Texto Pro Homem que te fez Sofrer
Como explicar que o homem, um animal tão predominantemente construtivo, seja tão apaixonadamente propenso à destruição? Talvez porque seja uma criatura volúvel, de reputação duvidosa. Ou talvez porque seu único propósito na vida seja perseguir um objetivo, algo que, afinal, ao ser atingido, não mais é vida, mas o princípio da morte".
Graças à compreensão ontológica pré-reflexiva, o homem comum sabe que cada situação é, em primeiro lugar, uma pergunta que deve ser respondida por ele, de maneira que, na verdade, nem ele pode perguntar pelo sentido de sua existência, pois "a vida em si é que coloca as perguntas ao homem: ele não tem de perguntar, antes a própria vida é que pergunta, e ele tem de responder a ela - tem de ser responsável diante dela".
"É verdade que muitos homens são oportunistas, mas saiba que o verdadeiro homem é um batalhador; a diferença está em que o primeiro aproveita as chances que aparecem, enquanto o segundo corre atrás da chance de ganhar o amor de uma mulher... Por mais que você goste de alguém, não deixe que as coisas aconteçam rápido ou de forma fácil, porque isso geralmente só leva à decepção; a verdade é que quanto mais difícil é a conquista, maior é o valor que se dá; não tenha medo de tornar as coisas um pouco mais desafiadoras. O homem que realmente gosta de você não vai desistir, pois não há nada mais recompensador do que conquistar o coração da mulher amada."
O homem por sua natureza buscou ser sempre predominante, e dominador. Na evolução ele perdeu sua capacidade de ser. Se perdeu no medo da capacidade da mulher ser livre no pensar,e no agir. Nunca encontrei alguém que não se sinta inseguro; encontrei pessoas que mentem pelo simples prazer da paixão pelo desconhecido, ou pela insegurança que se fez em seu coração. O ciúme é a porta do medo da insegurança. E a insegurança leva os homens descontrole emocial e promove o caos.
Felizmente ainda a esperança? Palavras que vêm como vento no pensamento de um homem que se faça necessário entender que um coração que esperou uma vida inteira a querer pulsar por um verdadeiro amor; na busca incessante de sentir o calor do sol! O perfume das flores! A brisa do vento em uma noite de luar. Poder sim voltar a sonhar. e entender que o amor não está apenas na palavra,mas no olhar de nossos olhos. Sem importar com tudo o que acontece a nossa volta.que minhas mãos te sintam,e suas mãos possam me sentir. Que seu perfume se misture com a brisa da noite, tornando-se a brisa mais gostosa que já se havia sentido!. Que Seus olhos me levam ao desconhecido; assim como meu olhar te faça entender que minhas palavras não saem da minha boca mas sim de um coração que busca pelo amor verdadeiro. De tão longe procuro te imaginar! tento buscar você no mais profundo dos meus pensamentos, querendo te fazer presente de corpo e espírito. Assim penso que você se faz a me buscar. Então um dia poderia eu deixar de escrever,e de corpo presente a sua frente te recitar em verso. Ou mesmo quem sabe apenas dizer seu nome, e lhe perguntar se posso fazer morada em seu coração.
Você acredita que Deus criou o homem e arbitrariamente, soberanamente – que a mesma coisa – criou esse homem sem nenhuma outra intenção a não ser a de condená-lo? O fez, e ainda, por nenhuma outra razão a não ser a de destruí-lo para sempre? Ora, se você pode crer nisso eu tenho pena de você, é tudo que posso dizer: Você é digno de pena, de você poder pensar tão mesquinhamente sobre Deus, cuja misericórdia dura para sempre.
Somente a Graça! Todas as bênçãos que Deus concedeu ao homem são de Sua mera graça, generosidade ou favor. Seu livre e imerecido favor, favor completamente não merecido, o homem não tendo reivindicação a menor de Suas misericórdias. Foi graça livre que formou o homem do pó da terra, e soprou nele uma alma vivente e estampou naquela alma a imagem de Deus.
Um homem, primeiro, tem que renunciar a si mesmo; para que seja edificado em Cristo; e, para que seja aceito, por meio dele, ele rejeita completamente toda a convicção da carne; e, tendo nada a pagar, não tendo confiado em suas próprias obras, ou retidão de alguma espécie, ele vem até Deus, como um pecador perdido, miserável; assolando a si mesmo, condenando a si mesmo, incompleto, impotente; como alguém cuja boca foi terminantemente calada, e que está completamente culpado diante de Deus. De tal senso de pecado, da convicção plena, como nenhuma palavra pode expressar, de que apenas de Cristo vem à salvação, e do sincero desejo dessa salvação, deve proceder à fé viva, a confiança Nele, que, através de sua morte, pagou nosso resgate, e cumpriu a lei, em sua própria vida.
