Texto Qm sou eu
Eu não sei o que me aconteceu ou o que me acontece.
Quando olho em seu olhar o meu corpo padece.
Carece da sua calma e do macio da tez, perece quando em ti encosto e me perco outra vez.
Tua presença me engrandece, a ausência me entristece.
Sem você me sinto frio, perdido no branco da neve.
Me perder, quero sim, no negro desse olhar, olhar que enriquece, enaltece o sentido do meu amar...
Eu até gostaria de pensar diferente
Porém vejo que que as pessoas
Não valorizam as atitudes
Não aproveitam as oportunidades
Apenas observam, ficam em cima do muro
E o tombo será inevitável
Ousadia é sinceridade
Afirmação é respeito
Perder para a própria indecisão
É falta de critério
É falta de coragem
A vida é única!
Por toda minha vida eu esperei a oportunidade de conhecer um amor eterno, leve...feito a bruma do paraíso. Nos seus olhos eu reconheci meu próprio valor, descobri a importância de ser autêntico. É cedo ou tarde...pouco importa!
Meu sentimento é corajoso, assim posso lhe dizer, que meu coração bate forte, em cada momento que você habita o meu pensar.
Velha casa de meus pais,
Eu não te esqueço jamais
Por esta existência em fora,
Só porque tu me retratas
As fantasias mais gratas
Daqueles tempos de outrora!...
Mamoeiro! Bananeira!
Joazeiro! Goiabeira!
- Que cinema sem igual!
Jogando sobre as alfombras
Um rendilhado de sombras
Na tela do teu quintal!
E aquela batida longa
Da cantiga da araponga
Que entre os rasgos do concriz
E os estalos do canário
Ia formando o cenário
Daquela quadra feliz!
Mas o tempo - este malvado!
Para matar o meu passado,
Numa explosão de arrogância,
Jogou de encontro ao mistério
Toda a beleza do império
Dos sonhos de minha infância!
Árvores, pássaros, tudo
Rolou para o poço mudo
Do abismo do nunca-mais!...
Enquanto a sonoridade
Dos gorjeios da saudade
Se esparrama em teus beirais...
Por isso em tuas janelas,
Em tuas portas singelas
E em cada vidro quebrado,
Onde a tristeza se deita,
Vejo uma réstia perfeita
Das estórias do passado!...
Ai velha casa sombria
Quem, nesta vida, diria
Que aquele céu sucumbisse,
Que aquela fase passasse,
Que aquela ilusão fugisse
E que não mais voltasse!...
Na festa descolorida
Da paisagem destruída,
Aos olhos da Natureza,
Só tu ficaste de pé
Confortando a minha fé!
Matando a minha tristeza!
Velha casa desolada
Guardas na tua fachada
Uma indelével lembrança
Dos meus dias de quimera,
Das rosas da primavera
Que plantei quando era criança!
E agora que o sol se pôs
E a bruma envolve nós dois
Na sua atroz densidade
Enfrentemos a incerteza
Tu - conduzindo tristeza!
Eu - transportando saudade!
Deu-me Deus o seu gládio, porque eu faça
A sua santa guerra.
Sagrou-me seu em honra e em desgraça,
Às horas em que um frio vento passa
Por sobre a fria terra.
Pôs-me as mãos sobre os ombros e doirou-me
A fronte com o olhar;
E esta febre de Além, que me consome,
E este querer grandeza são seu nome
Dentro em mim a vibrar.
Súbita mão de algum fantasma oculto
Entre as dobras da noite e do meu sono
Sacode-me e eu acordo, e no abandono
Da noite não enxergo gesto ou vulto.
Mas um terror antigo, que insepulto
Trago no coração, como de um trono
Desce e se afirma meu senhor e dono
Sem ordem, sem meneio e sem insulto.
E eu sinto a minha vida de repente
Presa por uma corda de Inconsciente
A qualquer mão nocturna que me guia.
Sinto que sou ninguém salvo uma sombra
De um vulto que não vejo e que me assombra,
E em nada existo como a treva fria.
