Texto Qm sou eu
Sóbrio eu pergunto
O Campo relvado
Está a encantar
O sol elevado
Está a brilhar
O solo escalvado
Só pode rachar
Caminho silvado
Só pode afrouxar
Vida sem cortejo
É triste de ver
Amor sem pelejo
Talvez deva ter
Brandura na terra
Raridade nos atos
Candura na fera
Brevidade nos gatos
Talvez deva ter
Um homem feliz
E esse deva ser
A força motriz
Talvez seja um Deus
Um homem distinto
Presente, com seus:
Os filhos extintos
Virarei defunto
E Assim morrerei
E sóbrio eu pergunto:
Para aonde irei?
Meu verso é um pouco cego,
Aos poucos eu deixo afiado,
Mas mando o meu recado,
Eu não alimento meu ego,
Mas no cordel eu me apego.
Vou rimando com a emoção,
E vai tocando no coração
Nesses versos só cabe amor
Você hoje sente a dor
Da ponta do meu ferrão.
Glosa: @noeli4.d4nt4s ←Insta
Mote: Geraldo Fernandes
Eu quero fazer o bem
e assim fazer diferente
ajude mais nossa gente
Com o seu pouco que tem
faça mais o bem pra alguém
Seja mais como a poesia
ao próximo doe alegria
Doravante só tem a ganhar
VAMOS TOD@S AJUDAR
O BOM POVO DA BAHIA
Glosa de Noélia Dantas,
a jovem poeta de Banzaê-BA.
Mote: Gilmar Ferreira
Eu quero falar de gente.
Eu não sei falar perfeito,
Mas tento versejar direito.
Penso mais no diferente;
Tenho gosto do meu OXENTE,
Abraço a poesia com amor,
Não quero papo com a Dor,
As vezes troco as bolas.
A GENTE É TIPO CARAMBOLAS
COM ESTRELAS NO INTERIOR.
Glosa: Noélia Dantas,
a jovem poeta banzaêense.
Mote: Eudes Sousa
A diferença do poema e da poesia é grande...
Acalme-se, eu irei explicar, você pega no poema e ler, na poesia você sente, cheira, ouve, ver, enfim, com a poesia você se delicia. o poema, ele faz diminui o problema, mas o que cura a dor da alma é a poesia. sabe por quê? porque ela está carregada de amor e ela é imortal. a poesia não tem fim, não morre, já o poema acaba quando o poeta para de escrever...
Eu falo com o coração
Por isso quero versejar
Para falar de gratidão
Vou tentando metrificar
Pra dizer: -Vamos agradecer
O bem vamos oferecer
E o irmão vamos auxiliar...
Aproveite esse dia
Essa é a oportunidade
De viver com poesia.
Não uma certa idade
Pra ser feliz na vida
Viva sempre sua lida
E ande com honestidade...
Eu já tive um(a) colega
Que adorava me irritar
E só pensava em mangar...
Em dias atuais se renega
Agora essa pessoa nega,
Quase disse: Seu "velsin",
Seu "poeminha" é ruim...
O mundo voltas está dando
"Porque encontrei chorando
Quem gargalhava de mim".
Mote: Paulo Oliveira
Eu tento, não entendo, teus sinais não compreendo.
Não sei o que quer dizer quando me toca.
Não sei o que pensa quando me olha.
Não sei o que sente quando vou embora.
Me perco no tempo e confundo o que se foi com o agora... Foi-se embora?
Está de volta?
Saudades te trouxe à minha porta?
Na lama me joga e na ausência se joga, o que faço?
E agora? Entendo teus sinais, agora, foi-se embora...
Quantos corações se abriram para mim e para tais corações eu fechei o meu?
Quantos sonhos foram sonhados em mim e não fiz de tais sonhos os meus?
Quantos olhos me olharam com amor e paixão e em mim, tais olhos, encontraram apenas dor e solidão?
Quantas lágrimas já foram derramadas por mim, e eu, por indiferença, não as quis secar?
Quantas me amaram e por amar-te, não pude ama-las?
São perguntas que atormentam e o medo das respostas aumenta a cada dia que passa...
Crio uma fantasia e me fantasio.
Te fantasio.
Nessa fantasia já não mais sobrevivo.
Eu vivo.
Vivo pois, nessa fantasia, te tenho comigo, meu paraíso.
Te vivo.
Mas para a tristeza desse homem...
Fantasia é desejo e desejo é delírio.
O amor é sofrimento e o coração partido partiu contigo...
Você vem primeiro e eu sempre em segundo.
Um segundo foi o que bastou para roubar o meu mundo.
Um olhar puro que purificou o impuro.
Tirou-me amores rasos e impôs um sentimento profundo.
Respiro fundo, para e penso, já tentei mas não te repugno.
Me puno, com devaneios loucos de momentos profundos.
Momentos em que tive sob meus olhos e no meu abraço, todo o meu mundo...
E eu pergunto: 'Por que tem tanto medo do fim?'.
Sendo que, é claro como o dia, você fica tão bem sem mim.
E eu pergunto: 'Por que tem tanto medo da solidão?'.
Sendo que, você paga com desprezo à quem te dá amor e paixão.
E eu pergunto: 'Por que tem tanto medo da mentira?'.
