Texto para um Amor te Esquecer
Namoro ?
O namoro cristão é um relacionamento de respeito, porque isso agrada a Deus.
Quando se falamos de um namoro cristão, deve se entender que é um relacionamento que busca agradar a Deus, andando na contramão do mundo e tendo a presença do Senhor, porque Ele estará no centro.
O namoro que agrada a Deus é aquele que em primeiro lugar tem oração, pois o diálogo com Deus trará benefícios para o relacionamento, tirando todo o agir do inimigo.
O namoro cristão não é o mesmo que um casamento, porém é a onde você vai conhecer a pessoa melhor e descobrir se quer passar a vida toda com essa pessoa por meio da oração.
Para que o namoro cristão possa acontecer, deve se atentar a alguns princípios como esses mencionados acima para que você desfrute daquilo que Deus tem para sua vida.
Infelizmente quando se pula o primeiro passo que é a oração, você abre mão das bençãos do Senhor e não coloca Ele como convidado para entrar e cuidar do seu relacionamento.
A serenidade é um mar de ilusões,
reflete calmaria, mas guarda abismos.
O mar é um misto de tempestade e brisa,
um sopro de paz que se desfaz em fúria.
No silêncio repousa a natureza dupla:
ora vaidade, ora modéstia.
É nele que se escondem intenções,
não ditas, mas reveladas em atos.
O abismo entre elas não se mede em palavras,
mas nos frutos que cada gesto deixa.
A vaidade ergue muralhas invisíveis,
a modéstia abre caminhos de encontro.
E assim seguimos, navegantes incertos,
entre ilusões e verdades,
entre tempestades e calmarias,
buscando no silêncio o eco daquilo que somos.
Um sorriso pode esconder muita coisa.
Pode ocultar uma grande decepção consigo mesmo ou com as pessoas à sua volta. Pode esconder um grito de socorro ensurdecedor, um pedido de ajuda. A dor não precisa ser centrada; você pode dividí-la com palavras a amigos, porém isso só pode aliviar um pouco. O verdadeiro alívio vem quando você entrega sua dor em oração ao único que pode realmente lhe confortar: Deus!
Já estive "sozinho", isolado e sem amigos. Sentia vergonha de falar o que eu pensava, não queria atrapalhar ninguém. Foi doloroso perceber o meu lugar... Durante um tempo foi terrível, contudo, a dor refinou a minha fé. Contrariando o que sentia, encontrei alegria na rejeição; pois isso me fez compreender - ainda que de forma muito pequena, como uma gota diante da tempestade de rejeição que Jesus enfrentou - um pouco do que Ele passou.
Não é fácil, muitos enfrentam diariamente aquilo que deixei de me importar, e muitos aceitam, como eu aceitei, o rótulo "desalinhado". Mas não precisa ser assim! Você tem luz, Deus lhe vê. Confie no Senhor, receba as vitórias, mas também aprenda a receber as derrotas; pois elas são necessárias para que nunca deixemos de depender d'Ele.
Quando gritou Cabral: "Terra a vista!",
Era um passarinho inocente.
Quando exclamou Dom Pedro: "Independência ou Morte!",
Era a coroa de louro do novo continente,
Nosso Brasil.
Quebraram-se as correntes,
Rugiu a onça, latiu o guará,
"Vós sois aquele varão", escreveu o padre sonhador,
Para aquele que versará,
Nosso Brasil
"Ela! minha estrela, viva e bela",
Sussurrou a doce voz.
Grandes eram seus sonhos,
Gigantes os seus caminhos,
Nosso Brasil.
Entretanto, pequenas suas vontades,
Minúsculos seus passos,
Tombou na preguiçosa tentação,
Anhanguera que lhe amarra os pés,
Nosso Brasil.
País que sobrevive à glória do passado,
Vive o resplendor do futuro!
Levanta a cabeça, Dona Majestosa,
Dança e canta:
No céu és a águia cinzenta,
No mar és o boto rosa,
E na terra, serpente amedrontadora!
O caminho do nosso Brasil
Terra do samba e do pandeiro,
Do chorinho e frevo,
Trevo de quatro folhas,
Nosso Brasil.
Terra do preto e branco,
Verde e amarelo,
Índio e europeu,
Africano e asiático,
Terra do brasileiro,
Nosso Brasil.
