Texto sobre eu Amo meu Irmao
Porto Alegre em Dia de Chuva
Chove manso sobre as ruas antigas,
como quem lembra histórias guardadas,
nos telhados, o tempo suspira,
entre árvores, memórias molhadas.
O Guaíba se veste de cinza,
mas guarda um brilho de prata no véu,
as nuvens parecem cartas antigas,
enviadas do próprio céu.
Os bondes, em sonho, ainda passam,
rangendo lembranças de outrora,
e o vento nas praças conversa
com fantasmas gentis da aurora.
Café fumegante nas esquinas,
janela aberta, um olhar distante,
há ternura em cada esquina,
um suspiro leve, constante.
Porto Alegre chove e encanta,
com seu charme melancólico e fiel,
é cidade que canta e que pranta,
com saudade doce e papel.
E quem anda por suas calçadas
de guarda-chuva e coração,
sente o tempo escorrer nas fachadas,
feito lágrima... e canção.
Sobre olhares navegantes ilusões...
São prestes a harmonia virtuosa...
Clarividente são as brumas reluzente de Paranapiacaba...
Ar de mistério místico e maravilhoso dos artesãos que vende sua arte contemporânea...
Velha estação de trem carrega seus fantasmas do passado.
E um relógio que atravessa as épocas com encanto da bruxaria...
Cachoeiras desafia nossa imaginação e detalha, há águas puras da natureza.
Os eventos festivos movimenta a pacata cidade. A fruta que amor da cidade e o cambuci ate cachaça tem....
Doces de cambuci. Famoso sorvete de cambuci.
Sim...É sobre os bons amigos!
Aqueles que chegam em momentos de caus, de memórias ruins que não saem da mente e de tempos difíceis que parecem intermináveis. Enviados por Deus, os bons amigos chegam iluminando caminhos e nos abraçam, nos dá proteção, nos enchem de animo e nos revestem de fé sem pedir nada em troca.
Reflexões:🦉 a Perfeição
Vamos falar da tal PERFEIÇÃO...
Mas, para que falar sobre algo que não existe?
Então, para que perder tempo com isso?
Calma.
Na verdade, existe outra coisa muito melhor.
E, é desta coisa que falaremos.
Pois falaremos de... IMPERFEIÇÃO!
Essa sim, é a que MOVE O MUNDO.
Veja, se a PERFEIÇÃO fosse possível...
Em algum momento a vida perderia o sentido, a graça...
Seria o tédio!
Tudo estaria perfeito!
Não teria mais nada a fazer!
Mas graças a Deus, a IMPERFEIÇÃO está aí...
Para preencher nossas vidas!
As coisas não andam sozinhas. mas a partir da IMPERFEIÇÃO!
Tudo neecessita manutenção.
Dedicação.
Zelo.
E até (principalmente) amor.
Para todos terem, OCUPAÇÃO!
Isso tudo numa palavra.
VIVER !!
Sobre a Vaidade da Sabedoria
A sabedoria não leva a nada.
Como morre o tolo, morre o sábio.
Tudo o que o sábio sabe é, em última instância,
para alimentar a própria vaidade —
para poder se orgulhar do que supõe ter entendido.
É verdade que, às vezes, a sabedoria o livra
de certos abismos onde o tolo cai sem perceber.
Evita-lhe perigos, enganos, precipícios.
E o tolo, ignorante de tais ciladas,
paga caro — muitas vezes com a própria vida,
morrendo antes da hora,
ceifado pela própria inconsequência.
Contudo, nem isso é razão suficiente
para que o sábio receba honras imerecidas
por seu árduo trabalho em busca do saber.
Pois todo conhecimento, por mais vasto,
se perde no tempo e no espaço,
como areia que escapa por entre os dedos
do homem que acreditava segurá-la.
"O relógio marcava cinco e trinta da tarde e o sol logo desapareceria mais uma vez sobre o oceano. A cor intensa e profunda do azul do mar reforçada pela luz solar evocava sentimentos de confiança e estabilidade. Uma paz, nunca sentida antes, invadiu os corações dos dois apaixonados".