Sendo que, sempre que te digo a verdade é motivo de briga.
E eu pergunto: 'Por que exige tanta exclusividade?'.
Sendo que, nunca me trata como prioridade.
Tais perguntas não necessitam de respostas, pois quando a saudade vem, você bate à minha porta...
"Não vejo sentido.
Das minhas frases e versos não quer ser o motivo.
Não quer que eu seja dono desse sorriso.
Mas é nesse sorriso que me inspiro.
Não faço sentido.
Quando você está em meus pensamentos, eu delírio.
Perco o sentido.
Minha paixão reluz sua perda e tua companhia é o meu vício.
Poemas e frases de amor, pra quê tudo isso?
Sendo que, no fim de tarde, não te tenho comigo.
E agora?
O vazio se tornou meu vício.
O desespero meu amigo.
E meu próprio coração, um inimigo.
Olho ao longe, vejo tudo, mas...
Não vejo sentido..."
"Eu venho e lhe escrevo.
Nessas linhas te vejo.
Em minhas palavras me perco.
Fito seus lábios, fantasio um beijo.
Peço-lhe uma chance, minha felicidade eu vejo.
Tua negação me veio.
A tristeza me pegou de um jeito.
A solidão é me um berço.
Me deito.
E na escuridão, perdido, só teu brilho eu vejo.
Sua alegria é meu desejo.
Por ti, grita meu peito.
E para tentar amenizar minha dor.
Eu venho e lhe escrevo..."
"Eu fiz juras de amor.
Eu fiz juras por esse amor.
Eu jurei que traria dor.
A quem me prometeu amor.
E todo esse amargor?
Que rega um sentimento que, dia após dia murcha, como uma flor.
À tua vida eu queria trazer cor.
E a minha vida se torna preto e branco, sem teu amor.
Todos os gostos, as delícias, sem teu beijo, perdem o sabor.
Por você, por nós eu voltaria e faria, juras de amor..."
"Antes eu não sabia o que sei agora.
Não sabia, que os seus olhos, me perseguiam a toda hora.
A surpresa veio e bateu na minha porta.
Claro como o dia, o teu olhar me devora.
Linda como uma doce manhã é você agora.
Ainda mais quando sorri e ilumina tudo à sua volta.
Raio de luz, estou aqui, por você agora.
Apaixonante, perfeita, da minha felicidade és a porta..."
Eu devo estar louco.
Minh'alma, ébria de amor, engana meu corpo bobo.
Passo sufoco.
As cores da minha vida, se esvaem, pouco a pouco.
Tudo ao meu redor, preto e branco, lembra-me de ti, socorro.
Me sinto um tolo.
Por crer que, minha sede de paixão, morreria nas águas do seu poço.
Não me perdoo.
Por deixar-lhe voltar de novo.
Tenho um nada de zelo e ti, age com dolo.
Pois quando a saudade, à ti, grita meu nome, tu vens à mim, com gosto.
E eu parvo, outra vez, com o coração suplicando, te perdoo...
"E eu, em vão, tento estrangular meus sentimentos.
Sufoco, a mim mesmo, mas não mato o que mora aqui dentro.
Meu coração, a esmo, acelera seus batimentos.
E a cada batida do meu algoz, aumenta o meu sofrimento.
Sofrimento lento, que me lembra dos meus vazios juramentos.
Juras que fiz a mim mesmo: Esquecer-lhe e matar a ti, aqui dentro.
És covarde ti, és covarde meu desalento.
Por voltar, quando já morria, o que respirava aqui dentro.
Uma hora vais embora e me deixará jogado ao vento.
E com afinco, pelas madrugadas, tentarei em vão; estrangular meus sentimentos..."
"Agora estou eu, desamparado.
Meus pensamentos, aos poucos, me tornam um homem perturbado.
Me estrangulam os sentimentos que eu deveria ter estrangulado.
Lembro do teu sorriso, sinto o gosto do beijo, fico desesperado.
Eu devaneio e torturo-me com as memórias de momentos que, se eu pudesse, teria eternizado.
Agora, suas doces lembranças, me trazem um gosto amargo.
No fim, minha única certeza é; Eu sou o único culpado.
Por ter um coração parvo.
Por, com excesso de covardia, ter lhe abandonado.
Por com nós, um dia, ter sonhado.
Por com ávida intensidade, ter lhe amado.
E no fim, por nas juras de amor, ter acreditado.
Hoje mais do que nunca é certo; Meu coração é um lacaio..."
"Me sinto perdido.
É quando o mundo já não tem mais graça que mora o perigo.
Eu só sobrevivo.
Pois meu viver você levou para longe, com o seu sorriso.
Não entendo nada disso.
Como posso ser feliz se só o sou quando está comigo?
E as juras de amor, era verdade tudo aquilo?
Sua indiferença é o meu martírio.
O que lhe digo são coisas do amor mas será que sabes o que é isso?
Em algum momento foi capaz de senti-lo?
E minha vida perdeu o sentido.
Pois perdi os teus abraços, que eram o meu abrigo.
Comigo eu brigo.
Por não compreender o que me foi acometido.
Da solidão, tento me esquivar, com afinco.
E nessas lutas pelas madrugadas a fio.
Me sinto perdido..."
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