Texto Motivação na Vida
Sobre a Guerra Santa, repetida por vários fanáticos desajustados. A guerra nunca pode ser santa pois não existe um santificado no mundo, que possa promover a dor, o flagelo e a morte. Seria mais apropriado, chamar de Guerra Insana, por que acima de nos, só existe um Deus, personificado por vida, misericórdia e amor nas diferentes culturas espalhadas pelo mundo.
A permanência da existência por vida e por voz nesta dimensão é efêmera. Logo é imperativo que antigas palavras e questões existenciais, amorosas, familiares e amistosas estejam sempre bem resolvidas. Uma das maiores frustrações, é ter que posteriormente falar no vazio e viver na cruel incerteza da duvida do perdão.
As artes plásticas brasileiras, permanece hoje vivendo resgates de artistas e obras, que passaram pouco percebido durante um passado recente numa época borbulhante de grande produção de obras de qualidade e inventividade bem originais. A falta de novos valores com obra de qualidade no mercado primário é cada vez mais eminente.
A sociedade contemporânea trás consigo inseguranças, diversas psicopatias, distúrbios de humor, de afetividade e de objetivo a longo prazo. São na verdade um grupo que se arrasta em uma sobre vida de sombras entre sessões de apoio psicológico semanalmente e remorsos de não ser o que gostariam de ser. Um conflito interminável que só se basta com a alienação.
A vida é muito curta para ter medo, viver é diferente de existir, podemos ter nossa felicidade completada em qualquer lugar. A sanidade e a loucura, são faces ocultas da mesma moeda com um único valor. Pois se a loucura for exatamente o que você tanto precisa ? Poderá dizer para si mesmo, que bom, a felicidade, chegou.
Desde pequeno gosto de ser muito bom com todos aqueles que foram esquecidos, abandonados e se tornaram infelizes pelos caminhos. Sempre soube que os que muito precisam, são tão carentes que não conseguem ter agradecimento e reconhecimento, fácil. São os ossos da dor onde qualquer pequeno gesto de amor, carece. Mas a vida segue, e um dia eles percebem.
Por mais que exista uma farta iconografia artística por diferentes trabalhos sobre o nascimento, vida e crucificação de Jesus de Nazaré, desde os primeiros anos do cristianismo e avançando pela idade media, nenhum artista teve a total liberdade criativa, pois as obras eram fiscalizadas pela inquisição da Igreja ou eram custeadas pelo Clero. Sendo assim, as criações tem mínimas diferenças mas engessadas pelos textos canônicos da liturgia da fé.
Muitas vezes o excesso de inteligência pode se tornar um grave problema para resolução de uma eminente dificuldade. Toda situação cabe solução imediata e aquele que posterga a solução, por que sabe que vai resolver depois perde credito com a vida, com as pessoas no entorno e muitas vezes gasta recursos financeiros e emocionais que poderiam ser melhores aplicados em outros objetivos para o crescimento.
Nenhuma palavra por si só quando pronunciada de forma universal cura ou transforma a quem escuta. Assim como nem todos os remédios na mesma composição e dosagem produzem o mesmo efeito em diferentes corpos físicos. A palavra, deve ser personalíssima para cada um, em entonação, colocação, timbre e comunicação gestual para que quando proclamada, possa surtir o efeito desejado em cada situação. A vida é o verbo.
Demagogos revanchistas rancorosos hoje relembram das 687.962 vitimas da Covid-19 no Brasil durante o governo Bolsonaro. Vitimas por fatalidade de uma pandemia nova internacional, onde tudo era experimental. Além do mais muitas mortes ocorreram no planeta inteiro e em alguns lugares infelizmente proporcionalmente bem mais do que aqui. Eleitores do ódio, disfarçados em amor, iniciam a perversa e injusta retaliação.
A robotização da nova geração incide na falta de comprometimento com a vida e seus múltiplos movimentos. Cada qual só pensa e só vê, o que lhe diz respeito, conseguem mecanicamente abstrair se da dor e do sofrimento alheio. Não são mais parte de nada, são unidades produtivas uniformes sem alma e sem espirito.