CARTAS DO ATLÂNTICO
Tony Oliveira
Minha opinião sobre a invasão policial nas comunidades do Rio de Janeiro
O Poder Estatal revelou, mais uma vez, o quanto é ineficiente. Matar pessoas não demonstra sucesso algum; para os desinformados, talvez pareça, mas é apenas o retrato da falência de um Estado que confunde força com justiça.
A própria Constituição Federal já responde a esse tipo de ação:
Art. 1º, inciso III: consagra a dignidade da pessoa humana como um dos fundamentos da República.
Art. 5º: garante direitos e garantias fundamentais, como:
I – igualdade em direitos e obrigações;
III – proibição de tortura ou tratamento desumano ou degradante.
Art. 6º: define os direitos sociais — educação, saúde, trabalho, lazer e segurança —, bases da dignidade e da justiça social.
Art. 226, §7º: vincula o planejamento familiar à dignidade da pessoa humana e à paternidade responsável.
Art. 227: impõe ao Estado, à sociedade e à família o dever de proteger crianças e adolescentes contra toda forma de negligência, violência ou opressão.
Somente citando esses artigos, já fica claro que a violência estatal viola os próprios princípios constitucionais.
O poder público, historicamente, é parte da origem do problema. As facções nasceram do abandono e da brutalidade estatal: no Rio, durante a ditadura militar; em São Paulo, após a chacina do Carandiru. O Estado criou o monstro que hoje tenta exterminar com armas.
O crime não se combate apenas com polícia. É preciso educação, saúde, trabalho e políticas sociais. Também é urgente punir os políticos corruptos que alimentam a miséria e a violência que fingem combater.
Memórias Online
O feed me traz você de volta,
uma foto sua, um post sobre nada.
Não sei se a gente existe ainda
ou se é só um fantasma na tela.
Naquele tempo, eu era um emoji de coração,
você, um visto azul, sem reação.
Eu te mandava mil directs,
você só visualizava, sem contexto.
Lembro de cada detalhe, cada playlist que criamos juntos,
mas só eu cantava a letra.
Você era tipo um filtro do Instagram,
bonita de ver, mas sem profundidade, sem essência.
Hoje, meu celular não vibra mais com seu nome,
minhas notificações estão em paz.
Mas de vez em quando, no meio do nada,
sua memória me dá um lag.
O tempo passou, o Wi-Fi desconectou,
mas o cache do meu coração ainda guarda você.
Ainda lembro do amor que dei de graça,
e da sua falta de megabytes para retribuir.
É, o amor era 5G pra mim,
mas para você, 2G, só uma conexão lenta.
E o pior de tudo é que mesmo em 2050,
se o mundo acabar, eu ainda vou lembrar
do sorriso que você não me deu,
e de todos os "eu te amo"
que eu só mandei para o vácuo.
Sobre o amor de fato
Nossos anos nunca são fáceis, sempre estamos chateados um com o outro, apesar de toda sabedoria que tenho não encontrei um jeito de fazer essa relação dar certo.
Comprovei que, quase tudo o que já foi escrito sobre o amor... é verdadeiro.
Shakespeare disse: as viagens terminam com o encontro dos apaixonados.
Que ideia mais extraordinária! Pessoalmente, nunca experimentei nada, ou algo parecido. Mas estou convencido de que Shakespeare, tenha.
Suponho que penso no amor mais do que deveria. Admira-me constantemente seu poder esmagador de alterar e definir nossas vidas.
Também foi Shakespeare quem disse que o amor é cego. Pois bem, estou seguro de que isso é verdade.
Para algumas pessoas, de forma inexplicável o amor se apaga. Para outras, o amor singelamente se vai. Mas é claro, o amor também pode existir, mesmo que só por uma noite. No entanto, existe outra classe de amor mais cruel.
Aquele que, praticamente mata suas vítimas. Chama-se "amor não vivido" e nesse tipo... Sou experiente.
A maioria das histórias de amor fala de pessoas que se apaixonam entre si, lutam e fazem de tudo para serem suporte um do outro.
Não sei o porque de não conseguimos, talvez eu seja bom em outras coisas que não tenham a ver com o amor, talvez você precise de liberdade para ser feliz.
Várias conjunturas e teses se formam na minha cabeça, nenhuma assertiva ou testada, mas, todas com uma certeza: Não sei amar.
