Texto sobre Dificuldade
É preciso entender que desde que o mundo é mundo existe o interesse em ganhar, faturar sobre algo ou alguém, isso não vai mudar, o que acontece em alguns casos, (pessoas e instituições) que aplicam a gratuidade, vezes vem disfarçada também de alguma intenção de retorno, mesmo que seja somente de marketing.
Agora quem realmente doa, é uma minoria, que dificilmente você vai ver por ai dando bandeira.
NA PRÓXIMA ESTAÇÃO
No vácuo espesso da minha incoerência,
caminho sobre trilhos que eu mesmo forjei.
Teu silêncio ressoa em mim
como ferro antigo rangendo no frio.
Aprendi cedo a vestir armaduras.
A confundir silêncio com força,
rigidez com caráter,
distância com equilíbrio.
Mas há um trem parado dentro do meu peito,
um apito que insiste em nascer
e não aceita mais o aço como morada.
Sou peregrino do que ainda não compreendi,
exilado nas fronteiras da própria resistência.
E começo a perceber:
não é o mundo que me endurece —
sou eu que ainda tenho medo de sentir.
Se a vida é viagem incerta,
talvez o erro seja parte da rota,
e cada queda, um ajuste de direção.
Não sou aço.
Sou travessia.
Na próxima estação,
desarmo-me.
Deixo no banco vazio
a armadura que me protegeu
e também me isolou.
Liberto-me de mim
não para desaparecer,
mas para existir sem defesa.
E então, no cais do teu ser,
o mar já não me ameaça.
O naufrágio deixa de ser destino
quando compreendo que amar
não é perder força —
é escolher vulnerabilidade com consciência.
Não te encontro como salvação.
Encontro-te como escolha.
Deixo de ser busca tensa
para ser presença inteira.
Na próxima estação,
não sou menos homem —
sou mais verdadeiro.
J Rabello de Carvalho
Se você parar para refletir sobre os maiores erros da sua vida!?
Você irá perceber que nenhum deles começou grande;
Porque, na verdade, a maioria dos grandes erros começam nas pequenas falhas;
Sejam elas no seu comportamento ou nas suas escolhas.
Leva essa lição para sua vida;
Erre o menos possível porque nem todo erro vira aprendizado, alguns se transformam nos maiores arrependimentos da sua vida.
SOBRE ESCREVER... (poesia de Lina Veira)
A poesia sopra dentro de mim
Excita e despe minha alma
Um poeta não tem pele – escrevi
Toda arte de escrever é inicialmente SUOR
Trabalho e exercício criativo
Uma vantagem pessoal
Um brinde estratégico da vida
O significado do escrever é sinônimo do escrever
“Necessidade “- Escreveu Machado de Assis
UM LIVRO QUE VOCE NÃO ESCREVE
FICA ENGASGADO NA SUA CABEÇA
ESCREVER, É TAMBÉM abençoar a vida, já dizia Clarice Lispector
Um escritor está sempre concentrado
OBSERVANDO
OBSERVANDO
Esperando como uma meditação mindfulness
A qualquer momento chegará uma inspiração
Selecione, relacione, organize
A escrita precisa de massagens nas costas, nas mãos
De rodas de amigos
De trilhas de pedras
Do confronto das Ideias
Do abismo representativo que assola
Da agitação dos braços e do coração.
Quanta tensão em cima do muro!
Respira a escrita ofegante
Suando, suando
Lembra do muro que caiu na década de 80?
Dos Heróis que morreram de overdose?
Dos inimigos no poder...
Continuamos desiguais na fisionomia,
na cor e raça
Mas Iguais nos sonhos como aquele garoto
que queria mudar o mundo...
Como mercadorias, nas prateleiras, acumuladas, fechadas em arquivos, retalhadas em pirâmides, assim, assim reconheci minhas letras brincando com as palavras
Fechados como um amigo que espera
AO LADO DE MUITOS
A RIR-SE DA HORA, O LIVRO NOS FAZ PENSAR
NOS TRAZ A VANTAGEM DE nos ALIMENTAR DOS SABERES
DO PODER DE SER MAIS, DE FAZER MELHOR.
