Texto palavras

Cerca de 10877 texto palavras

DESPEDIDA

Meu amor...
Escute as minhas ultimas palavras
Por favor
Você não soube entender
Que eu atirava em suas mãos
Toda possibilidade de ser feliz
Você fez de mim mais uma
Esquecendo que em nenhum lugar
Amor como este encontrará
Você precisa saber
Das descobertas dos sonhos deste amor
Você fugiu de mim
Desconhecendo a força
Que o mundo atraia sobre nós
Voce saiu de si
Fugiu de mim
Desconheceu meu mundo
Desbotou meu sorriso
Apagou minha esperança
E é por tudo isso
Que agora lhe digo
Um triste e amargo Adeus...👋

A linguagem sempre revela algo. Nietzsche dizia que as palavras são metáforas esquecidas. Então quando alguém fala “pobrema”, talvez não seja só erro — pode ser retrato de um sistema que nunca ensinou direito. E isso é um problema muito maior que o “pobrema”.


“Os brasileiros que mais tem problema são aqueles que vivem de ‘pobrema pobremas’ — porque às vezes o maior erro não está na gramática, mas na maneira de enxergar o mundo.”

Lamento de um Vampiro em Singelas Palavras


Guia-me na busca pelo meu próprio rastro sob o luar da madrugada,
pois sou mais solitário e desamparado
do que tua alma ousaria conceber.
Caminho onde até o vento parece guardar segredos antigos,
e cada sombra repousa
como a memória esquecida de um século.
Se teus olhos não podem desvendar-me na escuridão,
que meus gritos harmônicos rompam o silêncio
como sinos distantes chamando um destino adormecido.
Sou um cativo do sangue,
um refém da noite gélida,
um eterno amante daquilo que jamais poderei possuir.
Uma criatura moldada pelo breu
e pelo silêncio absoluto das eras,
onde até o tempo parece hesitar em seguir adiante.
Permita-me, então, trilhar o caminho escarlate de tuas veias;
consagra-te como minha Condessa,
minha única aliada no vasto vazio da existência.
Pois entre os homens aprendi um segredo curioso:
até monstros carregam saudades
e até a eternidade pode ferir o coração.
Vem, e deixa que nossas sombras se entrelacem
sob a lua pálida desta madrugada infinita,
como duas almas antigas que se reconhecem no abismo.
E se o destino for apenas um labirinto sem aurora,
que ao menos caminhemos juntos por seus corredores de silêncio,
noite após noite,
pela eternidade que nos consome.

"Somos transmutadores de energia."
Através da fé, das nossas mãos, das palavras e das orações, transformamos energias, levando luz onde existe peso, equilíbrio onde existe desarmonia e acolhimento onde existe dor. Ao benzer e realizar nossos trabalhos espirituais, somos instrumentos de uma força maior, canalizando aquilo que recebemos para transformar, proteger e trazer paz.

As palavras fluem, como águas do corrego Campo Alegre, que deságua no rio São Tomaz, e assim segue teu curso, puro, repleto de emoções, que transborda em versos, até chegar ao mar.

O poesia é um canal, o poeta um condutor de alma
Que transforma dor em beleza, e tristeza em canção
Um alquimista das expressões, que cria e recria o mundo ao seu redor, com a força do pensamento

A poesia é um dom, uma dádiva do céu,
um sussurro do divino, que ecoa nos ouvidos.
Um sopro à vida, um convite à paixão.
Um poeta é um amante, da alma, do amor e das tentações.
(Saul Beleza)

Palavras que dançam, jogam e brincam
Dúbias intenções, significados que se escondem
Pensadores astutos, letras que seduzem
Leitores atentos, mentes que se abrem

O jogo das palavras, um tabuleiro de xadrez
Movimentos sutis, estratégias que se cruzam
O que se diz, o que se cala
Um jogo de palavras, um duelo de mentes.
(Saul Beleza)

Escrever, para mim, deixou de ser um capricho bonito de quem gosta de palavras e virou uma necessidade quase fisiológica, tipo respirar depois de subir uma ladeira enorme no sol do meio-dia. Eu estava há tanto tempo inspirando o mesmo ar pesado, reciclado pelas minhas próprias memórias, que quando finalmente escrevi, foi como escancarar uma janela e descobrir que o mundo ainda tinha vento. E não aquele vento dramático de novela, não. Um vento simples, honesto, que não promete nada além de movimento. E, naquele momento, movimento já era tudo que eu precisava.


