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“Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22:39).
Essas palavras soam simples até que nos deparamos com o verdadeiro sentido de amar: dar-se por inteiro.


Amar o próximo não é apenas sentir compaixão — é escolher permanecer mesmo quando dói, é perdoar quando o coração sangra, é servir sem esperar retorno. É o amor que se mede não por conveniência, mas por entrega.


Jesus viveu esse mandamento até as últimas consequências. No Getsêmani, o amor O fez suar sangue — hematidrose, a dor física de uma alma em total agonia, mas ainda disposta a amar. Ele não apenas falou sobre amor; Ele o encarnou.


Amar “nem que custe a hematidrose” é um chamado radical:
é amar quando a cruz pesa, quando o silêncio do outro fere, quando o mundo não entende.
É amar como Cristo — não até doer, mas até transformar a dor em amor.
✍🏼 Bispo Ederson Dantas

O som de seu coração me fascina, bela rítmica que modela as palavras em versos até o mais fino invólucro em nosso querer.
Conquistou-me com seus singelos sentimentos identificados por uma simplicidade na forma de agir com gentileza e atenção.
Invadiu-me unicamente para a minha realização traçando a verdade e orientando a felicidade á um coração perdido.

Sem atuar como lascivo pecaminoso, toco na luxúria com palavras sensíveis, porém verdadeiras que desordena o desejo na própria intimidade;
Em silêncio, transbordo com atitudes lhe trazendo para o meu mundo, deixando-a cada vez mais à-vontade;
A ocorrência que nos liberta do arrependimento é a mesma que nos assimila o amor sincero que tanto relata no sentimento verdadeiro;
Mesmo não querendo banhar-se no perdão da imprudência e desejando que não se interrompa os gemidos de prazer que a ânsia grita por entre a calma de amar;

Não tenho palavras suaves para o meu conforto de entender os caminhos da vida, mas sim para justificar as dificuldades com satisfação de viver...
Sou lúcido e muita das vezes! Louco apaixonado, mas nunca confunda loucura com interesses...
Só quero está do lado de quem ler as minhas palavras e contempla a poesia com o coração;

Sou meu próprio algoz nas lamúrias das minhas próprias palavras.
Para que servem as doces poesias? Um acalento ao coração ou despertar de uma louca paixão?
Sou poeta inocente, sou o que você não pode vê ou o silêncio que grita por você.
O barulho de te querer e o segredo que lhe atrai no mais profundo sentimento.

Você estava com um sorriso estranho quando te disse palavras que falava dos sentidos românticos;
Acho que era estranho e bonito falar do que não vivi de um coração partido que me levaria a sucumbir à vida;
Sei que a positividade é a aprendizagem de uma virtude ou da atitude de um doce coração;
Sofrer por o termino de um amor com as melhores das intensões não se faz verdadeiro ou certo;

Ao entardecer quero me inspirar para encontrar as devidas palavras que ficaram tão longe de nós;
Além de aqui em teu coração ficaram saudades que me fazem eternizar em você;
Sei que vai ser difícil sem você, não me entregarei jamais, lembrando que as intenções é ficarmos de bem com a vida;
O vento levará tudo o que não nos tem importância embora que nos traga a paz;
Acho que nem lembro quem sou, mas sempre precisei de um pouco de sinceridade para não, mas envelhecer;

Durante muito tempo eu fugi de palavras cruéis sendo insuportável aos meus ouvidos;
Na queda me despedacei buscando voar com minhas asas pequenas, mas não sei voar;
Tentei deixar um testamento onde não havia nada escrito para o meu amor que nunca existiu;
Porém o veneno que tomei fez-me prematuro e inocente para sonhar com um amor inventado;

⁠Te desejo nas palavras não faladas
Te desejo nas leituras infundadas
Te desejo nos pensamentos de paixão
Ou no caminho de lembranças pro coração
Te desejo nos suspiros mais profundos
Te desejo mesmo que fosse o fim do mundo
Te desejo em teus olhos acastanhado
Na sua boca com gosto caramelado
Te desejo de todas as formas ao teu lado
Eu te desejo o por que eu estou apaixonado;

O Eco da Ausência
​Eu carrego o peso
das palavras que engoli,
Um silêncio denso que escolhi.
A alma veste um cinza antigo e frouxo,
E cada dia é um novo esboço
De um sorriso que nunca se completa.
​A solidão não é a falta de alguém,
É o abismo entre o que sinto e o que convém.
É a canção baixinha que só a parede ouve,
Enquanto o ponteiro da vida não se move,
Preso em um instante que não tem mais pressa.
​Eu me perdi no mapa das promessas,
E as esperanças viraram meras rezas.
Resta o nó na garganta, sem desfecho,
Apenas o vazio morando em meu peito,
E a espera por um dia que cesse.

