Texto sobre eu Amo meu Irmao
Você é o detalhe que eu quase não noto,
Mas que faz toda a diferença no meu dia.
Um olhar, um sorriso, e tudo se desmorona,
E eu fico perdido em você, sem saber por quê.
Talvez seja o jeito que você sorri,
Ou a forma como você se move, me consome.
Seja o que for, eu não consigo explicar,
Mas você mexe comigo de um jeito que me destrói,
Me deixa sem ar, sem chão, sem voz.
Quero ver se você nota também,
Se sente o mesmo, ou se é só uma ilusão.
Talvez seja apenas uma emoção,
Um vazio que precisa ser preenchido, mesmo que me doa.
Mas a verdade é que eu não sei mais,
Se é você que eu quero ou a ideia que eu criei.
Se é o seu sorriso ou o meu próprio reflexo,
Que me faz sentir vivo, mesmo que por um momento.
Eu sinto que estou me afogando,
Em um mar de incertezas e desespero.
E se eu disser e você não entender?
E se eu mostrar e você virar as costas?
Aí fico aqui, com este segredo,
E o silêncio que sufoca, me mata, me consome.
DECLARAÇÃO - a raiz do poema ao meu pai
Eu não me lembro da minha infância com nitidez. Ela passou depressa demais. Num instante eu era apenas um menino, com um carretel rolando, uma pipa subindo. Havia um morro, um dia desbastado, que virou campo de futebol e depois virou casas. Quando percebi, eu já estava crescendo, começando a viver as coisas.
Um dia, eu apareci no seu trabalho. O senhor me levou ao restaurante do português. Como aquilo foi bom! Lá serviam uma sopa horrível — eu detesto sopa — mas com você tudo tinha sabor. O senhor pediu um refrigerante de dois litros. Não lembro o que comi; talvez bife, talvez peixe. Mas lembro que a comida do português era maravilhosa. Estar contigo era a minha vida.
Trabalhei ali. Depois vivemos muitas outras coisas. Num outro dia, voltei ao seu trabalho e contei que conheci uma garota com quem queria me casar. O senhor me aconselhou, me apoiou. E me ajudou por vinte e oito anos.
Depois, me trouxe para uma terra linda, onde eu jamais imaginei ser capaz de viver, de criar meus filhos. Durante muitos anos, eu era despertado com o seu grito, avisando que tinha trazido o pão. Hoje sou eu quem leva o pão para minha mãe.
Levei muitos anos cuidando do senhor. Era maravilhoso te conduzir pela mão. Eu tinha um carro comprado pelo senhor — o último que eu escolhi, e eu o amava. Mas você já não conseguia mais entrar nele. E no dia em que precisei te levar ao médico, ele não funcionou. Tive que chamar um Uber às pressas. Aquilo me revoltou. Eu precisava de um carro mais baixo, mais confortável, mais novo.
Consegui comprá-lo sete dias antes da sua partida. O senhor passou o dia inteiro comigo naquela loja. Durante a semana, fizemos planos. Naquela quinta-feira, o senhor me disse que, se algum dia eu ficasse triste, eu cantasse um louvor ao nosso Deus… e hoje eu tenho tanta dificuldade de cantar.
No dia da sua morte, eu não ouvi a sua voz. Fui buscar o carro na revisão — coisa que poderia ter feito no dia anterior. Era sábado, 14 de junho de 2025. Depois, fui à formatura do seu neto. Dei palavras de conselho a duas pessoas, sem saber que, na verdade, eu estava aconselhando a mim mesmo. Porque, naquele mesmo dia, eu veria você partir.
Foram 45 anos. E naquele dia eu vivi meu primeiro batismo de fogo. Tive que olhar para o mundo e dizer: “Agora eu sou homem. Eu não tenho mais pai.”
Hoje estou aqui, fazendo um trabalho que não gosto, realizando tarefas que não quero, mas por obrigação, por dever. Pelo compromisso de honrar sua memória. Ser pai. Ser marido. Cuidar da minha mãe. Amar a mulher que eu amo — mais do que nunca — e meus filhos — mais do que nunca. Carregando o peso da tua ausência, olhando para um mundo nublado, mas tentando buscar contentamento num futuro incerto que o senhor me ajudou a construir.
