Texto Sobre Silêncio

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Uma MULHER é capaz de calar uma multidão com seu silêncio, provocar uma TEMPESTADE num copo d'água e derreter um CORAÇÃO com seu jeito de ser.
Consegue SORRIR diante da dor e demonstrar sua coragem perante o MEDO. Mesmo sem batom, sabe dizer EU TE AMO com toda a intensidade do vermelho, e ainda, diante das pedras usar o seu SALTO ALTO!
Porque o coração de uma mulher não BATE, ele toca MÚSICA. Ele encanta. E independente do ritmo, tem dias de samba, de rock de reggae... Pois seu coração sempre sussurra uma canção OUSADA, diferente, mas com uma linda melodia!

Precisamos aprender o quão grande e poderoso é o silêncio... Aparenta ser tão insignificante, sem valor algum, porém não é.
O silêncio nos faz levantar reflexões, nos faz devanear, nos faz ouvir os sons que existem em nosso interior.
O si
lêncio pode evitar tragédias e desafetos, deixando que assim a soberbia escancare a boca longe de nós.
O silêncio nos faz mais humildes.
O silêncio nos torna seres mais pensantes, mais inteligentes.
O silêncio pode nos fazer respeitar as oposições que vem de encontro a nós.
O silêncio nos faz aceitar.
Precisamos aprender a praticar o silêncio, parar para ouvir. Parar para ouvir a fala de alguém, que pode ser um tanto quanto importante. Parar para ouvir o sons da natureza, até do caos da cidade.
Precisamos aprender que por mais difícil que seja, o silêncio pode ser a solução.
Precisamos aprender que gritar, não nos traz respeito, muito pelo contrário, nos trás a total falta de valor, nos inferioriza.
O silêncio tem tanto poder que pode fazer alguém te amar, por não te pronunciado algo desagradável, mas também pode destruir alguém, sem nenhuma palavra. Silencie.

Sussurro

No silêncio da noite
No calor da manhã
No trovejar de uma tempestade
Na nevasca de uma montanha

No soluço de um choro
Na risada de uma gargalhada
Um flash de dentes
Um abrir de lábios
Um piscar de olhos

O brilho do luar
O balanço de uma árvore
A brisa do mar
O grito de uma ave
A felicidade de um golfinho
A lágrima de uma nuvem
Um raiar do sol

A alegria de uma criança
A seriedade de um adulto
A birra de um adolescente
A vontade de viver de um idoso
A esperança de uma mãe
O luto de um coração despedaçado
O nascimento de uma vida

Tudo se ergue com um sussurro.

[13 de dezembro de 2012] [QHFR]

Em silêncio você sofre toda a dor de quem não consegue aceitar.
Seus olhos dizem coisas que você se nega a falar.
A sua voz embargada não consegue disfarçar.
E eu... eu sou obrigada a disfarçar,
em silêncio ficar,
pra não denunciar esse amor que a todo custo você tenta negar.
Você ainda não entendeu que é meu?

E no silencio da madrugada eu desabo em lagrimas, não para fazer drama mais para aliviar a dor que levo no coração, só queria realmente que com as lagrimas fosse embora a dor, e que o silencio da noite trouxesse a resposta para esse vazio na minha alma. Mais não é bem assim, a musica é aliada nas noites solitária das quais eu vivo, quando amanhece eu tiro aquele velho e bom amigo, '' o sorriso'' que fica guardado durante a noite, quando não tem ninguém por perto.. para dar a vaga a sua verdadeira cara, as lágrimas e assim vai passando dias e as noites de uma adolescente, esquisita, que ama rock, que é diferente, que não gosta de maquiagem mais usa, que usa mine saia não ´porque ta na moda porque se sente bem, que não liga pra opinião dos outros mais evita muitos palpites. Aquela que chora sozinha não para esconder as lágrimas mais para não explicar o motivo delas.
Sim essa sou eu!

Eu tenho um amigo que ouve o seu silencio e sabe interpretá-lo da forma mais simples e ingênua que um homem pode imaginar, mas ao mesmo tempo ele o faz da forma mais complicada e vil.
Eu tenho um amigo que consegue sentir o vento e dizer de onde ele vem e o que ele quer, mas que às vezes não é capaz de decidir nem o que lhe é devido.
Tenho um amigo que é sensível e tão profundo no que diz, mas quando não quer existir torna-se uma casca grossa e tudo pra ele já é nada (...)

