Texto para um Bebe

Cerca de 94977 frases e pensamentos: Texto para um Bebe

"Entre minhas dúvidas e despertares, sem uma verdade como um espelho incomodo": viver é um enigma, generoso ou perverso!
Na vida algumas idéias sempre viajaram na imensidão de um vazio, em busca de nada: "este veneno é certeiro, e encerra um assunto"!
"Mas, à medida que essa conversa adianta, me surge uma verdade muito mais silenciosa que perturba a narrativa": o hábito de uma vida se distrair excedente leva a um mundo ilusório e à frustração!
"O hábito de quebrar certas promessas, faz com que às pessoas me trate com certo desprezo": às práticas que mudam um ser raramente são aquelas que o mantêm confortável, se dói!

Um olhar para dentro.


Aprendo muito sobre mim mesmo, quando observo o outro. Nesta observação não há nenhum juízo formado nem qualquer tipo de preconceito. Contudo, quanto mais observo mais gosto do eu que me governa. Posso viver só? Claro que sim, tenho-me, e, porque me sou, basto-me ! Há uma multitude de coisas que me fazem sobejar a mim mesmo.

​A noite veste o luto do meu erro,
E em cada estrela, vejo o teu adeus.
Um silêncio pesado, cruel desterro,
Onde a culpa reside e jaz nos meus.
​O meu peito é um vazio que te implora,
Por um instante apenas de atenção.
A alma, em prantos, clama e a mente chora
O peso esmagador deste perdão.
​Se a dor que causei pudesse ser medida,
Eu a beberia em um só gole, infeliz.
Devolve-me o sol desta vida
Que só em teu olhar encontra a raiz.
​Perdoa, meu amor, este caminho errado,
Sou apenas um fragmento sem o teu calor.
Sem ti, sou um poema inacabado,
Um grito mudo de eterno e triste amor.

​A distância, meu amor, é só um nome frio,
Um mapa inútil, um cruel vazio.
Entre o meu corpo e o teu, um mar imenso existe,
E a saudade, em meu peito, teimosamente insiste.
​Cada noite que cai, é um punhal de pranto,
Sinto a falta do teu cheiro, do teu doce encanto.
Mas juro, com a dor que me rasga a alma inteira,
Que este amor é chama, e a distância é só a fogueira.
​Não há léguas que quebrem este nosso laço,
Pois te carrego na pele, no sonho, no abraço
Que só a lembrança permite. Não te aflijas, meu bem,
A distância só prova o tamanho que o amor tem.

Se um dia eu não estiver mais presente, quero que leia este desabafo e sinta o quanto você foi importante. Você foi a melhor coisa que a vida me deu; com você, desbravei novos horizontes.
Seu sorriso é o meu amanhecer particular. Sua pele tem a leveza de uma pluma e seu beijo... ah, seu beijo é como doce, envolvente e viciante.
Minha gratidão por tudo o que vivemos é infinita. Mesmo que o destino nos separe fisicamente, saiba que você foi o meu melhor mundo. Obrigado por existir.

Pazzzzzzz...!!!
(Nilo Ribeiro)


Relaxe por um minuto,
sinta o encanto da paz.
faça silêncio absoluto,
deseje o que te satisfaz


deixe a luz te abraçar,
permita Deus te mimar,
autorize a alma poetizar,
consinta o espírito divagar


a paz é uma sensação,
é a alma sossegada,
o espírito em comunhão,
é a mente iluminada


paz é fonte de amor,
nela, devemos beber,
é a benção do Nosso Senhor,
com ela devemos aprender


paz mata sede da quietude,
não atrapalha em nada,
só atingimos a plenitude
quando a paz é alcançada


paz mata fome da tranquilidade,
esta paz podemos conseguir,
ela nos traz felicidade,
se em paz pudermos dormir


a paz é obra do Divino,
obra de grande valor,
influencia em nosso destino,
é equilíbrio para o amor


enfim,
de paz estou afim,
a poesia termina assim,
e que a paz não chegue ao fim...!!!


“Pela paz morreu Jesus,
e o mundo se encheu de luz”...!!!


Amém...!!!

