Texto sobre Voce Mesmo

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Descobri que te amava no dia em que meu cuidado começou a te procurar antes mesmo de eu perceber minhas próprias dores .
Quando seu cansaço passou a morar em mim como algo que pede colo, e não explicação.


Te amei no detalhe invisível, no jeito como percebi suas fragilidades sem vontade de toca-las com força. Sem curiosidade, sem invasão, Amar você foi aprender a caminhar devagar para não assustar o que em você era delicado.


Eu te li nos silêncios. Nos dias em que você você sorria pouco, nos instantes em que seu olhar pedia abrigo sem saber pedir.
E ali, nesse espaço frágil e humano, meu amor não recuou, ele cresceu.


Eu vi suas dores e não senti medo.
Senti respeito, porquê ali havia nelas uma humanidade quieta que pedia mais silêncio do que solução, e eu fiquei ali, não para salvar, mais para ser chão.


Se amar é se perder, eu me perdi em você conscientemente. não porquê deixei de ser quem eu era, mas porque eu encontrei alguém por quem valia a pena ser mais gentil, mais paciente, mais lar.


E se um dia você esquecer quem é, lembre-se disso: Houve alguém que te amou não apesar das suas fragilidades, mas exatamente nelas, alguém que viu suas rachaduras e deciciu morar ali.

⁠Eu odeio o amor.

Odeio como os seus olhos brilham e me encantam... ao mesmo tempo ofuscam a sua alma de mim.
Odeio quando você diz que me ama, mas que não me quer... fazendo-me te esperar por toda a minha vida.
Odeio como, mesmo de maneira inconsciente, vivo pensando em você... o que me faz sonhar acordado.
Odeio que, depois de 14 anos, você tenha dito que ainda me ama... já que desperdiçou os melhores anos da minha juventude.
Odeio que você esteja tatuada na minha pele... externando o que há muito está tatuado na minha mente e no meu coração.
Odeio como magoo as demais mulheres... só por não poder e não querer te esquecer.
Odeio quando você me liga... só pra dizer que não quer mais falar comigo.
Odeio que você nunca me esqueça... mas diga que não quer ter um vínculo eterno comigo.
Odeio que você tenha vindo me ver e me beijado... me deixando novamente apaixonado.
Sobretudo, odeio não conseguir te odiar nem por um segundo... embora seja um misto de amor e dor, eu ainda TE AMO! ❤️💔

Eu deixo a moralidade para putas e ladrões.
Ontem mesmo eu estava com a solidão, essa velha cafetina da alma, me levou ao quarto de uma meretriz. Não tinha dinheiro, mas paguei com um relógio que encontrei no próprio prostíbulo; o tempo ali não pertence a ninguém.


Deixo a moralidade para os alcoólatras e os viciados em jogos, que fazem sermões com o copo na mão e roletas no bolso. Eu, por mim, não gosto nem de álcool nem de jogos, então só jogo quando bebo, e só bebo quando me percebo vivo.


Deixo a moralidade para os que se afogam na em águas rasas.
Eu prefiro os pecados honestos, as mentiras sinceras e as verdades que se contam em um beijo na boca.

Cora coralina

Que desde menina
Mesmo sem ser muito letrada
Conseguiu abismar a moçada educada

Seus versos simples !!
Como de uma cabocla
Desse imenso Brasil
Varonil

Monstrou a todos nós ,
Que as mulheres
Desse pais continental
Que ela é a tal

Inteligente ......simples
Bem humorada
Deixou....... imaculada
Saudades em nossos corações

Reflexos no espelho


Mesmo que veja mil formas em mim
Cada olhar é só sombra do que não tem em si
Eu caminho pelas minhas ruas de vento
Cada passo meu é poema que invento




E se me julgar pelo que faço ou deixo
É reflexo dela, não do meu desejo




Faço por mim, canto por mim
Não é culpa, não é dívida, não é fim
O mundo pode sentir, pode comentar
Mas o coração que pulsa é só meu lugar




A cada nota que solto na noite vazia
Eu devolvo ao silêncio a minha alegria
Se houver espinhos no que deixo passar
São sementes que nela vão brotar




E que veja o que falta, não o que tenho
Que a sombra do outro não apague o meu lenho
Porque cada gesto, cada fio de voz
É meu, é meu, não importa o que ela sós




Faço por mim, canto por mim
Não é culpa, não é dívida, não é fim
Que ela veja, sinta, chore ou sorria
O que eu busco é só minha poesia

