Texto sobre Voce Mesmo
Quando a tua visão se turva e você distorce o que viu, é por que seus ouvidos estiveram fechados para a verdade.
Quando a verdade que você sobre o outro, leva em conta apenas o que você viu como verdade. Isto não quer dizer que você está certo, isto quer dizer apenas que você é incapaz de fazer observações sinceras sobre a verdade do outro.
Jamais esqueça deste princípio.
Você não precisa de ninguém para te promover. Descubra o quão talentosa você é. Muitas vezes, escondemos o nosso potencial porque vivemos na constante necessidade de provar aos outros quem somos, e esquecemos que eles mesmos já reconhecem o nosso valor.
Ubirajara Almeida
O Diálogo
Dúvida – Mas porque você é assim?
Eu – Por incrível que pareça, não vou conseguir responder a sua pergunta.
Dúvida – Mas se você continuar assim, vai ficar sozinho, você quer a solidão?
Eu – Eu já sou sozinho, quem está na minha mente? Ora, amo aqueles que estão comigo, contudo, muitas vezes me vejo só, eu paro, eu peço, eu observo: Nossas companhias existem pra agregar nas qualidades que não temos e nos acompanhar nessa sala de aprendizado que se chama vida, porém ninguém está em nossa mente, ninguém pensa como pensamos, ninguém nos sente realmente. Temos ideias vagas, sim, de como as pessoas se sentem, com base nas nossas experiências, mas quem entende quem? Quem agiria da mesma forma sob uma situação qualquer de alguém? Humanamente só nós nos entendemos. Somos loucos ou somos plenos?
Você esta vivendo ou existindo?
Essa pergunta pode ter varias interpretações, dentre elas, as de alguns filósofos:Onde viver é aproveitar a vida e existir é estar preso ao sistema ou a uma rotina.
Porém viver está ligado ao existir, pois viver significa: Ter vida ou existência; e isso esta ligado ao que somos fisicamente, mentalmente e espiritualmente.
Já existir significa: O ser no momento; e isso está ligado ao tempo, ao passado através das memorias, ao futuro através das nossas esperanças e ao presente através das nossas atuais percepções.
Dessa forma não há como viver sem existir e nem existir sem viver, visto que viver é o ato de ser e existir é o ato do ser no tempo.
Ficar nos bastidores da vida não vai fazer você evoluir
Por que incomoda tanto?
Por que sente que não se cabe mais ali?
E se incomoda por que não muda?
E se não está satisfeito por que não sai?
É necessário agir, torna-se agente a vida
Sem isso nos afundaremos no calabouço da solidão.
E eu que fiquei procurando explicação em lugares errados, achei que fosse admiração porque você parecia carregar o mundo sem demonstrar o peso, parecia um super-herói aos meus olhos, pra mim foi como um anjo que veio na minha vida, o encanto existe em pessoas que atravessam uma sala e mudam a temperatura do ambiente, pura loucura, mas aí achei que fosse costume porque sua presença começou a fazer parte dos meus dias sem que eu percebesse, mas nenhuma dessas respostas sobrevivia quando a madrugada chegava, porque nenhuma delas existia resposta por tamanha admiração que não deixava o meu peito vazio depois de uma despedida comum.
E você foi me encantando, transformou uma simples mensagem em acontecimento, virando costume que não faz alguém permanecer nos pensamentos quando tudo já deveria ter terminado ( zerando minha consciência, pra só existir você), então eu inventava desculpas, centenas de centenas delas, para que uma delas me impedisse de admitir o que estava crescendo em silêncio , silêncio de sala vazia, silêncio que nem o apocalipse gostaria de ouvir, silêncio que vira loucura somente por escutar, enquanto isso, a vida seguia acumulando pequenas crueldades.
Você sorria, eu guardava
Você falava, eu lembrava
Você desaparecia por algumas horas, dias ou até mesmo por semanas, e eu sentia sua falta, sofrendo calada sem você saber que gritava pedindo pra você está aqui.