Eu sou um fruto do niilismo?


Um buraco de minhocas que ninguém sabe aonde vai dar?
Sabe-se apenas que transporta, mas pra qual tempo, pra qual lugar?


Só sei que, apesar de um tanto torta,
as ondulações do mar,
com toda a sua beleza e forma indefinida,
me confortam.


Porque dá pra ser disforme, enorme,
e, ainda assim, pacífico.


Mas por oposição ao que se espera,
é o alinhado que mais me intriga:
a reta que liga um ponto a outro,
a ideia linear de trajeto percorrido,
de coesão, de equilíbrio.


Então pergunto-me:
como é possível algo ou alguém se manter tão rígido?


Parece fino como linha,
a um sopro de embaraçar-se
em nós miúdos, quase irreversíveis.
E o que se mantém por muito ereto,
não tende ao declive?


Será que é tão ruim ser um abismo?
É obscuro, eu sei.
Mas cabe tudo, inclusive o nada.


Essa vastidão inspira grito que ecoa,
inenarrável
e um silêncio desconhecido,
interminável.
Não há régua que meça
a altura ou a dimensão.


E é nessa incerteza que se arrasta,
que nos tornamos
livres de toda crença,
de todo medo,
de toda razão,
inexoráveis apenas por existir.

“O Infinito em Fragmentos”




Não quero ser um. Quero ser todos. Quero sentir como o místico sente Deus, como o pagão sente a carne, como o engenheiro sente a precisão dos números. Quero contradizer-me, porque na contradição habita a totalidade. Ser coerente é ser parcial. É escolher uma porta e fechar todas as outras. Eu quero atravessar todas as portas simultaneamente, mesmo que para isso precise me estilhaçar em mil pedaços.

Inventei-me vários. Não por loucura, mas por necessidade metafísica. Como poderia um só homem conter o universo? Como poderia uma só voz cantar todas as canções possíveis? Então fragmentei-me. Fiz de minha ausência de centro a minha obra-prima. Onde outros construíram identidades sólidas como fortalezas, eu construí um arquipélago de ilhas que nunca se tocam mas pertencem ao mesmo oceano.

Há aquele que nega o pensamento e vê apenas o que existe. Há o que exalta os deuses antigos e a beleza sensorial do mundo. Há o engenheiro das palavras, frio e preciso. Há o que escreve mensagens cifradas sobre ocultismo e hermetismo. E há eu, que não sou nenhum deles e sou todos ao mesmo tempo, o maestro invisível de uma orquestra onde cada músico toca uma partitura diferente.

Sentir tudo de todas as maneiras. Não é dispersão. É ambição máxima. É querer ser o universo experimentando a si mesmo. Cada emoção possível, cada pensamento concebível, cada filosofia imaginável - tudo isso precisa ser vivido, sentido, expresso. Não posso me limitar a ser católico ou ateu, monárquico ou republicano, clássico ou moderno. Preciso ser todos esses e seus opostos, porque a verdade não está em nenhum deles mas na soma impossível de todos.

Os outros escrevem o que sentem. Eu sinto o que escrevo. Ou melhor: invento quem sinta o que preciso expressar. É uma fraude? Talvez. Mas é a fraude mais honesta que existe. Porque reconhece que toda identidade é ficção, todo “eu” é personagem, toda coerência é máscara. Eu apenas tive a coragem de admitir que sou teatro, e de fazer desse teatro a minha verdade.

Não tenho biografia. Tenho bibliografias. Não tenho psicologia. Tenho dramaturgia. Minha vida não está nos fatos que vivi mas nas vidas que criei. Enquanto outros buscam encontrar-se, eu me perdi propositadamente em todas as direções possíveis. E nessa perda encontrei algo maior que qualquer identidade individual poderia oferecer.

A unidade do ser é uma prisão confortável. “Conheça-te a ti mesmo”, diziam os gregos. Mas e se não houver um “ti mesmo” para conhecer? E se formos apenas potência pura, possibilidade infinita que se trai cada vez que escolhe uma forma? Preferi não escolher. Ou melhor: escolhi todas as escolhas, habitei todas as possibilidades.