Nasci com uma deformidade nos pés, desde muito cedo fiz todos os tipos dolorosos e incomodativos de tratamentos mas de nada adiantou. Alguns ortopedistas especialistas, sugeriam uma cirurgia experimental pois afirmavam que depois dos dezesseis anos só caminharia em cadeiras de roda. Nada fiz. Talvez por conta disto, eu pouco tenha caminhado para muito longe. Permaneço dando voltas em círculos, por perto, onde já conheço mas cada vez que volto me parece diferente. Algumas das grandes personalidades do mundo, mesmo que internacionais vieram a mim, parece me mesmo que o Altíssimo, é mais generoso do que se pensa e me deu a furtiva oportunidade de trazer o melhor e mais importante para minha vida, para perto de mim. Continuo caminhando por perto, meus pés doem mas agradeço todos os dias, por ter nascido assim.
Parece me que a ingratidão é o mais injusto defeito da humanidade. Tenho por habito, um grave defeito desde muito cedo. Ser generoso e atencioso, quando um amigo está por baixo, dou lhe todo meu carinho, apoio, valores e abrigo, na triste certeza infalível, que quando tudo passar, e ele melhorar terei conquistado mais um grande inimigo.
Três reinos, animal, vegetal e mineral, e todos com vida. Os dois primeiros reinos são visivelmente vivos mas o mineral possui uma vida diferente, recebe e emana vibrações, freqüências e diferentes cristalizações e colorações quando próximos de outras vidas dos outros reinos. Nada tão extraordinário, se pensarmos que o carbono é o elemento base da química orgânica e a gema mineral o diamante vem de uma molécula de carbono elevado a alta pressão e alta temperatura. Logo todos os três reinos se comunicam.
Entre os mais sábios que passaram por este mundo por uma existência plena, sempre souberam e nos legaram um generoso bom humor. O sorriso furtivo é mais que obrigatório na resolução dos problemas como no alento das dores do mundo e se possível for gerar um anedotário de si mesmo, ao celebrar a vida, as inúmeras tentativas infrutíferas e a esperança para que construirmos futuro alegres e dias melhores.
A vida é uma constante oscilação entre a ânsia de ter e o medo surreal de tudo perder. Para Schopenhauer, viver é estar preso a um ciclo infinito de insatisfação. Nunca estamos felizes e satisfeitos, a maior satisfação do sentido da vida e da feliz existência resume se na incessante busca do novo, inacessível, absoluto e efêmero, mesmo que seja ficcional ou simplesmente absurdo. Parece me que o fluido vital espalha se muito mais no querer do que ter e enfim conseguir.
A paternidade, o amor, o carinho e cuidado quando se é o pai biológico de um ser, é muito bonito, louvável e responsável... mas quando o homem, nunca foi pai biológico de ninguém e assume a paternidade de todas as crianças do mundo, de todas as raças, cores, credos e culturas. Da mesma forma que assume filosoficamente a paternidade por todas as sementes, por todos os filhotes e todos os espíritos infantis em todas as dimensões. Pela atitude se propõe ser um adepto da perpetuação da vida e de certa forma comunga em espirito com o Grande Pai Celestial, na paternidade de todas as coisas.
Nas relações interpessoais, acredito assim, recebo com amor, carinho e agradecimento o que queira me dar e por conseguinte te darei o meu melhor de mim, também, mas o que não seja meu, ninguém tem a mínima obrigação de me ofertar. Não acredito em permutas quanto aos sentimentos mas acredito em generosidade infinita quando se quer bem e ficar feliz vendo o outro bem feliz, também.
Minha vaidade é pouca, afinal sempre fui um ser inacabado. Esforçado sempre, em parecer o mais comum possível mas sem exageros. Meu ego, foi passear um dia e nunca mais voltou, que bom, tenho aprendido muito bem, a viver sem ele. Já minha liberdade, é infantil vinda da terra do nunca, nunca cresceu. Vive na rebeldia de achar que tudo que é muito serio, é chato. Procurando um arco-íris hoje de novo.
Creio que o multiplicador por cem vezes recebido de volta da vida, vem pelos caminhos, retornam a nos pelo carinho puro desambicioso e a grata generosidade solta ao vento. Talvez por que nunca saberemos com exatidão, o quanto foi muito importante, para vida de alguém, ter recebido, naquele momento, um singelo sorriso, um olhar compadecido, um suspiro de cumplicidade ou mesmo um mero afetuoso cumprimento.
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