Obrigado, meu pai. Obrigado.
Eu sempre te disse que te amava. Te abracei, te beijei, ouvi tua voz. E agora estou começando a ouvi-la de novo, como eco voltando devagar.
Obrigado, pai. Obrigado por tudo.
Eu prometo que, daqui para frente, vou fazer diferente. Vou buscar ir mais longe — muito mais do que o senhor sonhou para mim.
Um beijo.
Um abraço.
POEMA AO MEU PAI
Eu não lembro da minha infância inteira.
Ela correu.
Passou por mim como vento,
como pipa que sobe e some,
como carretel que rola ladeira abaixo
e não volta mais.
Um morro virou campo,
o campo virou casas,
e eu virei homem
sem perceber o instante.
Um dia apareci no seu trabalho,
e o senhor me levou ao restaurante do português.
A sopa era ruim,
mas com você tudo tinha sabor.
O refrigerante era grande,
a mesa simples,
a vida imensa por causa da tua presença.
Depois te contei do amor que encontrei.
Você ouviu, aconselhou,
e me ajudou
por uma vida inteira.
Me trouxe para uma terra que eu não imaginava viver,
onde meus filhos nasceram,
onde o pão chegava com o seu chamado de manhã.
Hoje sou eu quem leva o pão,
e a lembrança do seu grito
ainda abre a porta dentro de mim.
Cuidei do senhor como quem segura o próprio passado pela mão.
Troquei carros,
troquei rotinas,
troquei o que fosse preciso
para te levar onde precisava.
E ainda assim,
quando você partiu,
eu estava longe —
longe do instante do adeus,
mas perto da dor que nunca se afasta.
Daquele dia em diante,
eu tive que dizer ao mundo:
“Agora eu sou homem.”
Sem pai, sem chão,
mas com a herança
do que você me ensinou a ser.
Hoje faço o que não gosto,
caminho onde não queria,
mas sigo firme
porque carrego o teu nome,
tua memória,
tua voz que, aos poucos,
volta a me encontrar.
Amo minha mãe,
amo minha esposa,
amo meus filhos —
porque você me ensinou a amar assim:
com força,
com verdade,
com sacrifício.
Pai,
obrigado.
Obrigado por tudo o que fui contigo
e pelo que virei depois de você.
Prometo ir mais longe
do que você um dia sonhou para mim.
Prometo viver,
ainda que doa,
porque viver é a última forma
que me resta de te honrar.
Um beijo.
Um abraço.
E um eco teu que nunca morre,
mesmo quando o resto do mundo
fica silencioso.
Costurando Belchior
Você não sente nem vê mas eu não posso deixar de dizer meu amigo que uma nova mudança em breve vai acontecer, e o que era jovem e novo, hoje é antigo e precisamos todos rejuvenescer, até parece que foi ontem, minha mocidade. Apesar de termos feito tudo o que fizemos, Nós ainda somos os mesmos e vivemos, Como os Nossos Pais.
Amar e melhorar as coisas, me interessam mais.
Saia do meu caminho eu prefiro andar sozinho.
Deixem que eu decida a minha vida.
Não preciso que me digam de que lado nasce o sol, porque bate lá o meu coração.
O tempo andou mexendo com com a gente sim.
Não sou feliz mas não sou mudo, Hoje eu canto muito mais.
Eu posso fazer um contrato contigo
Em troca do meu bem mais precioso
Eu quero a riqueza
A riqueza mais procurada
Algo que muitos procuram, mas não acham
E por meios hediondos, eles farrejam
Eu posso te dar a minha alma
Em troca da felicidade
Mesmo que seja curta
Mesmo que isso seja um pecado
Eu mesma estarei sujando a minha alma
Mas, por pouco tempo
Eu quero me lembrar como é
Meu caro pai, por ter sido criado desse jeito e e eu ter atrapalhado a sua adolescência, O senhor nunca aprendeu a lidar comigo
No futuro aprendeu com meu irmão. Mas a idade que você tinha quando eu crescia não justifica o amor que nunca demonstrou
Eu espero que um dia você pense ou ao menos passe na sua cabeça que eu sou um ser que dá pra sentir um pingo de orgulho. Independente das minhas ações a sua face era sempre a mesma. Desgoto
Hoje eu estava correndo e tive uma percepção.