Minha Querida Stela,
Sei que as palavras que escrevo agora chegam tarde demais, e a dor de não as ter dito pessoalmente consome-me. Não há um único dia que passe sem que a sua imagem não me visite, sem que a culpa não aperte o meu peito.
Fui um tolo, Stela. Você esteve sempre lá para mim, um pilar de força e uma presença constante. O seu amor e a sua amizade eram um presente que eu não soube valorizar, que tomei como garantido na minha ignorância e egoísmo.
A sua mãe pedia-me para ir vê-la. Você queria que eu fosse. Mas eu falhei em aparecer, falhei em estar presente quando mais precisava de mim. Não consigo encontrar uma desculpa que justifique a minha ausência.
Quando recebi aquela mensagem, aquela confissão de amor corajosa e desesperada, eu fiquei sem palavras, mas admito que eu sempre soube dos teus sentimentos por mim. A minha chamada foi um ato de pânico e tarde demais. O seu último suspiro foi de tristeza, e essa realidade assombra-me.
Stela, se pudesse voltar atrás, eu mudaria tudo. Eu estaria ao seu lado, seguraria a sua mão, e diria que a amava também. Diria o quanto a sua amizade significava para mim.
Não posso pedir-lhe para me perdoar, porque sei o sofrimento que causei. O que lhe peço é que, de alguma forma, encontre paz. Eu vou viver o resto da minha vida com esta lição gravada no meu coração. Vou esforçar-me para ser a pessoa que você merecia ter tido como amigo: presente, atento e amoroso.
Você foi uma pessoa incrível e a sua memória vai viver através de mim, como um lembrete constante de como viver com mais bondade e presença.


Adeus, minha amiga. Descansa em paz.
Com amor e eterno arrependimento,
Luciano

⁠Oque tenho pra te dizer. Será dito com ações.
Palavras, já não fazem mais efeitos em nossas vidas.
Muito já foi dito, e muito já foi prometido.
No entanto, elas se vão com o chegar do outono.
Assim como às flores da primavera.
Que perde as folhas.
Restando apenas a esperança dê que se pode renovar ou morrer...

Sou feito de silêncio que observa e de palavras que só saem quando o coração manda.
Carrego intensidade nos gestos simples e profundidade nos detalhes que quase ninguém nota.
Não passo pela vida — eu sinto a vida.
Tenho alma antiga, dessas que acreditam em conexão, em energia, em olhar que fala mais que discurso.
Sou leal até quando isso dói, verdadeiro até quando o mais fácil seria fingir.
Meu afeto não é raso: quando gosto, é inteiro; quando cuido, é de verdade.
Não confundo paz com ausência — eu reconheço paz quando alguém chega e o caos se aquieta.
Amo em silêncio quando preciso, escrevo quando o peito transborda, e respeito mesmo quando meu coração pede mais.
Sou feito de luz, mas não ignoro minhas sombras — aprendi com elas.
Tenho fé no que não se vê, sensibilidade no que poucos entendem
e coragem de sentir num mundo que ensina a endurecer.
Sou intensidade com propósito.
Sou sentimento com consciência.
Sou alguém que ama bonito, mesmo quando ama quieto.

Gosto de você de uma forma que as palavras não podem descrever completamente. É como se o meu coração encontrasse o seu ritmo certo quando estou ao seu lado. Cada momento com você é uma pérola rara que guardo com carinho. Você é o raio de sol nos meus dias nublados e a estrela que ilumina as minhas noites escuras. E, mais do que gostar, eu te amo de um jeito que transcende qualquer explicação.
Estar com você é como estar em casa, um lugar seguro e confortável. Gosto do seu jeito de ser, da sua tranquilidade, e da forma que me chama de bobo quando eu faço uma brincadeira com você. Como me sinto à vontade ao seu lado. Você é alguém com quem posso compartilhar tudo, e isso me faz gostar de você ainda mais. Gosto de você porque sua presença me traz paz.
Gostar de você é especial, uma forma de dizer te amo!
Por John Novinski.

Quem é você?
>que tranquiliza-me com palavras; satisfaz-me de tanta alegria, e, sua harmonia me contagia.


Quem é você?
>que me traz paz; que completa o vazio do meu coração com uma presença verdadeira e maciça.


Quem é você?
>que mesmo sem eu teer visto, favorece a mim tanta prosperidade de amanhecer a amanhecer; que sempre transforma e melhora o meu viver.


... você: linha do meu raciocínio; caminho da felicidade e luz conduzente de Sobrio fascínio.



... você: força da razão inigualável; corrente do rio do destino infinito; maravilha é poder contemplar toda essa sua beleza, natureza vivificante exata, a qual sempre confio.

Ofereci a ti as palavras mais sinceras que pude encontrar,
e deixei que o destino se desenhasse ao seu próprio ritmo.
Hoje, com a alma mais serena,
vejo a imensidão da transformação que vivenciei:
você despertou algo profundo em mim,
me fez enxergar quem realmente sou.


Na suavidade desse despertar, encontrei partes de mim que estavam adormecidas,
e ao te conhecer, compreendi que o amor não é só aquilo que damos,
mas também o que nos transforma, nos faz crescer.
Você, sem saber, abriu portas dentro de mim que eu jamais imaginei que existissem.