E algo dentro de mim caminhava pelos corredores da ausência como quem procura uma porta de saída em um lugar sem saída, o pior é que ninguém percebia, porque certas tempestades aprendem a chover para dentro, foi assim meu amor por você, tudo por fora, parecia intacto, por dentro, existia uma cidade inteira iluminada pelo mesmo nome.
E eu odiava isso, odiava a facilidade que me fazia sentir, odiava que você ocupava espaço que não deveria ser ocupado, odiava o modo como qualquer canção encontrava uma maneira de me devolver para você, odiava perceber que algumas pessoas passam pela nossa vida enquanto outras se instalam nela.
Você se instalou, nos detalhes, nos intervalos, nas partes que eu jamais ofereci a ninguém, e quando finalmente compreendi o que estava acontecendo, já era tarde.
Porque não existe defesa contra alguém que virou refúgio antes mesmo de virar realidade.
Foi quando surgiu o medo, não de te perder, pois pra perder, primeiro é preciso possuir e você nunca foi e nunca será meu, logo eu que nunca tive nada, apenas um medo de continuar carregando tudo isso sem saber onde colocar, por não saber amar pouco e amar você foi amar aos berros, senti medo de assistir você seguir por estradas onde eu não existo, medo de descobrir que o universo foi generoso o suficiente para me fazer sentir algo raro, mas não o bastante para permitir que fosse correspondido.
Então fiquei aqui esperando, e entre a esperança e o impossível o possível pra mim nunca existiu, entre a coragem e o silêncio eu era a mais covarde e muda, entre a vontade de dizer e o receio de estragar, até minha respiração já faz tudo pra estragar, mas porque algumas verdades parecem pássaros presos na garganta.
Tentam voar, tentam nascer, tentam escapar, tentativas fracassadas, encontrando grades feitas de incerteza.
E mesmo assim? Mesmo sem promessas, mesmo sem garantias, mesmo sem saber se algum dia você enxergará tudo aquilo que escondo, existe uma parte de mim que continua escolhendo você e que vai continuar escolhendo para todo o sempre e pra sempre, foi o juramento que te fiz, quando não podia ouvir .
Eu sei não tem lógica, mas não é por lógica não é por conveniência, nem por falta de opção, foi por escolha que meu coração reconheceu algo genuíno e não encontrou em mais ninguém, algo que não sei explicar, algo que não sei curar, algo que continua vivo mesmo quando tentei abandonar, como uma luz que insistente em ascender na última janela de uma cidade adormecida.
Esperando, esperando, sempre esperando sem saber se irei ter resposta recíproca, mas ainda te esperando.
Você entrou na minha vida como aquelas músicas que a gente escuta sem esperar nada, e depois não consegue mais deixar de escutar por que vira chiclete, eu juro eu não esperava gosta nessa proporção, no começo era fácil, eu te via apenas como um alguém normal e eu ria fácil com suas piadas sem graça, achava bonito teu jeito distraído, teu olhar perdido no meio das conversas ( mesmo que através da tela), a maneira como tua voz soava quando não estava tudo bem, quando tudo era um dia bom era simples a forma que me fazia viajar pra outros lugares só com o som de sua voz é como se soubesse o caminho que me leva até você.
Desculpa por me envolver tanto eu não percebi quando virou amor, talvez tenha sido naquela madrugada em que você falou dos teus medos tentando parecer forte, e eu tive vontade de te abraçar como quem protege uma chama do vento, ou talvez tenha sido antes, sei que meu coração palpita quando penso em você. Sei que, quando percebi, já tinha construído uma casa inteira dentro de você.