Meu cadarço estava desamarrado, e alguém me avisou:
“Seu cadarço está desamarrado.”
Porém, eu já havia percebido. Agradeci e continuei a minha corrida.
Logo mais à frente, outra pessoa me informou:
“Moça, seu cadarço está desamarrado.”
Mais uma vez, eu agradeci e continuei correndo, sem parar para amarrar.
Sabe por que eu não parei para amarrar?
Toda vez que eu paro no meio de uma corrida para amarrar o cadarço, é muito difícil voltar.
Fico com o cardio completamente exausto, meu condicionamento físico cai.
Porém, eu tinha consciência de que, com o cadarço que eu estava, ele não ia enroscar no tênis, pois era curto.
A corrida estava confortável e segura naquelas condições.
Ou seja, eu tinha percepção do porquê não queria parar, das condições do meu cadarço e, principalmente, de qual era o momento adequado para parar.
As pessoas que estão do lado de fora sempre vão dar palpite sobre a sua caminhada.
Nem sempre é por mal, mas, na visão delas, querem contribuir com a sua jornada, mesmo sem você pedir.
Se você tem um objetivo e sabe para onde vai, sabe também os momentos de fazer suas pausas.
Você passa a ter consciência de que a opinião do outro, que está de fora, não interfere.
O outro não conhece suas dificuldades, suas dores, suas limitações e muito menos a sua corrida.
A pessoa que está de fora tem uma perspectiva diferente, um ponto de vista baseado nas próprias experiências.
Assim como na corrida, na vida também precisamos definir a nossa trajetória.
Entender que, muitas vezes, há momentos e obstáculos que te convidam a parar.
Mas, se você tiver clareza sobre para onde vai, a jornada passa a ser leve e satisfatória, mesmo com tantos desafios.
Onde você deseja chegar?
Sua mente é o seu único limite.
Cuide bem dela.
16/04/2022 19h32
Karina Megiato
Dúvida
Tu deixas-me em dúvida
Será que eu te deixei viúva?
Eu ainda sinto o meu corpo dançar na chuva
Não posso te ter deixado viúva em noite de núpcias
Tu deixas-me em dúvida
Será que eu te deixei viúva?
Ou será esse cenário que te assenta que nem uma luva?
Eu preciso saber agora mais que nunca!
Tu deixa-me em duvida
Será que eu te deixei viúva?
Mesmo que fosses a última
Nunca te deixaria nas ruas da amargura
Tu deixas-me em duvida
Será que fui eu que te deixei viúva?
Continuo firme na luta
Para tentar entender qual é a tua
Meu perdão
Eu me perdoo porque não tive quando criança a estrutura necessária.
Eu me perdoo porque culpei por muito tempo pessoas que achava ser necessário quando na verdade não eram.
Eu me perdoo porque por um tempo não conseguia ver a beleza da vida nos detalhes.
Eu me perdoo porque me isolei achando que seria o melhor.
Eu me perdoo porque me vesti com uma capa de fúria achando que era a solução.
Eu me perdoo porque amei pessoas mas do que a mim mesma.
Eu me perdoo porque falhei com a minha essência.
Eu cheguei numa fase que eu tenho preguiça de contar o meu lado da história.
Cheguei à fase da serena desistência,
De explicar-me em vão, de buscar aceitância.
Deixo aos outros a trama da minha história,
Pois sou além do que enxergam em minha glória.
Que pensem o que quiserem, que julguem à vontade,
Minha essência resplandece além da superficialidade.
Quero é que todos sigam seu próprio destino,
Enquanto trilho meu caminho, sem me deter no desatino.
Nada me é dado, mas tudo é conquistado,
Com suor, lágrimas e cada passo ousado.
Sou autor da minha saga, protagonista do meu enredo,
E na calma da aceitação, encontro meu maior segredo.
Eu quero apenas
o direito de pintar meu céu
com as cores
que refletem dos meus olhos;
dançar ao ritmo da música da vida
com minha própria coreografia
e olhar para dentro de mim
encontrando o que há de melhor
e desembrulhar,
distribuindo como um presente
a quem me vê,
me percebe, me sente!