Minha ausência de identidade fixa não é falha. É método. É filosofia encarnada. É a prova viva de que podemos ser mais que nos permitem ser. Que podemos explodir os limites do eu e nos espalhar por todos os eus possíveis. Que podemos fazer da multiplicidade não uma doença, mas uma arte.

Serei lembrado? Talvez. Mas por quem? Pelo sensacionista? Pelo heteronímico? Pelo ortónimo melancólico? Por todos e por nenhum. Porque minha obra não é o que escrevi. Minha obra sou eu - ou melhor, a ausência de mim transformada em constelação de presenças.

Sentir tudo de todas as maneiras. Viver todas as vidas. Morrer todas as mortes. Ser nenhum para poder ser todos.

Esta é a única identidade que aceito: a de não ter nenhuma.

E assim me tornei múltiplo, para que na multiplicidade coubesse o universo inteiro.

Pessoa: o nome perfeito para quem escolheu ser todas as pessoas possíveis.

Outro dia você chegou diferente,
tímida, indecisa,
trazendo no rosto um silêncio estranho.


Teu olhar carregava medo,
desconfiança
e uma dor que eu não soube curar.


Por um instante pensei que fosse cansaço,
ou alguma doença escondida na alma.


De repente você me abraça forte,
como quem se despede sem querer ir.
Olha dentro dos meus olhos,
e ali o mundo parou.


Com a voz trêmula você disse:
“Perdão, amor…
eu preciso partir.”


Não houve briga,
não houve culpa,
só um adeus pesado demais pra caber no peito.


Você soltou minhas mãos devagar
e antes de ir sussurrou:
“Fica em paz.”


E eu fiquei…
com o vazio,
com a saudade,
e com um amor que não teve tempo de se despedir direito.


Como eu vou ficar em paz.
Vendo o meu amor partir.
Sem explicação só a dor ficou.
Adeus amor vá com Deus.

Tristeza não é terminar um relacionamento.
Tristeza é acordar todos os dias ao lado de alguém e ainda assim se sentir sozinho.


É sorrir por fora enquanto o coração apodrece por dentro.
É insistir numa relação que não te representa, não te respeita, não te acolhe.


Tristeza é permanecer onde o amor virou peso,
onde o diálogo morreu,
onde a paz foi substituída pelo silêncio frio e pela ausência de cuidado.


É morar junto e viver distante.
É dividir a casa, mas não dividir a vida.
Não existe felicidade em um palácio cheio de mágoas.
Não existe riqueza que compre paz.
De nada vale conforto, status ou aparência.


O lar virou um campo de batalha emocional.
Às vezes, a maior prova de amor-próprio.
é ter coragem de partir.
É escolher a solitude com dignidade.


Em vez de uma companhia que machuca.
Porque viver só, em paz e feliz
sempre será melhor.
Do que viver acompanhado, amargurado
e vazio de amor.
E quem entende esta realidade.
não perde ninguém…
se encontra.

VERDADE DE UM DESASTRE
Um dia me disseram que a água nunca iria acabar, e é verdade, só esqueceram de avisar que essa água era a água do mar!
A pergunta que ninguém ouviu, onde está essa estrada que era um grande rio? Era tão cheio, mas tão cheio, que de repente tornou-se vazio e ninguém mais o viu, a resposta que dão é que simplesmente tudo sumiu.
Mas não pode faltar água na caixa d’água, senão as pessoas ficam encanadas, dizem que é seu direito e se tornam bravas, está tudo sujo e precisam lavar as calçadas, desperdiçam nossa água doce como se fosse um nada, que não se acaba, estão todas essas pessoas muito erradas.
E o céu que suas cores eram brancas e azuis, também se tornou preto de dia de tanto urubu, e estão apenas fazendo sua parte, pois se tornou uma grande carniça todo esse desastre.
As nuvens não se fecham mais, o céu e a terra se abrem, o que antes era certeza, hoje é um talvez quem sabe... e até quando vamos viver tudo isso? Talvez até que os dias se acabem...
Os animais já não têm mais moradia, se encontram cobras dentro de casa, embaixo da bacia, sem direito algum sofrem grande covardia, mais um bicho morto, mais um bicho sem vida....
E a grande caçada é pela solução, ser humano no lugar dos pés arranca com as mãos, não sabe onde é a lata de lixo, joga tudo pelo ar um grande perigo e isso tudo tem poluído, o que só se aumenta e não tem diminuído... por favor inventem um remédio logo para tudo isso e que seja logo distribuído, em vacinas, doses e em grandes comprimidos.
Quero ver esse mundo de novo com mais água e um inverno frio, quero que as pessoas se esvaziem do mal e possam encher os rios, que entendam que agora já é tarde e amanhã será tardio;
Espero que eu e você façamos nossa parte, ajudar sempre foi obra de arte, que assim tudo mude, tudo se encaixe e eu possa mudar de assunto que não seja desastre uma verdade que invade de forma covarde.

