Texto e poema de Amor ao Namorado
Assumo que orbitando ao seu
redor aguardo o seu próximo
passo a ser dado com amor,
Quero que sejas meu inteiro,
e não seja de qualquer jeito.
A história de amor impossível
de Ometepetl e Nagrando
continua incrível e ecoando.
Não nego para ninguém que
contigo continuo sonhando.
Tornar o nosso amor possível
está nas nossas mãos:
para viver a amando sob
a florada da Sacuanjoche — ou não —,
para escolher a primavera
como a nossa principal estação.
Viver as auroras da Nicarágua
sob a nossa regra e sedução,
Celebrando ritmos e os sabores
com todo o maior amor paixão,
tenho pedido à Deus com devoção.
[Para a honra da mútua rendição...]
Depois de cruzarmos
os cem metros em direção
à Caverna do Amor,
render-me mansamente
aos seus predicados,
Permitindo que os meus
cabelos sejam trançados
pelas suas amáveis mãos,
Algo sempre me disse
que os caminhos
para nós já estavam traçados.
Contemplar a bela floração
da Orquídea da Virgem
com o coração em rendição
sob a aurora hondurenha;
Não tem nenhuma explicação
ainda de antever esta cena
com inexplicável clareza.
Reconhecer que este tempo
todo, em vez de conversar
com qualquer um,
estava sempre escrevendo
um novo poema,
Esperando que um dia
você aparecesse,
e por acaso não acontecesse,
assim permaneceria
até o destino assim permitisse.
[Sem saber quem é você,
percebo que estás presente,
embora não esteja fisicamente.]
Cercar-me de monjas blancas,
ao meu redor para receber
de corpo e alma o teu amor,
embriagar-me no teu fragor
e derreter-me do teu andor.
Desfiar os raios de sol e da lua
para tecer um huipil com
a imagem da tua alma de colibri:
assim tem sido com devoção
desde o dia que te descobri.
Deixar-te livre para que revele
o que sei que também sente,
para que me entregue o melhor,
e eu retribua com o que há de maior;
para que se confirme que é amor.
Memória amorosa
da nuvem branca
que abraça, como
voto de amor eterno,
o Vulcão Irazú.
Trago o meu universo
diante dos teus
sedutores olhos.
Se você irá entender,
realmente não sei;
da minha parte,
pistas e poesia dei.
A expectativa, bem
próxima da florada
da Guaria Morada,
continua vívida,
embora recolhida,
desenhando na beira
do mar na Costa Rica
Com leveza, romance,
calma e delicadeza,
com os fios do tempo,
sedutora irei tecendo
o seu pertencimento,
embora convicta assuma
a apaixonada urgência
da partilha do sentimento.
À espera do consentimento...
.
Na tua companhia, diante
de Gros Piton e Petit Piton,
pedir a proteção ao amor
para Yokahu e Atabeyra,
e confiar que cresça
como uma rosa protegida
no jardim de casa,
é o que desejo, acima
do caos que ao redor sitia.
Confio em ti como você
em mim inteiramente confia.
Em mãos eu hei de receber
a minha tiara trançada
com margaridas tropicais,
com gratidão e alegria.
A espera tem sido longa,
e algo diz que chegará
este nosso celebrante dia.
Nossas bocas emudecidas
não conseguem frear
os desejos e venerações
entre todas as auroras,
Embalamos fascinações
além de todas as horas:
cumpriremos as intenções.
Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.
Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.
A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!
Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.
Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.
Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.
O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.
Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…
Inclusive Brigar!
É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.
Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…
Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.
Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.
O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades.
Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.
Sem revolta, passamos o Natal no hospital.
Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.
Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.
E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.
Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.
Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.
Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.
Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.
Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.
Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.
Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!
A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!
Amém!
Talvez não haja Dor que supere a de beijar a Testa Gelada do nosso Grande Amor num caixão.
Há despedidas que não encontram palavras suficientes.
O silêncio pesa muito mais do que qualquer discurso, e o coração tenta aceitar aquilo que a alma insiste em negar.