E pessoas como eu? Não sabem sobreviver depois do incêndio, você é a chama que não apaga, o gelo que não derrete, a chuva que não passa, o vente que não acalma, o tsunami que nunca está satisfeito em destruí tudo pela frente, você é o amor que não morre, e quando me dei conta que eu te amava você foi ficando distante devagar, cruelmente devagar, como quem queria partir, e sem fazer barulho, foi o silêncio mais barulhento que já ouvir, foi como o som de pratos de cristais se quebrando, como trovoadas no céu.
Mas o amor que senti por você foi quente, foi como deitar a cabeça em um travesseiro feito de nuvens, como pisar em casca de ovos, foi sentir a verdade, mesmo quando a boca mente e o silêncio entrega tudo, eu fiz tanto esforço pra que você continua-se ali e mesmo sem realmente estar, vi a culpa escondida nas pausas, nas respostas curtas, nos “tô cansado” que nunca eram só cansaço, era desistência.
E ainda assim? Eu implorava ao universo pra você ficar.
Patético, né?
Mas amar alguém a ponto de aceitar migalhas só porque elas ainda carregam o perfume, aquele maldito perfume.
Tem noites em que lembro da tua voz e meu peito reagindo como agulhas por dentro da pele querendo sair, a saudades não parece saudade e se torna um luto eterno.
Sabe o que mais dói? É que você não morreu, mas a versão de nós dois que eu mais amava… morreu, e ninguém fala sobre isso, ninguém fala sobre a dor absurda de olhar pra alguém vivo e perceber que já perdeu essa pessoa, às vezes eu releio nossas conversas antigas só pra visitar quem eu era antes do fim.
Antes de aprender que amor também sabe destruir devagar, e ouvir da sua boca que eu merecia alguém melhor, e o grande problema era que eu não queria alguém melhor.
Eu queria você!
Mesmo confuso, mesmo quebrado, mesmo indo embora aos poucos enquanto eu tentava te segurar com mãos cheias de cortes, talvez essa seja a pior parte do amor: ele não acaba quando deveria, ele continua respirando escondido, em músicas aleatórias, em ruas conhecidas, em domingos vazios, em detalhes tão pequenos que dá raiva perceber que o coração ainda lembra.
Então eu sigo me forçando a viver sem ouvir a sua voz, sigo sem ver seu sorriso, sem ouvir sua risada, sem ver seus olhos, sigo querendo ficar, sigo sangrando sem querer curar.
Porque nunca vai sarar a ferida por que minha cura me deixou, e se minha dor cansa uma hora, farei novas feridas relembrando daquilo que me fez bem e nenhum outro vai fazer da mesma forma.
E bem no meio da madrugada, eu ainda desejo, em silêncio, que você volte como quem nunca foi embora.
Não sei se te aceito ou se vou sofrer
Volta e vem me machucar, é o que você quer?
O coração dividido, dúvida cruel
Se abrir ou se fechar, qual é o papel?
Medo de sofrer, medo de amar
Mas o desejo de ter você é maior
Vai que é linda a dor de amar
Ou vai que é só mais uma forma de se perder.
(Saul Beleza)
casa limpa, cheiro bom no ar e um vazio que só você preenche.
A orquídea negra do lençol ainda disfarça, mas não engana. O perfume que ficou na casa é você, e nenhum outro vai substituir.
Vem dormir. O sono te espera aqui do lado, junto com esse cheiro que insiste em ficar.
(Saul Beleza)
*Nem Sempre o Sempre*
Mamãe, queria que você ficasse aqui pra sempre.
Mas nem sempre o sempre, sempre será pra sempre.
O sempre que me deste, mora agora no cheiro do café,
no jeito que dobrava a coberta, no "se cuida" sem porquê.
Teu sempre virou semente dentro do meu peito.
Não tem despedida que arranque raiz desse jeito.
Então você fica. Não no quarto, mas no gesto.
Não na rotina, mas em tudo que me fez honesto.
O sempre mudou de endereço. Agora ele é lembrança,
é força que levanta, é colo quando a vida cansa.
E se a saudade apertar, eu fecho o olho e escuto:
tá tudo bem, filho. Meu sempre agora é teu.