Não sei viver o amor, ele causa dor, nos esmaga, nos faz indecisos, acordamos e dormimos de um jeito, o amor está ali do lado e não percebemos.
Amar é ser mais que amigos fiéis, é ser cúmplice, ser mansidão quando o outro é revolta, é contornar situações a favor do bem estar e isso não conseguimos.
Mesmo assim, quero lhe desejar um ano novo e que Deus haja dentro de nós pra que seja feita a nossa vontade, mas, com a permissão dEle.
Talvez eu não saiba amar, mas, mesmo assim: Eu continuo querendo um amor.
Sobre a beleza de ser pai, sim, estamos na terceira parte!
Acredito que esse é o exato momento que você descobre que aprendeu algo, sim, não posso mais dizer, não me pertence mais a frase “eu não sei ser pai”.
Porque quando você olha e vê seu filho trilhando caminhos bons, direcionados, estudando, seguindo a Cristo, aí tudo se resume na frase “ufa, deu certo”.
Conseguir caminhar nessa estrada espinhosa e perseverei no que eu entendi ser minha tarefa, é importante saber que você foi importante nessa caminhada.
Ninguém nasce pronto, ninguém nasce grande, o aprender está ligado a vontade de ser e, eu quis, não planejei, mas, quando me foi dado a tarefa eu a abracei com a perspectiva de que eu poderia fazer dar certo.
Já falei do meu metodismo, sistemático, organizado e da minha inquietante certeza de que sempre tenho algo a falar.
As vezes dói, as vezes acalma, as vezes dá um nó na cabeça, mas, nunca maltrata, ser pai não significa dizer sim, significa dizer o que o filho precisa ouvir.
Como diria minha avó, o filho que venha ao pai, parece até um versículo que ela tirou da Bíblia, mas, não, literalmente é isso mesmo que ela quer dizer.
Criar, saber lidar, acolher, saber crescer, indicar, saber mostrar, aprender, querer vencer, é uma gama de sentimentos, emoções que lhe aperta o peito e lhe grita a alma, já não é mais sobre você.
É sobre a responsabilidade de colocar no mundo pessoas que vão somar, que vão ajudar e, que principalmente vão servir.
Depois de um tempo você descobre que ser pai é um dom e que é algo que está em você !
Esse é Iago, educado, sorridente, um cavalheiro, simples, humilde, seguidor de Cristo, é o publicitário da família.
Sobre oportunidades
Não é a ocasião que faz o ladrão, dizia ele a alguém; o provérbio está errado. A forma exata deve ser esta: "A ocasião faz o furto; o ladrão nasce feito." Machado de Assis
O ladrão nasce feito, melhor dizendo ele nasce do pavor em sermos menores, nasce da nossa falta de humildade, de humanidade, nasce na esfera angular de nosso mundo medíocre e impaciente.
O ladrão e, não é preciso cometer delito para que seja, bastando apenas pensar, franzir a testa ou até mesmo omitir questões importantes para nós e os que nos rodeiam.
Pensemos com o coração mais aberto, com o diálogo nascido do agora, deixemos as frases prontas, a neutralidade da alma, abdiquemos da nossa frágil e inútil arrogância, pois está nos faz “furtadores” de sonhos, que por muitas vezes são os nossos.
Ser e estar com alguém
Não é sobre o que se faz, mas sobre o que se é.
Ser com alguém é permitir que o tempo compartilhe silêncio e riso sem cobrança.
Estar com alguém é escolher a presença mesmo quando não há função, tarefa ou propósito.
Parceria não se mede por utilidade.
Não é quem resolve, é quem permanece.
Não é quem tem respostas, é quem escuta.
Não é quem aparece quando precisa, é quem não vai embora quando não precisa mais.
Ser é oferecer essência.
Estar é doar tempo.
E quando os dois se encontram, nasce o tipo de companhia que não se explica — só se sente.
Não poste nada sobre a sua vida, muito menos as tuas conquistas nas redes sociais. Porque nem todos que te seguem querem o teu bem e ficam feliz com as tuas conquistas e sucesso. Uns só te seguem pra conseguir como te atingir e te destruir...
