Texto Qm sou eu
A bola ressaltava uma e outra vez, num movimento contínuo e perfeito, molhada pela chuva miudinha que pingava sem fim.
O silêncio recortava-se no horizonte e o calor era tímido, molhando-me o corpo, ao qual a roupa já aderia como uma segunda e profunda pele.
De sorriso molhado, soltei a gargalhada, os lábios húmidos e quentes, em uníssono com o ladrar do meu imprevisível cão.
O ribombar de um trovão passou por mim e, algures, bem longe, ouvi o zipar do relâmpago azul e branco cortar o ar e cair.
Todo o mundo recolhido e eu aqui, louca como eu só, deliciando-me na chuva.
Eu homem, menino alma.
Nasci, talvez que por engano,
em uma tal cidade grande,
feita de concreto armado,
cheia de caras e portas fechadas,
mas, meu nascer mesmo, é no campo,
no mato,no torrão do interior.
Nunca vou esquecer,
como é bom, o prazer,
de subir na goiabeira,
pra comer fruto no pé,
ir até os galhos mais altos,
pra namoradinha assustar,
e na hora de descer ?
e pra tremedeira esconder ?
pra vergonhar não passar...
...vou descendo acanhado,
pra baixo todo santo ajuda!
penso eu, atrapalhado, penso também na mamãe,
junto com os carões, que de certo vou levar,
se caio daqui, e não morro,
minha mãe me mata,
e mesmo que não me mate,
triste será meu castigo,
não vou poder ir a praça,
ver televisão com meus amigos.
Balançar muito e bem alto,
numa rede armada,
no caibro do nosso alpendre,
ouvindo minha mãe, afirmar perguntando,
``vai cair daí ô inteligente!.´´
Coisas assim,
só se vivem no sertão,
o cheiro da terra molhada,
olhar da janela a passarada,
a chuva forte chegando, depois,
brincar nas poças de lama,
assim que chuva se foi.
Também não posso esquecer,
dos banhos de rio, cedinho,
antes de ir pra escola,
ficava feliz quando via,
Tânia, minha melhor amiga,
mulher grande,
mas com alma de menina,
vinha logo assuntar,
com uma voizinha mansa, dizia,
pra eu sempre lavar, as zunha e zurêia,
senão chegando em casa
podia, se preparar, pra entrar na ``peia.´´
Acho muito respeitoso,
um filho aos pais dizer,
bença pai,
bença mãinha,
tá aqui, acesa a lamparina no chão ,
pertinho da santa Maria,
enquanto a mãe de joelhos,
pedindo à todos os santos,
rogando à Deus por seu filho,
nunca cair em tentação.
Tenho respeito e amor,
tudo que Deus criou,
do pouco que tenho,
ao pouco que sou,
do pequeno ao maior,
mas me custa muito aceitar,
deixar minha alma lá,
no meu amado interior.
Colares Filho.
Quando olho para ti, vejo-me a mim, lapidada num sonho que só eu sonhei.
A meiga ternura e o eterno encanto, sussurrando no silêncio que só eu abracei.
Senti sempre, sem ver, a deceção no teu olhar. Cada vez que errei. Toda a vez que falhei.
E eu fiquei. E ficaria. Até ao fundo. Até ao fim.
Olhei na direcção do horizonte.
Franzi o nariz e ri-me.
As circunstâncias sempre mudam.
Depois de ter superado tanta coisa, de ter conseguido chegar onde estou e de ter entrado em mim, a minha consciência absorve um universo múltiplo como um espelho, clara e poderosa, e é desconcertantemente suave.
Se sou um holograma de mim mesma, onde estarei verdadeiramente?
Eu amei
Quero te dizer que em todos esse anos eu amei.
Amei a nossa diversidade e a nossa cumplicidade
Amei a maneira da convivência conturbada e serena.
Amei a forma de dizer adeus e ainda mais a forma de dizer estou te esperando
Amei ser protegida e cuidar de você nos momentos de carência.
Amei o desafio do trabalho árduo e criativo
Amei cada momento que derramava uma lagrima até no momento do meu próprio amor e minha liberdade.
O amor não acaba , o amor é corrompido pelos nossos pensamentos inseguros e mesquinhos e sofre e desgasta e machuca , um dia ele se renovara e se tornara eterno por alguém que Deus determinar.
Até lá estarei forte em treinar a luta de amar.
