Texto Qm sou eu

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Meu amor, sinto um orgulho imenso em ter você na minha vida. Eu te admiro profundamente em cada detalhe do seu ser.


​Sua presença é um presente tão grande que, às vezes, me pego pensando se eu realmente mereço a alegria e a sorte de ter uma pessoa tão extraordinária ao meu lado.
​Você é a minha inspiração.

E se eu morrer hoje?


Se a vida me fosse tomada neste exato instante, o que ficaria? O que restaria de mim nos corações que cruzei? Uma ausência silenciosa ou a lembrança de quem soube viver intensamente o milagre de existir?
A morte não avisa, não pede licença. Ela chega como um sopro que apaga a chama. E é justamente por isso que a vida se torna tão preciosa: porque não sabemos o quanto de tempo nos resta.
Talvez eu tenha acreditado que o amanhã sempre viria, que haveria tempo para mais um abraço, mais um perdão, mais um sonho. Mas e se não houver? Que destino dei aos segundos que me foram confiados?
A verdade é que não são os anos que definem uma vida, mas a profundidade dos instantes. A eternidade cabe em um gesto de amor, em um sorriso sincero, em um olhar que toca a alma. É no detalhe que a vida se revela — e é no detalhe que ela pode ser perdida.
Se eu morrer hoje, desejo ter sido inteira. Que eu tenha amado sem reservas, que eu tenha chorado sem medo, que eu tenha sorrido sem pressa. Que eu tenha deixado rastros de luz, ainda que pequenos, nos caminhos por onde passei.
Porque viver não é apenas respirar: é sentir o coração pulsar com a consciência de que cada segundo pode ser o último. É escolher, todos os dias, não adiar o que realmente importa.
Se eu morrer hoje, que a morte me encontre em paz, sabendo que a vida não me escapou — eu a vivi com a intensidade que ela merecia.

Música

Por tantas vezes eu bati na porta.
Parece que você não me deixa entrar.
Me se você abriu a porta, eu vou entrar.
Tantas vezes lhe estendi as mãos.
Parece que você não entendeu.
Não há nada difícil entre você e eu.

Pode chegar, estou aqui.
Não tenha vergonha, pode entrar.
Venha do jeito que está.
O amor é o nosso refúgio
O abrigo pro amar.

A melhora antes da morte nunca me foi compreendida, de fato.
Hoje eu entendo, em vários sentidos isso se encaixa,
eu fico pensando, e esse pensamento se repete e repete na minha mente, tem pessoas que realmente não nasceram para o amor, ou são apenas escolhas feitas de forma errada?


Não tenho as respostas, talvez nunca as terei, mas eu sei que dói, e como...

"Eu não estou mudando, eu estou evoluindo. Estou aprendendo a dar a cada pessoa a mesma importância que ela tem por mim. Estou descobrindo que a verdadeira felicidade vem de valorizar as relações que realmente importam e não gastar energia com quem não merece.

Estou muito mais feliz hoje do que ontem, porque estou aprendendo a priorizar meu próprio bem-estar e a cultivar relações saudáveis. Estou percebendo que a vida é curta demais para se preocupar com quem não valoriza minha presença.

Agora, estou mais focado em mim mesmo e nas pessoas que realmente se importam comigo. Estou aprendendo a dizer 'não' quando necessário e a investir meu tempo e energia em coisas que me fazem feliz.

Essa jornada de autoconhecimento e crescimento tem sido incrível. Estou mais leve, mais feliz e mais realizado. E sei que ainda há muito a aprender e descobrir, mas estou ansioso para continuar crescendo e evoluindo."

Aluna:


Por que escolhemos a psicologia como horizonte profissional?


Eu:


Somos psicólogos clínicos não apenas pela oportunidade de compartilhar histórias alheias, também por isso, mas porque gostaríamos que alguém nos ouvisse com o mesmo empenho que dedicamos aos nossos pacientes. Somos mendigos disfarçados, pedintes com ares de nobreza.

"Um dia, eu te vi
E meu coração disse 'é você'
Um sorriso seu, um olhar meu
E o amor começou a crescer

Com cada passo, com cada gesto
Nos aproximamos, sem medo
Nossos corações, agora unidos
Batendo juntos, como um só

E agora, de mãos dadas
Seguimos em frente, lado a lado
Com você, o mundo é mais belo
E o amor, é o nosso destino"

A natureza murmura, e eu me aproximo como brisa que acalma e flecha que sabe onde atingir. Você está sendo guiado para um recomeço, mesmo que seus olhos ainda não veja. O que caiu, caiu para te levantar de forma mais consciente. O que saiu, saiu para abrir espaço para aquilo que realmente é seu. Apenas agradeça pelo aprendizado do ciclo.

O Universo não se apressa, ele acerta o passo com o querer da sua alma. Seus caminhos pedem suavidade, sabedoria e silêncio interno. Você não precisa disputar espaço, provar valor ou implorar por reconhecimento. O que te pertence já pulsa no chão seu destino.

Eu peço que você cuide da morada sagrada que é o seu coração, cuide da sua saúde, busque pela sua paz. Limpe tudo aquilo que pesa, seja grato pelo que permanece e abra os braços para o que chega.

