Texto Qm sou eu
" Se eu soubesse amar como amam os amantes
e antes de qualquer amor fosse fruto de um deles
se eu soubesse amar como as flores amam o vento
como o chão ama a chuva
se eu soubesse amar um pouco mais
transbordaria carinhos e em seu ninho
e lá não seria ave pagã
se eu soubesse amar como uma mãe ama seu filho
que valores teriam meus abraços
e que calor ou aconchego teria para dar
se eu soubesse amar como descrevem os poetas
que não entendem de desamor, por isso não choram
se eu soubesse que amar é de fato o tudo
quanta rebeldia teria meu ato de amar...
" Queira ou não queira, você sempre lembrará de mim,
não que eu tenha feito alguma reza ou qualquer coisa assim,
mas é que você não conseguirá esquecer.
deixei lembranças, iguais as que você deixou comigo
pode lutar, pode querer, não adiantará ir contra o coração
ele não ouve o seu choro, não entende o porquê
porém faz festa, quando escuta o meu nome...
"" Ama-me como se a mais ninguém pudesses amar
como se eu fosse teu sol
teu ar
ama-me com loucura
como quem procura
a paixão dos amantes
como antes,
quando nos conhecemos
ama-me além do tempo
acima dos sonhos
eternamente
simplesmente
mas por favor
não deixes de amar
completamente..
" Se por acaso eu esquecer
o tempo há de me lembrar
das páginas viradas e lidas com emoção
das lições que ficaram para contar
se por acaso eu não aceitar
serei um analfabeto, inculto a me rebelar
dos possíveis aromas conquistados
da casa cheia, do perfume do meu lar
se ainda assim eu subjugar minhas conquistas
faze-me humilde oh! Deus
e livra-me da dor
que de sofrer eu só quero esquecer
brinda-me com um domingo de sol
quero levar as crianças para passear
comprar pipoca e brincar no parque
mostrar a elas o real sentido que é amar....
" Deus não permita que eu perca
a alegria de viver
mesmo nos momentos mais difíceis da minha vida
se eu estiver com alguma dor
que ainda assim consiga sorrir
e sorrindo possa viver um dia melhor
Deus falo contigo, quando muitos negam teu nome
acredito, tenho fé e continuo
mas sei pai, que nenhum argumento e reparador
e que eu
sou responsável pelo rir ou chorar
que do meu coração flua a energia boa
para enfrentar as adversidades
que da minha alma renasça sempre a esperança
para eu esperar e viver o amanhã
e que ainda que eu esteja na mais completa solidão e dor
eu tenha ânimo e fé para me recuperar
um dia de cada vez...
Trecho de um diário:
Era um dia chuvoso — e eu sempre amei a chuva. No final da tarde, preparei um chá, peguei um livro e me sentei no alpendre, nos fundos da minha casa. O livro era Meu Amor é Você, de Rebecca Winters, edição de 1993. Fazia parte da série Sabrina, tão querida por leitores jovens e adultos pelos seus enredos românticos e envolventes.
Folheei algumas páginas, mergulhei por instantes naquela leitura suave... então pensei: ele não vem hoje. Mas me enganei. Pouco depois, ouvi seus passos ao fundo do quintal. Ele se aproximou, e eu sorri instintivamente. Corri em sua direção e pulei em seu colo, enlaçando-o com os braços e as pernas — como fazia todas as vezes em que ele chegava.
Encostei meu rosto no dele, senti seu cheiro e distribuí pequenos beijos, enquanto ele me carregava para dentro de casa.
Alguns momentos são eternos. E esse, para mim, ainda vive aqui dentro do peito.
Era só um instante. Mas era tudo.
_Janete Galvão
+Q Roteirista
Sabe o que eu amo em personagens de ação ou outros mais, bem ou mal, mau até, animado ou não, quadrinhos ou games? Ainda que lutem uns contra os outros, nem por isso alguém deixa de existir, pois qualquer que seja o personagem, é eterno e todos sabem que todos assim são, por isso querem apenas fazer a sua parte, o melhor possível diante daquilo que podem e são. Nasceram para ser e tentam a todo custo ser sempre a melhor versão de si mesmos. Diferentes de nós!