* Ode ao Escritor ✍


Escritor é quem respira palavras,
quem sangra letras nas madrugadas,
quem transforma o invisível em verbo
e o silêncio em fonte de palavras...


Carrega o mundo no peito,
traduz o indizível em versos,
costura lembranças,
cria eternidades...


No rastro de sua pena
há luz,
há dor,
há redenção...


Escritor é o que faz da alma,
um livro sempre em construção...


O escritor é aquele que coagula a tinta,
que mastiga a própria sombra
para dar sabor à palavra...


Habita o abismo do sentir,
sem medo do corte,
sem medo do eco,
sem medo de si...


De sua dor faz aurora,
de sua loucura, asas,
e do verbo, o único altar
onde ousa confessar-se humano...


Escrever é morrer um pouco
para renascer inteiro no papel...


O escritor é um guardião de mundos,
em sua pena dormem memórias
e acordam estrelas em forma de letras...


Nas linhas que traça,
colhe o perfume do tempo
e o murmúrio da alma...


Escrever é um gesto de amor,
silencioso, profundo, eterno...
É tocar o invisível
com os olhos do pensar
e o olhar do sentir...


O escritor não escreve apenas histórias,
ele se escreve e se liberta
em cada palavra que cria...


✍©️@MiriamDaCosta

Incisões de uma Alma Poética


O tempo
e o vento
levam tudo...


Nunca
as palavras
germinadas,
entalhadas
na alma...


O tempo devora,
o vento dispersa,
tudo se vai...


Tudo,
menos as palavras
que sangraram da alma,
gravadas em silêncio,
como cicatrizes
que não cedem
à erosão dos dias...


O tempo passa,
o vento leva...


Mas ficam,
no âmago,
as palavras
que um dia floresceram
em terreno de dor e beleza,
raízes sutis
que o esquecimento
não alcança...
✍©️@MiriamDaCosta

Antigamente, os políticos eram tão discretos
em suas ações e palavras que,
mesmo quando cometiam alguma corrupção,
o estrago, quando chegava ao conhecimento público… não se apresentava assim tão rápido... tão óbvio... e tão descarado...

Hoje, ao contrário,
a corrupção desfila pelas ruas
como se fosse rotina,
quase um costume socialmente aceito...

A diferença é gritante:
antes, ao menos, havia o sentido da vergonha.
Agora, perderam até o último vestígio de pudor.
Mesmo diante das evidências,
mesmo com o escândalo estourando
na cara do país inteiro,
continuam se exibindo
orgulhosos de suas próprias falcatruas.

Perderam a discrição,
perderam a vergonha,
perderam o mínimo senso de decência,
e ainda pretendem impor leis
que os protejam,
com a mesma naturalidade desonesta
com que cometem seus crimes.

Cínicos,
atuam como se o Brasil
devesse agradecer
por sua delinquência institucionalizada...

Parece até ...
que ser político virou sinônimo
de ser orgulhosamente criminoso
com licença de roubar
e sabe-se lá o que mais...

Essas atuações escancaradas e descaradas
contornadas de cinismos e deboches diante
da Constituição e dos eleitores devem ter um FIM.
✍©️@MiriamDaCosta

Entre as palavras e o mundo
que as recebe
há sempre um abismo...


Um rio escuro, fundo, largo,
onde poucos ousam entrar,
e menos ainda conseguem nadar
sem se afogar nas próprias sombras...


Interpretar virou um esforço raro,
um músculo atrofiado
num tempo em que tudo
precisa ser rápido, raso e imediato...


Separar fato de opinião
tornou-se um labirinto estranho,
onde muitos tropeçam,
confundindo seus medos e traumas
com verdades
e suas certezas frágeis
com argumentos...


Há gatilhos emocionais pendurados
como armadilhas invisíveis
em cada palavra que se lê ou escuta...
Eles disparam antes do entendimento,
empurrando a razão para fora do caminho...


A polarização cavou trincheiras profundas,
pontos cegos viraram muralhas,
e qualquer nuance é assassinada
antes mesmo de nascer...


O TDAH coletivo,
fabricado pelo excesso de telas,
transformou mentes em páginas
que vivem sendo atualizadas
e nunca realmente lidas...


O viés narcisista ampliou seu império,
ou seja:
se não reflete o meu mundo,
se não confirma meu umbigo,
não serve, não presta, não existe...


A lógica perdeu espaço,
o pensamento analítico
virou peça de museu,
onde poucos o visitam...


E assim,
falar e escrever,
esse direito tão humano
e tão legítimo,
não garante mais compreensão...


Porque entre a boca e o ouvido,
entre a mão e os olhos,
há um rio imenso e profundo...
E nem todos sabem nadar.


Entre a fala e a escritura
há a audição e a leitura...
E nem todos sabem ouvir e ler.


✍©️ @MiriamDaCosta