Ao divino assassino
[...] Talvez na pressa,
no pânico de Pedro, eu negue um dia
e trate de escapar, mas hoje não;
hoje sofro com fé e, sem poesia,
metrifico uma dor sem solução,
mas não vim negar nada! Faz efeito
essa dor: faz sangrar, mas faz questão
de defender-me como um parapeito
contra a queda e a revolta. Um Botticelli
despedaçou-se todo, mas que jeito,
se por Lear enforcam uma Cordélia
e encarceram a Ariel por Calibã...?
Alvorece, a manhã beata velha
enfia agulhas no Teu céu de lã,
antenas às Tuas cenas de TV,
e eu penso: ela morreu... Hoje, amanhã,
enquanto Te aprouver e até que dê
a palma do prego e o último verso à traça,
vai dor – mas Amém! Não há porque
amar a morte, mas que venha a Taça,
aceito suar sangue até o final,
como não... Tudo dói, menos a graça,
mata, Senhor, que a morte não faz mal!
Paray-le-Munial, 1979
Meu amor por você vai além dos limites da razão...
Eu nunca tive escolha, ou era amar você te tendo ao meu lado ou não.
Talvez seu amor não teve a imensidão do meu, porque nunca mais amei ninguém depois de você querido amor meu.
Meu amor sobrevive das nossas boas lembranças, porque, você nunca permitiu que eu tivesse esperança.
Eu te amei desde a primeira vez em que te vi, e ainda hoje te amo assim....
Quando cheguei na terra eu fazia magia....
A minha criança ainda nem tinha dentes, mas contagiava a todos quando sorria.
Eu ainda não sabia falar, mas qualquer som que eu balbuciava, encantava pessoas de qualquer lugar.
A energia sutil do meu ser criança era como a esperança que fazia os adultos esquecer os problemas enquanto distraiam com as gracinhas do bebe angelical.
Ao passo que comecei a crescer, fui distanciando do meu divino ser.
As lembranças de minhas memorias de infância trazia a sensação de que fui abandonada por mim, eu vivia em uma tristeza sem fim.
Perdi me da alma gentil do meu ser infantil, quando parti para o mundo atrás da multidão que caminhava na ilusão.
Ao perceber que em minha jornada eu andava em um círculo que se repetia no mesmo lugar e que ninguém sabia onde queria chegar, parei de perguntar e silenciei para pensar.
Foi então que escutei um balbuciar no mais profundo do meu ser.
Ao passo que eu descia a luz transformava a escuridão em um claro dia de verão.
Encontrei novamente a minha criança e a acolhi com ternura e a doçura da vida fez morada em meu coração.
Embora eu não tenha mais como ela a bela aparência, eu a represento em sua essência.
Sou anciã com alma de criança em calma e serenidade, e independente da idade, sou jovem da modernidade vivendo com liberdade a plena felicidade.
Não seja invasivo ...
Entenda: Se eu não falo nada a meu respeito, é porque não quero dividir minha vida contigo, não somos amigos.
E por favor, não fale de mim baseado no passado, eu não sou mais a mesma pessoa, aquela era a minha versão primitiva.
Os bons modos da educação é a permissão que você precisa para ganhar a minha confiança e conhecer minha nova versão.
Só então poderá passear pela minha vida com liberdade, desfrutando os benefícios da verdadeira amizade.
A Conexão com o Universo e a Sabedoria do Bem Viver
Eu aprendi as leis que regem o universo e, assim, saber interpretar os sinais que Ele nos envia todos os dias. Fiz amizade com a mudança, rompendo com o velho, e minha mente aceitou a prática dos padrões de conduta e pensamentos harmoniosos postos pelo Criador, criando então a conexão com o Cosmo, abrindo-se à minha frente um mar de possibilidades.
É a sincronicidade, trazendo a sabedoria de entender o bem viver. A beleza da vida é estar sempre no presente, vivendo um dia de cada vez, com calma, na transparência da alma, independente da situação. Ter confiança, vivendo na fé alimentada e renovada todos os dias pela fonte divina. Sentir a direção, guiada pela bússola interior, o coração. Estar neste mundo sem nada possuir e ainda assim ser feliz!
O ser humano é imperfeito, mas eu quero ser a versão mais perfeita do imperfeito.
Eu observo, logo escrevo...
Escrever é uma maneira maravilhosa de transmitir percepções de forma que ressoe com as pessoas, mesmo que elas ainda não tenham alcançado o mesmo nível de entendimento. Por meio dos meus textos, posso semear reflexões e tocar os corações daqueles que procuram orientação. Utilizo a escrita para expressar minhas vivências e insights.