**Existir e Ter**


Eu, só eu, mais ninguém e com todos ao mesmo tempo,
Uma mistura de alegria e solidão,
Um pesar de sentir e não sentir
De ver e não ver, como gostaria de desver!
Eu sou porque existo ou existo e apenas sou?
Ser ou não Ser, será que essa sempre foi a questão?
Ter tudo e ao mesmo tempo não ter nada,
Será que um dia sempre tive algo verdadeiramente meu?
Ilusão de um mundo irreal,
Somos nada e temos nada, apenas somos.
Quem somos? O que temos? Para que temos?
Temos o que, afinal?
Futilidade de uma busca sem fim,
Temos e logo perdemos, o ciclo se repete.
Ser ou não Ser, se já somos, porque não?
Ter ou não Ter, se temos, pra que mais?
Ter e depois perder, o que resta?
Mas se perco, foi realmente meu?
Para que ter e perder depois, seria melhor não ter,
Assim nos poupamos dor e sofrimento,
Mas a vida não é feita de dor e sofrimento?


Já disse Mick Jagger:
Você Não Pode Ter Sempre o Que Quer
Você Não Pode Ter Sempre o Que Quer
Você Não Pode Ter Sempre o Que Quer
Mas se você tentar algumas vezes, bem,
Você pode descobrir que consegue o que precisa!!!

BRADO BRASILEIRO

Acordai deste berço esplêndido, com o som do mar, mas sem a luz, mesmo sob o céu profundo.
Fulgura-te, Brasil, deste lodo fétido e do grume da corrupção, ó florão da América.
Que teu povo heróico solte novamente o brado retumbante, porém, que não se ouça apenas das margens plácidas do Ipiranga.
Mas que ecoe por todos os cantos: dos bosques que têm mais vidas, aos campos que têm mais flores, e que reviva, em teus seios, sempre e cada vez mais, amores.
E que, assim, esta terra garrida dê fruto aos teus verdadeiros filhos, e não aos falsos filhos teus, movidos apenas pelo orgulho e pela preponderância da corrupção, pois, querendo roubar-te as cores, ficarão pasmos diante de teus gigantes e de tua própria natureza, contemplando que os filhos teus, de fato, não fogem à luta.
E, assim, compreenderão, ó Brasil, como és belo e colosso, pois teu futuro é agora; e queremos entregar-te esta grandeza, terra adorada.
Entre outras mil, és tu, Brasil, porque tu também és minha, ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo, onde os políticos não são tão gentis;
Sê, verdadeiramente, livre, Pátria Amada Brasil.

Já não tenho o mesmo medo de mudar esperando o amanhã que revele minhas intenções de certo sentimento que se solidifica em meu coração;
Sei que posso ser mais que feliz sem precisar me entregar ao fracasso, pois minhas lutas me darão vitórias que não serão em vão;
Me sinto tão estranho nessa confusão que meu coração se move com pequena destreza para com a vida que retribui com impossibilidades de encontrar a felicidade;

Sempre te amarei até mesmo que o paraíso se confunda com o purgatório e congele o submundo com a chuva do serrado;
Eu sempre te amarei mesmo que caia sobre nós a décima terceira estrela e faça-me perder todas as inspirações;
Sempre te amarei por toda a eternidade por mim e por você sem perder o meu estilo;

E o tempo corre adiante
nunca retrocede... Mesmo
que soframos em meio
tempo ou em tempo constante;
O tempo é realmente fugaz
Se pararmos a sua espera
o tempo passa por cima,
em um piscar de olhos
E seu plano se desfaz;
mas gerenciar o próprio tempo
É responsabilidade para viver
Porque o tempo é o remédio
Para atender o nosso querer;

Minhas indecisões são pedaços que nem eu mesmo consigo explicar sem me sentir tão adulto responsável de atestar alguma coisa.
Ser tão correto ou até tão bonito não me dá o direito de perceber que eu lhe amo.
Eu sei que a quero, mas a distância foge ao meu alcance e se esconde a minha razão.
Tenho a confusão um pouco em exagero que me faz lembrar e esquecer-se do que não vivi.

A poeira vive pelos cantos mesmo que a primeira chance se torna a ultima chance;
Volto a viver por um amor inigualável que me desatinou e mesmo eu sendo um homem feito gostaria de ser criança e chorar para quê ninguém me julgasse;
Sempre precisei da sinceridade que se guardava para que nossas vidas possa se encontrar;

Sei que para seguir em frente é fácil, difícil mesmo é esquecer as magoas que deixaram cicatrizes irreparáveis no coração;
Difícil mesmo é deixar para traz tudo aquilo que construímos entre verdades e expectativas irreais;
Mas mesmo assim ainda penso em você, lhe tenho em meu coração trancada a sete chaves para não te perder de vista;