Capítulo — O dia em que eu voltei para mim


Conheci um homem insuportável.
Daqueles que chegam ocupando espaço demais, falando alto demais, confiantes demais. Metido a bom, metido a malandro, metido a conquistador. Um tipo que acredita que o mundo responde quando ele chama.


Um dia, ele me segurou pelo braço. Não forte o bastante para doer, mas firme o suficiente para marcar. Olhou dentro dos meus olhos e disse, como quem anuncia um destino já escrito:
— Eu vou casar contigo.


Eu ri. Ri com desprezo, com ironia, com a segurança de quem ainda se pertence.
— Boa sorte.


Ele insistiu. Meses de insistência. Flores que eu não pedi, chocolates que eu não quis, convites para cervejas que eu sempre recusei. Havia algo nele que me irritava — talvez o reflexo de uma fraqueza que eu ainda não reconhecia em mim.


Até aquela noite. Festa na casa de um amigo em comum. Música alta, copos cheios, corpos soltos. A conversa veio fácil, o riso também. Dançamos. Bebemos. O tempo escorreu entre uma música e outra. E, sem que eu percebesse, ele deixou de ser insuportável. Ou talvez eu tenha ficado cansada de resistir.


No fim da festa, ele me levou para casa. O beijo aconteceu como acontecem os erros importantes: sem alarde, mas com consequência. Algo se abriu em mim. Um lugar que eu não sabia que estava vazio.


Depois disso, viramos presença fixa na vida um do outro. Onde eu estava, ele aparecia. Onde ele ia, eu seguia. Não era amor ainda — era fusão. Confundimos intensidade com destino. Ele me contou seus sonhos, seus medos, suas faltas. E eu enxerguei ali uma saída. Um novo lar. Uma direção. Não percebi que estava apenas trocando de jaula.


Casamos quando eu tinha vinte anos. Ele, três a menos. Justo eu, que sempre procurei homens maduros, me entreguei a alguém que ainda não sabia ser. Vivíamos para o trabalho, para o cansaço compartilhado, para o futuro idealizado. Tínhamos um sonho comum: melhorar de vida, vencer, chegar lá. Nunca paramos para perguntar onde era “lá”.


Três meses depois do casamento, veio a notícia. Um bebê. Uma menina.
A alegria veio acompanhada do medo, pesado como pedra no estômago. Éramos jovens demais. Inexperientes demais. E, silenciosamente, sozinha demais.


Ele começou a se afastar antes mesmo do corpo dela crescer dentro de mim. Barzinhos, ausências, desculpas. Eu crescia por dentro e encolhia por fora. As consultas de pré-natal eram minhas. O medo era meu. O futuro, também.


No dia em que minha filha nasceu, eu procurei por ele com os olhos cheios de dor e esperança. Não estava. Só conseguimos achá-lo por telefone, quando já era tarde demais. Minha filha já respirava fora de mim. E eu, ali, entendia pela primeira vez o que era parir sozinha.


Trabalhava das cinco da manhã às sete da noite numa escola integral. Minha sorte era que minha filha ficava na creche da própria escola. Saía empurrando o carrinho, caminhava quilômetros com o corpo exausto e a alma em alerta. Chegava em casa e fazia comida. Marmitas. Banho. Mamadeira. Silêncio. Dormia para sobreviver. Acordava para repetir.