Nesse instante, compreendemos que o verdadeiro amor não se mede apenas pelos dias felizes, mas pela imensidão da saudade que fica quando a presença vira memória.
Quem ama de verdade, nunca está preparado para dizer adeus.
Restam as lembranças dos sorrisos compartilhados, das mãos entrelaçadas, dos sonhos construídos e da gratidão por cada momento (com)partilhado.
A morte pode até interromper uma história nesta terra, mas jamais poderá apagar um amor que marcou uma vida inteira.
Hoje, entre lágrimas, medos e saudade, só consigo dizer:
Vá em paz, amor da minha vida, Célia Maria!
E, mesmo com o coração dilacerado, elevo meus olhos aos céus e agradeço:
Gratidão, Pai Eterno, Pai Amado, por ter me emprestado a mulher da minha vida por mais de três décadas.
Que eu tenha forças e hombridade para honrar tudo o que vivemos, e para carregar comigo o legado de amor que ela deixou.
Talvez uma das maiores provas de que o amor existe seja exatamente a tamanha intensidade da dor da despedida.
E, talvez, não haja dor que supere a de beijar a testa gelada da pessoa mais amada da sua vida num caixão.
Vá em Paz, amor da minha vida!
O grande Amor da nossa vida não é só quem Acelera nosso coração, mas também quem Desacelera nossa cabeça.
Porque amar não deveria ser viver em constante estado de alerta, tentando decifrar silêncios, justificar ausências ou adivinhar sentimentos.
O amor que realmente importa não é aquele que nos deixa presos à ansiedade de saber se somos suficientes, mas aquele que nos oferece a tranquilidade de simplesmente sermos nós mesmos.
Há pessoas que chegam e despertam borboletas no estômago, fazem o coração bater mais forte e transformam dias comuns em momentos inesquecíveis.
Mas existe algo ainda mais profundo: encontrar alguém diante de quem a alma consegue respirar.
Talvez o verdadeiro amor seja menos sobre a intensidade dos primeiros encontros e mais sobre a paz que permanece depois que a euforia passa.
É ter alguém que não alimenta inseguranças, que não transforma afeto em disputa, presença em prêmio ou silêncio em castigo.
É poder descansar no abraço de alguém sem precisar perguntar se amanhã esse abraço ainda estará ali.
Porque paixão pode incendiar.
Desejo pode estremecer.
Encantamento pode nos tirar o chão.
Mas, amor, quando é saudável, também sabe nos devolver ao chão — e permanecer ao nosso lado enquanto recuperamos o equilíbrio.
No fim, talvez o grande amor não seja quem nos faz sentir tudo ao mesmo tempo, mas quem nos ensina que não precisamos sentir medo para sentir amor.
É aquele alguém que acelera o coração quando chega, mas que, quando fica, faz a nossa mente finalmente encontrar silêncio.
E talvez seja essa a forma mais bonita de amar: encontrar alguém que não seja apenas motivo para o coração bater mais forte, mas também razão para a alma descansar.
Em vão tento me reencontrar antes do grande amor da minha vida;
só tem depois.
Há um homem que fui e que já não sei onde encontrá-lo.
Um sujeito que habitava o mundo sem desconfiar que, um dia, outro ser humano lhe alteraria a geografia da alma, deslocando suas certezas, reinventando seus abismos e dando novos nomes às coisas que, até então, julgava conhecer.
Procuro-o nas fotografias antigas, nos lugares onde meus passos ainda não tinham pressa, nas canções que eu ouvia sem imaginar que, um dia, algumas melodias poderiam me devolver a um tempo em que eu ainda não conhecia a saudade de alguém.
Mas tudo me escapa…
É como procurar o rio antes de ele descobrir o mar, como tentar encontrar a semente depois que a árvore já aprendeu a conversar com os ventos.
O amor, quando é grande, não apenas nos acontece: ele nos modifica.
E talvez seja essa a sua mais profunda crueldade — ou a sua mais extraordinária beleza.