O curioso é que eu não escrevi esperando resposta. Nem dele, nem da vida, nem do universo conspirador que a gente gosta de culpar quando está carente. Eu escrevi para me ouvir. Porque até então, eu estava cheia de vozes dentro de mim, menos a minha. Era lembrança falando alto, era saudade fazendo discurso, era ilusão pedindo mais um capítulo. E eu, coitada, só anotando, achando que aquilo era verdade absoluta. Quando eu finalmente me escutei de verdade, sem maquiagem emocional, sem aquele filtro poético que transforma sofrimento em obra-prima… foi desconfortável. Mas também foi libertador. Porque ali não tinha mais para onde fugir. Era só eu comigo mesma, sem plateia, sem roteiro, sem desculpa.


E a tal da lucidez… ah, essa não bate na porta, não pede licença, não manda mensagem antes. Ela entra como quem já mora ali há anos e só estava esperando eu parar de fazer barulho para se manifestar. E quando ela chega, desmonta tudo. Derruba cenários, apaga luzes, desmonta personagens. Aquilo que antes parecia gigante, intenso, insubstituível… vira só o que sempre foi: um capítulo. Importante, sim. Mas não eterno.


E é aí que entra a parte que mais assusta e mais alivia ao mesmo tempo: esquecer não é apagar. Eu não virei uma versão fria, sem memória, sem história. Eu virei alguém que olha para trás sem sentir aquele aperto no peito que parecia um lembrete constante de que algo estava inacabado. Não estava. Nunca esteve. Eu só demorei para aceitar que já tinha acabado há muito tempo. A gente sofre mais tentando reescrever o passado do que vivendo o presente. Porque o passado, minha querida, não aceita edição. No máximo, interpretação.


E essa lembrança… a ceia na casa da avó. Olha que cena sutilmente dolorosa. Um convite que parecia simples, mas que carregava um mundo inteiro de significado. E eu recusando. Não por falta de vontade, mas por excesso de consciência. Eu sabia que não cabia ali. E olha a maturidade disfarçada de tristeza. Às vezes, crescer é exatamente isso: reconhecer onde a gente não pertence, mesmo quando o coração quer dar um jeitinho de se encaixar.


Aquele abraço final, as lágrimas sendo enxugadas com uma delicadeza quase contraditória… como se o gesto dissesse “eu me importo”, enquanto a realidade gritava “mas não o suficiente para ficar”. E tudo bem. Porque naquele momento, sem perceber totalmente, eu já estava me despedindo de verdade. Não só dele, mas da versão de mim que ainda insistia.


E a vida, com seu humor meio irônico, meio genial, seguiu. Quase dois anos depois, eu casei. Escrevi uma nova história. Mas dessa vez, não foi sozinha. Não foi baseada em suposições, nem alimentada por silêncios interpretados. Foi construída. Tijolo por tijolo, dia após dia, com alguém que estava ali de verdade, não só na minha imaginação.


E isso muda tudo.


Porque no fim, não foi sobre esquecer alguém. Foi sobre parar de sofrer por algo que já não existia e abrir espaço para o que podia existir. Eu não apaguei o passado. Eu só parei de morar nele.


E hoje, quando eu lembro, não dói. Não pesa. Não chama. Só existe. Como uma página virada de um livro que eu não preciso reler para saber que já entendi a história.


Se você ainda está respirando esse ar pesado, talvez esteja na hora de abrir sua própria janela.

Sinto falta de quando a minha felicidade cabia em duas palavras suas: “bom dia”, “boa noite”, “te amo”.
Era tão simples e, ainda assim, fazia meu coração amanhecer antes do sol.
Eu sorria para a tela, como quem recebia o mundo inteiro em uma pequena notificação.
Hoje, até mudei o som do meu celular.
Não porque deixei de gostar, mas porque nossa história já decorou cada nota dela, na esperança de te ouvir.
E é isso que mais me dói: não sentir falta de nenhuma notificação, nem de momentos extraordinários.
Eu sinto falta do simples: do seu “bom dia”, do seu “boa noite”, do seu “te amo” e do meu sorriso bobo.
Daquelas pequenas mensagens que faziam eu me sentir a pessoa mais feliz do mundo.
Não sinto saudade ou falta de uma mensagem.
Sinto saudades e falta de quem eu era quando ela vinha de você.
Sinto falta e saudades de “você”.

