Textos Amorosos

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PAI (soneto)

Trago no coração sinais de abrigo
são sentimentos de protetor laço
num nó em lembranças e abraço
daquele que levo sempre comigo

É quem apoiou o passo no passo
no compasso fora do ter perigo
É o valente amigo até no castigo
que no cansaço expõe o regaço

Eis o lar, pai, que assim eu digo:
o provedor que nunca é escasso
num rude amor, sem ser oligo

O braço em um dilatado espaço
de colunas eretas que bendigo:
- numa saudade que não afaço.

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
agosto de 2016
Cerrado goiano

Detesto isso em mim.
Me cobro demais.
Me julgo demais.
Me policio demais.
Me culpo demais.
Me sufoco sendo demais em tudo.
É errado querer que as coisas deem certo?
“O tempo resolve tudo” oh frase falsa.
O tempo não resolve nada se você mesma não tomar iniciativa e ir…
Coloque sua cabeça no lugar, pense, analise cada detalhe e vá.
Só depois espere...
Calma.
Confie que dará tudo certo e do jeito certo.

A DOR POR AMAR

Se nunca percebeu que amar dói...
Então nunca amou alguém de verdade;
Se a ausência do amado não te traz
uma certa inquietação, uma eterna espera,
não é relevante o teu sentimento.
Se saudades não sente...
Um vazio no teu peito não arde?
então não digas juras de amor.

Se não amas com medo da dor,
se arrasta-te nas margens vida,
vegetas e já não vives...
E jura que os teus dias não tem cores,
e sua vida é vazia por amar:
Pois, ainda que sinta dores por amar:
Amar vale a pena.

Se fugires da dor, se foges de amar...
É desistir de viver;
Pois no fim se descobre que
amar é indispensável à vida;
Pode-se fugir, esconder-se...
Inventar-se mil desculpas,
mas sem sofrer a dor por amar a vida não tem graça.

AMAR É O QUE IMPORTA

Não importa a flor, que trazes;
Não importa a cor da flor, se é vermelha;
Não importa o valor, se foi caro...
O que importa então?
Amar!

Não importa a mensagens que declaras;
Não importa o conteúdo do bilhete que escreve;
Não importa o desenho de coração no cabeçalho e rodapé;
Não importa o perfume destilado no papel.
O que importa então?
Amar!

Não importa as loucuras de amor que fazes;
Não importa os sacrifícios convenientes;
Não importa as tuas juras inerentes;
Não importa se estás de joelhos no chão;
O que importa então?
Amar!

Não importa imitar os contos de fadas;
Não importa simular a vida toda num dia;
Não importa ir morar num palácio;
Não importa viver de fantasia;
O que importa então?
Amar!

Relações, Relacionamentos

Julgamentos levam ao resfriamento,
decisões inconsequentes impedem a reciprocidade,
atravessar o desconhecido pode ser arriscado, mas viver na dúvida deve ser pior,
ficar com os pés firmes na superfície exige intensidade, caso contrário fica perigoso naufragar,
deixar o amor entrar causa arrepios, dormir e acordar todos os dias ao lado dele, pode causar uma viagem sem volta.

termo

meus poemas são meus olhos
falam com o juízo do coração
na alma destrancam ferrolhos
enferrujados pela corrosão
dos desprezos e embrulhos
dos enganos da emoção
e mesmo assim,
entre rimas de dor
que escrevo sem fim
teimo nas estórias de amor

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
Abril, 2016 – Rio de Janeiro, RJ

A Dor

Que dor é essa
Que me rasga o peito
E nem pena de mim têm?
Logo eu que sou tão bom
E não maltrato ninguém.
Que dor é essa
Que destrói meu coração
E nem disfarça que é essa a intenção?
Por favor se alguém tiver o remédio para essa dor
Traga logo ou vou morrer de infecção
Maldita dor no coração.

Procuro um homem intenso.
Procuro um homem que vá me amar como amam os personagens dos livros, mas não é um amor qualquer de romance de banca.
Quero um amor que vá compreender as ondas do meu íntimo e que não fuja quando eu chorar.
Não quero um amor eterno, mas quero um amor que, na minha alma, fique a vida inteira.

Um velho sofá, uma ilusão...
ou uma nova forma de amar?

