Texto para um Bebe
Sinto-me um peregrino em busca do amor que me inspira, em busca da luz que me ilumina e que faz do meu coração uma imponência magistral!
Quero demonstrar tamanha admiração por sua beleza que impulsiona-me a declarar os sentimentos nascentes por ti... Ó minha tão formosa dama!
Deixe-me cortejá-la com tamanho querer, em te amar e nunca lhe perder;
Recusando-se a ser um número.
Há pessoas que sendo minorias, se recusam a ser mais um número. A miúdo, são alvo de troça,mantidos de lado, e são sempre alvo da ignorância generalizada.
É por causa disso, da sua independência que não se encaixam onde os outros se sentem confortáveis. É por causa disso que as modas deste mundo não lhes dizem nada. Eles são quem cria a moda, a mudança e a revolução. É devido à sua individualidade que não entram nas multidões, deixam de lado os argumentos inúteis e a insensatez que muitos têm por lógica. Estes indivíduos são acima de tudo individuais e nunca numeros. Após séria consideração é inovador não querer ser um Zero, mas almejar a ser um Ó dos grandes.
Minha vontade sempre foi construir algo com você,
sem pressa, um dia de cada vez.
Hoje percebi como é difícil escrever algo bonito
sem falar do que existe entre a gente,
porque é isso que dá sentido às palavras.
Você já sabe o que isso significa.
Como acontece quase sempre, pensei em você logo cedo
e desejei, de coração,
que não faltem sorrisos
nem motivos simples
para a gente ficar bem.
No silêncio da noite, o sofrimento se revela,
Como um véu que encobre a alma e a dor se desmantela.
Entre lágrimas e lamentos, a vida se desenrola,
E o ser humano, em sua essência, na dor se consola.
Há quem faça da dor um palco, um teatro de ilusão,
E quem, na busca de atenção, se perca na própria aflição.
Mas há também quem enfrente a dor com coragem e verdade,
Transformando o sofrimento em força e em liberdade.
O coração, muitas vezes, é ferido pela própria jornada,
E o sofrimento, embora cruel, é também uma estrada.
Poucos enxergam a luz que nasce da própria dor,
Mas é na escuridão que o ser humano encontra o seu valor.
Marcos, escritor da literatura, com olhar profundo,
Desvela a dor humana, revelando o que há no fundo.
Na fazenda da avó, cresceu com sabedoria e amor,
E na dor encontrou a essência do verdadeiro valor.
Assim, o sofrimento é parte da vida, um professor silencioso,
E na dor, o ser humano se torna mais forte, mais grandioso.
Que esse poema seja um reflexo do que é ser humano,
E que na dor e na luta encontremos o nosso próprio rum
Na sociedade que se faz de tola e superficial,
A palavra é usada como arma, ferindo o que é especial.
Humilham o deficiente, ignoram a verdade,
Mas não veem o brilho do intelecto em sua totalidade.
Marcos, escritor da literatura, com olhar penetrante,
Revela no papel o que a sociedade, muitas vezes, faz distante.
Como um violino que toca a alma e o coração,
Sua arte é um reflexo de pura emoção.
No barulho do mundo, onde a fofoca é rei,
Marcos traz à tona o que a maioria não vê.
A chama verdadeira, escondida no interior,
É o que ele revela, com amor e com fervor.
Assim, o poema toca a alma, como um céu a brilhar,
E na sinceridade de Marcos, encontramos o verdadeiro olhar.
Que a sociedade aprenda a enxergar além do superficial,
E que o coração humano brilhe de forma especial.
No burburinho da sociedade, a fofoca é rei,
A língua afiada, refletindo a dor que ninguém vê.
Enquanto o mundo se perde em máscaras e ilusões,
Marcos, o escritor, revela as verdadeiras lições.
A alma do outro, muitas vezes, é alvo de julgamento,
E a verdade se perde em meio ao vento.
No papel, Marcos desenha o que poucos ousam contar,
Mostrando a essência que muitos tentam ocultar.
Na busca por aparências, o superficial prevalece,
Enquanto o verdadeiro homem é muitas vezes esquecido e esmorece.
Na estrada da alma, o invejoso não vê,
Pois está cego pela própria sombra, a lhe esconder o que é de lei.
