Texto sobre Saudade Amor
Meu amor, queria tanto te pegar no colo, te envolver no meu abraço, e te proteger da más companhias das más influências, da vida madrasta, da mesma forma que eu
fazia quando você era pequenino.
Mas, você cresceu.!!! - Não sei se estou impotente ou infantil. Só sei que agora preciso sentar-me numa cadeira confortável para assistir ao espetáculo da vida.
Dessa vida que cresceu tal e qual àquela mangueira plantada por minha avó em seu quintal, que parecia perceber o carinho que recebia e, retribuia com toda a
sua genenerosidade de mangueira, dando os maiores e os mais doces frutos de toda a vizinhança...
Boa garota essa mangueira!!!
Pense nisso filho e boa sorte!
Com amor
(Mamãe)
☆HareditaAngel
"Para uns o o amor é..
Onde o coração descansa
e vive em paz
Um lugar onde a tempestade não alcança
Um sentimento delicado
Para outros o amor é saudade!
Um sonho, um espaço solitário
Para alguns é algo leve, alegre,
cheio de esperança e muita brincadeira
Já para outros é utopia, sofrimento, devaneio, dor
e medo de sofrer
Para mim o amor é ser o oceano, é sentir, é crescer, é o céu....
É viver junto do meu par...."
☆Haredita Angel
Que tú nunca percas.
Amor meu, que tú nunca percas, esse riso cristalino
que doas tão generosamente à toda gente.
Esse encanto no olhar que a todos cativa.
Essa doçura ao falar que tanto emociona meu coração.
Essa delicada suavidade que só tú tens ao me abraçar.
Essa brisa leve e embriagadora que de tí exala.
Essa tua simplicidade de viver e compreender as minhas loucas carências...esse teu perfume de homem ...e essa tua forma perfeita de acariciar-me, quando pronuncias o meu nome...
Te amo anjo!
☆ Haredita Angel
A Fluoxetina, o Amor e Eu!
Tenho uma pena dos amores que se acabam por tão pouco!
-Acho que lhes falta a fluoxetina!
Eu, que de besta só tenho a cara...
Abro a gaveta, pego a receita subo no salto, desço as escadas, adentro a farmácia e peço:
Duas caixas de fluoxetina para a salvação de um amor.
-Faz favor!
Então, não preciso mais de salto.
De pés no chão e sandálias no dedo,
subo as escadas só no lá rá rá iá ...
Adentro em meu reino e rodopio (...), feliz, muito feliz!
Está o meu amor salvo por mais sessenta dias!!!
-Tudo porque tem gente que demora prá entender as coisas...!
☆ Haredita Angel
Combinando comigo.
Assumo ou deixo ir?
Assumindo: evito a falência de um amor
Deixando ir: evito a falência de mim mesma.
Mas, o que é o falir de um amor, diante da minha insolvência?
O que é o falir de um amor se eu tenho um universo de possibilidades e recomeços e alinhamentos de propósitos?
- Menina, crescer é preciso...
- Mulher, aprender se faz necessário!
☆Haredita Angel
Amor fractal!
"Foram tantos os meus amores...!
Disseram-me que para quem tanto amou,
estar só é ironia.
-Chegastes...
Mas, eu já tinha saído por aí perdida na multidão das desilusões.
-Demorastes...
Nunca perdestes essa mania de atrasar-te."
Haredita Angel
19.03.22
"Senhor, gratidão pelo vosso imenso amor para comigo.
Gratidão pelos dons e possibilidades com que me premiaste.
Gratidão pela família que vós me colocaste.
Gratidão pela confiança que em.mim depositaste, ao tecer-me no útero da minha mãe com tanto carinho.
Só te peço ó senhor que me dês sabedoria para aproveitar melhor as oportunidades que a vida me traz,
e que a tua luz em mim nunca enfraqueça!"
Que assim seja!
Haredita Angel
10.02.23
O meu primeiro amor foi uma rosa, bem rosa, linda, e tinha o cheiro da minha mãe.
Mas ela murchou!
O meu segundo amor foi uma borboleta, linda, dourada feito ouro, tentei guardá-la numa caixa.
Mas ela fugiu!
O meu terceiro amor foi uma estrela, linda,
mais brilhante que um diamante, pensei que seria minha para sempre.