Os anos passaram. Quatro. A vida melhorou financeiramente. Mudamos para mais perto do trabalho. Cem metros. Conforto. Aparência de estabilidade. Mas por dentro eu já sabia: algo estava apodrecendo.


Descobri a traição numa tarde comum. Enquanto eu sustentava a casa, criava nossa filha e me anulava, ele me traía. Não foi o ato que doeu mais. Foi o espelho. Eu tinha me tornado exatamente o que mais temi: uma mulher vivendo a vida que não escolheu.


A ficha caiu com violência.
Minha mãe. A casa. A renúncia. O silêncio.


Arrumei as malas. Só roupas. Minhas e da minha filha. Nada mais importava. Enquanto dobrava tecidos, ele chegou. Olhou, riu, debochou, com a arrogância de quem se acha dono:
— Você me ama demais. Não vai conseguir ir embora. Você não vive sem mim.


Ele trocou de roupa e saiu, certo da minha desistência.


Mas eu fiquei.
Terminei de arrumar tudo. Peguei minha filha no colo. Abri a porta.


E fui.


Nunca mais voltei para ele.
Mas voltei para mim.


Minha alma respirava. Meu corpo tremia. Meu espírito gritava, sem medo, sem culpa, sem volta:
Liberdade.

TODO FIM É UM NOVO COMEÇO
Nossos olhos não cansam de ver, nossos ouvidos não cansam de ouvir, assim diz palavras de um velho sábio, e são verdades, por mais que o ambiente seja o mesmo, as pessoas sejam sempre as mesmas, esses dois sentidos jamais se cansarão.
Podemos afirmar que já vimos a mesma coisa ou acontecido por duas vezes?
Se o tempo não para, nunca iremos ver algo da mesma forma por duas vezes, tudo muda, mesmo que a diferença entre uma visualização e outra, seja de um piscar de olhos.
O mal, vive cooperando pro bem, e quando estamos bem e algo desfavorável ocorre, a este chamamos de mal, vivemos uma vida repleta de subidas e descidas, e no final de tudo, nunca estamos contentes.
Mas existe final para algo neste mundo?
Podemos afirmar que algo se acabou ou deixou de existir?
Se todo fim vem com um começo, o que se pode dizer?
Nada se acaba, nada termina, nada se vai, simplesmente tudo se altera, o que ontem era semente, hoje é fruto, e se semeado, novamente será outro fruto, mas se caído ao chão, será comida para alguns organismos e se tornará adubo e de forma indireta fará parte de um novo fruto!
Pessoas vem, pessoas vão, nascem, crescem, envelhecem e partem dessa vida, não digo que morreram, pois a morte seria o fim de algo, mas partem para um novo começo!
Após o fim dessa vida, elas vão de encontro a um novo começo, algumas deixam frutos, frutos esses que podem ser filhos ou obras.
Filhos se forem bons frutos, continuarão um legado aqui neste mundo, senão, apenas participaram de forma alternativa.
Obras, se forem boas, essas nunca serão esquecidas, uma música, um quadro, um livro, uma frase, quando deixamos boas obras, essas se tornam um legado, um eterno memorial.
Não existe nada de novo debaixo do céu, o que existe são novidades, inovações, tudo é feito com o que já existe aqui, seja embaixo ou em cima da terra, já estava aqui embaixo do céu, nem os meteoros que por aqui caem, podemos chamar de novo, pois o céu está além das estrelas, além das galáxias e ninguém aqui jamais o viu ou o tocou;
Então, o novo é renovação. O fim é um novo começo. A morte não existe, é apenas o caminho para essa nova vida, seja feito adubo para a terra, pó para o ar, comida meio ao mar, fumaça ao vento, não importa.
Tudo continuará aqui... tudo voltará para a terra e tudo será novamente parte de um novo todo!
Do pó ao pó!