Salmos 105.17-21: Adiante deles enviou um homem, José, vendido como escravo; cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros, até cumprir-se a profecia a respeito dele, e tê-lo provado a palavra do Senhor. O rei mandou soltá-lo; o potentado dos povos o pôs em liberdade. Constituiu-o senhor de sua casa e mordomo de tudo o que possuía. Para José chegar no seu destino, teve que passar pelo processo. Mas lembre-se: O destino é maior que o processo!
A maior tragédia de um homem não é o fracasso, mas a insistência em habitar uma sala que já ficou pequena para o seu espírito. É preciso uma coragem aristocrática para reconhecer quando o banquete terminou e levantar-se da mesa com dignidade, antes que a conveniência transforme a sua presença em sombra. O ciclo que se fecha é a terra que se abre para o novo mundo.
O homem se cansa de remoer o passado e acaba desgastado demais para pensar no futuro. Suas atitudes insolentes ou mal pensadas acabam assombrando-o por toda eternidade, as mesmas, o derrubam num poço não tão profundo, mas já entregue ao seu cansaço, esse desafio deveras simples, tornasse impossível.
Todos somos escravos de algo, principalmente de nós mesmos. Se até Diógenes, o homem mais livre, era escravo de si mesmo, quem somos nós para debater a liberdade? Diógenes despojava-se das correntes da escravidão da sociedade, fazia o que dava na telha e espalhava sua sabedoria com seu lampião e seu corpo da forma que veio ao mundo, com seus cachorros. Porém, Diógenes não era totalmente livre, ele era escravo de si mesmo, escravo da sua vontade. A questão é: não existe a verdadeira liberdade. Todos somos escravos de algo; o ser humano tende a se escravizar pouco a pouco com o tempo, limitando sua própria liberdade e se prendendo na moralidade e em valores sociais. O ser humano é um escravo eterno do mundo e de si mesmo.
O homem tem toda vantagem em fazer endossar por Deus os códigos que fabrica: e, particularmente, como exerce sobre a mulher uma autoridade soberana é útil que esta lhe seja conferida pelo ser soberano. Entre os judeus, os maometanos, os cristãos, entre outros, o homem é senhor por direito divino: o temor a Deus abafará no oprimido toda veleidade de revolta.
A tecnologia insinua-se como um vírus que atravessa a porta que o próprio homem abriu: instala-se sem alarde, reorganiza vínculos, substitui presença por interface. Aproxima à distância e afasta na proximidade, enquanto persuade de que nunca se esteve tão conectado. E, nesse paradoxo, quanto mais se comunica, menos se encontra — porque o vínculo mediado simula contato, mas não sustenta encontro.
O Homem que fica ao lado de uma Bruxa sabe que outros podem desejá-la, cobiça-la. mas somente ele irá tocá-la, somente ele receberá seus carinhos, somente a ele ela se entregará e por ela será tratado como um Deus, porque uma Bruxa é a Mulher bem resolvida que despertou e só fica ao lado de um Homem se este for merecedor.
Existe um tipo de amor humano, natural, que faz parte da própria essência do homem em relação ao próximo. Porém, o amor verdadeiro apresentado na Bíblia tem origem espiritual e, muitas vezes, manifesta características e profundidade diferentes desse amor comum. Enquanto o amor natural é inerente ao ser humano e possui limitações, o amor espiritual vem de Deus, é cultivado em nós pelo Espírito Santo e é capaz de ir muito além dessas limitações.
A psicologia não nasceu nos consultórios, mas no espanto ancestral do homem diante da própria alma. Sigmund Freud e Carl Jung não criaram o abismo — apenas lhe deram novas linguagens. Muito antes deles, Fyodor Dostoevsky já descia às regiões subterrâneas da culpa, do desejo e da contradição humana; e, antes ainda, os gregos haviam convertido esses conflitos em tragédia e mito. O inconsciente não surgiu como descoberta moderna — acompanha o homem desde o instante em que ele começou a temer aquilo que carregava dentro de si.
" O homem, em certos períodos de sua jornada, sente vontade de fugir do mundo. Não porque odeie a humanidade, mas porque descobre que muitos vivem sem verdade e poucos suportam escutá-la. A sinceridade, quando pronunciada sem máscaras, costuma encontrar resistência entre aqueles que preferem o conforto da aparência. "
"O homem que domina a si mesmo e constrói sua própria estrada não precisa de permissão para brilhar; ele entende que a vida é uma obra bruta que exige mãos firmes, olhar aguçado e a audácia de saber que, enquanto houver vontade, não existe ponto final, apenas a evolução constante de quem nasceu para ser o arquiteto da própria grandeza."
"A grandeza de um homem não se mede pela altura do topo que ele atingiu, mas pela profundidade do abismo de onde ele foi capaz de emergir para reconstruir seu próprio império; é a capacidade de transformar o peso das pedras no caminho no material sólido que pavimenta a estrada para o triunfo, provando que o destino pode até sugerir a queda, mas a palavra final sobre o levantamento será sempre escrita com o sangue e o suor da própria determinação."