TRANSPORTÁVEL, consagrado
PRONTO PARA FALAR DE QUALQUER ASSUNTO
Que assunto? Depende do tema ou ideia desenvolvida
Escrever é fazer mágica, reinventar o que já existe!
Observe e anote, guarde movimentos da alma, da imaginação.
Ninguém nasce sabendo escrever bem.
Então escreva, treine!
Uma mentira , uma fantasia, uma realidade
Um texto genial , uma ideia ruim também
Defenda seu ponto de vista, sua ideia formada, seu vexame, sua escrita nascida, assim por diante...
ESCREVA , TREINE!
DERRAME VOCE NO MUNDO!
Lina Veira 16.11.24
.....
SOBRE ESCREVER É UMA POESIA
sobre o pensar profundo do antes e durante a escrita, usando a prática para organizar ideias, refletir com sinceridade e comunicar com clareza e impacto, transformando sentimentos e conceitos complexos em palavras acessíveis. Trazendo o conceito da comunicação e do livro, não apenas na técnica. Escrever é um processo de mergulho na alma, coragem de ser autêntico e de buscar a verdade, onde o ato de escrever se torna um meio de descobrir o próprio pensamento.
esse texto foi dividido entre alguns autores da antologia Memórias Literárias de um sábado.
O Banquete de Argila
À noite, as xícaras são sentinelas brancas sobre a mesa,
Rígidas como o gesso do meu parto, aquele erro, Aquele nó indesejado que o sangue não soube desfazer.
Você parou no umbral,
O hall transformado em abismo,
Partindo antes mesmo de habitar o próprio rastro.
Agora você retorna,
espectro de louça e mágoa,
Bebe o chá amargo nas minhas xícaras de ossos.
Enquanto o ódio flutua na superfície, como nata.
E papai aquele gigante de botas e fúria ruidosa
Me expulsa do mundo com um gesto de ferro,
Me tranco do lado de fora de mim mesmo.
É sobre decisões para "governança": muitas vidas crescem apoiadas demais na figura do "dono", sem se alterarem, se importarem, com os acontecimentos ao redor!
Funciona até o dia em que vira risco: no isolamento acústico para os apelos de viver, na insociabilidade, o crescimento vira tensão e não escala!
Este é o ponto em que alguém precisa sair do "fazer só para si", e assumir o papel de "sua parte no mundo", e de sua vida interagindo com outras!
Uma vida, pertence ao universo ou a um "dono"?
A falta de interação com o ambiente arruina qualquer relacionamento, de dentro para fora ou de fora para dentro; "se alguém não se entende, nunca entenderá o universo ao seu redor"!
Liderança é sobre como lidar com sonhos e aspirações.
Uma boa dose da liderança está alicerçada na premissa de que há um futuro a construir.
Por isso devemos distinguir liderança de gerenciamento.
O gestor tem sempre os pés no presente, enquanto o líder pode estar mirando o que ainda não existe.
Final de dezembro
O mês de dezembro se aproxima,
e a gente para, pausa para refletir
sobre o ano inteiro, tudo que se fez (ou não).
As músicas antigas voltam,
com aquela nostalgia de criança,
mas não há mais tempo para pensar nisso.
Você não fez nada este ano todo.
Sempre colocou expectativas, metas,
e a única que conseguiu cumprir
foi a de continuar vivo.
Vivo para se iludir de novo, no próximo ano.
O consolo está na mesa,
No dia do Natal:
o estômago cheio, a máscara no rosto,
fingindo sorrisos para a parente que se detesta.
Que venha o novo ciclo!
É, o ano vem e as metas seguem.
Talvez eu só coloque mais uma:
Parar de fumar.
Notas sobre ela.
Antes de amar alguém, acima de tudo ela se ama.
Antes de respeitar alguém, em primeiro lugar ela se respeita.
Vale lembrar que, antes de desacreditar nela, ela tem um Deus que diariamente está ali firmando credibilidade.