A justiça divina caminha contigo, e tudo o que foi lançado contra você se desfaz como galho seco lançado ao vento. Acredita, porque você não está sozinho. Aquilo que você procura também está se movendo para te encontrar.

Se pudesse conversar com teu eu mais íntimo, diria as poesias mais sinceras, apenas para ver tua feição descansar e a ausência encontrar lugar no teu pensamento.
Não me afastes dessa porta, não sou o perigo, nem o espinho que te perturba.
Sou teu amor, como a água que deseja matar a sede da tua rosa.

Eu sinto que carrego uma fúria antiga dentro de mim, algo que nasceu há muito tempo e que ninguém percebeu. Começou pequeno, como uma farpa, mas cresceu comigo, torto, pesado, como se tivesse se encaixado no meu peito sem pedir licença. E toda vez que eu falho, essa raiva acorda. É quente, inquieta, lateja na pele e me pergunta, com uma brutalidade que só eu conheço: por que você não foi o bastante? Por que você nunca é?
Eu não tenho resposta. Só sinto o impacto um golpe seco bem no meio do peito, desmontando tudo que eu ainda tentava manter firme.
Às vezes eu queria arrancar essa parte de mim, expulsar essa voz que me mastiga viva cada vez que eu não atinjo o que espero. Eu queria jogar fora essa exigência que me cobra até quando eu tô de joelhos. Mas logo depois da raiva vem a tristeza. Ela chega devagar, quase com carinho, e me abraça um pouco apertado demais. Ela sussurra que sabe, que entende, que tudo que eu queria era ser suficiente. Só isso.
E é nessa hora que eu encolho. Que eu me sinto pequena de novo. Não pequena como uma criança inocente, mas como alguém que aprendeu a diminuir sua própria existência pra não incomodar ninguém com suas falhas. Como se meu erro ocupasse mais espaço do que eu mesma.
Tem uma parte de mim que queria gritar, quebrar tudo, arrancar meu nome das expectativas que eu mesma escrevi. Queria fugir de mim. Mas existe outra parte tão frágil, tão quietinha que só queria um colo em que eu pudesse me largar sem precisar justificar nada. Só queria poder dizer: “eu tô cansada, eu tô machucada, eu não aguento ser forte hoje.”
Eu vivo num território estranho entre a minha raiva e a minha tristeza. A raiva me acusa, a tristeza me acolhe, e eu fico ali no meio, sem saber de qual das duas fugir primeiro. É como se eu estivesse sempre lidando com a dor de não chegar onde eu achei que deveria chegar, e com o luto por não ser a versão de mim que eu imaginava.
E mesmo assim… eu sigo. Eu continuo. Não porque eu me sinto forte, mas porque tem uma parte de mim, pequena, quase imperceptível, mas viva que acredita que existir já deveria ser suficiente. Que talvez um dia eu consiga me olhar com um pouco mais de gentileza. E que, quando esse dia chegar, talvez eu finalmente consiga me perdoar por ser humana.

“Quando eu era criança, ouvia sempre um ditado popular: ‘Aquilo que não mata fortalece ou engorda.’ 😅
Com o tempo, percebi que a vida fala por golpes suaves ou tempestades.
Às vezes, acreditamos estar no fim… mas, silenciosamente, cada dor nos molda, cada queda nos refaz, e cada dificuldade nos transforma em alguém mais forte do que imaginávamos.”

Certa vez, uma conhecida da faculdade afirmou para mim:
"Sabe, eu não posso casar-me com um pretinho e ter filhos escuros. Não posso fazer isso, eu estaria a pecar contra a minha cor."


Atravessado por aquelas palavras, fiquei por alguns minutos pensativo.
O facto curioso é que ela não é branca, mas sim uma preta minimamente clara, que no seu falar se denominam "mulatas".
A que nível a pretude desceu, para até se vangloriar de pensamentos medíocres. A ignorância é, de facto, algo que me assusta — reflecti.

O que seria das letras
Se eu não tivesse tido você
Talvez um livro em branco
Minha vida se tornou palavras
Não mais uma folha em branco
Palavras novas
Tantos outros substantivos
Juntos compusemos
Nossos próprios adjetivos
Ao digitar seu ser
Minhas mãos
Tinham toques de quietação
Pois você era minha alma
E minha essência para existir

Não guardei a dor, nem lamentei o lamento
quando eu estava só pensando em mim —
mas agora cada suspiro ecoa eu sei do que sou capaz,
como prece perdida na noite sem fim.
E nessa ausência que me abraça sem piedade,
descubro que o silêncio sabe mais de mim
do que todas as palavras que falei.
Se volto ao passado, é apenas para entender
que o que dói não é a solidão,
Nem é saudade do que quase foi amor.
E mesmo assim, o vento que atravessa portas fechadas,
lembra que há feridas que são curada ainda que ficam as cicatrizes,