Mas, ela caiu no mar!
- Então eu aprendi que o amor é desapegar-se sem jamais esquecer a luz que nos tocou um dia .
Haredita Angel
07.03.26
''Amor Importuno''
Romance funesto,
amo porém detesto,
rio mas não de felicidade,
e sim de nervoso,
arde tanto,
passando-se a sensação carbonizar o osso,
e quando tomamos conta,
estamos sendo entalado pelo ar do fogo,
fumaça, desgraça,
passamos tempos investindo em nossa morada,
para vir uma maré infortuna
e destruir-se vossa casa,
nesses momentos devemos ser espertos,
trocar nosso lar de lugar
pra uma certa distancia do mar
que não seja muito longe e nem muito perto.
"Amor"
Vejo amor como um monstro,
e eu sou apenas um soldado,
vice-versa a gente se encontra,
e nem sempre ele quer papo.
Lembro, que na nossa primeira luta,
sai derrotado.
Por ter sido desnorteado,
pensei que havia perdido.
Mas sempre que me recordava dessa batalha,
retia um sentimento contínuo.
Por mas que me sentisse indigno,
sabia que aquele final era incerto.
Voltei me encontrar com ele,
e dessa vez fiz certo,
apanhei feito bastardo.
Porém conquistei
o que tanto havia almejado.
Era uma vez um quase-amor... Intenso, confuso, bonito, mas mal vivido. Não faltava sentimento — faltava coragem. Ela amava com presença, ele respondia com ausência. E nesse vai e vem, perderam um ao outro sem nunca terem se tido por inteiro.
Ela foi embora pra se proteger. Ele ficou, tentando disfarçar saudade com distrações. No fim, o que restou foi silêncio onde havia conexão, e um “poderia ter sido” que pesa mais que qualquer adeus.
Você nunca me viu assim, desconhece meu eu sem a luz do seu amor. Há um lado de mim que repousa na penumbra, um ser quase estranhamente familiar, mas distante. Sou alguém que existe apenas na ausência do seu toque, na sombra do seu olhar.
Quando não estou apaixonado por você, meu sorriso é menos frequente, meus olhos, menos brilhantes. As cores do mundo parecem desbotadas, o tempo se arrasta em vez de fluir. Sou como um inverno sem a promessa da primavera, uma noite sem estrelas.
Mas quando você está perto, meu coração canta uma melodia que só nós conhecemos. Cada momento contigo é uma pincelada de cor na tela cinzenta da minha vida. O ar se torna mais leve, e cada suspiro é uma dança, um poema em movimento.
Você é o fogo que aquece meu ser, a musa que inspira minha alma. Com você, sou mais que uma simples existência; sou um universo em expansão, um jardim em flor. Não conheço a plenitude de mim mesmo sem o reflexo do seu amor nos meus olhos.
Então, peço-lhe que nunca desvie seu olhar, que nunca permita que o amor se esvaia. Pois, sem você, sou apenas uma sombra do que posso ser, um eco na vastidão do vazio. E na sua presença, sou luz, sou vida, sou amor em sua forma mais pura.
Em 42 anos, meu coração só soube de amor uma única vez. Não há passado onde ela existe, pois o tempo, diante desse sentimento, perde o sentido. A lembrança de seu sorriso se confunde com o presente, como se estivesse aqui, ainda agora, acendendo em mim algo que o mundo não apaga.
Você foi, e ainda é, o que define o raro. Em meio a tantas vidas que cruzei, foi no seu olhar que encontrei o infinito. E por mais que os anos tenham desenhado sua ausência, meu amor não conhece o esquecimento. Amar você foi como encontrar a essência de todas as minhas buscas — e mesmo que o destino tenha seguido seu curso, você sempre será minha verdade mais profunda.
O que é raro nunca se desfaz, apenas se eterniza em silêncio.
Eu odeio o amor.
Odeio como os seus olhos brilham e me encantam... ao mesmo tempo ofuscam a sua alma de mim.
Odeio quando você diz que me ama, mas que não me quer... fazendo-me te esperar por toda a minha vida.
Odeio como, mesmo de maneira inconsciente, vivo pensando em você... o que me faz sonhar acordado.