(Saul Beleza)
*Brasa Calada*
Às vezes você pensa
Que eu perdi o interesse.
Mas não foi isso, não.
Eu apenas me calei.
Aqui dentro de mim,
O interesse persiste
Só que agora em silêncio,
Brasa que não desiste
Não fala, mas sustenta,
Não grita, mas é mar,
Tá quieto por fora
Mas não parou de pulsar.
O silêncio virou casa
Pra tudo que eu senti
Se eu não bato na porta
Não quer dizer que parti.
(Saul Beleza)
*Sem Ter Que Partir*
Não quero partir sem antes ir
Ir ver você de perto, sentir
Ir sem te encher de mimos
Ir sem dar aquele beijo demorado
Que a gente deixa o tempo parar
Não quero ir sem te confessar
Que te quero, inteiro, sem disfarçar
Ir sem ter que partir de você
Ir sem te convidar a vir
Me diz... quer ir?
(Saul Beleza)
o que é real?
o que você acha que real?
dentro deste mundo o que é real?
tudo um político diz é real?
suas animações são reais?
tudo que se permite viver e real?
porquê a realidade te assusta?
compreenda verdade que te cerca!
o mundo real esta mais perto que acha..
achismo é um caminho sem volta.
entenda sua realidade, e assim nao perturtube a derradeira realidade....
acorde, acorde, seu mundo nao é real....
Na púrpura da realidade
Se da escolha ou é escolhido
Se escolhe o que você é?
É uma forma que se cria?
Um desejo que se forma?
Ou que é pela sua compreensão e desejo...
Opção sexual?
Tabus da sociedade?
É aceito ou se torna mais um dentro de um dogma religioso...
Tudo ponto de vista pragmático sera?
Pois tantos preconceitos...
Julgamentos e perseguição...
Sois é nada mais que é...
Tudo que é compreendido é a ignorância.
Pois o que somos dentro deste mundo alucinante...
Fechei os olhos eu vi você...
Acordei de madrugada senti sua presença serena...clamei ao luar
E o dia amanheceu...
Era meus olhos abertos dentro de um sonho e voce estava ali...
O vento levou tantos sentimentos para seu coração..
Me recordei da chuva que tomamos juntos corremos para um ônibus...
Os momentos a neblina cobria a cidade.
Escrevo estas palavras porque a voz me falta quando te vejo partir. Sabe, antes de você chegar, eu caminhava no escuro. Foi você quem acendeu a luz da minha vida e, mais do que isso, me ensinou um jeito de amar que eu sequer sabia que existia.
Você cuidou de mim, tirou cada pedra do meu caminho e me deu um chão seguro. Mas agora, diante da possibilidade de te perder, percebo que fiquei dependente desse cuidado: sozinho, eu já não sei mais viver.
Não faz sentido você ter feito a chama desse sentimento arder tão forte para agora dizer que tudo não passou de uma ilusão. Eu me recuso a acreditar que o que vivemos foi um sonho passageiro. Por favor, olha para mim. Não faz assim... me diz que esse anúncio de fim é mentira. Tenta entender o que estou sentindo e, pelo menos uma vez, dá uma chance real para o meu coração te provar que ainda temos conserto.
Eu tenho medo. Um medo que me paralisa. Tira esse medo de mim e não vá embora. O mundo esqueceu de me ensinar como te esquecer, e eu não estou pronto para aprender essa lição agora. Ficar sem você não é apenas um vazio, é um castigo que o meu coração não merece carregar.
Amor, eu te peço: não me deixa. Não me deixa enlouquecer nessa solidão. Fica comigo. Só mais uma vez, fica comigo.
E, quando encontrar um grande amor, que rolar o tchan, que o seu coração palpita e você escreve pensando nele, que chora quando imagina estar sem ele. Lute pelo amor dele. Porque o amor se constrói. É, na adolescência geralmente é onde a gente encontra o verdadeiro amor das nossas vidas.