Só com Ele ela faz âncora de vida, sendo assim, ninguém faz ela naufragar.
Então, assim vos digo: nada que venha contrários aos meus princípios vai fazer qualquer diferença na minha vida.
Li algo sobre ventanias que invadem a alma, agitam emoções e desejos que muitas vezes desafiam a razão. Que podem ser leves ou poderosas, impulsos que arrepiam os pelinhos, deixam a boca úmida ou até mesmo faz a perder o equilíbrio. Um fogo que aquece, mas também consome. É o que nos faz levantar antes do amanhecer para perseguir um sonho, ou mergulhar de cabeça em algo que dá sentido à vida.
Os poetas a celebram, ...
Paixões, quem nunca? Paixões mudam a Gente! Mudam a Vida...
Vida de Solteiro
Alexandre Sefardi
O ciúme e a inveja são sinais. O primeiro grita sobre um apego excessivo, uma insegurança que pede cura. O segundo sussurra sobre desejos não atendidos, um chamado para olhar para dentro e identificar o que verdadeiramente anseia.
Ambos são desconfortos tóxicos, mas trazem um convite oculto: o de transformar a energia da comparação em combustível para a própria evolução. Em vez de se perder no medo da perda ou na dor do que falta, use esse incômodo como bússola. Fortaleça seus laços a partir da confiança. E direcione o desejo pelo alheio para construir, com seus próprios recursos, uma vida que seja genuinamente sua. A verdadeira conquista nasce da autorrealização, não da sombra do outro.
Apego Ato 1
Luz sobre ele. Silêncio. Ele respira fundo.)
Que fiz eu…
Que fiz eu, senão tomar mãos humanas
e moldá-las em divindade?
Era carne como eu.
Era falha como eu.
E ainda assim, eu a vesti de eternidade.
Com minhas próprias mãos ergui o trono.
Poli a madeira com expectativas,
revesti-o com promessas que nunca foram ditas,
e a coloquei lá no alto… acima de mim.
(ri, amargo)
E então ousei perguntar por que não me via.
Mas como poderia?
Do alto do altar que construí,
tornei-me chão.
Tornei-me base.
Tornei-me invisível.
Ó coração tolo,
confundiste amor com reverência,
entrega com submissão,
admiração com ausência de si.
Não foi ela quem subiu
fui eu quem me ajoelhei.
(pausa)
Amor…
amor não pede joelhos.
Não exige plateia.
Não se alimenta de distância.
Amor é encontro.
É altura contra altura.
É dois olhares no mesmo nível do céu.
E se hoje sofro…
não é por não ser visto.
É por finalmente enxergar
que fui eu quem construiu a própria sombra.
(Luz se apaga.)
O Dia Internacional da Mulher não é sobre aplausos.
É sobre consciência.
Não é sobre presentes.
É sobre postura.
Não é sobre discurso.
É sobre prática.
Que o respeito deixe de ser exceção.
Que a igualdade deixe de ser promessa.
Que a segurança deixe de ser sorte.
E que nenhuma mulher precise ser forte
apenas para sobreviver.
Porque respeito não é homenagem.
É dever.
E igualdade não é gentileza.
É justiça.
E justiça…
não se pede.
Se faz.
Sobre Covardes
Demétrio Sena - Magé
Compreendo as mensagens de cancelamento
em silêncios, distâncias e medo profundo;
é difícil passar pelo meu pensamento
e manter confortáveis os olhos pro mundo...
Só não posso romper as verdades do assunto,
quando vestem os panos do nosso momento;
não me deixo calar; quem não quer pensar junto,
não precisa fugir; aspirar outro vento...
Mas entendo covardes; deve ser medonho
esse medo da vida e da busca do sonho
desse mundo de todos e não de alguns donos...
Imagino entre os panos a borra contida
dos que têm que temer a minh'alma perdida,
como mandam dos púlpitos, grupos e tronos...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
Estela, assim como o seu nome, passou como uma estrela sobre mim.