Odeio que, depois de 14 anos, você tenha dito que ainda me ama... já que desperdiçou os melhores anos da minha juventude.
Odeio que você esteja tatuada na minha pele... externando o que há muito está tatuado na minha mente e no meu coração.
Odeio como magoo as demais mulheres... só por não poder e não querer te esquecer.
Odeio quando você me liga... só pra dizer que não quer mais falar comigo.
Odeio que você nunca me esqueça... mas diga que não quer ter um vínculo eterno comigo.
Odeio que você tenha vindo me ver e me beijado... me deixando novamente apaixonado.
Sobretudo, odeio não conseguir te odiar nem por um segundo... embora seja um misto de amor e dor, eu ainda TE AMO! ❤️💔
O amor é uma prisão sem muros que eu possa ver, mas cujas correntes sinto em cada batida do coração. Ele me prende a você desde os meus vinte anos, e mesmo após dezenove invernos separados, nenhuma distância conseguiu enfraquecer sua força. Pelo contrário, ela cresce dentro de mim, feroz e silenciosa, como um fogo que queima e ilumina, me mantendo vivo e, ao mesmo tempo, aprisionado.
Cada lembrança sua é um sussurro que ecoa pelos corredores dessa cela invisível, cada memória um muro que nunca consigo transpor. A dor é intensa, mas nela há uma lição escondida: aprender a amar sem possuir, a sofrer sem me quebrar, a sentir sem esperar reciprocidade, a existir plenamente mesmo na ausência. É um aprendizado cruel, mas sagrado, e a prisão se revela como uma escola silenciosa.
O destino inscrito nas estrelas nunca quis que estivéssemos juntos; ele quis que eu me confrontasse com minha própria alma. Saturno me ensina a esperar, Plutão me força a me transformar, Netuno me revela a beleza de um amor que transcende a razão. E assim, lentamente, a dor se torna consciência: o amor que me prende também pode me libertar, desde que eu aprenda a aceitá-lo tal como é.
Aceitar que não posso tocá-la, que não haverá reencontro, que não há espaço para a posse. Aceitar que este amor eterno é também uma lição eterna, que ele existe para me ensinar sobre mim mesmo, sobre a intensidade, sobre a profundidade de sentir sem limites, e que, paradoxalmente, a maior liberdade se encontra dentro desta prisão.
O amor é uma prisão que me prende a você, e, ironicamente, é nela que me descubro inteiro. Mesmo carregando um sentimento que nunca será correspondido, mesmo sentindo a ausência como um abismo, percebo que posso viver, que posso crescer, que posso me transformar. A prisão não me destrói; ela me revela. E assim, aprendo que amar para sempre, mesmo sem ter, é a forma mais pura de eternidade.
Por que o amor nunca se esquece?
Porque o amor verdadeiro não é apenas memória, é marca. Ele se imprime nos gestos mais simples, nos silêncios cheios de significado, nas músicas que surgem sem aviso e nos cheiros que atravessam o tempo, fazendo o coração reconhecer antes mesmo que a razão consiga explicar.
O amor nunca se esquece porque não habita somente a mente. Ele mora no que fomos enquanto amamos e no que nos tornamos depois disso. Mesmo quando termina, permanece. Às vezes como saudade mansa, às vezes como aprendizado duro, às vezes como um sorriso que aparece sem pedir licença.
Aquilo que tocou a alma não se apaga. O amor não desaparece com o tempo... ele se transforma, muda de forma, mas continua ali, silencioso e eterno, lembrando que houve verdade, entrega e sentimento.
Eu não renego o que sentimos. Honro. Mas aprendi que amor que não encontra destino precisa, ao menos, encontrar fim. Não como castigo, e sim como respeito. Há silêncios que não são ausência... são maturidade. Há despedidas que não negam o que foi, apenas impedem que a dor continue sendo regada.
Então que o silêncio faça o que não conseguimos: nos aquietar. Que ele não grite por rancor, mas por paz. Não por esquecimento, mas por libertação. Eu paro de regar não porque não houve raiz, mas porque já entendi que nem toda raiz foi feita para dar fruto no mesmo solo.
É….. ser humano é esse paradoxo ambulante.