AVISO DO CÉU
Ahhhh!!! Como queria ouvir o som de um trovão... daqueles que estrondam os telhados e faz bater forte o coração, em um relâmpago, vejo a fúria de Deus, feito raio que rasga do céu ao chão... faz tempo que não vejo uma bela tempestade, que lavava a maldade com águas cristalinas, que abastece a bacia do Rio Negro e Solimões.
O mar que nunca foi calmo, feito leão, tem falado que respeito é para quem tem respeitado e não aceita mais ser maltratado, por quem é sem noção...
As águas dos rios têm reunido e você não sabe para onde tem ido, porque deve estar sem visão...
As geleiras se derretendo, os oceanos se enchendo feito panela de pressão...
E o sol, que vem do Oeste, tem sido chamado de cabra da peste, mas nada mudou desde sua criação, queimando todos os dias e de noite parece covardia, transpirando pé e mão.
E olhando lá na frente, prevendo o futuro no presente, vejo que não há solução.
Ser humano está preocupado, mas nada tem feito, isso é fato, pois uma andorinha só não faz verão.
Do calor, todos tem medo... se a terra vai pegar fogo, não é mais segredo e cadê a solução???
Em Jeremias está escrito tudo o que temos vivido dentro deste pequeno gigante livro, uma grande afirmação.
Eu creio que está correto, pois tudo já tem virado deserto e o céu uma grande escuridão.
Os passarinhos já têm fugido, se você ler, está escrito... não é história, nem é mito... é profecia do Deus Vivo, que cansou de dar perdão!!!
Queria terminar diferente, abrindo o olho dessa gente, mas sou apenas mais um louco na multidão!!!

VERDADES DE UM LOUCO
As noites têm se tornado dia, e o dia um grande escuro!
Dentro das casas não há mais alegria e buscam tal fora do muro
Rádio, TV, celular, computador, internet, todos no mesmo movimento, feito marionete.
Tudo tão amarrado, mas você não vê o laço rindo do que não tem graça... perdeu emprego o palhaço!
Copiar o que é bonito não é feio, mas não devia ser desse jeito... mesmo vendo, EU não creio!
Descobriram um talento novo, um cara que faz música em casca de ovo... Olha você perdido de novo!
Em um mundo onde não tem mais o que inventar, estão vendendo até nosso ar em BTUS dentro do lar.
A cana está salgada e o mar não tem mel.... o mesmo fogo que destrói a Terra, está acabando com o céu!
Sem direção o vento sopra, em qualquer direção as pessoas vêm, só fazem o mal pois nunca conheceram o bem.
A Terra vira lama, lama vira barro, suja os pés de quem trabalha e dos que vivem folgados, não pode nem sequer sujar o carro.
A alegria mora junto com a tristeza, a morte se esconde atrás da vida, a noite só vem quando termina o dia.... ter coragem é defender o fraco e não com ele fazer covardia.
Chorei em cima de um vaso, a tristeza escondi no encanto, para quem quer minha derrota não consegue jamais olhar no meu olho!
Já atirei pedra e jamais vou pôr a mão no fogo, preferem acreditar em mentiras que nas verdades de um louco!

Vim aqui, com todo o respeito, te pedir mil desculpas se um dia eu te machuquei, ou se eu te fiz chorar. Eu era um rapaz muito imaturo, mas eu venho aqui te falar uma coisa: não me arrependo em momento algum de ter te conhecido. Foi uma honra ter te conhecido.
​Lembro de uma sexta-feira em que você me esperou no Parque 13 de Maio. Foi uma tarde diferente: rimos e andamos de mãos dadas, feito dois adolescentes no centro de Recife. Essas poucas horas que passamos juntos nesse dia foram pura magia. Lembro de tudo em você: sua voz, seu sorriso, seu olhar. A gente tinha uma conexão forte demais! Você é inesquecível.
​Te admiro, te respeito. Isso é apenas um pedido de desculpa, mas é do coração."