Esse sofá tem muitas histórias,
Lembro do dia que seu desejo me prendeu,
E meu coração pela primeira vez se estremeceu.

Minha alma parecia estar no desfile de uma escola de samba... estava pela primeira vez alegórica... seria um sonho ou uma noite eufórica?

Oh fevereiro, anda devagar, ainda não me decidi se eu corro ou se devo me entregar. O medo me domina, e a alma tem medo de se magoar.

Minha alma implora por presença, mas o medo clama por ausência.

Esqueci apenas de uma coisa, não conhecia
Um encontro de almas, e nele aprederia que não existe espaço ou calma.

De repente, o som dos bloquinhos de rua não mais tinham melodia, e o carnaval gritava: ei, vem pra rua, estou aqui.. que heresia.

A alma simplismente se envolvia, em um encontro desconhecido com o que me consumia.

O toque dos teus labios no em pescoço, criaram um novo mundo... e no meu coração um alvoroço. Oh carnaval desculpe, não consigo sair deste abraço, estou presa no tempo-espaço destes braços.

Uma historia ou uma estória? Posso eu me permitir aceitar essa alforria que enaltece a minha alma? Ou peço pro meu coração ignorar, e dizer: ei, calma.

Esse sofá tem muitas histórias... com certeza nele vivi a mais bela de todas as minhas memórias.

REDUNDÂNCIA (soneto)

Por que me vens, com a mesma rima
Por que me vens, sofredora na trova
És porque vive assim querendo prova
Ou, então, lembrar-me da autoestima?

Por que levanta a tua voz, que sova
O coração, já amassado. Me anima!
Pois é tu, que do amor me aproxima
E não o contrário, a que me reprova

Vens acordar o que repousa fagueiro
O que de melhor há no poético raiar
O que vive romântico, assim, faceiro...

Ah! esqueçamos o que possa tardar
Nas tuas linhas eu sou o seu cavaleiro
E de minh’alma a doçura quero poetar

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
06 de fevereiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Aprendi que na vida tudo tem um pôrque, aprendi que as coisas não acontecem por acaso, tudo existe por uma razão.
Aprendi que o orgulho afasta, a ignorância isola e o medo nos faz andar pra trás.
Aprendi que nada sei da vida, que as oportunidades escapam se não a agarramos.
Aprendi que dinheiro acaba, e que se você não tiver um planejamento você pagará por isso.
Aprendi que família é amor, que doação e entrega é puro, que fazer o bem engrandece.
Aprendi a respeitar, a aceitar e a conviver com aquilo que não sou simpatizante.
Aprendi que amar é fácil, difícil é conviver com quem se ama.
Aprendi a dizer não as coisas que me fazem mal.
Aprendi que idade é só um número, que podemos ser quem queremos quando desejarmos.
Aprendi que posso me reinventar, começar de novo, e repetir isso quantas vezes necessário for.
Aprendi que viver longe de quem se quer por perto é ruim, mas se for pro bem que assim seja.
Aprendi a não esperar nada de ninguém, e assim vivo me surpreendendo.
Aprendi que palavras são importantes, cuidado com o que diz.
Aprendi que viajar é conhecer novas culturas, absorver conhecimentos e formar novos laços.
Aprendi que ficar sozinho faz milagres, e que a reclusão por vezes é necessária.
Aprendi a gostar de mim, aceitar minhas limitações, mas nunca impô-las como regra.
Aprendi que amo e que sou amavel, que sempre tem alguém que se espelha em você, seja exemplo.
Aprendi que raiva te deixa doente, você é o único a sofrer com esse sentimento.
Aprendi que um sorriso muda o mundo, um bom dia inspira e um muito obrigado salva o dia.

Mãe

Noite,
Os anos já pintaram de luar os teus cabelos,
No entanto, tudo parece estar acontecendo agora,
Neste instante.

Noite,
Após tantos anos,
Neste momento,
Vejo tudo diante de mim,
Como se estivesse assistindo a um filme
Da infância:

Nós, teus filhos, todos pequenos,
O relógio parado na hora de privações,
Tantos sonhos de asas quebradas pelos cantos
De nossa casa pobre, sem conforto;

Tu, mulher ainda jovem, tão boa, tão calma,
Constelação de esperança e ternura,
Inspirando segurança,
Inspirando fé, amor,
Em meio a tantos vendavais.