10/12/2015
Eu dei o meu máximo e ninguém viu. Eu estava no meu limite e ninguém me ajudou. Eu usei todos os meus recursos, toda força que tinha, todo pingo de dignidade, e ninguém ficou do meu lado.
Eu quis desistir, e ninguém me impediu. Eu tive medo, e ninguém me acalmou. Eu aprendi mais uma vez que só tenho a mim.
Que tolice tua, mulher,
pensar que eu volto ao teu porto vazio.
Eu me banho no meu silêncio,
profundo e soberano, sem ecos do teu caos.Tu barganhaste encantos falsos,
dançaste em desencontros,
e segues só, um eco oco no vento e continua só.
Talvez porque não encontrou ninguém melhor — ou mais interessante — do que eu.
E sabe de uma coisa? Não preciso saber.
Boa sorte na tua busca.
Felicidade pra você.
Bem longe de mim.
No meu quarto
Lembro-me do tempo em que eu tinha um cantinho só meu.
Uma cama de solteiro, um lençol florido,
um travesseiro macio que guardava meus segredos.
Ali moravam meus choros silenciosos,
minhas alegrias simples,
meu entusiasmo pela vida
e até o descanso depois de um dia cansado.
Havia humanidade naquele pequeno espaço,
uma paz tão minha, tão quieta,
que parecia abraçar meu coração.
Sinto falta desse lugar que era só meu,
desse pedacinho de mundo onde eu me encontrava
e me acolhia.
Boa tarde!
Eu e minha amiga, amiga de verdade, conhece minhas saudades, conhece o meu viver, doada por um amigo, um pássaro já tão antigo, trouxe eu de outro viver, cruzei mares, serras e altares, mulheres e tanto prazer, guerras, batalhas vencidas, da morte fui tão amigo, varias vezes abraçados choramos e rimos, são vidas a se enternecer, se hoje ocupo este corpo, amanhã eu terei outro, e a pena a me valer, por isto somos amigos! A pena não trai o amigo, um outro iremos ser...
Pena! Que pena...
Voaste tu por tanto tempo, e tantas noites ao relento, aqui tu veio a pousar, da doação do amigo, um belo pássaro antigo, que não cheguei a avistar! Mas o trago entre os dedos, e quando no meu tinteiro tu entras a se molhar, e dos pingos que respinga aqui as manchas de tintas faz corações se chorar, homens que tanto vagueiam corações partidos ao meio, mulheres a se amar, de tudo já escrevestes, do açoite de uma noite a um dia a brilhar! Falou do menino pobre, da seca que vem do norte, do mendigo a vagar, falou daquela mocinha que numa tarde sozinha, numa estrada pequenina, o poeta a abandonar, pois o poeta não tarda, mas não conhece a enxada, não sabe só trabalhar! Mas por você carpiria, por noites trabalharia se tu voltasses a ficar, moça bela e faceira tantas lindas por inteira saiu do seu rastejar, da natureza tão bela fez tu tantas aquarelas, pantanais a se mostrar! Mas o poeta e as rimas eu acho que são só primas, pois vive por entre amores o poeta a se chorar, sabes bem ó minha pena, que primos nunca podem se casar! E se não fosses por ti, pena leve e ligeira, o poeta que rasteja nos rabiscos a se mostrar, todos conhecem sua alma, e você é a culpada, pois vive a rabiscar, aquela mulher madura, que mesmo sem bela cintura o poeta a vem amar, e molda entre seus versos, a moça linda e bela, que de gordinha, algum besta a foi chamar, você numa tarde fria, falou de um tema tão triste, mas que nos vem a mostrar! Uma doença malvada machucou aquela moça amada, um seio lhe foi roubar, pena ó minha pobre amiga somos parte de uma intriga, não podemos separar, e se a ti me tirarem, farão um ato covarde, numa vala vão me jogar, sei que perdeste tu os voos, das madrugadas os coloridos, a natureza a mostrar, mas por entre meus rabiscos viajas em pensamentos, algumas damas tu já fizeste a chorar, pena bela e ligeira, és como uma roseira, lindas pétalas a esparramar! Já falei de ti amiga, espero que alguém me diga, poeta! Sem sua pena, nada, nada tu serás...