Assim, o poema revela o que o mundo não quer ver,
E na escrita de Marcos, encontramos o verdadeiro saber.
Que a sociedade aprenda a olhar para dentro e enxergar,
Que a verdadeira essência é o que nos faz brilhar.
A sorte não é um acaso cego, mas um encontro coreografado. Enquanto a oportunidade dança desprevenida pelos salões do tempo, a preparação ensaia nos bastidores da disciplina.
Quando os holofotes se acendem no momento exato, não é mero acaso — é a sincronia perfeita entre quem se aprontou e o convite do universo. Portanto, cultive seu jardim interno; a sorte colherá as flores que você pacientemente regou.
Errar é humano, um desvio no mapa da existência. A falha, em si, não define a jornada. A loucura genuína, porém, nasce quando erguemos um altar ao equívoco, quando insistimos em caminhar contra o próprio rio.
É a teimosia de quem, vendo a porta fechada, insiste em arrombar a parede. A sabedoria não está na infalibilidade, mas na coragem de desfazer o nó e tecer um novo fio no tecido da vida.
A felicidade é um jardim íntimo, cultivado pensamento a pensamento. Cada ideia é uma semente: as positivas florescem em gratidão, as negativas criam ervas daninhas de angústia.
Nós somos os jardineiros de nossa própria mente, escolhendo quais sementes regar. Quando nutrimos esperança e compaixão, colhemos dias ensolarados mesmo sob chuva. A qualidade dos nossos pensamentos determina as cores do nosso amanhecer interior. Cultive flores, não espinhos.
Pedágio
(Moacyr Franco)
Minha mãe me fez rezar
Para ser feliz um dia
A felicidade se passou
Foi durante a noite e eu dormia
Fui ao culto, rezei missa
Bebi pinga no terreiro
Vi que a graça nunca vem de graça
E os pecados eu paguei primeiro
Me bati contra o destino
Virei saco de pancada
Quero o braço levantado hoje
Pra depois não acredito em nada
Me ensinaram semear
Plantei rosa. fiz canteiro
Mas enquanto eu reguei semente
Desmataram esse mundo inteiro
Descobri que tanto faz
Sobriedade ou mais um porre
Só se vive mesmo nove meses
Pois o resto, amiga a gente morre
Já morri em nova york
Outro tanto em paris
Mas agora que te conheci
Vou morrendo um pouco mais feliz
E por isso não me fale
No futuro, no amanhã
Paraíso é esse instante aqui
Que comemos da mesma maçã
Faz de mim o que quiser
Faz de conta que é feliz
Deixa o mundo se matar lá fora
E me mate só de amor aqui
Já parti em tantos barcos
Já chorei em tanto cais
Quando digo que te amo assim
É porque te amo muito mais
Quando digo que te amo assim
É porque te amo muito mais
NO FUNDO DO COPO
Kleber Ferreira
Te perdi por um erro que não foi perdoado
Se soubesse o que vinha, lhe dava valor
Pois agora eu vejo, sou um homem acabado
Que afoga no uísque a falta deste amor
Abracei este vício e perdi minha razão
Aqui, o álcool é o único que me entende
Aquecendo o peito, esfriando o coração
Apagando a chama que a memória acende
Peço outra dose pra tentar não lembrar
Mas vejo seu rosto no gelo que derrete
Nem o whisky caro pode me libertar
Da culpa amarga que minh'alma acomete
A tontura me cega, me sinto largado
Fugindo do vazio que a saudade me traz
Sonho que em mais um gole eu caio ao seu lado
Num sonho embriagado que não se desfaz
Peço outra dose pra tentar não lembrar
Mas vejo seu rosto no gelo que derrete
Nem o whisky caro pode me libertar
Da culpa amarga que min'halma acomete
À minha desonra eu retorno a beber
Este líquido ardente que agora me invade
Beberia o oceano se pudesse esquecer
Mas no fundo do copo, só resta a verdade
Peço outra dose pra tentar não lembrar
Mas vejo seu rosto no gelo que derrete
Nem o whisky caro pode me libertar
Da culpa amarga que minh'alma acomete
Peço outra dose pra tentar não lembrar
Mas vejo seu rosto no gelo que derrete
Nem o whisky caro pode me libertar
Da culpa amarga que minh'alma acomete
Berço
Recordo: um largo verde e uma igrejinha,
Um sino, um rio, Um pontilhão e um carro
De três juntas bovinas que ia e vinha
Rinchando alegre, carregando barro.