"Resolvi ler o significado daquelas palavras,
pois achava muito estranho o contexto de um livro. No começo não sabia ao certo como prosseguir, no entanto alguém me fez sorrir.

Peguei outros livros, cujo o conteúdo se assemelhava. Seguindo as indicações de uma bibliotecária, percebi que os(as) autores(as) demonstravam sinônimos reflexivos.

Entretanto surge uma ansiedade, onde os contextos desagradaram. Nisso ouço uma voz:

- Não se decepciona com esse livro, pois à vida acontece de diversas maneiras.

Olhei para o lado e visualizei Mr. Stevens, que segurava dois livros com suas mãos. Ele percebendo meu rosto de decepção, me disse novamente:

- Aqui estão dois livros com as definições detalhadas. Leve-os e sente-se naquela mesa, mas tenha paciência nas suas leituras. Pois você está na sessão de livros encantados.

Repentinamente senti uma emoção, cuja a origem não me passava pela mente. Mas agradecendo Mr. Stevens, percebi que algo estava diferente.

Peguei outros dois livros e fui para a mesa 26, sentei me na cadeira de madeira velha,
e tive uma mescla de sensações poucas vezes sentidas. Folheei as páginas do livro chamado "Sabedorias de um tempo esquecido" e és que encontro partes de um texto desagradável. Mas algo me chamava atenção, então peguei uma folha mais um lápis e copiei aquela frase:

"A hipocrisia dos seres humanos, nascem na ignorância de suas próprias vontades."

Então resolvi abrir um dos livros dado por Mr. Stevens, cujo o tema era "Dicionário Analítico das Palavras Transcritas". Folheei o mesmo até a página 86 e li a definição da palavra "Hipocrisia". Me fazendo raciocinar o verdadeiro significado daquela frase..."

By ADNC

⁠⁠O Vício de Brincar com as Palavras e as Imagens, tem seus Riscos: às vezes são elas que se juntam para brincar com a gente!


Brincar com Palavras e Imagens sempre parece um gesto inocente — quase infantil.


Mas quem se arrisca nesse ofício sabe: nada é tão simples quanto parece.


Porque, palavras têm memória!


Imagens têm humor.


E ambas, quando percebem que estamos distraídos, fazem complô.


Às vezes se juntam para dizer o que não ousamos.


Por vezes até revelam o que tentamos esconder.


Às vezes devolvem à nossa própria mente uma pergunta que nem formulamos…
mas que, de alguma forma, já nos habitava.


Brincar com elas é um vício, e sim, — do tipo que não pede perdão.


E cada frase escrita, cada imagem criada ou editada, leva um pouco de nós…
mas também devolve algo que não sabíamos termos entregue.


No fundo, talvez o risco maior não seja brincar com elas.


O risco mesmo é quando elas resolvem brincar conosco —
e, sem pedir licença, sem medo e sem culpa, revelam aquilo que nós estávamos evitando descobrir.

⁠As Palavras Impensadas, ditas em meio à euforia, podem inviabilizar a calmaria de alguém.


Às vezes, não é o que sentimos que machuca — é o que deixamos escapar sem passar pelo crivo do silêncio.


Palavras ditas na euforia nascem sem freio, sem cuidado e sem escuta alguma.


Carregam o peso do instante, mas podem pousar na vida de alguém como sentença duradoura.


O que para quem fala é só excesso de emoção, para quem ouve pode ser o início de uma inquietação que não pediu para carregar.


A calmaria de alguém é frágil como água parada: qualquer pedra jogada sem intenção cria ondas que demoram a se desfazer.


E há palavras que, mesmo ditas sem maldade, afundam fundo demais.


Por isso, nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.


Há silêncios que não são covardes — são cuidados.