Continente formoso,
Vento que leva a folha do Ipê,
Onda que move o Velho Chico,
Nuvem que azul faz o céu da Cidade Maravilhosa.
Cristo nos abraça,
Brasil brasileirinho,
Nosso Brasil!
OS LADOS QUE A VIDA LHE DÁ:
1 - Reclamar e reiniciar tudo como em um loop infinito. Você será próspero deste estado.
2 - Ser grato pelas coisas boas que chegam até você, esquecendo Completamente as que não deram certo. DEIXE sua mente vazia, limpar para o Novo habitar. Gere uma imagem mental do que se deseja e seja próspero deste estado.
Eduarda,
sou completamente apaixonado por você,
não de um jeito comum,
mas de um jeito que acalma a alma
e ao mesmo tempo faz o coração incendiar.
Estou completamente fascinado por você,
pela forma como chegou sem fazer alarde,
mas mudou tudo em mim,
como a luz que invade a janela
e faz o mundo parecer novo outra vez.
Fui atraído pelo teu amor
como quem encontra o próprio destino,
e desde então,
meu coração não sabe mais caminhar sozinho,
porque ele se ligou ao teu
como se sempre tivesse pertencido ali.
Já não me interessa mais o tempo…
as horas perderam a pressa,
os dias ganharam sentido,
porque tudo que eu quero
é estar bem junto a ti.
Você é o silêncio que me entende,
é a paz que me encontra no caos,
é o abraço onde descanso minhas guerras.
Amada da minha alma,
és tu, Eduarda…
tu que habita em mim
como uma chama que não se apaga,
como um amor que não se mede,
como uma certeza que não se perde.
E se me perguntarem onde mora minha felicidade,
não apontarei lugares,
apontarei teu nome.
"Pai… a saudade que carrego é como um rio que nunca deixa de correr dentro de mim.
O tempo passa, as estações mudam, mas a ausência permanece, silenciosa e imensa.
Ainda ouço sua voz nas lembranças, ainda sinto seu abraço no calor de um sonho.
Cada conselho seu ecoa como luz nos meus dias mais escuros,
e cada lembrança é um pedaço de eternidade que guardo com cuidado no coração.
A saudade que sinto não conhece fim,
porque o amor que nos une é infinito.
Enquanto eu viver, você continuará vivendo em mim,
nas minhas palavras, nos meus gestos e na minha história.
Pai, minha saudade é eterna… assim como o meu amor."
"Este será mais um Dia dos Pais sem você… e a saudade não diminui.
Vejo as vitrines cheias de presentes, as pessoas falando sobre o que vão comprar, e eu só queria poder te dar mais um abraço.
Você foi, e sempre será, meu maior exemplo… meu porto seguro… o homem que me ensinou a sonhar.
Pai, se o céu tivesse telefone, eu ligaria só para ouvir sua voz e dizer que eu te amo.
Saudade não tem fim… e a minha só aumenta."
Saudade de pai é um vazio que não se explica, só se sente.
É olhar para o tempo e perceber que nenhuma lembrança é suficiente para preencher a ausência.
É lembrar da voz, do abraço, do jeito de cuidar... e sentir o coração apertar.
Saudade de pai é amor que não morre, apenas se transforma em lágrimas, em lembranças e em silêncio.
Houve um tempo que tentei esconder, que sufocava o que eu tinha dentro do peito, por eu não entender, tentava dar fim, durante um tempo achei que era a coisa certa, que seria mais fácil.
Mas nunca foi, tem dias que tudo se acalma, mas sinto aqui uma tristeza que dói, outros dias parece que tem um pássaro batendo as asas tentando se libertar do meu peito apertado… e penso… não faz sentido apertar o que nasceu para ser livre!
Hoje o sentido de tudo mudou, não vejo uma razão para tal aperto e não quero dar continuidade à nada que me torne uma prisão para tudo o que eu sinto.
Então desejo que ele encontre as respostas que tanto tem esperado.
A ansiedade noturna é um tormento silencioso...
Quando tudo fica quieto lá fora, a mente faz barulho dentro da gente.
Os pensamentos se misturam, o coração acelera, e o sono parece um inimigo distante.
Você tenta se acalmar, mas a cabeça insiste em revirar tudo — o passado, o futuro, o que dói e o que falta.
E assim, a madrugada vira um campo de batalha que ninguém vê.
Feh Alvarenga
Eu gostaria que o tempo voltasse só por um instante, meu querido pai!