Noite,
Tua luta foi para nós teu maior ensinamento
Sofrias (hoje o sei), entretanto,
Em nossa presença, nunca uma lágrima
Rolou pelo teu rosto.

Noite,
Desde criança aprendi a amar-te,
Mas só hoje, adulto, é que vejo, comovido,
As incontáveis estrelas que brilham em teu ser
E que tantos vendavais não conseguiram apagar.

Enlaça minh'alma
Devora-me sem calma,
Me poe em teus braços,
Me acalma com teus abraços.

Atiça meu corpo,
Envolve meu dorso,
Domina-me com teus beijos...
Deleite-me inteira na proporção dos teus desejos .

Beija-me, beija flor,
Encancedente estrela cadente,
Reluz, conduz, exala amor,
Sem calma e sem pudor,

Consuma-me e se liberte,
Envolva-me com teu sorriso,
Encante-me com seu suspiro,
Meu corpo tuas mãos chama,
E entre teus suspiros respiro...piro.

Contigo meu desejo entra chama e flameja
Como à tarde os horizontes...
É puro como nas fontes
A água clara que serpeja.

A todo o momento o vejo...
Teu corpo... a única ilha
No oceano do meu desejo.

Que meu corpo seja tua brasa,
e o meu do seu desejo a casa,
Fogo do teu desejo,
Anseio teus beijos.

Um incêndio doce,
Envolvente, sem jogo,
Paixão que aquece a alma,
Não es apenas fogo.

Timida insensatez ,
moça do sorriso envolvente,
Terna... caliente,
Absorva-me e domine minha mente.

Minha atenção esta focada, e
Minhas velhas amaras cortadas,
Em peito de coração vazio nao mais focadas.

Bela moça do beijo cortez...
Devora meu corpo,
Pacifica minha alma,
Encanta meu corpo,
Tras paz e calma.

Moça bela e graciosa,
Incandescente, e terna...
Na minha mente ja es eterna.

PALAVRAS SOLTAS ღ 🌹 ಌ

Sensual de paixão, voluptuoso e libertino
Solidão dos corpos, ilusões da vida
Sonhos loucos, olhares sombrios
Mágoas e angústias, espinhos das rosas
Poetas tristes, madrugadas vazias
Rostos frios, palavras sentidas
Maresia e vento, tempestades do inferno
Fogo da carne, mar imenso
Cegos do destino, escuridão da trevas
Sentimento de um poema, despido de mágoa
Infinito e intenso, perfumado no tempo
A chuva cai com força na lama🌻
Lágrimas de sangue, dor
De todos aqueles que perderam a vida
Por uma causa, por um ideal
Luta desigual entre o aço e a carne
Entre a pátria, família, liberdade
Rasgada por dentro, carne sofrida
Sofrimento atroz, dor que arde
No fogo do inferno, sofrida depois da ida
Guardada depois da vida, dos mártires
Da guerra feita do aço e da carne podre
Sem alma, sem coração, sem honra, sem humildade
Homens sem esperança perdidos, esquecidos, com fome
Com frio, lágrimas de sangue que correm nas veias
Sem medo, sem nada, esperam a paz dada pelo aço.

ECLIPSE (soneto)

Sei de uma saudade, tapera escura
Onde meu coração anda penitente
Memória de uma dor, que perdura
No peito, cheio de suspiro pendente

Ó paixão, só me quer na sepultura
Da solidão, amarrado em corrente
Da agonia, me privando da ternura
De ter-te... me tiranizando a mente

Por que? Bates a porta do querer
Quer me ver sofrer e em prantos
E de sentimento rude e sem valor