Porque preservar a paz do outro, muitas vezes, é um ato de maturidade muito maior do que vencer qualquer euforia passageira.

⁠Seria
impossível Brincar com as Palavras temendo o Absurdo, temendo o Indizível.


As palavras nunca foram apenas instrumentos de comunicação.


Elas são também pontes, labirintos, espelhos e abismos.


Brincar com elas não é um ato de leviandade, mas de liberdade.


É permitir que a linguagem ultrapasse os limites do previsível e alcance aquilo que a lógica, sozinha, jamais tocaria.


O absurdo, tantas vezes rejeitado, pode ser justamente o lugar onde as certezas se desfazem e novas possibilidades surgem.


É no aparente contrassenso que descobrimos perguntas que jamais faríamos seguindo apenas o caminho da razão.


O indizível, por sua vez, não representa um fracasso da linguagem, mas um convite permanente à imaginação.


Há sentimentos, memórias e silêncios que nenhuma palavra consegue conter por inteiro, mas é justamente essa insuficiência que mantém viva a necessidade de continuar falando, escrevendo e criando.


Quem teme o absurdo acaba prisioneiro do óbvio.


Quem teme o indizível contenta-se apenas com aquilo que pode ser explicado.


E uma vida reduzida ao explicável perde o encanto do mistério, da poesia e da descoberta.


Talvez o verdadeiro sentido das palavras não esteja apenas naquilo que elas afirmam, mas também naquilo que insinuam.


Nos vazios entre uma frase e outra.


Nas metáforas que desafiam a lógica.


Nos paradoxos que revelam verdades incômodas.


Afinal, nem tudo o que faz sentido parece razoável, e nem todo absurdo está vazio de significado.


Brincar com as palavras é, no fundo, brincar com a própria realidade.


É reconhecer que o pensamento cresce quando se permite duvidar de si mesmo e que a liberdade de imaginar é uma das formas mais profundas de compreender o mundo.


O Medo do Absurdo empobrece a linguagem; a Coragem de enfrentá-lo transforma Palavras em Possibilidades e Silêncios em Reflexão.

⁠Quem se atreve a Brincar com as Palavras, pode brincar com qualquer coisa, inclusive com a própria Humildade Intelectual.


Mas as palavras são brinquedos muito perigosos.


Às vezes, são elas que se juntam para brincar com os que se atrevem a brincar com elas.


Nas mãos de quem as domina, podem construir pontes ou cavar abismos, iluminar consciências ou mascarar vaidades.


Brincar com elas exige muito mais do que vocabulário: exige Maturidade, Responsabilidade e Sensibilidade.


Sem essa sinergia, é melhor nem se aventurar…


Há quem transforme qualquer discurso em espetáculo, confundindo eloquência com sabedoria.


Afinal, não é tão difícil impressionar quando se sabe florear frases.


O desafio verdadeiro é permanecer humilde diante da imensidão do que ainda não se sabe.


A Humildade Intelectual não diminui o conhecimento; ela o torna fértil.


É ela que permite rever certezas, acolher argumentos melhores e admitir que até a mais elegante das palavras pode esconder um grande equívoco.


Quem acredita ter sempre razão deixa de aprender justamente quando imagina ter chegado ao objetivo.


Poder Brincar com as palavras é um privilégio.


Brincar com a própria humildade intelectual, porém, é um risco.


Quando o ego assume a autoria do pensamento, a linguagem deixa de ser instrumento de encontro e passa a ser arma de exibição.


O brilho da retórica, então, ofusca a luz da verdade.


Talvez a maior demonstração de inteligência não seja dizer a última palavra, mas saber quando o silêncio ensina mais do que qualquer discurso.


Porque as palavras, por mais belas que sejam, encontram sua grandeza não na capacidade de convencer, mas na coragem de permanecer abertas à possibilidade de estarem incompletas.

⁠Há Textos nos quais a gente Brinca com as Palavras; noutros, são elas que se juntam para Brincar com a gente.


E talvez seja justamente aí que a literatura deixe de ser apenas um exercício de linguagem para se tornar uma espécie de espelho da existência.