EU (soneto)
Existem vários eus no meu eu
E de tão perdido, anda sozinho
No sonho joga sorte, coitadinho
E assim, sem ter norte, é plebeu
Se sou mal interpretado, fulaninho
É do fado este fardo triste e forte
Tal ímã do azar que rêdea a morte
Bulha quem sou na fé e no caminho
E que destino este agre e de recorte
Da alma esfarrapada e sem colarinho
Que chora os porquês, sem ter porte
Porém, sou o que sou, além do mocinho
Alguém de coração que com amor importe
E que nesta tal vida, andeja de mansinho
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Março de 2017
05'55", cerrado goiano
É que eu só penso nela - Alan Maiccon
Nasce um dia novo a distância me vem na cabeça
Não aguento mais ficar longe de você
Vê se não me esquece
Eu também não esqueço você
É que eu só penso nela
Tô que tô de boa
O mundo me pedindo para parar de tentar
Mais eu não paro mais de pensar
2X
Tempo alarmado rádio tocando alto
É o amor que esta no ar
Longe não consigo ti amar
Vai que um dia chega eu esteja do seu lado
Domingo de manhã e eu na sua janela
Subindo as palmeiras pra não te acordar
Fazendo planos lindos pra nóis dois se amar
Colorindo o arcoires de sentimento
Acendendo a lareira para sentir esse momento
Que tal eu te dar o que é meu - Alan Maiccon
Que tal..
Viver um dia após o outro
Voltar e ti dar meu beijo
Sentir dinovo você perto de mim
Ouvir falar baixinho no meu ouvido que me ama
Que tal eu te dar oque é meu
Que tal você vir de mansinho no meu apartamento
Ficarmos bem juntinho e curtir nosso momento
2X
Que tal eu ligar a rádio
Para perder a timidez e relaxar
Escutar a nossa música tocar
Enquanto eu ti namorar
Colado nas 6 abro a janela
Vem um vento leve e me diz que tô apaixonado
Me vem logo o pensamento em você
vou enlouquecer
ooo..
O brilho dos seus olhos me vem na lembrança
Vê se não demora
Que tô contando as horas pra ti ver dinovo
Ligando na rádio para ouvir nossa música tocar
Que tal eu te dar oque é meu
Que tal você vir de mansinho no meu apartamento
Ficarmos bem juntinho e curtir nosso momento
VOCÊ E EU
Podem me chamar e me pedir e me rogar
E podem mesmo falar mal
Ficar de mal que não faz mal
Podem preparar milhões de festas ao luar
Que eu não vou ir, melhor nem pedir
Eu não vou ir, não quero ir
E também podem me intrigar
Até sorrir, até chorar
E podem mesmo imaginar o que melhor lhes parecer
Podem espalhar que eu estou cansado de viver
E que é uma pena para quem me conheceu
Eu sou mais você e eu
Ele e eu
Ele vem...
E eu já não sei o que faço aqui
É, ele tem...
E eu só te olhei e sorri
Ele senta do meu lado,
me olha
E eu? Ah, me namora!
Ele fala seus doces, seus encantos
Eu só queria seu beijo agora
Ele vem mancinho,
chega pertinho
e sussurra
Eu só procuro uma solução,
uma cura
pra essa paixão
Ele me beija,
me abraça,
me enlaça
E eu, sem graça
Ele convida
Pede minha companhia
nessa noite tranquila
Eu? Fui
Não gosto de fazer o que todos esperam. Pra mim o maior sentido está naquilo que é inesperado. Não me deixo limitar pela minha visão. Não defendo teorias que não pratico. Não falo de algo ou alguém que não conheço e me protejo de todos aqueles que assim o são. As vezes sou amor, outras vezes trago dor...mas sei reconhecer, voltar atrás...pedir perdão.
Não preciso diminuir as pessoas pra me sentir mais alto, maior. Pelo contrário, quanto mais qualidades dessas eu reconheço, aposto, elogio, comento. Mais eu aprendo, me espelho, somente assim, me elevo
E mesmo que ninguém saiba as coisas boas acontecem.
A proteção...
O amor...
O carinho...
As delicias da vida!
Das quais eu sou presenteada todos os dias.
Tão somente por pensar assim.
E a muito não me importa o que pensam.
Pois o meu sentir é mais importante.
Não me sinto velha. Apenas clássica!
Quando eu morrer
Quando eu morrer
cante, grite, dance
ao som de um rock progressivo
com letra peculiar
Beba, conte piadas
morra de rir
faça do momento
a mais pura alegria
Quando eu morrer
não espezinha a minha alma
esqueça as minhas terríveis condutas
a vida é sábia, brilhante e justa
Até que se prove o contrário, a grande suspeita de corrupção do Governo Temer está na utilização do Cartão Corporativo pela Presidência que alcança milhões de dólares e quase 50% não é transparente e divulgado por ser classificado como sigiloso. Temer, se o senhor é honesto, divulgue seus gastos!!! Se não divulgar fica comprovada a sua prática corrupta!
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“Nós aceitamos a Reforma da Previdência e o sacrifício de milhões de futuros idosos pelo bem da nação com a condição de que antes ocorra uma reforma nos Três Poderes, acabando com as regalias: Pensões e Aposentadorias especiais, ganhos acima de 35 mil reais por mês, férias acima de 30 dias, planos de saúde vitalícios, mais que 13 salários por ano, auxiliares comissionados, carros e residências oficiais.”
