Texto para um Bebe
//PeQuEnUxA//???
- garotinha que se apaixona fácil... TALVEZ!
- garotinha que vive um amor grande ou pequeno intensamente... COM CERTEZA!
- garotinha que ama Deus, a família e os amigos acima de tudo... SEMPRE!
- garotinha que prefere sofrer a ver o sofrimento de alguém q ama... PURA VERDADE!
- garotinha que já se machucou por sua ingenuidade e orgulho... MAS APRENDEU!
- garotinha que apesar do enorme orgulho tem humildade o suficiente para saber pedir desculpas e desculpar... SE NECESSÁRIO !
- garotinha que tem como objetivo ver ela mesma e todos que a cercam felizes... SONHO !
- garotinha que pretende, um dia, ser reconhecida não pelo que terá e sim pelo que é e continuará sendo... ETERNAMENTE !
CONFESSO QUE AINDA ESPERO…
Algum cavaleiro armado…
Sim, um príncipe encantado
montado num alazão,
que me desperte o desejo,
me ressuscite num beijo…
Me leve desta prisão!
Mas “para sempre feliz”,
do jeito que eu sempre quis,
é na verdade ilusão.
Amor pra mim é um mito,
em nada disso acredito…
E me devora o dragão!
O Operário em Construção
E o Diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempo todos os reinos do mundo. E disse-lhe o Diabo:
– Dar-te-ei todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue e dou-o a quem quero; portanto, se tu me adorares, tudo será teu.
E Jesus, respondendo, disse-lhe:
– Vai-te, Satanás; porque está escrito: adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás.
Lucas, cap. V, vs. 5-8.
Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia, por exemplo
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião
Como tampouco sabia
Que a casa que ele fazia
Sendo a sua liberdade
Era a sua escravidão.
De fato, como podia
Um operário em construção
Compreender por que um tijolo
Valia mais do que um pão?
Tijolos ele empilhava
Com pá, cimento e esquadria
Quanto ao pão, ele o comia...
Mas fosse comer tijolo!
E assim o operário ia
Com suor e com cimento
Erguendo uma casa aqui
Adiante um apartamento
Além uma igreja, à frente
Um quartel e uma prisão:
Prisão de que sofreria
Não fosse, eventualmente
Um operário em construção.
Mas ele desconhecia
Esse fato extraordinário:
Que o operário faz a coisa
E a coisa faz o operário.
De forma que, certo dia
À mesa, ao cortar o pão
O operário foi tomado
De uma súbita emoção
Ao constatar assombrado
Que tudo naquela mesa
– Garrafa, prato, facão –
Era ele quem os fazia
Ele, um humilde operário,
Um operário em construção.
Olhou em torno: gamela
Banco, enxerga, caldeirão
Vidro, parede, janela
Casa, cidade, nação!
Tudo, tudo o que existia
Era ele quem o fazia
Ele, um humilde operário
Um operário que sabia
Exercer a profissão.
Ah, homens de pensamento
Não sabereis nunca o quanto
Aquele humilde operário
Soube naquele momento!
Naquela casa vazia
Que ele mesmo levantara
Um mundo novo nascia
De que sequer suspeitava.
O operário emocionado
Olhou sua própria mão
Sua rude mão de operário
De operário em construção
E olhando bem para ela
Teve um segundo a impressão
De que não havia no mundo
Coisa que fosse mais bela.
Foi dentro da compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário.
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele não cresceu em vão
Pois além do que sabia
– Exercer a profissão –
O operário adquiriu
Uma nova dimensão:
A dimensão da poesia.
E um fato novo se viu
Que a todos admirava:
O que o operário dizia
Outro operário escutava.
E foi assim que o operário
Do edifício em construção
Que sempre dizia sim
Começou a dizer não.
E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção:
Notou que sua marmita
Era o prato do patrão
Que sua cerveja preta
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.
E o operário disse: Não!
E o operário fez-se forte
Na sua resolução.
Como era de se esperar
As bocas da delação
Começaram a dizer coisas
Aos ouvidos do patrão.
Mas o patrão não queria
Nenhuma preocupação
– "Convençam-no" do contrário –
Disse ele sobre o operário
E ao dizer isso sorria.
Dia seguinte, o operário
Ao sair da construção
Viu-se súbito cercado
Dos homens da delação
E sofreu, por destinado
Sua primeira agressão.