Arranca de mim este vazio a prover
Versos toscos e tão sem encantos...
Tal qual a quem... desluziu o amor!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19 de março de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Tantos autores reconhecidos e famosos eram idolatrados por criarem histórias fictícias, onde o eu lírico narrava a vida como uma trama leve ao seu desenrolar, mas isso... não o atraía.
Fora a realidade, o vazio, a tristeza e a natureza errante de Bukowski que prendera a atenção.
Em uma das curtas narrativas ele se reconheceu. Não que aquilo lhe fosse surpreendente, o autor, que transpassava seus tropeços em poesias melancólicas sempre o tocava. Mas, dessa vez, foi diferente!
Era uma ideia corrompida de uma breve história que pregava um romance banal, uma literatura de estética crua e repleta de diálogo frio e baixo calão. Talvez, aquilo bastasse para o autor, a ideia era refletida como ele bem quisera... personagens sem expectativas, reféns da sociedade capitalista que gerava ganhadores e perdedores.
Chamava-se “Numa Fria”, e, de um modo não atraente, falava do amor.
Quem contrariaria a ideia de que amar é “entrar numa fria”, quando todos alguma vez na vida se decepcionaram ao amar? O amor em certas ocasiões destrói, entretanto, mesmo com estes efeitos colaterais sempre o buscamos. Possa ser esta a hipocrisia do livre arbítrio.
Era um poema de um trecho desta mesma narrativa que dizia: “Esse diviníssimo acidente nos reuniu,
juntou, mesmo que você seja barro e eu carne... nós nos tocamos. De algum modo nos tocamos”.
Eu estava acostumada com trechos de romancistas, mas compreendi sua maneira de ser recíproco.
E em resposta à isso, deixo-lhe também uma frase: “Se o homem pode fazer apenas uma pessoa feliz durante toda uma vida, então sua vida foi justificada”. Éramos duas almas perdidas e então... nos encontramos.

Sobre o Coronavírus...

Do meu mundo encantado de Alice, eu me atrevo a fazer uma análise deste momento histórico em que o próprio homem (sem querer, querendo) com o aval do Deus Eterno (NADA acontece sem a permissão Dele) permitiram que o planeta passasse.
Sim! Enquanto estamos de quarentena o planeta pode descansar de nós...
Enquanto o vírus chamado homem se recolhe em sua insignificância, a semente germina sem medo, a flor desabrocha em um mundo menos poluído.
Enquanto o homem se esconde porque percebeu sua pequenez no universo, os rios, os córregos, os mares, as fontes seguem ligeiras se purificando.
Enquanto estamos confinados, trancafiados do alto do trono, assentado sobre o globo da Terra (Isaías 40:22) Deus provavelmente assiste ao maior espetáculo da Terra: as geleiras se solidificando, o ar se purificando, às flores sorrindo, a vida marinha bioluminescente reluzindo, a Amazônia renascendo, os dedos de gelo se formando, arco íris lunares surgindo, animais não estão fugindo, seres humanos se voltando para Ele!!🙌🙌🙌
Foi preciso algo microscópico, para derrubar nosso ego gigante!
Foi preciso um inimigo invisível, para nos fazer enxergar...
Foi preciso um vírus miúdo virar o mundo de cabeça pra baixo para entendermos que somos todos iguais.
Foi preciso um vírus minúsculo nos ensinar o quanto a linha da vida é tênue e frágil, e o quanto podemos ser grandiosos e fortes se caminharmos juntos na mesma direção!
Por isso quanto tudo isso passar, não economize beijos, não guarde abraços, não estoque rancor!!
Porque se um vírus tão infame foi capaz de fazer tudo isso...
Imagine quando o mundo inteiro compreender e viralizar o amor...

ÚLTIMOS VERSOS (soneto)

Na poesia luzente, hoje triste e fria
Onde os versos eram para a gente
Na poesia feliz, que ti trovei um dia
Para sonhar, já perece, eternamente

Achei (ia perpetuá-la) à nossa valeria
Intocada a rima de amor contundente
Aquele olhar, sussurrado em melodia
Que nos fez delirar a alma ferozmente

E doravante, chora, a prosa na solidão
Que, outrora, era de convivo tão leve
Agora, cheias de rancor e de embraço

Aquele abraço que escrevia emoção
Que trazia sintonia, e hoje tão breve
Ó inolvidável amor, desatou-se o laço!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
27/03/2020, 10’57” – Cerrado goiano