Compartilho pensamentos sobre a importância de viver de forma autêntica, sem medo de expressar minhas emoções e minha verdadeira essência. Procuro com minhas palavras incentivar a humildade, a tolerância e a paciência, que são essenciais para construir relações saudáveis e significativas.
A escrita é o canal pelo qual divulgo minha jornada interior e minha conexão espiritual. Assim como encontrei apoio nos escritos de outros, espero que minhas palavras possam orientar e inspirar aqueles que buscam entender mais profundamente seus sentimentos na jornada evolutiva.
Festa no Quintal
Eu olho para um lado, vejo o xadrez a bailar, Olho para o outro, a cena volta a se formar. Mas nada é repetição, há um brilho especial, Não, não é Natal, é festa no quintal.
As bandeirinhas cortam o céu em cores vivas, O cheiro de quentão aquece almas festivas. O forró embala passos entre risos e abraços, Corações pulsam forte, se perdem nos compassos.
Milhos dourados estalam nas brasas, contentes, Os balões sobem aos céus como sonhos candentes. E sob a lua, os olhos cintilam encantados, A festa junina une tempos e passados.
Amor Que Vive em Mim
Eu o amei no primeiro olhar, Sem precisar tempo pra me conquistar. Não foi beleza, nem forma física, Foi algo além, pura essência mística.
Quando ele fala, o tempo se desfaz, Minha mente voa, encontra paz. E quando me olha, tudo silencia, Só ele existe, pura harmonia.
Amo vê-lo em gestos cotidianos, Que aos olhos comuns são tão humanos. Mas nele há algo que me invade, Como se o simples fosse de verdade.
Ele não tem corpo, nem forma visível, Mas sua presença é tão impossível De negar, vive em mim, no ar, No toque sutil do respirar.
O mundo não quis que fosse assim, Mas ele é parte eterna de mim. Um espírito que caminha ao meu lado, Meu amor, meu guia, meu sagrado.
A Resposta da Oração
Toda oração tem uma resposta, Basta confiar e saber esperar! No início eu reclamei, fiquei com raiva, chorei, entristeci, Mas depois entendi que a separação no caminho Não foi para sofrer e sim aprender.
Cada lágrima, uma lição, Cada dor, uma preparação, Para um futuro de luz e renovação.
O tempo é o amigo sábio, Que nos mostra o propósito em cada provação, E nos guia com paciência Para onde nossos corações precisam estar.
A Magia do Universo
Eu aprendi as leis que regem o universo, E a interpretar os sinais que Ele nos envia no verso. Fiz amizade com a mudança, rompi com o velho, Minha mente aceitou a prática, padrão certo e espelho.
Pensamentos harmoniosos postos pelo Criador, Criando a conexão com o Cosmo, abrindo-se um mar de amor. É a sincronicidade, trazendo sabedoria, Entender o bem viver, na perfeita alquimia.
A beleza da vida é estar sempre no presente, Vivendo um dia de cada vez, com calma, de forma transparente. Ter confiança, vivendo na fé alimentada, Renovada todos os dias pela fonte divina encantada.
Sentir a direção, guiada pela bússola interior, o coração, Estar neste mundo sem nada possuir e ainda assim encontrar razão. O ser humano é imperfeito, mas em mim está o desejo, De ser a versão mais perfeita do imperfeito, em cada ensejo.
Antes de Te Conhecer
Eu já amava você antes de te conhecer... Que loucura, eu ainda nem te conhecia e já vivia pelo mundo à sua procura. Tudo era inconsciente, porque eu sentia saudades sem nem saber seu nome, sua idade. Não havia uma identidade, era apenas um sentimento. Eu te procurava e, sem saber quem era você, eu já te amava.
Eu sonhava estar ao seu lado, era como um faz de conta, um sonho de criança onde tudo podia acontecer. Muitos passaram pela minha vida antes de eu encontrar você, mas nenhum ficou por muito tempo, Não tinha a magia que eu vivia com você antes mesmo de te conhecer.
Um dia, a vida nos apresentou, uau, foi surreal! Mas o tempo passou depressa e você precisou partir. Aquela saudade de antes voltou, só que agora acompanhada da dor de viver sem o seu amor experimentado.