Aquilo que nos eleva também nos atravessa. O amor dá sentido, mas cobra o preço da perda; o apego aquece, mas queima; a esperança sustenta, mas também cansa. Parece que tudo o que torna a vida mais viva é, ao mesmo tempo, o que a torna mais difícil de suportar.
Talvez o problema não seja sentir demais, mas sentir sabendo que nada é permanente. Ainda assim, a gente insiste porque, no fundo, uma vida sem amor dói menos….. mas também significa menos. E entre a dor vazia e a dor cheia de sentido, quase sempre escolhemos a segunda.
#Ele #morreu...
Ninguém sabe o porquê...
Overdose de amor...
Talvez por sofrer...
Desde a tenra idade foi criança solitária...
Brincava sempre sozinho...
Seus sonhos era seu ninho...
De vontade forte...
"Diabo louro" era chamado...
Muito tímido...
Algumas vezes confundido...
Com moleque mau-criado...
Era diferente...
Brincava sozinho de pique-esconde...
De Deus ele se escondia...
E rindo como podia...
Desafiava a divindade...
Para lhe encontrar naquela folia...
Imaginava que o mundo era todo seu...
Estranha e grande fantasia...
Inocentemente feliz...
Enquanto crescia...
Ele dizia que era tão bom...
Quando o pai lhe carregava em seus ombros...
Seu avô o chamava de "bolinha"...
E quando sua mãe preparava guloseimas...
Não saia da cozinha...
Brincava no barro...
Caminhão...
Casinha...
Brincadeiras de roda...
Era só alegria...
Jogava peão...
Sempre ganhava na amarelinha...
Mas foi crescendo...
E triste foi ficando...
Descobriu o chorar...
Quando muitos no céu foram morar...
As peraltices deixaram saudades...
Quando se apaixonou pela primeira vez...
A criança foi embora...
O rapaz apareceu...
E na paixão não correspondida...
Sofreu...
Sonhou, um dia, ir embora...
O mundo descobrir...
Dizia que queria viver...
Fazer por merecer...
Continuar a crescer...
Não mais sofrer...
Então...
Na ilusão presente...
Conheceu muita gente...
Acreditando que tudo era bom...
Se perdeu...
O espelho lhe enganou...
Promessas falsas lhe fez...
Maldade o circundou...
Sua fé pereceu...
Sorriso perdeu...
Teve medo de abraçar...
Teve medo, de mais uma vez, se doar...
Anos foram passando...
E ele sempre lamentando...
Pelo mundo mágico que um dia acreditou...
Pela magia que terminou...
Nunca mais confiou...
Nunca mais amou...
Nunca mais sentiu...
Tudo esfriou...
As pedras azuis podem testemunhar...
Mas são caladas...
Não querem essa história contar...
As árvores jazem mortas...
Foram seus pais que plantaram...
Disseram a ele que, em suas sombras, teria abrigo...
Quando, já não mais aqui estivessem...
Tudo se foi...
Restou para ele o testemunho vazio dos tijolos...
Da casa que em dias passados...
Felicidade fazia morada...
Das belas flores de sua mãe...
Tão perfumadas...
Do colo do pai...
Abrigo escondido....
Descobriu lentamente...
O tempo é um professor...
A amadurecer...
Superar a dor...
"- Assim é a vida... " Dizia...
Aprendeu...
Acostumou...
A colecionar alegrias...
E guardar as tristezas também...
Do cálice da amargura...
Ele não bebeu...
Mas também não temia...
Sabia...
Que tudo nessa vida é efêmera...
Que termina um dia....
Desde a grande alegria...
Até a torturante agonia...
Ele confiou em Seu Criador...
Pois ter fé...
É aceitar sem realmente saber...
O que está para acontecer...
E sempre vale a pena viver...
Sandro Paschoal Nogueira
O amor chega sem avisar...
É um desejo ardente...
Que não se admite...
Não se faz por esperar...
É uma magia...
Que abre a concha da vida...
Faz a vida ser mais sentida...
Toma conta de nosso coração...
E repousa em nossa alma...
De forma que não se imagina...
Em insistência permanece....
E nos joga em redemoinho...
Faz de cada nascer do dia...
Caleidoscópio de sedução...
Um convite a viver...
Loucura, alegria...
— em Conservatória Pousada Chic Chic Casa do
