Texto sobre Saudade Amor
Meu silêncio é a saudade de um sentimento intenso que se fez amplo em meu coração.
Minhas mãos se fazem trêmulas com a aproximação de seu corpo que traz a beldade e a certeza do romantismo direcionada á você.
Meus suspiros saltam de meus lábios com palavras sutilmente e carinhosas á você.
Trago uma rosa e um verso inspirado em você que se faz bela e sincera.
Não fico nem mais um minuto sem você que estou a beira de um colapso sentimental de saudade de você;
Me faço em mil pedaços sem preocupações de você não aparecer para juntar meus cacos em momentos que para meu coração se faz infinito;
Como te quero tanto e as vezes o que vejo e desejo quase ninguém percebe por ter imensos sentimentos;
Doo-me para que não me veem chorar pelo que não achasse de mim mesmo;
Quando bate a saudade, a minha sanidade se perde, pois gosto tanto de você que trocaria toda a minha felicidade por um segundo com você;
Me vejo sumindo quando mesmo sem querer você me apaga, mas continuo te assistindo no escuro;
Sua sensatez fez com que eu percebesse que não erá brincadeira, abri as portas do meu coração para valer;
Às vezes a vontade de lhe abraçar consegue ser mais forte do que a saudade;
E a sensação de você transcende quaisquer sentimento de prazer;
Quero a sua amizade e por toda vida... Em um nível fora de padrão que invada o familiar de nossas vidas...
Quero ser o seu melhor amigo, compartilhar dos seus problemas e festejar junto de ti como um irmão protetor...
Me vejo pensando e sonhando conosco. Penso como se fosse algo viscoso, e esse algo é minha saudade, algo tão grudento quanto cola super-bonder, esse silver-tape que colocaram para segurar meu coração já não está forte, já está cedendo, caindo, desistindo de me conter.
Sinto como se fosse algo incomum, mas a maioridade que atingi me traz maturidade, me traz a verdade e a sede de liberdade dessa imensidão de solidão.
Hoje eu lembrei de você enquanto me maquiava.
Não por saudade anunciada,
mas por um gesto pequeno,
desses que moram no cotidiano e doem depois.
O delineado seguia firme,
parava no meio do olho,
como sempre parou.
E foi aí que você apareceu —
na memória, não no espelho.
Lembrei daquele dia em que você percebeu
o detalhe que quase ninguém nota.
Metade do traço,
metade do olhar,
inteiro na atenção.
Fiquei encantada não pelo elogio,
mas pela forma como você me via.
Como quem enxerga
o que não grita,
o que não pede,
o que só existe.
É estranho como o tempo faz isso.
Meses passam,
o nome silencia,
o sentimento dorme.
Mas basta um traço torto,
uma manhã qualquer,
e o passado volta sem pedir licença.
Você não voltou.
Foi só a lembrança.
Mas ela ficou ali,
sentada no canto do meu reflexo,
me olhando terminar aquilo
que nunca chegou ao fim.
Talvez algumas pessoas
não foram feitas pra ficar.
Foram feitas pra aparecer de repente,
num espelho,
num detalhe,
numa memória que insiste
em não desaparecer.
Hoje voltou a saudade
Do sonho que vive em mim
É uma presença sentida do desconhecido,
Dum sentido amor tão cúmplice
Que não sei explicar, apenas sentir!
Por vezes adormece e eu fico confusa
E penso... o sonho morreu!
Se é saudade dum amor sonhado
porque, o sinto tão intenso e belo?!
Eu sei, a minha alma pressente-te
Sinto-me sorrir, de sonhar o teu sorriso terno.
Não sei se te idealizo, mas gosto...
Não há incoerência.
Sinto-me prisioneira do meu sonho
O meu corpo desconhece-te, eu sei
Embora te sinta!
Mas na intimidade da minha alma
Serás eternamente reconhecido
Eu sinto e gosto...
Tu és a estrela, a única que brilha ao luar.
Encontro-te nas ondas do mar
Imagino-te no topo da montanha
Sinto o teu perfume numa singela flor
Dá-me um sinal da tua presença!
Deixa o meu amor percorrer-te de mansinho
Quero ouvir a tua voz sussurrando "amo-te"
Entrelaçados para sempre meu amor.
Ao amanhecer vou esperar por ti
Quem sabe desembarcas no porto
Onde aguardo serena a tua chegada.
O mar conhece os meus desabafos
Divido com ele o meu sonho
As ondas beijam meus pés
Enquanto caminho sobre a areia
E o sal alimenta a minha esperança
Dizendo, não desistas, volta amanhã.
Marília Masgalos
A Vida é Feita de Saudade.
A vida começa sem saber o nome das coisas,
e já ali nasce a saudade
do ventre quente que nos guardava em silêncio.
Choramos não por dor,
mas porque algo ficou para trás.
Na infância, a saudade tem cheiro de terra molhada,
joelhos ralados e mãos sujas de sonho.
Sentimos falta do dia que acaba cedo,
da tarde que nunca deveria terminar,
do colo que sempre estava ali.