Havia a escola, que era azul e tinha
Um mestre mau, de assustador pigarro...
(Meu Deus que é isto? que emoção a minha
Quando estas cousas tão singelas narro?)
Seu Alexandre, um bom velhinho rico
Que hospedara a Princesa; o tico-tico
Que me acordava de manhã, e a serra ...
Com o seu nome de amor: Boa Esperança,
Eis tudo quanto guardo na lembrança
Da minha pobre e pequenina terra!
Bernardino da Costa Lopes poeta parnasiano, conhecido como precursor do Simbolismo no Brasil.
1859-01-15 Rio de Janeiro
1916-08-18 Rio de Janeiro
O tempo,
que um dia foi quente
como o abraço de uma mãe,
aprendeu a ser frio —
uma noite de inverno
sem estrelas para guiar.
Sempre soube:
não existe para sempre.
Mas não imaginei
que o fim chegaria tão cedo,
nem que a solidão
soubesse meu nome
tão rapidamente.
Era o mesmo lugar,
a mesma paisagem,
mas o mundo muda
quando as estações mudam
e as pessoas também.
O que antes era riso
agora pesa no peito,
memória que fere,
sorriso que dói.
Disseram que
o “felizes para sempre” acaba.
Eu ouvi,
mas não acreditei.
O frio tocou meu rosto
como um despertar brusco,
um tapa da realidade.
Acabou.
De verdade.
E só então entendi:
promessas sem ação
são vazias,
e ninguém vence
uma guerra
lutando sozinho por amor.
Para a Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, tinha um projeto original arquitetônico de Oscar Niemeyer, mas como a Igreja não concordou por que trazia uma forte tendência assistencialista e socialista de distribuir o pão.
Preferiram oprojeto, tapa buraco inspirada nas pirâmides maias, que nada tem haver com a nossa cultura. Melhor alienar o povo de Deus, do que caminhar pela teologia da libertação.
O Poder de Se Habitar
Cultive a atenção plena sobre si: um olhar vigilante que habita sua própria fala e observa a raiz de suas atitudes. Dominar o leme das emoções é um exercício diário de lapidação, um esforço constante para manter o foco naquilo que realmente floresce e agrega valor à sua jornada.
Compreenda que o outro só possui o poder de incomodá-la quando encontra em você um território desconhecido. A crítica alheia só ganha força no vácuo da insegurança; quando você se habita com clareza, a voz externa perde o domínio sobre a sua paz. O autoconhecimento é o seu escudo mais impenetrável.
Mergulhe em quem você é, verdadeiramente. Encare seus pontos de sombra não como falhas, mas como sementes que, uma vez trabalhadas, transmutam fraquezas em potências. Fortaleça, sol a sol, o que há de mais luminoso em seu ser.
O autoconhecimento não é apenas uma ferramenta, é o portal da evolução. Convido você a refletir: quem é você quando todos os olhares se retiram? Não a personagem que o mundo aplaude ou julga, mas a essência viva que pulsa no silêncio do seu peito. Desvendar a própria alma é, e sempre será, o primeiro passo para uma vida de plenitude.
Texto Islene Souza
[…] Eu podia ouvir meu coração batendo. Podia ouvir o coração de cada um. Sentado ali, podia ouvir o ruído humano de nós dois, mas nenhum de nós se movia. Nem mesmo quando a sala escureceu.
Nossos corações insistentemente batendo, quem sabe um contra o outro, sincronizados, até se partirem, - e acredite, nada dói mais que o primeiro.
"Hoje acordei com espírito de pensador, misturado com sonhador, voltado a um organizador, por que quando o amor bate a nossa porta aquele amor puro e verdadeiro, começamos a sonhar, não paramos de pensar naquela pessoa e quando a algo que os afaste aí sim entra o organizador aquele que fará de tudo para encontrar e viver essa linda história de amor"
G&N
Memórias de um Lugar
Voltei a um lugar cujo nome eu sabia,
Mas ele já não me reconhece.