Largo da Palma


Tarde de sábado...
O silêncio mistura-se ao passado
Que ainda vive na simplicidade dos casarios
A mais pura e doce harmonia...
A preguiça das ladeiras...
O acanhamento das calçadas...
Tudo são marcas de outrora...
Por essas ladeiras negros subiram e desceram como burros maltratados...
No vai-e-vem de sofrer e cansaço, pisando nessas pedras em pés descalços,
Brotaram calos e mais calos - nos pés e alma. Doce injustiça...
Observe em sua volta. E observe com carinho...
De um lado, Roma ergue-se envergonhada;
D'outro, o Instituto de Letras caindo aos pedaços - entrega-se a velhice em desespero...
Além, lá no alto, lá em baixo, puteiros desmoronam-se em prantos...
É a antítese da vida: humanos abandonados; desamor, luxúrias, encantos, injustiça e desencantos...
Aqui, no barzinho da esquina, tudo se confunde:
Samba, cachaça, Roma, bichas, capitalistas, senhoras e Putas...

"E na calada da noite que o silêncio plana aos ouvidos, e os mistérios do coração é desvendado, puro são os desejos dos inocentes e os afortunados, de vingança são as interpretações dos corruptos.
É na calada que os pensamentos loucos são compreendido por si próprio. É na calada da noite onde o surdo ouve as vozes de seus preceitos, é onde os olhos fechado vê o mundo por portas novas.
É onde nasce os grandes sonhos movido pela intenciadade de vencer.
É onde a capacidade conspira contra a falta de vontade.
É onde o futuro tá começando a ganha um paço do presente.

Deitada na cama, quietinha feito criado mudo.
Fico em silêncio, converso com a paz.
Dai sinto um alivio, como aquele vento leve que balança a cortina pela janela.
Olho pro teto, me vejo tão completo.
Me cubro com o cobertor, me dispo, me encho de Amor.
Minha companhia é uma delicia,saboreio.
E sinto a tranquilidade dos meus barulhos agarrada ao travesseiro, me escuto.
E descanso, minha alma, calma.
As forças são sempre renovadas.
Eu me reparo, me cuido, me amparo.
Fecho a porta, apago as luzes, ascendo meus sonhos.
Sou meu próprio lar.


Joyce Amanajás

Sou prosa... sou poesia

No silêncio da madrugada sou o caos e a bonança.
Sufocada por nova crise.
Dormindo feito criança.

Ora tempestade… ora calmaria.
Às vezes sou chuva tensa… chuva densa.
Às vezes sou sereno o mais sereno.
Sou alegria.
Sou melancolia,
Ora sou paz total.
Ora, guerra mortal.
Sou prosa… sou poesia.

Nesse mar de variação… vivo inteira o meu dia a dia…

No silêncio da noite, a solidão invade minha alma, e vai passando diante dos meus olhos sem que eu consiga adormecer. Todos os meus sonhos escondidos se despertam na madrugada. Meu coração se enche de esperança, mais sinto tudo escuro e um abismo me invade .
Não é drama ou vaidade
o nome é tristeza. Doída tristeza te odeio com toda certeza, pois da minha poesia tiras a beleza. Sei que somos apenas o reflexo das alegrias que pintamos dos sorrisos que inventamos para esconder as cicatrizes das lágrimas que escorre e nos fere. Sei bem o que sinto, e assim
escrevo o que extravasa e não cabe mais dentro do peito. Boa noite .

Tudo em mim é poesia,do mais alto grito,ao silêncio profundo.
Basta ouvi-los e saber interpretá-los
feito de amor e do que me restou nesse mundo,recravo

Me refaço de pedaços,deixados pela dor
que se torna lembrança
deixando o cosmo no meu interior brilhar
Volto a ser criança,sem pudor.

Quando a noite está longa
E a madrugado não passa
É porque Deus está no silêncio gritando pra você ouvi-Lo
Feche seu olhos, ainda que o sono não venha
Desliga tudo
E escuta...
Respira lentamente pra que nem o som da tua respiração te atrapalhe
Deus está dizendo que te ama e que está sempre ao teu lado
Tenha fé e crê.
Se nesse instante uma lágrima sair não se preocupe
esse momento é só entre você e Deus
Ninguém mais está vendo ou saberá.
Homem chora sim
Mais quando esse choro é na presença de Deus
É a confirmação de que Ele nunca te abandonou sempre esteve dentro e junto à ti, e que pedras virão, mais tudo vai passar porque Ele te deu a vida para ser feliz e assim será.

Um silêncio acomodado...

O caminho foi construído sobre as marcas de dominadores, onde cicatrizes se mostram profundas e muitas feridas, ainda abertas, contaminaram o meio com o ódio que intolerante, vai marcando com ferro quente quem não aceita as regras pré-estipuladas e recheadas de entrelinhas com segundas intenções.

Coragem, nunca faltou, mas atitude, é pouco provável nesse dia a dia onde todos, acostumaram-se a um cotidiano sem pressa, sem vontade, sem iniciativa.

Morrem os sonhos, mas a quietude, não se exaspera. Nada mais parece valer alguma coisa, avançamos no tempo, mas declinamos em uma mente acomodada, preguiçosa demais para pensar, coordenar e colocar em prática seja lá o que for que tenha imaginado.