Na juventude, a saudade aprende a amar.
Ela se veste de promessas, de partidas,
de pessoas que passam rápido demais.
É quando descobrimos que nem todo amor fica,
mas todo amor ensina.
Na vida adulta, a saudade pesa.
Ela mora nas escolhas não feitas,
nos caminhos que exigiram coragem,
nos abraços adiados pelo cansaço.
Aqui, aprendemos que o tempo não espera.
Quando os filhos crescem, a saudade muda de casa.
Ela passa a morar nos quartos vazios,
nos brinquedos guardados,
no silêncio depois do “boa noite”.
E entendemos que amar é também deixar ir.
Na velhice, a saudade se torna companhia.
Ela senta ao lado, sem pressa,
folheia memórias como quem reza.
Já não dói tanto — ensina.
Mostra que tudo valeu a pena.
No fim, percebemos que a saudade
não é ausência,
é prova de que vivemos.
E que cada fase da vida,
se vivida com presença,
vira eternidade dentro do coração.
Ai que saudade do seu olhar,
daquele belo teu olhar. Que fascina.
Bem que poderíamos nos encontrar,
nos encaixar, pra uma vida inteira.
Mas acontece que a minha fala
Não te enobrece. Não sou aquele príncipe.
Mas te quero, princesa.
Não esqueça desse Cara que não te Esquece.
Que faz até uma prece, para que algo aconteça.
Feliz aniversário silencioso
Eu sei da sua saudade
Não se torture por senti-la
A saudade é mágica
Ela é extravasada
No grito
No sonho
Na revolta
No suspiro
No telefonema silencioso
E naquele não atendido
Enquanto sentir saudade
Terá certeza que tudo foi verdade
E só se sente saudade
Do que foi felicidade
Agradecida eu fico
Por se lembrar do meu aniversário
Na primeira hora de 23 de maio.
A minha maior saudade não é de amigos que se afastaram nem de parentes que me abandonam.
A minha maior saudade é de mim mesmo de quem eu era das coisas boas que eu era capaz de fazer, saudades de sentir a minha própria essência .
Mas Deus sabe de todas as coisas, principalmente sabe o que a de melhor em mim
R&F Perazza.'.
Menino criado com vó
Que a despedida seja nosso derradeiro anseio. Que dedicatórias e saudades não sejam nunca ensaiadas. Que os olhares não mirem lembranças ou lugares lembrando de alguém, e que a minha robusta linguagem seja tímida se um dia precisar falar de adeus com você.
Não tenho poemas tristes sobre você. A minha vida e a vida dos outros são todas vidas de dentro de você. Tu sabes que eu sei dizer e arrumar em palavras as mais consoladoras e convincentes. Só as nego e negarei dizer a todos qualquer coisa que explique um dia a tua ausência, porque “até logo” ou “até um dia” eu até diria, porém adeus jamais lhe daria.
E num verso em que foge a rima e o português rebuscado, digo-te até um pouco bravo, não com a braveza de um desorientado, mas falo da bravura de um filho de nordestino, cabra arretado, te proibindo que desta vida se retires antes que eu veja em vida os filhos dos meus filhos, para terem também a sorte, assim como eu tive, de ser menino criado com vó.
Quiçá todo mundo pudesse ter sido, como eu fui na infância, querido; hora outra chamado de neto preferido; comigo sempre repartindo os doces recebidos. Sorte na tua casa ter vivido, e da tua vida me foi feito abrigo, como até hoje e ainda em breve será.
Pois com pressa só tratamos a saúde. O que não for saudade pode esperar!
Saudade...
sim,e por que não?
Deslumbrar de luz o coração...
Esquecer, como?
Ah, como é linda tanta emoção!
Tudo de bom,
nesse encontro,
é o que importa...
a beleza, o conforto,
e a coisa sagrada
que existe no nosso coração!
Lembrar de ti?
Sim... eternamente!
Nunca me cansarei,
porque você chegou
e inundou meu coração
com as coisas mais belas,
que nunca pensei!
"Soube que era saudade
quando houve perdão sem ocorrer pecado.
Quando notei que a lua não respeitou o dia.
Quando as asas antecederam o pássaro.
Quando o beijo chegou antes dos lábios.
Quando fiz duas porções para jantar só.
Quando houve dicotomia e minha alma se apresentou sem corpo.
Quando meu corpo sentiu o que meus olhos não enxergaram.
Quando fechei os olhos para enganar o meu cérebro.
Quando vi sua foto e a memória quis encarnar."
Dia da saudade
Lembro de quando era mais novo e nenhuma saudade morava em mim.
A saudade parece ser um diálogo silencioso entre quem ficou e quem segue.
Mia Couto a descreveu como uma tatuagem na alma, afirmando que só nos livraremos dela perdendo um pedaço de nós.
É a palavra que usamos para abraçar quem não está por perto.
Rubem Alves, ao nomeá-la, disse que a saudade é a nossa alma dizendo para onde quer voltar.