Apenas para sentir seu cheiro, escutar sua voz e te abraçar mais uma vez.
Era só mais uma vez, que eu queria, só mais um momento para guardar no coração.
A saudade que ficou é grande demais, para caber nas palavras.
Porque quando o amor é eterno, a ausência nunca deixa de doer.
Entendimento do luto
Luto, palavra que carrega um peso enorme nas nossas mentes. Vivemos o luto quando uma grande mudança acontece em nossas vidas. Confundimos com perda, mas o luto é mudança, não finalização. Viver o luto envolve entender e aceitar mudanças que abalam o sentido da vida. De repente alguém que amamos ou algo que acreditamos muito, que lutamos para merecer ou que depositamos esperanças, não está mais lá, então tudo o que construimos encima disso se acaba, e fica um vazio, e esse vazio faz eco, esse eco vibra no coração e na mente a importância daquilo que mudou. Por um tempo desconectamos da luz, visitamos sentimentos opostos ao que sentíamos, questionamos tudo, lutamos para tentar voltar ao que era, mas nunca mais seremos os mesmos. Então aceitamos que nada permanece o mesmo, que nada realmente acaba, apenas muda de caminho, apenas segue o fluxo do que tem que ser. Muitas vezes fazemos o luto como sendo uma finalização, mas algo continua florindo e brotando, e sempre vai continuar, porque luto não é fim, é mudança, transição. E pode ser recomeço, ou um simples começo, porém nada fica igual após vivermos esse momento.
Seja como for, de alguém que partiu, uma separação ou afastamento de alguém importante, um trabalho especial… tudo que importa e de repente não está mais na nossa vida e por isso muda a forma como vivemos, é luto. Nosso corpo sente, nossa mente sabe, a alma não esquece, e dói, dói demais não ter mais algo que era tão importante. Mas a vida não permite que fiquemos estagnados, ela pede mudanças e sempre vai trazê-las independente da nossa vontade.
Nessa fase encontramos respostas que não procuramos antes. Entendemos a importância daquilo que vivemos depois que acaba, nos questionamos muito sobre o que deveríamos ter feito, ou e se eu tivesse feito diferente? E se eu não tivesse feito isso ou aquilo? E se eu tivesse ficado quieta? Questionamos tudo, mas é inevitável, precisamos lidar com a mudança, causada por nós ou pela vida. Não há o que fazer.
A prece de Cáritas não se eleva em gritos nem se impõe em promessas; ela se derrama como um rio manso que sabe aonde vai. Sua beleza está na simplicidade que desarma o ego e na profundidade que educa a alma. Ao pronunciá-la, o ser humano deixa de pedir para ser poupado da vida e passa a pedir para ser digno dela.
Cáritas ensina que o verdadeiro auxílio divino não é a retirada das dores, mas a ampliação da consciência. Cada palavra da prece parece recordar que nada nos pertence de forma absoluta: nem o corpo, nem o tempo, nem as certezas. Tudo é empréstimo sagrado, e a gratidão surge quando compreendemos que até as provas carregam lições silenciosas, moldando o caráter e despertando o amor que ainda não sabíamos possuir.
Há nessa oração uma pedagogia espiritual profunda: aceitar o que não pode ser mudado, agir com retidão diante do que pode ser transformado e confiar quando a razão se esgota. Ela não incentiva a passividade, mas a serenidade ativa aquela que trabalha no bem sem revolta, que sofre sem ódio e que serve sem esperar reconhecimento.
A prece de Cáritas também nos chama à fraternidade real, não idealizada. Ela nos lembra que a dor do outro não é um espetáculo distante, mas um espelho possível do nosso próprio caminho. Ao pedir forças para suportar e aprender, o orante se compromete, ainda que silenciosamente, a não ser instrumento de sofrimento, mas de consolo, equilíbrio e luz.
No fim, essa prece é um exercício de alinhamento interior. Ela recoloca o ser humano em seu lugar justo no universo: nem centro de tudo, nem abandonado ao acaso. Apenas um viajante consciente, sustentado pela confiança, caminhando entre quedas e elevações, certo de que toda experiência, quando atravessada com amor, se transforma em sabedoria.
A obra O Homem e seus Símbolos, de Carl Gustav Jung, não é apenas um estudo psicológico, é um chamado ao despertar da consciência. Jung nos ensina que o maior desconhecido do homem não é o universo exterior, mas o universo interior.