Hoje eu diria apenas um oi
Antigamente,
Eu falava sem medir as palavras.
O quarto antes cheio de cor,
Hoje parece estar vazio.
Sinto falta dos meus sonhos,
Do jeito que eu acreditava neles.
Sinto saudade das luzes da cidade,
Dos vagalumes á noite.
Das ruas cheias de vozes
Que agora parecem estar caladas.
Voltar não foi reencontro,
Foi perceber que não sou mais o mesmo
Que ja não cabia.
Que algumas coisas não se perdem
Apenas deixam de esperar.
Canta de um estudante de Direito
"Prezada, vossa excelência que me tirou o juízo,
peço-te a máxima atenção para esta humilde petição inicial.
A saber:
quando poderemos arrolar nosso processo?
Requeiro vista da minha confessa ignorância
para saber se devo ipetrar a ti um
abscorpos ou absdata,
que nos assegure o acórdão de tal data,
sem litígios, sem recursos
e, se possível, com sentença favorável
ao coração." (CH²)
Havia um rapaz que morava “de favor”, expressão bonita para esconder o desconforto diário de não pertencer a lugar nenhum. Naquela casa, ele ocupava pouco espaço: um canto, uma cama emprestada e o silêncio. Falava baixo, não por timidez, mas porque aprendera que, para os outros, pobre não tem voz — só eco.
As pessoas ao redor tinham uma régua curiosa: mediam gente em cifras. Quem tinha dinheiro, tinha valor; quem não tinha, devia gratidão eterna e cabeça baixa. E assim o rapaz era lembrado todos os dias de que valia menos que os móveis da sala, afinal, eles ao menos tinham sido comprados.
Mas a anedota da vida tem dessas ironias: enquanto o julgavam pequeno, ele crescia por dentro. Guardava humilhações como quem junta moedas — não para gastar em vingança, mas para investir em si. Estudou quando pôde, trabalhou quando ninguém quis, e sonhou mesmo quando riam do seu sonho.
Um dia, sem alarde, ele saiu daquela casa. Não bateu portas, não fez discursos. Apenas foi. E o mundo, que parecia fechado para quem não tinha nada, resolveu se abrir para quem tinha coragem.
Anos depois, alguém comentou:
— Quem diria, né? Ele venceu na vida.
E a resposta mais sincera veio do silêncio: ele não venceu por ter dinheiro agora, venceu porque nunca aceitou a mentira de que só o dinheiro faz alguém valer alguma coisa.
Por trás de um olhar uma saudade, por trás dessa saudade um adeus mal dado, nunca dado. Por trás de um olhar uma dor imensurável, dor de amor, de saudade. Por trás de um olhar uma alma, que por mais que você tente camuflar, ser apático ou não sentir, ela te entregará pois, frente à alma o coração e a frente desse...teu próprio olhar. A alma mora no olhar!
Flávia Abib
Na cama
Um dia deitado na cama
Sonhando em ter fama
Com alguém que a gente ama
Irei levantar e dizer
Porque não viver?
E aí então vou finalmente fazer
Vou tentar
E falhar
Triste, vou chorar e deitar
Na cama
Um dia deitado na cama
Sonhando em ter fama
Com alguém que a gente ama
Irei levantar e dizer
Porque não viver?
E aí então vou finalmente fazer
Vou tentar
E falhar
Triste, vou chorar e deitar
Na cama
Um dia deitado na cama
Sonhando em ter fama
Com alguém que a gente ama
Irei levantar e dizer
Porque não viver?
E aí então vou finalmente fazer
Vou tentar
E falhar
Triste, vou chorar
Caído na lama
Ela me chama
Reacendi minha chama
E me ponho de pé
Vou em frente com fé
Será que é o que é?
Mais um dia... na cama
Um dia deitado na cama
Sonhando em ter fama
Com alguém que a gente ama
Irei levantar e dizer
Porque não viver?
E aí então vou finalmente poder fazer
Vou tentar e ganhar
Nunca desisti de acreditar
Por que você vai vacilar?
Um dia
É o seu dia
Faça todos os dias serem seus.
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