Lembra-se: você pode ser santo e justo, sempre haverá judas e fariseus torcendo contra você.
A VESTIMENTA DA GUERRA
(Poema sobre os horrores dos conflitos e a injustiça dos inocentes que pagam o preço)
Vestida de cinza, de fogo e de pranto,
a guerra caminha sem rosto e sem canto.
Não tem coração, mas tem ordens em punho,
e assina sentenças num frio conjunto.
Nos salões do poder, bebem vinhos, decidem.
Assinam destinos — mas nunca os vivem.
Mandam soldados, filhos de alguém,
pra morrer por um trono, por petróleo ou por “bem”.
A criança que chora, não sabe o porquê.
Só sabe que a mãe não vai mais lhe acolher.
Que a casa virou entulho no chão,
e que seu brinquedo jaz sob explosão.
O velho, cansado, sem pátria ou abrigo,
sente o chão sumir — não tem mais abrigo.
A sopa que faltou, a reza que escapa,
a lágrima muda que desce e desaba.
A mãe que amamenta no meio do medo,
vê o filho ir pro front — sem querer, sem segredo.
Briga que não é sua, dor que não tem fim,
mas que corta a carne, invade o jardim.
O pai, sem paredes, sem teto, sem pão,
carrega nos braços o resto do chão.
Os olhos perguntam: “Por que, meu Senhor?”
Mas as bombas respondem com mais desamor.
E o soldado que parte, coração em pedaços,
com fuzil nos ombros e culpa nos braços.
Cumpre ordens que o peito não quer,
e destrói o que resta de algum outro lar qualquer.
Ele ora em silêncio, enquanto avança,
lembrando do filho, da esposa, da dança.
Mas precisa apertar o gatilho, sem ver —
que o homem que cai poderia ser você.
Ele não quer matar.
Mas foi enviado.
Com uniforme limpo, mas o espírito rasgado.
Porque é fácil mandar, de poltrona e discurso,
e pôr na mão dos pobres o peso do absurdo.
Enquanto isso, em terno, gravata e cifrão,
os homens da guerra tomam decisão.
Covardes demais pra pisar a trincheira,
valentes demais pra matar por bandeira.
E a vida se perde em nome da glória,
escrevendo de sangue a mesma velha história.
Ganância, poder, dominação, vaidade —
e a morte batendo à porta da humanidade.
A guerra tem roupa, mas não tem alma.
Tem fúria no peito, mas não tem calma.
Quem veste essa dor é sempre o pequeno —
que morre calado, que sofre, que é pleno.
"Sobre tentar mudar as pessoas."
Esse peso, não é seu.
Não traga-o para si.
O fardo de tentar "mudar" os outros não deve ser de ninguém.
Libere-se dessa "obrigação", essa bagagem não é sua, tire-a das suas costas.
Respire.
Se cure.
Se ame.
Deixe cada um, com o seu próprio mal.
Deixe cada um viver de acordo com o que oferece.
E siga com mais leveza.
Não se preocupe, você não falhou, tentar, já te faz mais humana, do que a grande maioria.
Perceba, alguns nem tentam.
Um conselho: Ore e descanse.
Não descanse ansiosa esperando algo, mas faça exatamente o contrário, não espere absolutamente nada.
Não há como tirar água potável de um rio insalubre , e isso não é sua culpa. Nunca foi.
Sinta-se vitoriosa, por ter dado o melhor de si, e continue sua trajetória de vida. Não à dos outros, mas a sua!
Apenas prossiga, uma hora tudo vai fazer sentido, e o que parecia perda, na verdade foi livramento.
Nanci M. Cavalcanti
Depois de muitos anos acabamos a fazer uma reflexão sobre amizade falsa.Esta envolve reconhecer os sinais de falsidade que durante anos, não a conseguimos ver porque ao estares nos momentos em que essas pessoas precisam da tua amizade,da tua presença,em que fazes de tudo para a ver bem, não vês como o interesse e a falta de reciprocidade são diferentes, e não consegues entender que esses relacionamentos são prejudiciais e a falsidade pode ser um reflexo da hipocrisia e da inveja alheia, mas a experiência pode fortalecer e ajudar a distinguir amigos verdadeiros. O mais importante é afastar-se dessas relações e priorizar a própria paz, não se sentindo obrigado a conviver com quem não agrega valor ou causa mal-estar. Mas o arrependimento esse vai manter-se sempre, porque se advinha se o futuro, não acreditava na sua amizade e muito menos iria apresentá-la e fazer questão que de amiga passa-se a família. Não iria mesmo querer mesmo me dizendo sempre que a nossa amizade, acontece se o que acontece essa era acima de tudo. Claro que sim meu deus que burra..