Vivemos em uma época que valoriza o que é visível, mensurável e racional. Contudo, Jung revela que a psique humana é tecida por símbolos imagens que brotam dos sonhos, dos mitos, das religiões e até das experiências cotidianas. O símbolo não é fantasia; é linguagem da alma. Ele expressa aquilo que a razão ainda não consegue traduzir.
O homem que perdeu o diálogo com o invisível:
Quando o ser humano deixa de prestar atenção aos seus sonhos, ele perde o diálogo com o inconsciente. E ao perder esse diálogo, torna-se fragmentado. Jung ensina que o inconsciente não é inimigo; ele é complementar.
Assim como o dia precisa da noite, a consciência precisa do inconsciente. Negar essa dimensão é como tentar viver apenas com metade da própria alma.
Quantas decisões tomamos sem saber por quê?
Quantas reações exageradas revelam feridas não reconhecidas?
Jung nos ensina que aquilo que ignoramos em nós ganha força. O que não é iluminado, governa.
A sombra: o mestre oculto:
Entre os ensinamentos mais profundos está o conceito da Sombra. A sombra não é maldade pura; é tudo aquilo que recusamos aceitar em nós. Medos, invejas, desejos, fragilidades.
O problema não é possuir sombra todo ser humano possui. O problema é projetá-la no mundo.
Quando acusamos o outro com intensidade desproporcional, muitas vezes estamos enxergando nele o que reprimimos em nós. A verdadeira transformação começa quando temos coragem de dizer:
“Isso também vive dentro de mim.”
Esse reconhecimento não nos diminui nos torna inteiros.
Individuação: tornar-se quem se é
Jung ensina que o objetivo da vida psíquica é a individuação: o processo de integrar todas as partes do ser. Não se trata de perfeição, mas de totalidade.
A individuação exige:
enfrentar a própria sombra,
reconhecer o feminino e o masculino interior,
dialogar com os símbolos da própria história.
É um caminho de maturidade espiritual.
É sair da superficialidade e assumir a responsabilidade pelo próprio crescimento.
O símbolo como caminho espiritual.
Mesmo sem propor religião, Jung abre uma dimensão profundamente espiritual. Ele mostra que o ser humano precisa de significado. Quando os símbolos religiosos são esvaziados, surgem substitutos: ideologias, fanatismos, idolatrias modernas.
O símbolo saudável eleva.
O símbolo inconsciente domina.
Por isso, o autoconhecimento não é luxo intelectual é necessidade ética.
“O Homem e seus Símbolos” nos ensina que a alma fala.
Ela fala nos sonhos.
Fala nas emoções intensas.
Fala nos conflitos repetidos.
Ignorá-la é adoecer.
Escutá-la é amadurecer.
A grande lição é simples e profunda:
O ser humano não é apenas aquilo que pensa ser. Ele é também aquilo que teme, deseja, reprime e sonha.
E talvez o ensinamento mais transformador seja este:
Quem aprende a dialogar com seus símbolos deixa de ser vítima do próprio inconsciente e passa a ser autor da própria história.
A preguiça mental de leitura não é simplesmente falta de vontade; muitas vezes é um sintoma do nosso tempo. Vivemos na era da velocidade, dos estímulos constantes, das informações fragmentadas. A mente acostuma-se ao imediato, ao superficial, ao que exige pouco esforço e oferece recompensa rápida. Ler profundamente, porém, exige silêncio interior, disciplina e entrega e isso, para muitos, tornou-se um desafio.
A leitura é um ato de humildade. Quando lemos, reconhecemos que não sabemos tudo. Abrimo-nos para o pensamento do outro, permitimos que novas ideias nos desinstalem. A preguiça mental, por sua vez, nasce do conforto. É mais fácil permanecer nas próprias opiniões do que confrontá-las. É mais simples repetir frases prontas do que refletir criticamente.
Mas o aprimoramento pessoal nunca foi fruto da acomodação. Desde a antiguidade, filósofos como Santo Agostinho ensinavam que o crescimento interior exige esforço consciente. Ele buscava nas leituras e na meditação não apenas conhecimento, mas transformação da alma. Ler, nesse sentido, não é acumular informações é permitir que o pensamento se torne mais profundo, mais lúcido, mais consciente.