Tudo o que eu mais quero e preciso é que alguém me olhe nos meus olhos e diga o quanto me ama, alguém que diga que meu sorriso é lindo, alguém que me abrace, alguém que implique comigo e depois diga que eu fico lindo mesmo daquele jeito, alguém que saiba transmitir-me amor, carinho, amizade, compreensão e até quando necessário dos estalos na cara, ou uns valentes puxões de orelhas, alguém que saiba que as palavras por vezes não adiantam nada, mas ações.
Alguém que só de olhar para mim, saiba ler em meu rosto muitas vezes disfarçado de sorriso e óculos escuros, sinta com o coração e a alma que não estou bem, que me dê um abraço, que me diga, mesmo que seja baixinho ao ouvido: "Estou aqui, e vou estar sempre, juntos vamos caminhar e vamos chegar a bom porto".
Me tornei prisioneiro
do seu amor...
Escravo do seu
bem querer...
Não adianta eu
querer fugir de
você, a minha
alma é testemunha
deste meu querer...
Por mais que eu
não queira te amar...
Os meus olhos não
me deixa te esquecer...
O meu coração bate
que sem você vou
enlouquecer...
- Quem é você?
- Linda Tammer(...)
- E eu posso saber o
que estou fazendo
nestas paginas?
- Claro! Você é a
criação de um
escritor, que
resolveu nos
unir para sempre,
até o capitulo
final(...)
- E qual é o meu
nome?
- Carlos Rizzi(...)
O homem o qual
o escritor me
destinou a amar,
para o resto da
minha vida(...)
Der repente deu uma vontade
louca de falar eu te amo(...)
Mas a incerteza e o medo me
repreendeu, e era notório ao
surgir pelo meus olhos
lágrimas de saudades(...)
As barreiras me impossibilitou
de tentar ao menos dizer,
que este amor impossível,
pode ao menos ser sonhado(...)
As ilusões existem e valem a
pena ser fortalecidas pelo
ego, que existe dentro de mim(...)
Mesmo sabendo que tais ilusões,
vão se diminuindo com o passar
dos anos(,,,)
O que me mantem vivo é nunca
deixar de sonhar, que os nossos
lábios ainda vão se encontrar, e
eu vou poder olhar dentro dos
seus olhos e dizer!!!Te amo(...)
Mãe, eu nunca imaginava que um dia ficaria sem a sua presença, durante muito tempo olhei dentro dos seus olhos e vi um filme da sua vida refletindo em meus sonhos.
Trabalhou muito, orou muito e cuidou muito de cada filho. Nós defendia de cada ameaça como uma leoa guerreira que sempre defendeu os seis filhotes, mulher inteligente cheio de versos e poemas contagiantes que um dia foi inspiração para eu escrever dois livros. Tamanho talento herdei da senhora e isso nunca poderei esquecer, o meu caráter e personalidade foi transmitido de mãe para filho, por isso sou o que sou, a sua partida deixou um vazio tão grande que até hoje não acredito, parece que estou dentro de um sonho que não acaba mais. E este sonho é tão triste que não consigo parar de chorar, por que os meses passaram e percebo que a sua ausência só aumenta a minha dor. Mas uma coisa guardarei para sempre no livro da minha memória, o seu amor que me ensinou a ser um homem de verdade.
Te amo para sempre.
Para onde levou o sol?
Eu não sei mais Maria, o que fazer com estes dias que passam, mas nunca amanhecem.
É que eu estou sobrevivendo, mas não sinto mais intensidade e vitalidade, não sinto as gotas da chuva, e o sol para onde levou o sol?
Não me admiram, nem arrepiam-me mais as canções, tão débil parece o cheiro das flores agora, tão inconsistente o chão.
Seu corpo está distante do meu, abstenho-me então involuntariamente de amar qualquer coisa.
Perdi o juízo e as funções motoras, perdi a cabeça e a memória, não sei mais se seu nome é Maria ou felicidade, não sei mais o que fazer com esta saudade.
Deixa eu ficar aqui parada olhando pro nada
como quem olha o mundo.
É que eu não tenho pressa
nem vontade de entrar neste tumulto.
Deixa eu sentir o vento, sem me preocupar com o tempo,
que a vida passa tão depressa e a maré ta baixa.
Então deixa eu mergulhar no que é belo,
que forma um elo entre o meu eu indefinido e o universo.