Que arrependimento único é maior da minha vida.
Hj refletindo sobre minha vida cheguei a conclusãoque
"As minhas deliberações, forjadas ao longo do caminho, culminaram em um abismo de desilusão, fruto das minhas próprias escolhas. Mas foi nesse precipício que Deus, em sua infinita sabedoria, permitiu que eu me despedaçasse, para que, das ruínas, eu pudesse erguer-me novamente, reconstruído e renovado.
A queda foi um convite à reflexão, um chamado à introspecção e ao autoconhecimento. E é na quietude do silêncio que encontramos a sabedoria para trilhar novos caminhos, forjar novas amizades e cultivar um novo modo de pensar.
A vida é um ciclo de morte e renascimento, e é nas cinzas do passado que encontramos a semente do futuro. Que eu possa, pois, erguer-me das ruínas, com a sabedoria dos que aprenderam com os erros e a humildade dos que foram reconstruídos pelo amor divino."
E quero agradecer a vcs 3 por fazerem parte desta minha reflexão pois sem o caráter, bondade, sabedoria e luz ainda estaria na escuridão com grande apreço agradeço a tio mal , Liz e Alex! Obrigado por fazerem parte da minha vida!!
Pianco
Inspiração ...
O silêncio da manhã se desdobra, sem pressa.
A névoa se ergue sobre o campo úmido, um véu branco
que se desfaz ao primeiro toque de luz.
O olhar se detém na textura da casca antiga:
rugas de tempo e resiliência.
Cada fissura guarda uma estação,
uma tempestade vencida.
A seiva que sobe é a persistência invisível da vida.
O café esfria na xícara
maas a mente desperta
As ideias não chegam como raios,
mas como marés suaves
Vêm do fundo, trazendo pequenos detritos,
até que surge a clareza.
Há beleza no inacabado:
no rascunho, no instante entre intenção e gesto.
Respirar fundo,
Afrouxar o controle.
A inspiração não é evento,
é estado de escuta.
É notar o que quase ninguém vê
o som de uma chave girando,
o azul preciso de um céu de inverno,
o cheiro de chuva tocando a terra seca.
Quando a gente encontra a pessoa certa, não é sobre borboletas no estômago ou sobre o coração disparado. É sobre paz. É sobre olhar nos olhos e sentir que, finalmente, alguém entende o silêncio, respeita o espaço e ainda assim se faz presente.
A pessoa certa não é perfeita, mas tem o dom de fazer a gente querer ser melhor. Ela não apaga nossas cicatrizes, mas ensina a gente a olhá-las com mais carinho.
No fundo, não é sobre encontrar alguém que complete, mas alguém que transborde junto. Porque quando o amor é certo, ele não prende… ele liberta.
🌿 Poeminha Fresco
Bolo de chocolate no dedo,
levo à boca em segredo,
ouvindo o poema sobre
a cadela da Priscila.
Risos ao redor, conversas em paralelo.
Onde estou?
Buscando palavras
para descrever o que vivo esta noite.
Os grilos cantam, os pés do José balançam,
pessoas aplaudem timidamente
o poema de Rubem Alves.
Afinal, não era sobre
a cadela da Priscila.
A Márcia conta como foi
o primeiro dia em que recebeu Serena —
que tem nome e sobrenome de gente!
A música... o mar serenou na areia,
começou a ser entoada,
e Clara Nunes lembrada.
Barbatuque em Maringá,
e a Márcia querendo trazê-los pra cá.
O FETACAM está chegando,
e todos já ansiando.
Assuntos diversos compõem,
com músicas e poesias,
uma linda noite de sarau.
_KM_
Karina Megiato
22h32 • 11/10/25