Teve seu rosto cuspido
Teve seu braço quebrado
Mas quando foi perguntado
O operário disse: Não!
Em vão sofrera o operário
Sua primeira agressão
Muitas outras se seguiram
Muitas outras seguirão.
Porém, por imprescindível
Ao edifício em construção
Seu trabalho prosseguia
E todo o seu sofrimento
Misturava-se ao cimento
Da construção que crescia.
Sentindo que a violência
Não dobraria o operário
Um dia tentou o patrão
Dobrá-lo de modo vário.
De sorte que o foi levando
Ao alto da construção
E num momento de tempo
Mostrou-lhe toda a região
E apontando-a ao operário
Fez-lhe esta declaração:
– Dar-te-ei todo esse poder
E a sua satisfação
Porque a mim me foi entregue
E dou-o a quem bem quiser.
Dou-te tempo de lazer
Dou-te tempo de mulher.
Portanto, tudo o que vês
Será teu se me adorares
E, ainda mais, se abandonares
O que te faz dizer não.
Disse, e fitou o operário
Que olhava e que refletia
Mas o que via o operário
O patrão nunca veria.
O operário via as casas
E dentro das estruturas
Via coisas, objetos
Produtos, manufaturas.
Via tudo o que fazia
O lucro do seu patrão
E em cada coisa que via
Misteriosamente havia
A marca de sua mão.
E o operário disse: Não!
– Loucura! – gritou o patrão
Não vês o que te dou eu?
– Mentira! – disse o operário
Não podes dar-me o que é meu.
E um grande silêncio fez-se
Dentro do seu coração
Um silêncio de martírios
Um silêncio de prisão.
Um silêncio povoado
De pedidos de perdão
Um silêncio apavorado
Com o medo em solidão.
Um silêncio de torturas
E gritos de maldição
Um silêncio de fraturas
A se arrastarem no chão.
E o operário ouviu a voz
De todos os seus irmãos
Os seus irmãos que morreram
Por outros que viverão.
Uma esperança sincera
Cresceu no seu coração
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão porém que fizera
Em operário construído
O operário em construção.
De me um amor
Mais um momento sozinho
Perdido, isolado de tudo
Aguardando uma nova chance
Recomeçar, de onde deveria ter partido.
Um novo lugar
Um instante sem você
Mais um dia longo.
Mais uma história sem final feliz.
Dias de saudade batendo no peito
Momentos de insegurança constante
Uma vontade grande de recomeçar
Desistir de tudo por ti.
Nem só de palavras fizemos nossa história
Ainda a desejo você, mesmo sentindo que isso é dor.
Reuni forças dentro de mim
Lutei, mas fui vencido pelo seu amor.
Fui flechado,
Tentei te anula dentro de mim,
Mas, por mais que eu tentasse,
Te esquecer deixou de ser uma opção.
Dentre mil explicações
Me restou apenas:
“AMO VOCÊ”
Razão nunca mais terei...
Em meu peito bate saudade
Lutando para não te esquecer.
Por mais perdido que esteja.
Sempre estarei feliz ao encontrar você dentro de mim.
Guardada em um lugar especial,
Onde apenas nossos sonhos podem chegar.
Alguns estão solteiros. Alguns estão casados e esperaram 10 anos para ter um filho, e outros tiveram um filho depois de um ano de casados.
Alguns se formaram aos 22 anos, e esperaram 5 anos para conseguir um bom emprego. Outros se formaram aos 27 e encontraram o emprego de seus sonhos imediatamente!
Alguns se tornaram presidentes de grandes empresas aos 25 e morreram aos 50, enquanto outros se tornaram presidentes aos 50, e viveram até os 90.
Cada um trabalha com seu próprio “fuso horário”. As pessoas conseguem lidar com situações apenas de acordo com seu próprio tempo. Trabalhe com o seu próprio tempo.
Seus colegas, amigos, e conhecidos mais jovens podem parecer estar “a frente” de você, e outros podem parecer estar “atrás”.
Não os inveje nem zombe deles. Estão em seu próprio tempo. E você está no seu!
Segure firme, seja forte, e seja verdadeiro consigo mesmo. Tudo irá conspirar ao seu favor. Você não está atrasado, nem adiantado, você está exatamente na hora certa!
Um amor verdadeiro pode pegar a história mais triste, a mais difícil, aquela que tinha tudo pra dar errado e transformá-la na história mais linda do mundo.