A dificuldade de aprimoramento surge quando queremos resultados sem processo. Queremos sabedoria sem estudo, clareza sem reflexão, expansão sem disciplina. Porém, a mente é como um músculo: se não for exercitada, atrofia-se; se for desafiada com constância, fortalece-se.
A preguiça mental também pode esconder medo. Medo de descobrir que precisamos mudar. Medo de abandonar crenças antigas. Medo de crescer. Porque crescer implica responsabilidade.
O aprimoramento começa com pequenos gestos:
* Ler algumas páginas por dia.
* Refletir sobre o que foi lido.
* Anotar ideias.
* Questionar-se.
Não é a quantidade que transforma, mas a constância.
A leitura disciplinada expande horizontes, melhora a linguagem, organiza o pensamento e fortalece o discernimento. Ela nos tira do automático e nos coloca no campo da consciência. E consciência é liberdade.
Superar a preguiça mental não é lutar contra si mesmo, mas compreender-se. Perguntar: por que resisto? O que evito? O que temo descobrir? Quando a leitura deixa de ser obrigação e passa a ser ferramenta de autoconhecimento, ela se torna prazerosa.
Avistar o pôr do sol
Ouvir o barulho da chuva
O cair da noite iluminada
Um abraço apertado
Um sorriso deslumbrado
Na praia sentir a areia nos dedos
O bronzeado
Entre olhares apaixonados
Um beijo suave
De mãos dadas
No caminho entre as flores
O amor no auge
Contempla
Dois enamorados.
[verso] Vem, vamos seguir em frente, Como as águas de um rio, Que jamais retrocede. Seguindo e deixando um pouquinho de nós pelo caminho, Qual água de um rio, Que encharca as beiras, Hidratando árvores e plantas rasteiras.
[verso] Vem, vamos doando vida Enquanto nos despedimos do lugar original, Nos lançando a imensidão do oceano, De igual modo, Nos arremessando na imensidão do acaso, No porvir onde tantos quantos foram, E não retornaram para nos contar como estão.
[verso] Que a vida intensa em lapsos temporais Momentos únicos que não voltam jamais.
Portanto a vida é Viver intensamente direção ao além.
[verso] Vem, vamos seguir em frente, Como as águas de um rio, Que jamais retrocede. Seguindo e deixando um pouquinho de nós pelo caminho, Qual água de um rio, Que encharca as beiras, Hidratando árvores e plantas rasteiras.
[verso] Vem, vamos doando vida Enquanto nos despedimos do lugar original, Nos lançando a imensidão do oceano, De igual modo, Nos arremessando na imensidão do acaso, No porvir onde tantos quantos foram, E não retornaram para nos contar como estão.
[verso] Que a vida intensa em lapsos temporais Momentos únicos que não voltam jamais.
Portanto a vida é Viver intensamente direção ao além.
E eu tenho medo. Medo de não existir um amanhã em que eu possa me refazer.
Medo de me tornar pior do que sou hoje.
Medo de que até esse amanhã, que eu tanto acredito que virá, simplesmente não venha. Um amanhã que nunca vem.
E eu me prendo à possibilidade e, talvez, esqueça de viver o hoje.
Preciso RE-NAS-CER!!!!
Toda alma vem ao corpo com um dom, com algo que possui um verdadeiro significado e sentido para viver a vida. Esse dom não é algo que aparece imediatamente, mas sim algo que deve ser descoberto ao longo da vida.
Contudo, antes de encontrar esse dom, é necessário eliminar tudo aquilo que, no fundo, nunca teve a ver com você. Refiro-me às coisas que a sociedade impôs desde a infância, às expectativas e padrões que nos empurraram. Tudo isso forma uma camada de influências externas que, muitas vezes, não correspondem ao que realmente somos.
O que sobrar após eliminar essas camadas de condicionamentos é, muitas vezes, o que tem a ver com o seu verdadeiro eu — o seu dom, o seu propósito. Esse dom, esse sentido, é algo único, que está profundamente ligado à sua essência e ao seu ser.
Não existe dom melhor ou pior, pois cada um tem o seu próprio. Cada pessoa tem sua própria verdade, seu próprio caminho, seu próprio sentido. E esse sentido é o que realmente faz sentido para a sua vida, não importa se esse sentido parece simples ou até incomum aos olhos dos outros. O que importa é que ele faz parte de quem você é, faz parte do seu dom, e isso é o que torna a vida verdadeira e significativa para você.