CRÍTICAS
Ah, como seria o mundo se eu deixasse de criticar?
Será que viveria feito um cego que pode olhar? Escutar... Falar...
Mas que por covardia resolveu se calar!
Como é belo o ar? Mas não posso ver nem tocar, fica a dica pra quem não aprendeu o que é amar...
É difícil de você entender?
Que amar é muito mais que crer, bem mais que amar sem ver! Por isso que para amar o próximo, primeiro ame você!
E tudo o que se diz pode ser uma crítica? Azedo ou doce, feito fruta cítrica!
Tudo vai depender de quem diz, mas o compreender de quem já ouvira e não delira, pois, melhor que comprar uma arte, é fazer obra prima, uma poesia, muito rica... que bonita!!!
Ah, eu já conheci o mar, e posso te falar? Que coisa linda....
É uma mistura de mar com o ar, e tudo tem SAR, para temperar a vida...
Já agradeceu o seu hoje? Também a Aquele que aqui lhe trouxe?
Que manhã mais florida...
Ah, muito obrigado!
Pode ser doce ou salgado...
É tão gostoso comer milho...
E é de um amarelo ouro, parece um tesouro... Dentro de uma espiga...
E é... acredite se quiser... Não tem fortuna maior do que ter comida dentro da barriga...
É difícil acreditar, que muitos deixam estragar, em vez de doar para quem tanto merecia...
Merecia e ainda merece, mas poucos reconhecem que a sociedade está adoecida
Uma doença que tem nome, já veio até com sobrenome, é só você ler a bíblia
Muitos nem sabem o que é isso
Alguns até riem disso... se perdendo todos os dias...
Mas quem diria né? Que eu acreditei um dia em papai Noé, que fez uma arca por pura fé, talvez sem Ele, nem estava de pé... é a história mais antiga...
Eu vivo em um mundo de maldade, onde para se fazer as coisas, não tem idade, dezoito é só um número e faz parte da minha e sua vida...
Ainda prefiro falar sobre o tempo, tão perfeito e imperfeito, ou eu me adapto a ele ou ele me lapida! Fica uma das maiores e melhores dicas sobre a vida... que dizem que é bonita...

SEM TÍTULO
Vou te contar um segredo arrumado, daqueles bem ajeitado, que estava bem guardado, enterrado embaixo de 7 palmos, com sete cadeados, todos eles bem trancados, mandamos soldar e ficou bem soldado, pra ficar melhor e mais bem guardados, em cima construímos uma delegacia, cheia de soldados, olha que engraçado, te contar um segredo que com você está guardado!
Você agora riu e sorriu, que absurdo, como posso eu saber o que você está fazendo se estou do outro lado do mundo?
Por um segundo, eu invadi seu coração, na ponta dos olhos ou na palma das mãos?
Que difícil decisão, trocar o que eu vejo pelo que eu sinto?
É uma verdade e não um mito, por isso acredito...
Eu falei em cinto?
Cinto que aperta e não é a cintura, que aventura, subir em árvore, descer montanha sem frescura, mas isso machuca e onde está a cura?
Ah como eu queria apenas ser vencedor!
Já parou pra pensar no que é ser vencedor?
Vencedor é assim: Você tem que vencer a dor! Aí você se torna intitulado vencedor!
E quando chegar do outro lado, vai ter a diferença do perdedor pro vencedor, pois o perdedor é assim: ele perde pra dor e fica um perdedor!
Ou seja, do outro lado, isso tem significado!
Vou te contar agora o contrário:
Quando partir, eles vão gritar em uma fila assim: VEMSEMDOR, aí como na partida, seus ouvidos não vão estar ouvindo, você vai ter que ir pela intuição e a intuição de quem é vencedor é ir a caminho da palavra que ele mais ouviu VENCEDOR VEMSEMDOR VENCEADOR...
E o perdedor? Ele vai pelo caminho que ele também mais gravou, lá vai tá gritando PEÇODOR, e ele vai de novo pelo caminho ao qual atravessou pedindo: PEÇODOR... PERDEPRADOR...
E assim vou indo e sorrindo... já viu que o dia hoje está lindo?