Porém um amor falso pode pegar a vida de uma pessoa, pegar a história mais linda que tinha tudo pra dar certo e matá-la, destruí-la e transformá-la num trágico pesadelo.
Conversar com Deus
Resolvi falar com Deus esses dias...
Era um papo bem intimo, eu ia falar sobre minha vida, meus planos, medos, certezas e inseguranças
Não se tratavam de pedidos ou qualquer coisa do tipo, eram apenas palavras de alguém que não tinha mais ninguém que a pudesse ouvir.
Fui até o fundo da casa, em uma área aonde tinham algumas arvores e me sentei ali mesmo no chão embaixo de uma sombra.
Chamei Ele uma , duas e até três vezes. Tive certeza de que estava sendo ouvida quando uma manga caiu ao chão. Frutos caem no chão a todo momento, mas não quando o pé não produz nada a anos.
Comecei a conversa um pouco tímida, fazia tempo que eu não fazia isso. Falei sobre a minha família e o quanto eu sou feliz por tê-los ao meu lado, mesmo sabendo que eles tem tantos defeitos.
Contei dos meus amigos e que eles as vezes me decepcionam, mas que tento levar em consideração já que eu devo magoa-los a todo momento tambem e não perceber que eu faço isso.
Falei sobre o meu trabalho, as coisas que acontecem lá, as dificuldades que eu as vezes encontro. Com o passar do tempo a timidez já tinha ido embora e eramos só eu e Deus.
Tive a certeza de que Ele deixou tudo parado e veio me ouvir falar, parecia que Ele estava sentando a minha frente e que escutava sem perder uma só palavra. Eu tive essa sensação durante todo o tempo.
Mostrei pra Deus alguns projetos meus e Ele riu, contei dos meus medos e inseguranças, Ele segurou a minha mão e quando eu não tinha mais nada além de lágrimas Ele me abraçou.
Ele enxugou minhas lágrimas uma a uma e me deu um embrulho. Pediu que eu não abrisse esse pacote na hora, que eu esperasse alguns minutos.
Me disse que dentro dele tinha tudo o que eu precisava pra minha vida e me convidou pra essa conversa mais vezes. Me avisou que elas podem ser feitas em qualquer lugar do planeta, mas que sejam apenas eu e ELE.
Me abraçou mais uma vez e me disse pra ver o meu presente e caso eu não goste seria possivel fazer a troca. Me deu um beijo na testa e afagou meus cabelos.
Quando abri o pacote as lágrimas tomaram conta do meu rosto, mas não eram as mesmas lágrimas que Ele enxugou, eram lágrimas de gratidão.
O que tinha dentro do pacote?
Um bilhete que me dizia assim:
'- Não temas, pois sou teu Deus, te conheço desde antes de sua existência. Vista essa capa de proteção, se alimente com o perdão, beba da coragem e caminhe junto a lealdade e verdade. Não esqueça da esperança e da paciência. Ali no fundo tem uma mochila pra que você coloque todos os seus problemas e quando não suportar mais carregá-los mande-os a mim e tratei de resolve-los. Nunca se esqueça as coisas não são ao seu tempo , mas sim ao meu tempo. Por isso aquiete o seu coração e descanse. Mesmo quando o mundo se levantar contra você, lembre-se que EU sou Deus de impossivel.Para os seus erros e tropeços há perdão. Você é humano e vai errar algumas vezes, mas não deixe de caminhar por isso. Agora vá e faça tudo aquilo que eu predeterminei a você. Use o seu talento em prol das pessoas que precisam, use o seu dom para falar aqueles que precisam de paz e alento. Não temas jamais, pois sou teu Deus e quando você achar que é dificil demais caminhar , Eu te pego em meus braços. O seu Deus é um Deus de milagre, por isso acredite até quando tudo te mostrar o contrário. Se levanta e vence! Sou contigo!'
DE UM OBSERVADOR
A mulher não é somente ela. É também o seu clima. Perfumes não são recomendáveis. Melhor é o odor que se descobre, se possível de talco, banho recente ou capim cheiroso espalhado no armário. Nada de voz aguda. Respire bem e conseguirá um tom médio. Cabelos molhados incentiva.
Mulher não deve ter certezas. Atrapalha e atemoriza. Bom mesmo é o ar de pode ser. Melhor ainda é a eterna possibilidade de nos deixar com a impressão de estarmos revelando as verdadeiras descobertas. Alguma dúvida não faz mal ao ar de interrogação.