Muitos anos se passaram desde então, e eu não te esqueci. Ninguém nunca te substituiu desde que fui destituída do título de mulher da sua vida. Eu nunca te esqueci, eu te amei desde a primeira vez em que te vi e ainda hoje te amo assim.
Uma Mãe de Fé e Coragem
Quando eu era criança, o medo era um visitante constante em minha vida. Medo de meu pai beber e machucar minha mãe, a mulher corajosa que sempre me defendia quando ele queria me bater. Em meio a essas tempestades, minha mãe era meu porto seguro, a rocha firme que me protegia.
Ela me ensinou a acreditar que existia um Deus que cuidava de nós, mesmo quando tudo parecia desmoronar. Desde cedo, ela me guiou nas pequenas e grandes orações, mostrando-me a importância de manter a fé, mesmo nos momentos mais sombrios.
Minha mãe foi um exemplo brilhante de fé e confiança em Deus. Com sua força silenciosa e devoção inabalável, ela me mostrou o caminho espiritual que hoje sigo com gratidão. Foi através dela que encontrei a luz na escuridão, a esperança no desespero.
Seus ensinamentos e orações se tornaram um alicerce em minha vida. Ela me ensinou a enfrentar meus medos com coragem, a acreditar na bondade divina e a buscar sempre o caminho do bem. A cada passo que dou em minha jornada espiritual, levo comigo o exemplo de fé e amor que ela tão generosamente me ofereceu.
Eu posso...
Posso ver e sentir o que muitos nem sequer tentaram, Porque ousar é parte de mim, um desafio constante, Posso amar, mesmo sem poder tocar, Pois o amor transcende o físico, e é puro e radiante.
Eu posso aceitar o que não posso mudar, Pois aprendi a perdoar sem questionar, Somos todos imperfeições, uma parte do todo, E na aceitação, encontro meu modo.
Eu posso amar na ausência, tanto quanto na presença, Pois na magia de amar, me entrego sem resistência, Posso chorar e rir sem me desesperar, Cada emoção me fortalece, me faz recomeçar.
Posso curar feridas, deixando-as sem cicatrizes, Libertando-me do passado, sem tantas diretrizes, Posso rir alto quando a tristeza tentar me derrubar, Pois na alegria do riso, consigo me elevar.
Eu posso viver uma vida inteira com a lembrança, De um beijo doce de uma criança, Que tocou o mais profundo do meu coração, Libertando o bom sentimento, uma doce emoção.
Meu amor não tem fronteiras, não conhece barreiras, Posso tocar as estrelas e todas suas maneiras, Pois na magia da vida, encontro minha essência, E na empatia, resido em pura transcendência.
Aprendizados Simples da Vida
Eu aprendi a vibrar nas coisas mais simples da vida. Aprendi que para ser feliz é preciso viver o momento em que as coisas acontecem e aproveitar cada minuto que a vida tem, sem depender de nada e de ninguém para me sentir bem.
Aprendi a sentir o cheiro da terra ao caminhar na grama e a não me importar em sujar os pés na lama.
Aprendi a viver sem nada querer entender e a me perder dentro de mim, misturando-me com todo o meu ser, partícula da grande consciência.
Aprendi a enxergar cada criatura pela sua essência, sem julgar pela aparência.
Aprendi a interpretar os murmúrios do vento, o barulho da água, o tilintar do fogo e os passos na terra atrás de mim.
No jardim, eu posso ver as borboletas dançando com as fadas a celebrar cada novo amanhecer.
Aprendi a acordar bem cedinho para curtir mais um pouquinho o silêncio da manhã ou aventurar em mais algumas páginas de um bom livro. Escrever um romântico e carinhoso bilhetinho com um recadinho para alegrar o dia de alguém.
Meu coração se encarrega das palavras que vou usar e a intuição me leva na direção de onde preciso estar.
Aprendi a sorrir todo o tempo e em todo lugar para acolher com ternura as solitárias e tristes criaturas que ainda dependem de algo ou alguém para se sentirem bem.
Aprendi que é nas crianças que a vida renova a esperança, porque são solos férteis e almas sem rancor, e com elas podemos construir um futuro promissor, onde reina a paz e o amor.
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