Fale tudo o que o seu coração pedir, olho no olho por carta, mas fale.
Nunca deixe o seu amor fugir de você, por ter medo de expressar o que sente.
Há um dia na vida, que a vida vai te pregar peças.... E, você vai precisar ter muita resiliência para não desistir. Por isso, é importante sempre trabalhar a paz mental!! Ela nos salva de coisas absurdas da existência, nos piores momentos dela. Eu sou prova disso!
Morri, e renasci.
Sofrer um colapso séptico e sobreviver, é um milagre.
Passar por uma cirurgia de emergência, e depois mais outra, com sequelas terríveis no corpo, e estar de pé, me faz sentir que sou como um soldado na guerra, lutando até o último homem, mas nunca desistindo.
Restam as dores, mas cá estou eu.
Minha paz interior, está nas alturas!
Obrigada universo por tudo isso. Descobri que sou forte, sem nunca querer ter sido.
Eu estou diante de você, e não é por acaso. Eu sei o que é sentir que existe algo maior me chamando. Eu sei o que é ter um sonho estranho, intenso, quase inexplicável, e acordar com a sensação de que aquilo significava mais do que parecia. Eu já estive nesse lugar. E talvez, assim como você, eu tentei entender se aquilo vinha de fora… quando, na verdade, vinha de dentro.
Eu sonhei com algo que não cabia na lógica comum. Um ser que descia dos céus, que mudava de forma, que me olhava como se soubesse exatamente quem eu era antes mesmo de eu me tornar. E quando ele disse o nome, Mamu, eu não senti medo. Eu senti fascínio. E foi ali que tudo começou a mudar.
Porque o fascínio não mente.
O medo paralisa, mas o fascínio aponta. Ele revela aquilo que a gente deseja, mas ainda não teve coragem de assumir.
E naquele momento, sem perceber, eu estava diante da minha própria expansão. Não era um ser externo. Era uma representação daquilo que eu poderia me tornar. Algo mais consciente, mais estratégico, mais livre.
Mas liberdade não vem do excesso. Liberdade vem do controle. E foi aí que eu entendi algo que mudou completamente a minha forma de viver:
O suficiente é luxo.
Sim, o suficiente é luxo. Porque em um mundo onde todos querem mais, mais coisas, mais validação, mais reconhecimento, escolher o suficiente é escolher poder.
Mas me responde com sinceridade: você sabe o que é suficiente para você?
Ou você está apenas correndo atrás de algo que nunca termina?
Eu precisei parar. Eu precisei encarar o vazio que existia entre o que eu queria e o que eu realmente precisava. E não foi confortável. Porque o excesso disfarça a insegurança. Ele ocupa espaço, preenche o silêncio, evita que a gente encare a verdade.
Mas quando eu comecei a remover o excesso, algo curioso aconteceu.
Eu comecei a me enxergar.
Minimalismo nunca foi sobre ter pouco. Minimalismo é sobre ter clareza. É sobre olhar para a própria vida e perguntar: isso aqui tem propósito ou só está ocupando espaço?
E essa pergunta não serve só para objetos. Ela serve para tudo.
Para os pensamentos que você repete.
Para os conteúdos que você consome.
Para as pessoas que você mantém por perto.
Para as metas que você diz ter, mas não executa.
Eu comecei a eliminar. E no começo deu medo. Porque parece que você está perdendo. Mas não está. Você está abrindo espaço.
Espaço para o que realmente importa.
E foi nesse espaço que eu comecei a construir algo real. Eu parei de tentar fazer tudo e comecei a fazer o essencial. Eu parei de postar por postar e comecei a comunicar com intenção. Eu parei de querer agradar todo mundo e comecei a falar com quem realmente precisava me ouvir.
E aí entra algo que muita gente não entende:
Eu não vendo e-books. Eu vendo transformação.