Nada de muita jóia. Aquele brinquinho de furar a orelha de criança ou mesmo orelha furada, sem o brinquinho, é recomendável. Relógio, jamais de correia grossa. Mas nada é tão belo quanto penugem na contramão. Manja certos bracinhos lindos? Pois penugem na contramão é aquela que vem descendo pelo braço e de repente muda direção. Nuca e costas também a têm.
Nada de perfeições de corpo, de cara, nem de gênio. Só de caráter. Mulher mau caráter é tão raro quanto repulsivo. O importante é mesmo ser algo errada de corpo ou de rosto. Certos erros enlevam traços ou detalhes que isolados crescem, ganham o todo, saltam da mulher e chegam até nós.
Olhar em tom de súplica ajuda. Suplicar atrapalha. Mãos leves. Calmas. Mão de mulher está para nós como o surfe para a onda: por dentro e por cima, sendo levada e levando, roçando sem arranhar, arranhando sem machucar, sempre um pouco na frente.
Outra coisa: carinho tem hora. Não hora marcada, porém adivinhada. Nunca logo depois. Rosto lavado de preferência. Olhar de tristeza tão antiga quanto encarnações. Lágrimas a postos. Sempre.
Por favor, sem bronca com barriguinha ou descuido nosso. Nada de exigências ascéticas ou dietéticas. Mulher que se preza gosta mais de defeitos que de qualidades.
Mas por favor, nunca bata boca com vizinhos. Fale de, porém não fale demais de empregadas, chefes, costureiras ou patrões.
Mulher deve falar como quem pede. Pedir como quem ajuda, saber esperar. Não pode ficar falando "eu acho". E quando fumar jamais sugar o cigarro com força, aquelas tragadas que fazem um barulhinho quando o cigarro solta da boca.
Há uma virada de olho pelo canto e para baixo (o popular soslaio), altamente condenável. Baixar os olhos é importante. Olhar fixo também. Não definir se o seu olhar é tédio ou mistério. Mas se for tédio avise logo que a gente se manda.
Pudor é essencial. Mas um pudor velado, revelado apenas na linguagem misteriosa e eloqüente do corpo, no jeito de se sentar, encolher-se na cadeira, ou cruzar os pés. Braços cruzados em ar de necessidade, de proteção pega muito bem.
Ser friorenta é necessário. Gostar de pano na cabeça, saia leve e cabelo solto. Se possível preferir o silêncio. Se não, dê a bronca e não resmungue. Gostar de eventuais pilequinhos. Não de alcoolismo. Gostar de beijo, gentileza e ser deixada cruzar a porta na frente. pisar firme é importante. Firme mas leve. Andar de quem estudou balé e guardou distante influência ajuda muito. Saber cruzar as pernas com pudor é fundamental.
Mulher não deve chegar, deve aparecer. Não deve entrar e sim se aproximar. Não deve mastigar, deve diluir. Não deve engolir, deve sorver. Mar tomar leite como criança é recomendável, segurando o copo com as duas mãos. Mastigue as torradas sempre devagar, ponha pouca manteiga ou geléia no pão. Se possível fale "douze" em vez de doze.
Ser daquelas que o sapato arrebenta na rua é bom. Ser das que se abaixam para consertar, jamais. "Vou botar esse cara nos eixos" é uma saudável disposição. Tentar muitos anos sem conseguir e passar a vida inteira tentanto é uma gelada. Gostar de chapéus é essencial. Sardas e pintas ajudam muito. Ar de brincadeira também. deve dormir o mais encolhida possível. E acordar solta, confiante no sono. Nas viagens é essencial cuidar da gente. E conseguir com discrição o que a timidez masculina inibe. Goste de cores. Entenda de silêncios. Tenha sempre algo escondido. Aprimore seus climas, sim, porque ser bela nada tem com ser bonita. É muito mais.
Nunca prometa um beijo, nunca desperte o desejo em uma pessoa se vc não pode dá a ela, nunca iluda alguém, vc pode machucá-la....
Beijar é fixar os lábios em alguma pessoa, em sinal de amor, afeição, veneração, ou até mesmo de amizade.... amigos tbm se beija, um beijo muito mais sincero, onde não tem competição e nem ciúmes, é um beijo puro
Indelével
Se um dia eu desistir, saiba que lutei com cada parte de mim, enfrentando os ventos mais ferozes e os silêncios mais pesados. Mas, se um dia eu partir, não diga que não sabia. Eu me espalhei pelo mundo, deixei fragmentos meus por onde passei.