(Zildo de Oliveira Barros) 19/08/14 03h45min
Meu bom dia! Com nossas
Cascas...
Eu desafio aqueles que das verdades são reis!
Mostrarem suas verdades, verdades que eu acho é lei
Aquela casca bonita que de todos se apreciam
A mostrar suas verdades! Que embaixo das cascas criam...
Também tenho minhas cascas que nem bonita as é
Das verdades que eu pareço muito pouco que se é
Trago mentiras no peito querendo telas por fé
Às vezes eu percebo que bobo pouco se é...
Pelo tempo já vivido tenho algumas experiências
Já comprei um vidro velho apenas pela aparência
Achava que era diamantes! quebraram sem consistência
Eras cascas como eu, pois tenho minhas consciências...
Agora eu desafio que todos mostrem seus eu!
E das cascas que carregam dispam se o que não é seu
Da minha eu não separo, pois conheço quem sou eu
Quero ver quem tem coragem de dizer este era eu...
Eu vejo algumas cascas que às vezes me impressionam
É tanto ouro por fora que brilhos trazem a tona
Mas por dentro é um lixo de podridão que esparrama
Do cheiro que sai de dentro! Quando se abre as tampas...
Sem valer de falsidades todos sabemos quem somos!
Das verdades verdadeiras muito poucos trazem a tona
Nossas verdades são nossas! São cascas que ainda nos tampam.
Á minha eu pouco tiro, eu mesmo tenho vergonha...
(Zildo de oliveira barros 02/03/2012 à tarde)
Eu posso arrancar meu coração e te entregar sábado à tarde?
Posso despir o meu ser para que você veja o meu mais íntimo eu?
Eu quero poder te beijar tanto que sua existência fique estampada nos meus lábios como um batom vermelho rubro,
Eu quero que você seja a solução do meu vazio e não só mais um martírio.
Eu quero que você seja a única droga que eu consuma e que você não presuma que eu não seja sua, pois sou tua, tanto como o sal é do mar.
Quando saí do psicólogo, no meu caminho de sempre, eu parei em frente a biblioteca, onde queria entrar há tempos, mas não tinha coragem. Mas naquele dia eu decidi tentar. Eu fiquei um tempo parado na frente parecendo um animal medroso, fiquei ali por uns 10 minutos pensando, e tentando superar algum medo estranho.
Sendo sincero só consegui entrar porque uma mulher me convidou. Bem quando entrei, me senti em um lugar tão pacífico e tranquilo. Eu senti uma felicidade genuína. Eu fiquei naquele lugar por mais de 1 hora. Eu abri um sorriso que não conseguia tirar, me senti vivo em meio aos livros.
É algo que não consigo me lembrar quando foi a primeira vez que tive isso, mas é algo que sempre que lembro, me faz Sorrir, e até rir, me senti um idiota, pois não acredito que tive uma sensação tão maravilhosa com algo tão simples.
Apenas um relato mal feito de um dia quase perfeito.
Português não é bem o meu talento, então deve ter muito problemas na escrita do texto.
Janela
Da janela eu vejo um raio de sol, que penetra suavemente através da cortina e encobre meu quarto de luz!
Da janela, quando aberta, eu escuto o barulho dos pássaros…
Da janela, eu vejo a vida correndo lá fora.
Da janela, eu sinto a brisa beijar o meu rosto!
Eu me levanto, preparo meu café e da janela, eu rezo para que alguém venha sussurrar em meu ouvido, dizendo que ama.
Da janela, eu avisto os meus sonhos
Da janela, eu sinto a vida que é bela!
Se Você Estivesse Aqui
Se você estivesse aqui
Eu contaria, detalhe por detalhe
Do meu sonho – aquele
Em que nós dois pudemos estar juntos
Acordei com teu cheiro
Invadindo meus pulmões
Sem saber ao certo
Onde ficaram meus pensamentos
Quando despertei sem você
Na próxima vez que vier
Aos meus sonhos, oh feiticeira linda
Venha vestida de magia
Deliciosa depravada extravagante devastadora
Prepara-te, mulher encantadora
Perfeição do Criador
Pois, na próxima vez que vier
Viveremos um só amor.