Sem decisões, sem precipitações, nem azul, nem amarelo
Eu fui embora de casa, embora do meu relacionamento de 6 anos, que era quase perfeito, embora da família dele, que basicamente me adotou, embora da nossa gatinha, dos abraços que me abrigaram... Eu fui embora do mais próximo da estabilidade que já estive.
Eu me arrisquei e risquei o vidro intacto, rachando-o, para parecer mais comigo, para ainda sentir que sou eu por mim e que sempre serei sozinha, e joguei tudo para cima, como quem vira a mesa ou uma dose de tequila. Eu estou andando na estrada escura rumo ao infinito, ao incerto, ao acaso, ora cambaleando, ora cantando, e continuo viva.
Eu deixei todos sem palavras, troquei o certo pelo duvidoso, perdi o ar de tanto chorar, mas peguei minha vida nas costas e fui andando com o coração pesado e os pés cansados do passado, mas que há 6 anos se acostumaram a ser fixos e massageados.
Eu pichei um quadro do Picasso, rasurei uma obra-prima, um romance aclamado, dei um fim ao que seria um final feliz, e agora sou alguém que viveu o amor e não que o deixou escapar pelas mãos, mas que encheu as mãos e a alma e depois o jogou de volta nas correntezas do destino para ser inteiro antes de dar o que não tem.
Eu sinto frio ao dormir sozinha, sinto as mãos geladas sem as mãos dele nas minhas, sinto falta do sorriso dele aquecendo meu peito e daquele olhar de admiração que corava meu rosto quando me via arrumada, da sensação de me sentir linda ao acordar mesmo com a cara amassada e, ainda assim, sigo com a minha decisão de ser sozinha.
Quando se namora dos 15 aos 21 e vocês se casam, você desaprende a não ser amado e tudo depois disso é raso, como observar a superfície de um oceano e não mergulhar. Estar com outra pessoa quase soa errado, é como se você ainda pertencesse a ele, e você toma banhos demorados, como se pudessem te limpar dos toques sem paixão que ainda estão no seu corpo.
Quando se tem uma infância/adolescência complicada e aparece o príncipe encantado suprindo todas as suas necessidades, você se sente sortuda e se torna eternamente grata, você cria raízes e se vê florir, se enchendo de vida e transbordando sorrisos que nunca soube dar, aprende a ser feliz como nunca havia sido e, de repente, quando tudo está sereno há tanto tempo, vem o caos que habita em você e te afasta, te isola do mundo mágico, porque aquilo ali não é você, não é para você. Toda aquela realidade aparentemente plena é surreal e muitas vezes injusta, você se sente um estranho no ninho e não se encaixa mais, mas você continua tentando e tentando, e, de tanto fazer força, vai destruindo o que está em volta, aqueles que te fizeram tão bem, perde o encanto e já é hora de ir embora para não estragar a história. Dói e vai continuar doendo, mas você precisa ir.
É hora de começar um novo livro, aceitar que você não é um romance e aprender a ser autoajuda, mistério e superação, seu guia de bolso, sua Bíblia. Hora de aprender a ser sua casa, sua melhor amiga, sua família e sua própria fé, ser a mulher da sua vida, a autora da sua história e a personagem principal – um pouco mocinha e um pouco vilã. Hora de amadurecer, dentro do seu próprio tempo, sintonizar na estação do agora, errar, se decepcionar consigo mesma, se perdoar e voltar a sorrir. Hora de entender Nietzsche, tomar bastante café e, enfim, tornar-se o que é e, ainda assim, ser metamorfose, se desconstruindo e reconstruindo quantas vezes forem necessárias até se tornar a melhor versão de si mesma.
Eu não quero desistir, o futuro me atrai, penso nos sorrisos que darei, no frio da Europa e dos belos casacos, quase como um filme clichê que vi mais de mil vezes na adolescência.
Gosto de mim, na maior parte das vezes, gosto das minhas musicas e de como me emociono facilmente, embora as vezes odeie também, porque foi um pouco embaraçoso chorar na escola na quinta série vendo o filme 'a vida é bela';
Gosto dos meus olhos que são grandes, mesmo enxergando extremamente mau e das minhas mãos que apesar de pequenas, vez ou outra seguram o mundo de alguém e escrevem o que eu tenho dificuldade de dizer.
Mas as vezes eu sofro sem entender e a solidão me convence que ela sou eu, que o que gosto em mim não é bem o que os outros veem, que insistir em mim não é algo inteligente ou prudente.