Porque há Palavras que obedecem à nossa vontade, mas há outras que, uma vez reunidas, escapam ao nosso controle, revelam o que escondíamos de nós mesmos e nos colocam diante de perguntas que não sabíamos nem formulá-las.


Escrevemos acreditando que conduzimos o pensamento, até descobrirmos que, às vezes, é ele quem nos conduz.


Escolhemos uma Palavra por sua beleza e, de repente, ela nos devolve uma lembrança.


Construímos uma frase em busca de sentido e terminamos diante de um silêncio que diz muito mais do que havíamos planejado.


Há Textos que nascem da inteligência; outros, das feridas abertas.


Alguns são arquitetados com rigor, enquanto outros parecem brotar de um lugar misterioso onde a razão não alcança e a sensibilidade compreende sem precisar explicar.


E existem aqueles que, sem pedir licença, encontram em nós uma porta entreaberta e entram justamente onde ainda não aprendemos a nos defender.


Talvez porque as Palavras não sejam apenas instrumentos de expressão, mas também de revelação.


Elas tanto podem organizar o caos que carregamos quanto desorganizar as certezas que nos mantêm confortáveis.


Podem nos oferecer respostas, mas também têm o poder de tornar nossas perguntas mais profundas.


E, não raro, uma única frase é suficiente para abalar uma convicção que julgávamos inabalável.


O curioso é que nem sempre compreendemos aquilo que escrevemos no instante em que escrevemos.


Às vezes, a consciência chega depois, como quem encontra, entre as linhas, vestígios de uma verdade que o coração já conhecia, mas que a razão ainda não tinha coragem de admitir.


É por isso que certos Textos não terminam no ponto final.


Continuam reverberando, deslocando ideias, provocando incômodos, revisitando memórias.


A gente fecha o livro, abandona a página, segue a vida — mas alguma coisa permanece aberta dentro de nós.


E talvez a maior virtude de um Texto não seja a de nos convencer de alguma coisa, mas a de nos tornar incapazes de continuar pensando exatamente como antes.


Porque Brincar com as palavras é uma arte; permitir que elas Brinquem com nossas certezas é um risco.


Exige Humildade Intelectual para reconhecer que nem tudo o que pensamos é verdade, coragem para rever o que acreditávamos e sensibilidade para perceber que, por trás de cada Palavra, pode existir uma experiência humana que não conhecemos por inteiro.


No fim, escrever talvez seja isso: tentar dar forma ao que sentimos, mesmo sabendo que nenhuma Palavra consegue conter a totalidade de uma experiência.


E ler, por sua vez, é aceitar a possibilidade de que aquilo que alguém escreveu sobre si possa, inesperadamente, revelar alguma coisa sobre nós.


Há Palavras que passam pelos olhos.


Outras atravessam a consciência.


E há aquelas, raras e inquietantes, que chegam tão fundo que já não sabemos se fomos nós que as interpretamos ou se foram elas que, finalmente, nos traduziram.


Porque, quando as Palavras começam a Brincar com a gente, o Texto deixa de ser apenas aquilo que lemos e passa a ser, também, aquilo que somos obrigados a descobrir em nós mesmos.

Palavras, quando harmonizadas com atitudes, desenham paisagens de beleza rara. Tal qual na vida, é preciso exercitar a presença, evitando palavras impensadas.

“Palavras pintam paisagens.”

O amor é delicado e precioso; um gesto impensado pode desfazer castelos de sonhos. Por isso, quero compartilhar como me sinto ao teu lado: leve e feliz, como se estivesse abençoada. Sinto uma nova oportunidade de viver um sonho que reflete minhas aspirações de família, estilo de vida e de como quero viver um amor.

Cuide-se! Adoro você.