Acho que ela é o instante querendo reacontecer.
Sinto saudade da pureza do ar,
Da pureza pela pureza.
Sem cliques.
Do canto despretensioso dos pássaros.
Do toado das crianças que brincam
Sem pretensão de culpa,
Com presunção de inocência.
Do verde dos bosques rutilantes.
Do azul do céu só pelo azul
E nada mais.
Sinto saudade de quem eu era
Antes de escalar o monte dos pensamentos
E ser condicionado a ser o que sou.
Sinto saudade de mim.
Saudade
A ausência —
essa forma delicada do abismo —
habita-me.
Faz falta o que fui
quando me reconhecia em teu corpo.
Nunca imaginei sobreviver ao sem,
mas o sem revelou-se lâmina:
rasgou-me no limite do grito,
no atrito exato do desespero.
Por quê?
Que gesto foi esse
contra um coração ainda intacto,
tão ingênuo quanto fiel,
que já te sabia amor
antes mesmo do início?
A tua falta ecoa.
Ecoa como febre.
Desespero.
Paixão.
Delírio contido.
Imobilizo-me
para não ir atrás de ti,
para não desfazer o pouco
que ainda me sustenta.
O que era tudo
aprendeu a chamar-se nada.
E no centro desse vazio
tento reaprender o hábito de existir,
entre ruínas silenciosas
e consequências que fogem.
Estou morta —
não por ausência de vida,
mas por excesso de perda.
Morta estou.
E não posso
ter-te de volta.
R.Cunha
Um rio...
E quando deixamos a saudade seguir sozinha, há sempre um novo caminho, um rio que leva a nossa imaginação para distâncias incalculáveis, sem medo, vamos virando na próxima curva, lá, as opções são infindáveis, há beiradas onde a sombra ameniza o calor, e a brisa, parece gostar da nossa companhia.
by/erotildes vittoria
BRASIL, ESSA É SUA CARA?
Que saudade daquela terra indígena, onde o maior crime era deixar estragar a proteína, onde os banquetes eram tantos e não se consumia, onde não se tinha rebeldia e nem covardia, não se conhecia letras, mas boas palavras eram seu guia, sem saber, agradeciam a luz do Sol, um Deus que temiam, mas não entendiam o que era a lua que aos poucos se enchia... que bailarina...
E foi em um dia feio, que os barcos desceram dos seus navios, atracaram pela terra com seu covil, ofereceram presentes, compraram aquela gente, na baixa de um rio, e quem sorriu? Pedro? Alvares? Animal? Sem sal o tal, com lanças e flechas matando mais que um _______, isso foi real, nada leal, onde só existia bondade se espalhar o mal no país do Real.
Assim se fez a mistura, de uma raça que se diz nobre, com a raça mais pura, que loucura; e surgiu o surgimento que conhecemos há tanto tempo, nesse pequeno grande país violento, sem sentimento, nem conhecimento, o que era barro e madeira se tornou cimento, com filhos ao relento, tanta abundância e falta alimento, é muita informação e continuará sendo, mas não me rendo para aqueles que não me entendem eu finjo, que até os compreendo, tendo que entender o que é o sofrimento, só lamento.
Brasil, essa é sua cara? Uma ferida que não sara? Internado na UTI, jogado dentro de uma vala?
O que não se resolve na conversa, a violência escala e come bala que nunca para;
Nas redes sociais se pegam muitos pois não se usa mais a vara que corrigia o filho dentro de casa, a rua se torna sua sala, passa tudo para cá, e sua boca cala como se não fosse nada, um país que vive bolado e na 2ª. é sua ressaca, muitos morrem por falta de dinheiro, pois por dinheiro se matam, e criam asa se consumindo em fogo que arde em brasas, não se esqueça que na subida e descida se usa a mesma escada, que palhaçada.
Brasil, vamos mudar de casa em que momento?
Pare de usar máscaras e maquiagem desde seu surgimento
É hora de realmente fazer o desenvolvimento, um país tão rico de conhecimentos, onde se aprende com uma mula e um jumento, que tudo é questão de cada um descobrir o seu talento, junto do próprio sustento, enquanto alguns param eu continuo em movimento, quero ver meu país gigante, crescendo, dividir tudo o que tenho mesmo não tendo, se luto, brigo, vou pra cima, é porque sou de carne e carne tem sentimento, não quero abaixar seu salário, mas quero um aumento, para que a fome não seja um tormento, para os que fingem não ver eu estar te vendo, se quiser me ouvir fique aí, vou continuar lendo, escrevendo, para os que creem em uma vida melhor, eu peço continuem crendo, vivendo, sendo, para mudar essa cara de um Brasil violento!
Tem pessoas que nem conhecemos pessoalmente e quando se vão deixam tanta SAUDADE!!!!!!! Não...não trata - se somente de idealização, simpatia...São pessoas que têm a alma no olhar...exposta, aquelas que mais parecem LUZ, ANJOS...e que de alguma forma gostaríamos de ter conosco ainda.
................................Flávia Abib
