmo.

Depois disso tudo que eu falei, e nem sei o q vc ta pensando. nem sei se vou conseguir falar contigo novamente. Não fale isso isso a ninguem não, tá? ja basta o nervosismo que eu tou e que vou ficar quando eu voltar a falar com vc.

Inserida por benjamin-lucas

Ela chega diz que te ama
te iludi te deixa apaixonado
vocês passam por muitas dificuldades
juntos , brigam e brigam mais sempre se
intendem no final
terminam e sem olhar pra outra pessoa fica
esperando a outra pedir disculpa e pra voltar
passar por todos abstaculos juntos e quando chega a hora
de ser Feliz sem problemas simplismente ela nao te aceita
mais e diz que nao da mais certo e pior ainda diz
que te amava ..quem ama nao larga nos momentos que precisam um do outro
isso e a realidade de muitas pessoas

Inserida por luanluan71

Existem algumas coisas as quais eu sou apaixonado e simplesmente não conheço ou nunca vi. Lírios, amarelos pra ser específico, um grande desejo é casar e entregar lírios pra mulher que vai ser o amor da minha vida, talvez eu espirre muito ao cheirar um, nunca vi um lírio. Plantação de trigo, nunca vi uma plantação de trigo, mas meu sonho é fazer um piquenique lá com quem eu gostar, talvez coce um pouco ao rolar nela. Sou apaixonado por camelos, muito inteligentes e prestativos, um passeio no deserto em cima de um deles deve ser fantástica, mas um coice deles ou uma queda deve machucar, nunca vi um camelo. Nem tudo se resume a lírios ou camelos, não vemos nossos sentimentos, mas somos apaixonados por ser feliz, por amar, por fazer o bem.
Tenho a opinião de que um sentimento não se mede pelo tempo e sim pela intensidade, o tempo só faz amadurecer, Acredito naquelas paixões platõnicoas por artistas, jogadores de futebol e personagens, embora eu não tenha uma, acredito nelas. Acho que assim como a felicidade, o amor é de cada um, cada um sente da sua maneira e do seu modo, não podendo um sentimento tão perfeito desse cair num estereótipo.
Você, nunca vi você, poderia dizer que sou apaixonado por você, mas seria apelativo e exagerado demais, mas posso afirmar com toda certeza que sou apaixonado pelo o que você demonstrou até agora, viajar pra Cancún, querer nadar com golfinhos, mesmo nunca tendo os visto, sua vontade e habilidade pra escrever, você se achar feia em todas as fotos, sua paixão pelos amigos e principalmente por ter esse jeito assim, com toda essa simpatia. E talvez seja melhor assim, você sendo essa pequena foto com uma bolinha verde do lado e eu aqui, sonhando e imaginando. E eu nunca vi você..

Inserida por gabriiellem