Estou nas palavras que escrevi, nas imagens que capturei com a alma, nos olhares que toquei com ternura. Me registrei em cada gesto, em cada história compartilhada, em cada canto onde deixei um rastro silencioso de quem sou.
Não se trata de me lembrar com pesar, mas de reconhecer que estive aqui, inteira, presente, viva. Eu fui — e sempre serei — uma presença que não se dissolve, apenas se transforma em memória.
O convite da essência
Há algo no meu olhar que é um convite silencioso, uma porta aberta para quem deseja se aprofundar na minha alma. Algo que conecta, que atrai, que decifra. E então, alguns se deixam levar, se ligam à minha essência sem que uma única palavra seja dita, compreendendo quem sou no silêncio. Outros se perdem, talvez não consigam ver o que é tão simples, tão claro, tão direto. Eu sou feita da simplicidade, da transparência, daquelas palavras que são ditas com clareza, e das que não precisam de som, porque se revelam nas atitudes — sempre objetivas, sempre claras.
Quando me encontro perdida nas dúvidas, me recolho. Mergulho dentro de mim, me redescubro, busco entender o que há de mais profundo, o que precisa ser revelado. Não desejo apenas passar pela vida; quero deixar nela minha marca. Quero deixar um pedaço de mim em cada pessoa que cruzar meu caminho, em cada lugar que visitar, em cada olhar que encontrar.
E, ao final, quem se conectar a mim, de alguma forma, saberá que um pedacinho ficou. Em algum canto, um pouco de mim permanecerá, como uma lembrança compartilhada.
A felicidade é um jeito de viver.
Não curta somente a calmaria, aproveite a tempestade.
Tudo enriquece a vida.
Ela não pode ser vivida somente dentro de uma casa,
a vida tem que ser experimentada dentro do Universo.
A felicidade é um jeito de viver,
é uma postura de vida,
é uma maneira de estar agradecido a tudo,
não somente ao sol, mas também à lua,
não somente a quem lhe estende a mão,
mas também a quem o abandona,
pois certamente nesse abandono
existe a possibilidade de descobrir a força
que existe dentro de você.
Ouvir Também Salva
Setembro Amarelo é um mês que me deixa inquieta. A intenção é genuína, mas parece que a luta é contra o depressivo, não contra a depressão. Falar é importante? Sim. Mas falar só funciona quando há ouvidos preparados para ouvir de verdade.
O problema é que, na maioria das vezes, as pessoas não sabem como lidar. Dizem palavras que, em vez de ajudar, empurram ainda mais fundo no abismo. "Você precisa ser forte", "Isso é falta de fé", "Todo mundo tem problemas." Essas frases são golpes invisíveis que aumentam a dor.
O que falta, então? Conscientização. Não para quem tem depressão, mas para quem convive com essas pessoas. Setembro Amarelo deveria ser um mês para ensinar como ouvir sem julgamento, como identificar os sinais silenciosos de alguém pedindo socorro, como se posicionar com empatia e dizer as palavras certas — ou simplesmente ficar em silêncio e estar presente.
Porque muitas vezes não é o falar que salva, mas o saber ouvir. E ouvir, de verdade, também é uma forma de amor.
Essência
Eu queria mergulhar em um poço de palavras inexistentes, um universo onde cada termo fosse moldado exatamente para carregar o peso e a leveza dos meus sentimentos. Palavras que se encaixassem perfeitamente, ocupando todos os espaços vazios da comunicação, como água preenchendo cada canto de uma fenda.
Sonho com letras que não apenas descrevam, mas respirem — que tragam no sopro de cada sílaba a essência do que sou e sinto. Que falem de coração para coração, sem deixar margem para dúvida, sem arestas que cortem a compreensão.
Que cada palavra escolhida seja um reflexo límpido de um pensamento decifrado. Que cada frase construída seja uma ponte direta para a alma. E, acima de tudo, que esse mergulho profundo permita um amor compartilhado, onde nada precise ser dito além do que já foi perfeitamente sentido.