O egoísmo é a sombra que se ergue quando o "eu" se coloca acima de tudo, acima de todos, acima até de Deus. Ele se infiltra silencioso, disfarçado de cuidado próprio, mas na verdade é prisão que nos afasta do outro. É o gelo que congela relações, o silêncio que exclui, a exigência de que o mundo inteiro gire em torno de um único centro: o próprio ego.
Ele veste máscaras de amizade possessiva, onde o vínculo só existe se for exclusivo. Ele se revela na inveja, quando o brilho do outro incomoda, quando a felicidade alheia parece injusta, como se apenas nós fôssemos dignos de sorrir. O egoísmo é a recusa de celebrar o outro, é a incapacidade de reconhecer que a vida é feita de partilha.
Na sua essência, o egoísmo é solidão disfarçada de poder. É um coração fechado, incapaz de se abrir para o coletivo, incapaz de enxergar que o verdadeiro sentido da existência está no encontro, no abraço, na comunhão. Ele nos faz acreditar que somos donos de tudo, mas na verdade nos rouba o essencial: a capacidade de amar.
E quando o "eu" se torna absoluto, o mundo perde cor. A humanidade se torna cega, incapaz de ver além do próprio reflexo. O egoísmo é um espelho que só mostra a própria imagem, enquanto a empatia é uma janela que revela horizontes infinitos.
Superar o egoísmo é aprender a se doar sem esperar retorno. É reconhecer que o outro também merece, também sente, também sonha. É abrir mão da posse e abraçar a liberdade do amor. É lembrar que não somos o centro do universo, mas parte de uma grande teia onde cada vida importa.
O egoísmo é sombra, mas a empatia é luz. E só quando escolhemos a luz, o "eu" se transforma em "nós", e a humanidade reencontra o caminho da esperança.


Tatianne Ernesto S. Passaes

E com toda essa conjuntura psicótica que o Brasil está vivendo, eu tenho medo. Não é medo por mim; é medo pelas minhas filhas, pela minha mãe, pelas pessoas que estão próximas de mim. Porque, Deus o livre, se um grupo extremista conseguir romper a linha tênue da democracia, todos nós estaremos vulneráveis. Tenho receio de ser alvo de perseguição política, como tantos já foram ao longo da nossa história. E, se isso não acontecer comigo de imediato, sempre paira o temor de que possam atingir minhas filhas, minha mãe ou as pessoas que amo. Para grupos que desejam o poder a qualquer custo, a violência nunca foi uma barreira — e, para mantê-lo, a história mostra que alguns são capazes de práticas desumanas.

Basta lembrar o que ocorreu em 1964: políticos, estudantes, trabalhadores e cidadãos comuns foram perseguidos simplesmente por defenderem suas convicções ou por protestarem nas ruas. Eu seria um desses: alguém que sairia às ruas para defender a democracia. Por isso, meu medo não é apenas da ruptura institucional em si, mas do sofrimento que ela pode provocar nas pessoas ao meu redor e naqueles que lutam por um país livre.

A democracia é um mal necessário. Mesmo que eu não concorde com tudo o que ela produz, ela ainda é o único sistema capaz de proteger vidas, garantir direitos e impedir que a barbárie se instale. Ela é o mal necessário que deve existir para toda a população do mundo — principalmente no Brasil.

Gratidão é o que eu sinto ao ver o sol se pôr...
Saber que em meio a tantas dificuldades, dissabores,
conflitos, não me faltou sabedoria para driblar um
por um. Poder contemplar o findar do dia é uma
satisfação que não tem preço, ainda mais quando
se fecha um dia com a sensação de missão cumprida.
Graças te dou meu Senhor e meu Deus, que me iluminou
e me sustentou debaixo de suas asas.

Problemas? Tenho sim... vários!
A diferença que eu não me deixo abater por eles, não me dou por vencida e nem mesmo perco a minha esperança, sabem porque? Eu tenho Deus! Um Deus que cura, restaura, renova e me dá todos os dias a chance de tentar de novo e é n'Ele que eu encontro força para superar minhas dificuldades. (Priscilla Rodighiero)

Prece da Semana...

Eu quero para essa semana, a leveza da simplicade, o carinho de Deus, o afago doce dos amigos, o aconchego da familia, um coração puro a pulsar, a generosidade dos gestos e das palavras, a humildade nos passos e nas atitudes, a serenidade nas escolhas, e a tranquilidade na tomada de decisões. Quero ainda, a presença de Deus, me guiando, me iluminando e me livrando de todo mal. Quero pra mim, quero pra você, quero pra todos! (Priscilla Rodighiero)

Quantas vezes você pensou e disse: EU NÃO VOU CONSEGUIR?
Nós, seres humanos, temos essa franqueza, toda vez que estamos diante de um contexto dificil e atingimos o apice da tempestade, a primeira coisa que nos vem a mente é que não vamos conseguir e sem perceber damos margem para nossa fraqueza e a dai nasce aquela vontade de desistir... Não permita, ore, busque a Deus, dobre seu joelho em oração se preciso for, mas aguenta firme, é o fogo te moldando e te transformando em uma pessoa melhor, creia no poder de Deus, Ele é o Deus do impossivel e não desampara seus filhos, é só uma luta e vai passar. E quando tudo terminar você comemorará os frutos da vitória! (Priscilla Rodighiero)