Ninguém acorda pensando “vou comprar um e-book hoje”. As pessoas querem mudar. Querem se sentir melhores, mais leves, mais confiantes, mais no controle da própria vida.
E se você não entende isso, você não vende.
Mas se você entende… você constrói algo que cresce.
Eu comecei a observar. Testar. Ajustar. Errar. Melhorar. Repetir. E repetir de novo. Sem glamour. Sem atalhos. Sem esperar motivação.
Porque motivação é instável. Mas decisão é sólida.
E foi aí que eu percebi que enriquecer não tem a ver com fazer muito. Tem a ver com fazer certo, de forma consistente.
Você não precisa de 100 estratégias. Você precisa de uma que funcione… e repetir.
Você não precisa de mil ideias. Você precisa de uma clara… e executar.
Minimalismo é isso. É cortar o excesso de esforço desorganizado e focar no que gera resultado.
Mas deixa eu te perguntar algo que talvez você esteja evitando:
Você quer enriquecer… ou você quer parecer que está tentando enriquecer?
Porque existe uma diferença enorme.
Uma pessoa que quer enriquecer aceita o processo. Testa, falha, aprende, ajusta.
Uma pessoa que quer parecer ocupada fica presa no planejamento, no consumo de conteúdo, na comparação.
E eu precisei escolher.
Eu escolhi agir.
Mesmo sem garantia. Mesmo sem perfeição. Mesmo sem aplauso.
Porque no fundo, eu sabia: a versão da minha vida que eu desejava não viria até mim. Eu precisava construir.
E aquela figura do meu sonho… aquela que mudava de forma… era exatamente isso.
Adaptabilidade.
Quem cresce muda. Quem cresce se ajusta. Quem cresce não fica preso em uma única identidade.
Hoje eu entendo que aquele “Mamu” não era alguém vindo me ensinar. Era uma parte de mim dizendo: você pode ser mais.
Mas existe um preço.
E o preço não é dinheiro. É disciplina.
É fazer o que precisa ser feito quando ninguém está vendo.
É continuar quando não tem resultado imediato.
É confiar no processo mesmo quando a dúvida aparece.
E aqui está o ponto mais importante de tudo isso:
Você não precisa de uma vida gigante para ser feliz.
Você precisa de uma vida alinhada.
Uma vida onde o que você faz faz sentido. Onde o que você consome não te pesa. Onde o que você constrói te aproxima da liberdade.
Isso é riqueza de verdade.
Não é sobre ostentar. É sobre respirar sem peso.
Agora eu te deixo com isso, e eu quero que você leve a sério:
O que, na sua vida hoje, é excesso disfarçado de necessidade?
E mais…
Se você continuasse exatamente como está agora pelos próximos 2 anos… você estaria mais perto do seu suficiente ou mais longe dele?
Porque a resposta disso define tudo.
E talvez, só talvez… aquele sonho não foi estranho.
Foi um convite.
ALINNY DE MELLO
15 de Mello de 2026
Você entra nesse mundo sem manual impresso na mão, mas logo descobre que existe um livro que atravessou milênios tentando cumprir exatamente esse papel. A Bíblia não se apresenta como um guia simples, direto, técnico. Ela se apresenta como um enigma vivo. Um texto que respira conforme quem o lê. Um espelho que nunca reflete duas consciências da mesma forma. E talvez esse seja o ponto que você evita encarar com profundidade. A Bíblia não foi feita para ser decorada, foi feita para ser atravessada. E atravessar algo é sempre diferente de possuir.
Você pode ler os mesmos trechos dezenas de vezes. Pode sublinhar, anotar, marcar páginas. Ainda assim, nunca será a mesma leitura. Porque quem muda não é o texto. É você. O que se transforma é o ponto de consciência que você ocupa no instante da leitura. E isso revela algo desconfortável para quem busca controle absoluto. Não existe interpretação final. Não existe leitura definitiva. Existe encontro. E todo encontro depende de quem chega.
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