⁠Eu te amo pela razão de amar e pelo mesmo motivo de quem gosta
Te amo sem necessidade, te amo sem frustração, mas com um sentimento em verdade...
Te amo porque eu tenho um coração e o sentimento mais forte que existe... É o amor queimando em paixão;
Te amo como homem que luta pelo querer
É um amor mais que sincero é o amor que me faz viver!
É um amor que não é cobrado... É o amor que é preciso, é um amor confiável.
Te amo para ser feliz, te amo para ser forte
O meu amor é eterno e vai além da morte;

⁠Respeite as tuas decisões, respeite a si mesmo... Escute a voz do seu coração
Se de fato à vida te impõe força e resistência para lutar
Tenha gratidão à Deus por te dá vida e te capacitar
A sua auto-estima, tem de ser maior que as críticas alheias
Não tente ser melhor e nem tente ser perfeita...
A vida te faz única, ninguém é igual à você
Sobretudo essas escolhas é o único modo de viver!

⁠Por que te amo?

Ninguém define a força do amor
Seja ele na felicidade ou até mesmo na dor
Não se troca, não se vende
O amor é infinito e com ele se aprende

Por que te amo?

O amor é um sentimento com ele existe a troca de momentos
Momentos afetivos que com certeza não se paga
Porque o amor de verdade é dado de graça

Por que te amo?

Ao vento é semeado, se não há coragem... No coração é guardado
Só sei que nada sei... Mas o meu coração à você eu me entreguei;

O mesmo vento que varre a sujeira do chão
é aquele que anuncia a tempestade.
É também o vento que retira o excesso de calor do corpo
e devolve o fôlego à alma.
Nada muda na essência — muda o tempo.
O vento é o mesmo, o ciclo é que se transforma.
Assim somos nós:
em certos dias limpamos, em outros estremecemos,
e há momentos em que apenas equilibramos.
Quem compreende os ciclos não teme o vento,
aprende a caminhar com ele.

Há Vidas no Seu Passo

Ninguém vence só.
Mesmo quando parece que não houve ajuda direta, quando não há nomes para agradecer em voz alta, muitas pessoas vencem junto.

Vencem os pais quase sempre os primeiros a acreditar. Lutaram, renunciaram, erraram tentando acertar e batalharam para te criar e te formar, não apenas para vencer, mas para ser alguém. Parte de quem você se tornou carrega o esforço deles.

Vencem os filhos.
Porque cada conquista sua vira exemplo e, além do orgulho, pode significar uma vida melhor, mais digna. Às vezes, vencer é abrir caminhos para que eles não precisem repetir as mesmas dores.

Vencem os amigos.
Aquele amigo, aquela amiga que te ouviu no dia em que você só precisava de um conselho. Eles vencem porque estiveram presentes quando ainda não havia vitória alguma para comemorar.

Vence quem ficou.
O marido, a esposa, o namorado, a namorada que não soltou sua mão nos dias ruins. Que permaneceu quando tudo ainda era incerteza. Hoje, também têm o direito de compartilhar da vitória que ajudaram a sustentar.

E existem pessoas que você não vê.
Anônimas. Silenciosas. Gente que te observa de longe, que te admira sem dizer, que usa sua caminhada como referência. Pessoas que precisam que você vença, que seguem em frente apenas porque se inspiram em você.

Por isso, siga.
Mesmo exausto. Mesmo desacreditado. Mesmo sem reconhecimento.
Porque enquanto você pensa em desistir, alguém respira fundo só porque viu você continuar.
Às vezes, a sua vitória não é sobre sucesso
é sobre impedir que alguém desista de viver.

Minha mente se enlouquece, até mesmo as assombrações não aguentam mais tantas perguntas.


Nem meu sistema, um robô que veio com uma falha de sistema, principalmente na comunicação.


Há um medo neste corpo, há algo que ele não sabe identificar, pergunta-se e ao mesmo tempo não processa. Uma magnitude de erros epiléticos.


Olho, tento... Tento processar tudo que vejo, analiso, e relembro, lembro e lembro, esqueço.


Me alegro, alegria em lembrar que não preciso lembrar.

Mãe é casa que abriga e nutre, mesmo antes da gente existir.
É a casa que sustenta a vida.
É morada que divide o antes e o depois.

Mãe te concebe e recebe na chegada,
acompanha sua jornada
e se quebra na despedida.

Mãe é amor, é pressão, exageros, saudades, proteção.
É amor e ambiguidade.

Pode estar distante, mas pra ficar ausente... só doente.
É força e fragilidade ao mesmo tempo.

Mãe é raiz.
Mesmo quando o galho se parte,
ela permanece sustentando a história.
Porque ser mãe é existir no outro
mesmo quando não é mais vista ou compreendida.

Psicóloga Claudia Marília 🌻