Deixando a lembrança do seu brilho e a saudade da sua beleza.
Queria poder sorrir como antes, ser o Eu de antes, mas já não vive mais em mim.
Assim como você partiu, junto uma parte minha também se partiu.
Nunca mais serei a mesma.
Agora me sinto solitário, vazia
Com uma dor permanente,
As lembranças figuram em minha mente,
E o que antes me gerava alegria, agora são colhidas como dor.
Quanto menos as pessoas estiverem alertas sobre o que acontece, menos elas vão saber. E quanto menos souberem, mais ignorantes elas continuarão sendo. E, se continuarem ignorantes, nenhuma mudança será vista no meio social.
Quando alguém não entende ou não está consciente do que acontece ao seu redor – seja na sociedade, na política, na cultura ou em seu próprio ambiente – ela se torna incapaz de questionar e mudar algo. Isso mantém tudo parado, sem transformação.
A ignorância, nesse caso, não é só falta de conhecimento, mas também falta de interesse em buscar a verdade. E enquanto isso continuar, nada muda de fato, nem no social, nem no pessoal. Para mudar, é preciso primeiro entender o que está acontecendo, enxergar a realidade e agir.
Se ninguém busca saber, tudo fica como está. Por isso, é necessário se manter consciente e atento para que algo possa realmente mudar.
A política nunca foi sobre a "Paz", mas sim sobre a dominação dos pobres e a defesa de interesses... A religião nunca foi sobre o "Amor", mas sim sobre dominação e interesses políticos. Todas as guerras começaram por causa de interesses.
Contudo, nunca teremos paz enquanto a política existir. — BigaM.
Sobre o Pastor de "Três Graças"
Demétrio Sena - Magé
Fiquei frustrado ao ler que o pastor Albérico, da novela Três Graças é, na verdade, o chefão da bandidagem na comunidade fictícia da Chacrinha. Desejei que a fantasia salvasse a realidade. Que a licença poética nos desse um horizonte favorável à crença no cristianismo do século XXI. Estava mesmo feliz por imaginar que, na ficção, a exceção venceria a regra, em desagravo ao mundo real, onde a regra estrangula a exceção. O pastor Albérico tinha tudo para ser a exceção na qual precisamos acreditar, fora do estrangulamento que nos deixa sem esperanças.
Ainda espero, caso isto seja verdade, que autor e colaborador decidam pela mudança de rumo do personagem. Precisamos dessa fantasia. Dessa poesia que nos faça intuir a existência de uma exceção menos invisível; menos intocável; mais possível, na vida real. Entendo o realismo que denuncia o óbvio, mas gostaria de ver, na ficção, a exceção vencer a regra. Tornar-se a regra no folhetim, representada pelo único pastor do enredo. Precisamos sonhar que ainda existem líderes cristãos a contento, representantes legítimos do real cristianismo. Sem envolvimento com poderes paralelos (tráficos, milícias e política partidária extremista).
No fundo, nem é de religiosos (fiéis e líderes) que trato nesta reflexão. É de seres humanos, convertidos ou não a crenças (quaisquer crenças), dogmas, filosofias e até medos, capazes de transformações viáveis para um mundo melhor. Se a transformação doentia do "Jorginho Ninja" não convenceu, pois ele se converteu fragilizado pela doença e o medo do suposto inferno, valeu o efeito. Foi um opressor a menos, no universo da novela. Por ora, resta-me a frustração de não vivenciar a poesia de um líder religioso na contramão da realidade que me cerca.
... ... ...
Respeite autorias. É lei
A areia discutia com o vento sobre relógios invisíveis enquanto cavalos marinhos atravessavam o céu como se nuvens fossem oceanos. No centro de um mar morto que ainda respirava, um moinho girava ao contrário, triturando minutos em pó fino. O tempo afiava ponteiros com calma excessiva, sentado diante de um espelho quebrado que refletia rostos ainda não vividos. Cada fragmento mostrava uma possibilidade diferente, como se a realidade estivesse em teste.