A vida é um ciclo, nela tudo é passageiro e até nós estamos aqui de passagem...
A felicidade é passageira, assim como a tristeza também o é.
A dor uma hora acaba, assim como sua ausência.
Os problemas aos poucos são solucionados e naturalmente surgem outros.
As dificuldades são vencidas, e em seguida surgem outras.
O conhecimento que adquirimos nos mostra o quanto ainda temos pra aprender.
Saciamos as curiosidades da infância e entramos nos medos da adolescência, esses são vencidos e passamos a batalhar as lutas da vida adulta, pra depois enfrentarmos as dificuldades da velhice.
Com isso passamos a vida em ciclos, com período de dores e ausência delas, tristezas, felicidades, preocupações, tranquilidades, perdas, ganhos, frustações e realizações.
No momento presente estamos todos passando por um período difícil, fomos tirados da nossa rotina, deslocados, angustiados pelo desconhecimento e medo do que está por vir.
É natural surgir em nós o sentimento de descontrole, impotência e preocupação, mas não podemos tê-los em excesso.
Todo excesso é nocivo, procuremos desenvolver o equilíbrio!
Ponderando e filtrando as informações que acessamos, sempre de fontes confiáveis e nos atentando aos fatos.
Se informar é essencial, mas o excesso de informação gera ainda mais dúvidas, principalmente se de fontes duvidosas e sem auxilio profissional.
Procuremos ouvir especialistas nos assuntos, seja da área da saúde, politica e economia. Que são os assuntos mais discutidos no momento.
Não passar o dia ligados em notícias e redes sociais.
Cultivemos o autoconhecimento, a espiritualidade, a fé, a criatividade, o humanismo, a caridade, o amor próprio e ao próximo, a PAZ.
Criemos novos bons hábitos e tentemos abandonar os maus.
Cuidemos mais de nós, da família e da casa.
Pratiquemos uma boa convivência.
Procuremos compartilhar algo bom, que vai aliviar as tensões das pessoas ou contribuir para que os dias delas sejão melhores. Sugestões de cursos, de bons livros, bons filmes, boas séries, bons canais de YouTube, bons sites, boas músicas e boas dicas. Alguma coisa vai ser útil pra alguém e certamente estaremos ajudando ao próximo sem nenhum esforço.
Independende da nossa religião, credo, cultura ou etnia o que nos une sempre será o amor, portanto o pratiquemos!
Amemos a nós mesmos e uns aos aos outros, só assim passaremos por esse ciclo!

RECOMEÇO
Lendo um poema que simplesmente me inspira, decidi escrever hoje sobre o Recomeço.
Quantas vezes não nos deparamos com situações onde não conseguimos enxergar uma saída? Quantas vezes sofremos por termos tomado uma decisão equivocada? quantas vezes nos cobramos por coisas que não dependiam unicamente de nós... ou quantas vezes somos iludidos por alguém? Muitas vezes não é mesmo..
Recomeçar, uma palavra bonita não é? Te garanto que na prática não é tão linda assim. É difícil recomeçar e deixar pessoas, lembranças, sentimentos e momentos para trás, por que afinal de contas são essas pequenas coisas que realmente alegram a nossa vida. Aprendi que o mundo não para pra você respirar, e que para continuar precisamos deixar de lado certas coisas que deixaram de ser prioridade.
A vida é como um livro em branco, cada dia uma nova história a ser escrita. E até que não se chegue ao fim dessa história, saiba que nunca é tarde para encontrar um amor verdadeiro, nunca é tarde para aprender coisas novas e principalmente nunca é tarde para ser feliz.
O que distingue a vida real de um conto de fadas, é que na maior parte dos casos não temos um final tão perfeito assim...
Mas tudo bem acontecer isso!! os melhores livros são aqueles que deixam os leitores entusiasmados por uma continuação. NÃO rasgue as páginas do seu livro!!! Acrescente mais folhas e continue a escrever, você irá errar, irá apagar muitas coisas mas no fim terá orgulho de tudo aquilo que conseguiu projetar.
Um conselho meu; não perca as esperanças nunca. Não deixe os outros limitarem o seu pensamento, não desista do amor apenas por ter tido o seu coração quebrado uma vez; confia em mim alguém incrível vai chegar e irá juntar todos esses pedaços novamente. E se por acaso ele venha a quebrar de novo, recolha os pedaços por conta própria, passe uma bela fita em torno dele, saia com amigos, veja filmes e faça o que te faz bem!!
E se mesmo assim lá na frente a vida der uma ré, recupere sua fé e recomece novamente.