Recado
Se me der um beijo, eu gosto
Se me der um tapa, eu brigo
Se me der um grito, não calo
Se mandar calar, mais eu falo
Mas se me der a mão, claro, aperto
Se for franco, direto e aberto
Tô contigo amigo e não abro
Vamos ver o diabo de perto
Mas preste bem atenção, seu moço
Não engulo da fruta, o caroço
Minha vida é tutano, é osso
Liberdade virou prisão
Se é amor, deu e recebeu
Se é suor, só o meu e o teu
Verbo eu pra mim já morreu
Quem mandava em mim nem nasceu
É viver e aprender
Vá viver e entender, malandro
Vai compreender
Vá tratar de viver
E se tentar me tolher é igual
Ao fulano de tal que taí
Se é para ir vamos juntos
Se não é já não tô nem aqui
Silenciosa
Quantas vezes eu falei com meu olhar, gritei com o meu silêncio e até com um sorriso que escondia o que as palavras não conseguiam dizer? Tantas tentativas de me expressar de forma discreta, até que o brilho dos meus olhos se apagou e o sorriso perdeu a graça.
Silenciei, mas também gritei com um comportamento que não era meu. Meu corpo, que antes sustentava forças, começou a falar por mim: perdi peso, meu cabelo caiu, minha vitalidade se esvaiu. Tudo porque me esforcei para silenciar a minha dor, tentando não ferir aqueles que nunca estão preparados para escutar — não genuinamente.
Ninguém está realmente pronto para ouvir sobre a escuridão da depressão. Porque ninguém compreende de verdade, a não ser que já tenha mergulhado nas mesmas águas turvas.
Mas eu não desejo que ninguém me entenda. Pedir isso a Deus seria cruel, seria pedir que outros sentissem essa dor em suas próprias experiências. Não, eu não quero que ninguém afunde nesse abismo. Desejo apenas que meu silêncio seja ouvido, mesmo que eu não precise mais gritar.
Escrever virou um vício. Frases soltas, textos longos, nadas escritos só pra existir. Se eu não registrar, uma parte de mim se esquece. Se eu parar, uma parte de mim morre.
E o bloqueio? Vai me enlouquecendo. É como se me negassem comida, oxigênio. Sinto como seu eu fosse morrendo a cada começo jogado de lado por não ter o que desenvolver. Se eu dormir, acordo melhor?
'Eu te escolhi.
Outros me olhavam, outros pareciam talvez
até um pouco mais interessantes, mas eu escolhi você.
Que esquisito, eu já havia escolhido outros outras vezes.
Dessa vez tudo foi diferente, dessa vez não era tão simples assim,
dessa vez havia um diferencial tão complexo:
você me escolheu também.'
Tire proveito....
Quando você deparar com uma pessoa cuja a mentalidade seja menor que a de um grão de areia, cuja a personalidade seja totalmente nula a ponto de virar fantoche nas mãos dos outros tire proveito.
Existem pessoas que por terem ouvido falar (e quem falou é para elas "amiga") são capazes de nos julgar, conforme o julgamento alheio.
Elas nem sequer nos conhecem, para ao menos poderem tomar partido, se é que isso é preciso.
Pessoas de mente pequena que nos julgam "inimigas", porque o fulano assim nos vê. E já que são amigas de fulano, também se tornam nossas "inimigas".
Tire proveito, ignorando totalmente essas pessoas.
Para início de conversa, são "maria vai com as outras", andam conforme o vento sopra, portanto não nos acrescentarão nada de importante.
Deixe que elas mesmas colham o que plantam.
Quando elas tentarem fingir que você é invisível, deixe pra lá, o que importa para você ser vista por pessoas desse "naipe"?
Tenho certeza que nada.
Para quer dar importância a quem não é sequer capaz de pensar por si próprio?
Ria da situação, viva sua vida naturalmente e independente do ambiente que tiver, não deixe de fazer nada o que faria se esse "joão ninguém" não estivesse lá. Porque na verdade eles não estão mesmo......
Essas criaturas são tão infantis que se julgam importantes demais, achando que ao tomarem "partido" da inveja dos outros, conseguiram "se vingar" do objeto de cobiça, mera ilusão.
Não sei dizer se são pessoas de mente pequena ou se seriam pessoas de mente aberta.
É mente aberta, mas tão aberta, que algum momento deixaram cair o cérebro e até hoje não se deram conta.
Fotografo
Fotografo minha vida, e dela faço um retalho de fotografias.
Junto todas as poses, todas as companias,
Todas as praias, todos os lagos,
Junto os amigos, os colegas a familia,
as aves que ja fotografei,
os leões, os jabutis, sapos, largartos,
Flores, desenhos, sorrisos e beijos.
e faço toda a minha vida num imenso retalho de fotografias.
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