Uma flor de lótus nascia dentro de uma xícara vazia, indiferente à ausência de água. Os cavalos marinhos cochichavam à areia que o mar morto não era falta, mas silêncio acumulado. O moinho insistia em girar, não para moer grãos, mas arrependimentos. O espelho multiplicava olhares, criando versões que nunca se encontravam.
Tudo parecia deslocado: areia no céu, água sem ondas, flores sem lago, horas sendo moídas. Um cenário absurdo, quase incoerente.
Até que se entende: a areia são os dias que escapam pelos dedos; os cavalos marinhos, pensamentos improváveis; o mar morto, o coração quando se cala; o moinho, a rotina que transforma escolhas; o espelho quebrado, nossas identidades fragmentadas; e a flor de lótus, a vida que insiste em nascer mesmo onde parece não haver nada.
Agora é Decisão
Não é sobre falta de tempo.
É sobre falta de decisão.
Nós sabemos quando algo está errado. Sabemos quando estamos nos afastando de quem amamos. Sabemos quando o orgulho começa a falar mais alto que o afeto. Sabemos quando estamos empurrando um sonho para “depois”. A consciência não é o problema. O problema é o que fazemos com ela.
Entre perceber e agir existe o medo. Medo de perder, de falhar, de não ser aceito, de começar de novo. E então justificamos.
Dizemos que precisamos pensar melhor.
Dizemos que não é o momento ideal. Dizemos que semana que vem será diferente.
Mas aqui está a verdade simples:
Se você sabe
e não faz,
você já escolheu.
Não escolher também é escolha. Não agir também é ação. O que você adia continua produzindo consequência.
A vida raramente destrói tudo de uma vez.
Ela desgasta.
Ela esfria o que era intenso.
Ela transforma presença em convivência automática.
Devagar o suficiente para que a gente se acostume. E o mais perigoso não é o erro. É a adaptação ao que nos diminui.
Será que sabemos mesmo?
Ou apenas evitamos encarar?
Porque consciência sem movimento vira peso. E o peso acumulado vira arrependimento.
O tempo não negocia com indecisão. Ele não pausa até que você se sinta pronto. Ele segue. E enquanto segue, revela uma lógica inevitável:
O que você não decide
também decide você.
Viver dói. Amar expõe. Mudar desestabiliza. Mas não viver endurece.
Não amar esvazia.
Não mudar corrói lentamente por dentro.
A dor da ação é aguda; a dor da omissão é crônica.
E aqui está o ponto central: não é ignorância. É postergação consciente. Nós sentimos quando estamos nos traindo um pouco. Sentimos quando estamos ficando menores para caber no confortável. Sentimos quando estamos escolhendo paz superficial em vez de verdade profunda.
A pergunta não é se você sabe.
A pergunta é: o que você fará com o que sabe?
Um dia haverá silêncio. Não o silêncio de uma sala. O silêncio em que as oportunidades já passaram. E nesse dia não serão os outros que perguntarão. Será a própria consciência.
Quando você soube,
por que não fez?
Quando você sentiu,
por que não falou?
Quando percebeu que precisava mudar,
por que esperou estar pronto?
A vida nunca exigiu perfeição. Nunca exigiu ausência de medo. Exigiu presença.
Presença quando era desconfortável.
Presença quando era mais fácil fugir. Presença quando tudo dentro de você tremia.
Enquanto você respira, ainda é presença que está em jogo. Ainda é decisão. Ainda é movimento.
E movimento não começa com certeza absoluta.
Começa com coragem suficiente.
Agora não é teoria.
Não é filosofia.
Não é inspiração momentânea.
É escolha.
E escolha
é agora.
- Relacionados
- Poemas sobre saudade para transformar ausência em palavra
- Frases de despedida para refletir sobre finais e recomeços
- Frases Bonitas sobre Saudades
- Charles Chaplin sobre a Vida
- Charles Chaplin Poemas sobre a Vida
- 58 textos motivacionais para equipe de trabalho
- Frases sobre idiotas que mostram seu talento para a estupidez