Perdemos a direção que tínhamos como certa e deixamos que o nosso carro fosse dirigido sem condutor e direcionado para um precipício onde acreditamos sair ilesos afinal, que diferença faria uma estrada reta sem motivação daquela cheia de curvas e cercada de medo?

Caminhamos para um futuro sem visão, sem previsão, com uma tecnologia avançada, mas fria, sem flores, sem abraços, sem sorrisos e como robôs, vamos repetindo o que nos foi aos poucos, condicionado.
by/erotildes vittoria/24 de julho de 2018

Silêncio!

Qual o sentido de tantos erros? Qual o motivo de tantas mentiras? Direitos rasgados ao meio, pessoas sem liberdade para pensar diferente, dependência absoluta do dinheiro, desigualdade de sexos, preconceito acima da media... realmente são tempos de guerra, uma verdadeira corrida pelo ouro, tudo ou nada, é vidro ou diamante? Rocha ou minério? "Dinheiro ou morte"? Vish, falei demais, quais serão as consequências do meu ato? Serà que vou ter tempo de descobrir?

No exato momento que ouço o silencio...
poderia se voz que toca o coração.
em dias que tudo pode ser mais fácil...
mas muitas palavras agridem deferindo
e o mundo desaparece tudo que quis...
era reviver o amor que se formou numa tempestade...
pedras rolaram em sentimento que morreram.
e no fogo da montanha seus lábios se calam...
mais uma noite que deixei passar quando quis apenas a solidão.
a natureza morreu enquanto seus desejos tornaram se poeira...
sob os ventos recordações quebradas em lamentações.
sonhos tristes, sobre a chuva tormentas que se dissolvem
num abraço de ilusão a tanto o por do sol.
diz adeus por meros segundos e parece a eternidade
rompendo se, por sentimentos espalhados...
o alento embora sendo escravo clama por liberdade.
parado, inerte sensação... desprovida dessa vida,
exuberância do bem que desaparece momentaneamente.

Meus ventos de amor se perdem nas ondas do mar.
Exibe no ar ...em silêncio...e invisível...
Um quê de vida que revoa com as marés,que se misturam com as saudades,se molham nas manias,nas cicatrizes que colecionei;
Tudo como afirmação das minhas lutas;
As vejo como troféu das minhas vitórias.
Já não sou a menina que contava ondas,mas sou a mulher que enfrenta a maré cheia e,aprendeu a amar o mar da vida,mesmo em tempos de tempestades.
Reg.esc.10122018

Senhor!!

Senhor no silêncio desta noite, me aproximo de ti, louvando, glorificando, adorando, e clamando
Clamo para que eu possa levar a paz, o aconchego, tudo que é puro e sublime, simples e natural
Que eu possa levar sempre o sorriso amigo
O aperto de mão
O abraço irmão
O perdão

Senhor
Que eu possa consolar os que necessitam
Que eu possa ser luz, força, e que a minha alma exale sempre o amor
Que as minhas palavras sejam sempre para o bem
E que o meu olhar possa refletir a docilidade,e tudo que eu acredito
Que eu saiba ser silêncio as vezes
Que eu tenha humildade, e seja melhor a cada dia
Te agradeço pela vida, pelos meus, e por tda a humanidade
Gratidão. Gratidão. Gratidão.
Somone vercosa

PASSAMENTO

Dentro do meu silêncio
Existe sempre um intento
Que ninguém escutará
Tampouco sequer tocar
Pois se o silêncio há
Sofre em mim um sentimento.

Talvez eu sofra de amar
De sonho ou de pesar
Ou sofra de pensamento.
E já que eu sofro por dentro
Bem melhor é o passamento
Do que essa dor suportar.

Sei, não haverá lamento
Sequer pedirei alento
Minha morte irei honrar
Pois melhor morto é estar
Do que eu viver a penar
De tudo que é sofrimento.

Mas sempre irei lembrar
De como foi bom te beijar
E ter o meu peito tremendo.
E se foi intenso o momento
(O do nosso juramento)
Pra sempre o amor viverá.

Diego Muniz
14/01/2019
facebook.com/diegomunizpoesia
@diego2muniz (instagram e twitter)

IRA

Surgiu do leito do rio sem margens
Cantando a serenata do silêncio,
Do mar de desejos que a pele esconde,
Trazia sal no corpo inviolável.

Banhando-se no sol da estranha tarde
Cabelo aos pés mulher completamente,
Tatuou nas retinas dos meus olhos,
A forma perfeita da tez morena.

Com a lâmina dos raios penetrantes,
Arando fortemente as minhas carnes,
Espalhou sementes de dor e espanto.

Deixando-me abraçado à sua sombra,
Desceu no hálito da boca da argila
E, ali, adormeceu profundamente.