Tem certos momentos que no meio de uma festa ou rodeada de amigos, bem no meio de uma piada engraçada, saio de órbita, perco o brilho no olhar e não sei aonde estou, sinto vontade de fugir imediatamente dali, ir pra onde eu me sinta confortável, mas não sei aonde fica este lugar.
As vezes acho que este lugar pode ser uma pessoa, um amor talvez, mas se perde-lo vou me perder, e logo eu que sou péssima em geografia, que mal consigo me localizar no bairro que moro a 6 anos, o fato é que este lugar não pode ser algo que me escape. E é claro que qualquer psicologo, sábio, coach, velho bêbado... diria o que bem sei, que este lugar sou eu mesma.
Mas estou cansada, de saber, de me decepcionar, de me arrepender, de correr e de não sair do lugar... Mas este não é um privilegio exclusivamente meu, não estamos todos assim?
Desculpe se chegou até aqui esperando um final brilhante ou conclusivo, mas não, este texto é um espasmo, um movimento involuntário da minha confusão.
Enquanto isso, Vou devagar, vou esperando ate entender o equilibro entre a liberdade e o pertencer, talvez daqui a alguns anos eu responda este pensamento meu com um olhar de quem entendeu, ou de quem percebeu que nada disso importa, que eu era apenas uma jovem com seus vinte e poucos anos.
Eu tenho sumido das redes, das ruas, dos bares.
Tenho buscado a mim mesma no lugar mais difícil de se visitar, o âmago, que por vezes é amargo, mas que assim como o café sem açúcar estou aprendendo a gostar.
Nada contra todos estes lugares, onde as pessoas tanto sorriem, se arrumam para estar em seu melhor, cabelos bem penteados, maquiagens construídas em camadas, perfumes que se misturam no ar; é até admirável a dedicação para ser ornamental.
Tenho apenas neste momento, apreciado mais a cara limpa, as sardas, os linhas de expressão, os cabelos menos alinhados, e os amigos que falam o que pensam sem rodear, que levantam uns aos outros nem que seja a base de chutes, que abraçam pra sufocar, que não medem o riso, o risco, a circunferência do corpo, ou histórico bancário, aqueles que estão dispostos a dividir do melhor ao pior, a ouvir no silêncio e a gritar juntos se precisar.
No final das contas, na multidão, nos pequenos grupos, na solidão e até nas mídias, estamos sempre buscando uma conexão real: conosco, com o nosso mundo, com o mundo do outro e essa colisão de existirmos todos na mesma época, mas ainda assim em nosso próprio espaço e tempo.
Vai ver tudo não passou de um sonho
E o louco fui eu
De acreditar que a vida era tão simples
Até chegar você em minha vida
E eu ter que juntar o que sobrou
Do meu corpo estilhaçado pelo amor
Eram tempos e temporais
Nada de mais
E a cada dia triste
Eu saía a pé na chuva
Na verdade eu não queria que me vissem chorando
E usava o tempo como desculpa
Um dia sonhei que o sol brilhava para todos
Foi o dia que quis seguir teus passos
Mesmo me quebrando em mil pedaços
Acordei
Ascendi a luz
Fechei a porta
Voltei a dormir
Voando no Mundo Azul
Ainda lembro as nossas conversas
Tão tarde da noite assim
Eu te chamava dizendo seu nome
Você ficava assim
Com aquele sorriso
Aquele olhar
Tão linda quanto a madrugada
E um sorriso escapando de mim
Eu não queria mais nada
A gente no mundo azul
Voando no mundo azul
Ainda lembro aquele fim de tarde
Tão perto do pôr do sol
Eu conhecia a menina mais linda
Você era assim
Tudo o que eu
Sempre imaginei
Tão linda quanto o fim da tarde
Naquele dia junto as escadas
Eu não queria mais nada
A gente no mundo azul
Voando no mundo azul
Eu estava tão pensando em você
Que resolvi olhar suas fotos
E ver o seu rosto.
Carinha descontraída
Cabelos soltos, ruivos, penteados
Sorriso à mostra, os lábios
Narizinho polposo, gracioso.
Você tão perto, tão ausente
E eu imaginando
A realidade da distância
Apaguei a luz e fui dormir
O sono que não veio...
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