Sérgio A. B. Paixão
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É triste ver um país tão lindo como a Venezuela, não oferecer segurança e qualidade de vida para seus habitantes. Povo maravilhoso, Natureza fantástica, Artes e Cultura riquíssimas! Vejo como uma única solução, a conscientização das Forças Armadas da Venezuela e uma tomada do Poder em benefício da Lei e da Ordem com uma imediata ação de marcar eleições gerais. Que após as eleições gerais, promulgadas pelas Forças Armadas, seja estabelecido a paz e o respeito à Democracia. Se o Governo Federal do Brasil não estivesse somente preocupado em livrar se das acusações e julgamentos por Corrupção, deveria após essa eleição geral, estabelecer um livre e amplo comércio com a Venezuela para restabelecer o consumo saudável de alimentos pelos Venezuelanos. Os Venezuelanos emagreceram muitos quilos no último ano enquanto o Maduro segue gordo e saudável. Essa é a maior representação do que acontece na querida e histórica Venezuela.
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Seu Barnabé tem uma poupança em um Banco de um trilhão e duzentos bilhões de reais a um juros de um por cento ao ano e deve um empréstimo a outro Banco de três trilhões e trezentos bilhões de reais a um juros de dez por cento ao ano.
O salário anual de Barnabé é de três trilhões e quatrocentos bilhões de reais, mas suas despesas anuais ultrapassam o que ele ganha em cento e quarenta bilhões de reais.
Barnabé tem muito patrimônio, mais de cento e quarenta unidades.
O patrão do Barnabé não consegue aumentar o seu salário porque a empresa não consegue aumentar a produção, as vendas, reduzir custos e investir em infraestrutura.
O Banco que o Barnabé tem a poupança já avisou que se ele tirar o dinheiro, vai orientar ao outro Banco que ele tem o empréstimo a não oferecer novos empréstimos.
Barnabé não quer vender seus patrimônios porque são bens de família de valor sentimental e uma garantia de independência financeira no futuro.
Qual a saída para o Barnabé?
A minha sugestão é que Barnabé: 1- Venda setenta por cento dos seus imóveis para o Banco que ele fez o empréstimo, para quitar parte da dívida, evitando a rolagem e os altos juros. 2- Negocie com o Banco onde está a Poupança, de retirar vinte por cento do valor, informando que irá investir integralmente em ações na empresa que trabalha, assumindo o compromisso que irá repor na poupança os vinte por cento retirados na medida que a empresa repassar seus dividendos.3 - Com o superavit do salário, Barnabé quitaria o restante do empréstimo aos poucos. Sérgio A.B. Paixão
Barnabé = A União.
Banco da Poupança = Títulos do Tesouro do EUA.
Banco do Empréstimo = Dívida Pública.
Salário do Barnabé = Receitas do Governo Federal.
Despesas do Barnabé = Meta Fiscal.
Patrão do Barnabé = Brasileiros e seus impostos.
Patrimônio do Barnabé = Estatais.
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Temer e Maduro possuem em comum, com o apoio de um pequeno grupo, o fato de serem extremistas no apego ao Poder em detrimento da vontade contrária da maioria da população.
A verdadeira mensagem que eles passam é: A maioria da população é burra e incapaz de saber o que é melhor para seu país, independente da realidade de suas vidas ser o subdesenvolvimento e a miséria.
Constantemente repetem: “Tem que manter isso”.
Sérgio A. B. Paixão
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Qual a importância da sensação de Justiça no Brasil?
No Brasil o valor do indivíduo é reflexo do seu status de consumidor e pagador de impostos.
É desconsiderado pelos políticos os vetores ideológicos quanto ao desejo de justiça.
Nossa transindividualidade rejeita a cobrança exagerada de impostos que financia a corrupção.
Independente do grau de culpa, é um anseio da maioria, que o Temer saia do Governo.
É a materialização da punição dos Políticos Corruptos e Autocráticos. Sérgio A.B. Paixão
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Tudo do tamanho e menor que um átomo é quântico. Como elementos formadores de tudo, a saúde do que é macro depende deles, mas o inverso não é verdade.
Da mesma forma existe dois Brasil: um formado por indivíduos e outro o Estado.
O indivíduo precisa de fonte de renda, relacionamento, fé e energia para ter saúde e o Estado de impostos, leis, publicidade e democracia para ter unidade.
O problema é que, diferente do mundo quântico, no relacionamento entre o indivíduo e o Estado, há uma influência bipolar e mútua que trava o crescimento do Brasil do indivíduo pelo estado do Estado.
O caminho seria diminuir ao máximo o tamanho do Estado, cortando a sua arrecadação ao ponto de permitir apenas a saúde de sua natureza reguladora e a manutenção dos serviços básicos para o conjunto de indivíduos mais carentes.
Os indivíduos por sua vez, sem a interferência do Estado, teriam um curso de desenvolvimento planejado e duradouro sem as ondas reais e psicológicas provocadas pelos cancerígenos políticos corruptos.
Isso, ou esperamos uma espécie alienígena, que pode ser do tamanho quântico ou não, se comunicar com os brasileiros e revelar novas e eficientes idéias sociológicas.
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