O RODO
Me vende um rodo?
Eu rodo por aí, vou ali, mas gosto é daqui, onde o pão de queijo é quente e o café bem docinho.... e o preço? Vixe só, bem baratinho... Vende cerveja, cachaça, café, leite e pudim, falar em pudim... quer um pedacinho?
E o hoje, o café tava quente, o frio faz bater os dentes... é um entra e sai de gente, uns cumprimentam, outros fingem nem ver a gente e isso te surpreende? Se fosse um cachorro, me dava um cheiro, mas tenho medo de ser mordido por gente que se diz inteligente...
Ah... mas o que eu rodo por aí, não tem nada a ver com o rodo, de modo grosso, que puxa sem ser o saco sem dar enrosco, mas é um sufoco, coisa de louco, vou contar só um pedaço e não é pouco....
Já falei que quero comprar um rodo?
Que mundo bom, mas não é bombom... quem quer o rodo emprestado é o camburão...
Com esse nome de cão, cão peão, conheci a história do Camburão...
Era apenas pra ser o rodo emprestado, mas ele precisava do combustível no seu gargalo, e feito um estalo, 2 contos no seu copo nem faz estrago, meu café com cheiro de 51 nem fica amargo, e o camburão, depois de beber começa a encher o saco e eu tiro um barato... dou ouvido, imagino um livro do apressado....
E matou em um gargalo e não era de esperar diferente, são coisas normais, são coisas de gente... uns bebem café, outros seu café é uma água ardente! .... Que é bem quente, se tiver frio para de bater os dentes dessa gente que não surpreende... essas são as coisas mais frequentes para quem você aqui nesse presente, camburão já se faz até ausente, foi carpir um quintal pra girar um capital para não ficar mal na padaria dos pães de queijo quentes!
E o dono é bem maluco
Dá risada do que não tem graça, andando em um espaço pequeno, uma volta no mundo
É um absurdo, mas não me iludo, logo cedo encosto aqui e o jacaré eu escuto, que foi mecânico, torneiro, funileiro, chapeiro, dá até um desespero, o pior é ele contando os seus segredos
E o Paulinho, nunca tá sozinho, sua cãopanhia não são só os pãezinhos, também tem os docinhos...
Mas o melhor é quando ele está ouvindo seus Hinos, e indo assim vive sorrindo, maior luta, maior correria, mas nunca deprimido, tem que assumir o piloto logo cedo, porque tem compromisso, é um cara hoje de se admirar e poucos enxergam isso, mas tudo tem o seu preço e sabemos disso.
O que é melhor? Você não sabe ainda na entrada está escrito boas-vindas
Entenda!
Era só um café e um pão de queijo... boas vendas...

GATO SEM SALÁRIO
Procura-se um procurador, mas sem dor...
Apenas para fazer procuração, mas não é para procurar ninguém por aí, se não me entende vou ser mais claro... A história é do gato e do rato...
O gato vivia procurando no mato, o rato vivia procurando no sapato....
O gato não encontrava o rato, e o rato atrás do sapato
O gato vivia embolado, caçando formiga porque não tinha nem pedaço magro de um rato
O rato queria queijo, resto de comida, qualquer coisa seria lucro, mas ele é mestre em não fazer barulho, ou quase nenhum..., mas é todo estabanado, derruba as coisas, dá tudo errado e logo é capturado, aí o dono diz: Pra que serve esse meu gato que vive no mato?
Aprendeu a comer ração e não come rato...
Vai ficar com fome a partir de hoje... vai ficar magro! Procurou, procurou e procurou no lugar errado!
Aqui é um local onde se procura por um procurador, como falei, não o que procura a dor, mas que faz procuração, mas não procura ninguém, espera.... vou tentar explicar de novo...
Essa é a história da galinha que saiu do ovo!
Essa vivia procurando alguém... dizem que a 1ª. Galinha nasceu no além, alguns dizem Jerusalém, eu não sei de nada... que assim seja ou amém?
Mas eu falei que ela nasceu do ovo?
Olha essa história de novo...
Se achar a resposta, digo que tá louco...
Quem veio 1º.? A galinha ou o ovo?
Essa resposta você pode procurar... não sei se vai encontrar... não é tão difícil... basta pensar... me avisa se conseguir encontrar....
Então, estou à procura de um procurador, mas não o que procura a dor, mas aquele que entenda a cor que tem cada sabor que se conecta nas ondas vibratórias do amor, que transforma a dor, e se tornou o maior e grande procurador!!!!!