Alexsándra Duárte

MARIONETE


Não diga o que pensa.
Tome cuidado com suas palavras.
Certos argumentos devem ser ignorados, talvez omitidos.
Tente não ser imprevisível.
Seja previsível, os governantes adoram isso.
Alimente suas opiniões, mas não às semeie muito, pode causar desentendimento!
Nada melhor do que ser igual à maioria para ser benquisto!
Não se aprofunde muito.
Evite polêmicas desnecessárias.
Quanto mais alienado melhor, o mundo se torna mais gentil, humilde e menos hostil.
Faça tudo o que os outros estão fazendo.
Se eles estão feliz assim, você pode ser feliz também seguindo a mesma trilha, aproveite é um atalho sem esforços, mais prático!
Essa coisa de ter personalidade é besteira, ter personalidade hoje em dia é não ter personalidade, é ser fútil.
Estude só o que a vida vai te cobrar um dia.
Somente o essencial.
Acredite em milagres, as coisas caem do céu tão facilmente!
Use roupas da moda.
Só escute o que toca na Rádio.
Ler é chato, é besteira, coisa de “nerd”.
Acredite no que os pastores e padres dizem.
Pague seu dízimo e fique em dia com Deus.
Nós somos frutos de Adão e Eva.
Não acredite no que a ciência diz.
Leia os jornais, as revistas e durma sossegado, o que estiver escrito ali é a pura verdade.
Faça da TV o seu oráculo, seu mentor intelectual.
Não respeite a diferença, respeite a igualdade.
Se ficar sabendo de um boato ou fofoca, conte para o maior número de pessoas que puder e depois coloque a culpa nos outros.
Afinal tudo fica mais confortável quando a culpa é dos outros!
Decida sua carreira de acordo com o que os seus pais preferem pra você, pois ter um sonho e correr atrás dele é estupidez.
Opte por algo que vai te garantir um salário seguro no fim do mês, de preferência um cargo “meia boca”, mas garantido pro resto da sua humilde vida.
Se ninguém mandar... Deixe pra lá, faça só a sua parte.
Entre o comum e o desconhecido, prefira o primeiro, assim não terá surpresas.
Não se aventure, é perigoso demais! Escolha sempre o caminho mais evidente.
Fique no meio da balança e deixe que os outros decidam por você.
Concorde com a maioria, eles que sempre tem razão, pois são a maioria!
Escute bem o que estou dizendo.
Se eles pularem do abismo, pule também!
Vote em quem as pesquisas apontam favoritismo.
Não se envolva em manifestações opostas a quem esta no poder.
Seja como for, fique do lado dos mais fortes.
Não tenha curiosidade, afinal até o gato morre por ela!
Não questione o porquê disso ou daquilo.
Melhor ser um covarde vivo!
Melhor ser comum!
Melhor ser normal!
Melhor ser mais um!
E por fim vai ser isso, você levando a vida, e a vida te levando... Como um "Burro de Carga", que é obrigado à só olhar pra frente, pra que quem comanda não perca as rédeas e permaneça no controle.
Pois afinal é justamente o que eles querem, e vocês?

"Palavras e expressões fortes ainda impressionam um bocado a massa. É o caso envolvendo as "Biografias não Autorizadas. 'Censura', 'Liberdade de expressão', 'Cerceamento', 'Ditadura' e coisas assim sensibilizam um bocado certos bocados de pessoas!"
Frase Minha 0624, Criada no Ano 2013

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

1295 📜 "Já perceberam? Alguns mudam o significado de certas palavras e expressões, com desembaraço. Não são casos de 'sentido figurado' nem de licença poética. São casos de Apelação, de Eufemismo, de Pretensão, de Filosofia 'Rasteira' "
-
"Por exemplo: Alguém atribuir 'Riqueza' a 'ter bela Família e a estar bem consigo e com Divindades' ou dizer que 'Que tem Caráter tem tudo' ou insistir que 'Não existem Pessoas Feias e sim Belezas Diferentes'. Por que vivem assim?"

"Senhor, concede-me a graça da clareza e do discernimento. Diante de palavras vazias, promessas falsas ou elogios fingidos, abre os meus olhos para enxergar a realidade das ações. Que eu não seja enganada por aparências. Protege o meu coração das ilusões e cerca-me de pessoas cujas atitudes reflitam a verdade do que dizem. Amém."


—By Coelhinha

⁠Tem coisas que eu sinto por você que nem cabem nas palavras, mas ainda assim eu tento, porque você merece saber o quanto transforma meu mundo. Quando você me abraça, tudo desacelera; quando você me olha, tudo ganha vida de novo. É como se o caos em mim encontrasse descanso no simples fato de você existir.


Tatianne Ernesto S. Passaes