Porque, depois dele, já não somos inteiramente donos daquilo que éramos.
Há em nós uma nova linguagem, uma sensibilidade que desconhecíamos, uma espécie de eternidade que passou a caber nas coisas breves.
Antes, eu julgava conhecer a solidão.
Hoje, sei que existe uma solidão anterior ao encontro e outra, inteiramente distinta, que nasce quando alguém nos ensina a dimensão da presença.
A primeira é um quarto vazio; a segunda é uma casa inteira que ainda guarda o cheiro de quem partiu, ou a memória de quem permanece, mas já não cabe nos mesmos gestos de outrora.
E o mais intrigante é que não sei se desejo, de fato, reencontrar aquele homem que fui.
Talvez eu sinta falta apenas da sua ignorância.
Da maneira como caminhava, sem saber que certas pessoas chegam para nos transformar em perguntas.
Da inocência com que acreditava que o coração era uma morada estável, quando, na verdade, era apenas uma casa à espera de alguém que lhe mudasse as paredes de lugar.
Quem ama profundamente perde, em alguma medida, a possibilidade de voltar a ser quem era.
Não porque o amor nos roube a identidade, mas porque nos revela dimensões de nós mesmos que, uma vez descobertas, já não podem ser desabitadas.
É como conhecer o oceano e tentar, depois, convencer-se de que uma poça d'água basta para explicar o mundo.
Talvez seja por isso que o passado me pareça cada vez mais distante, embora continue tão perto.
Não porque os anos tenham crescido entre mim e aquele que fui, mas porque a experiência abriu um abismo na memória.
O homem de ontem e o de hoje compartilham o mesmo nome, o mesmo corpo, talvez os mesmos olhos; contudo, entre um e outro, existe um acontecimento que não pode ser desfeito: eu amei.
E amar, quando o amor alcança as alturas, é permitir que a existência nos reescreva por dentro com uma tinta que não aceita borracha.
Às vezes, penso que amadurecer é justamente aprender a conviver com essa impossibilidade de retorno.
É compreender que certas portas não se fecham atrás de nós: elas desaparecem.
E, quando olhamos para trás, já não encontramos a entrada, mas apenas a paisagem transformada pela distância.
O que fazer, então, com essa nostalgia de alguém que ainda somos, mas que já não conseguimos ser?
Talvez seja necessário parar de procurar.
Parar de exigir que a vida nos devolva intactos aquilo que ela própria precisou transformar para nos fazer crescer.
Há uma vaidade escondida no desejo de permanecer o mesmo, como se a nossa versão anterior fosse mais legítima do que aquela que sobreviveu aos encontros, às perdas, às descobertas e às contradições.
Não era melhor, necessariamente, o homem que fui antes daquele amor.
Era apenas um homem que ainda não sabia quase nada da vida.
E há coisas que somente a experiência ensina, embora o preço dessa aprendizagem seja nunca mais podermos olhar para o mundo com os mesmos olhos.
Hoje, compreendo que a vida não é uma estrada que nos permite voltar ao ponto de partida para corrigir o percurso.
É uma travessia em que cada encontro altera a paisagem e cada despedida modifica o significado da chegada.
Por isso, já nem procuro recuperar quem fui.
Procuro compreender quem me tornei.
Talvez o verdadeiro reencontro não consista em regressar ao passado, mas em reconciliar-me com todas as versões de mim que precisaram desaparecer para que eu chegasse até aqui.
O menino que eu era merece ternura, não resgate.
O homem que sou merece compreensão, não condenação.
E aquele que ainda serei merece a liberdade de não precisar justificar-se eternamente pelas marcas que carrega.
Porque o amor não deveria ser medido apenas pelo tempo em que alguém permanece ao nosso lado, mas também pela profundidade com que transforma a nossa maneira de existir.
Há amores que se tornam presença; outros, memória.
Alguns nos oferecem um lar; outros nos ensinam que até aquilo que chamávamos de lar pode mudar de forma.
Mas todos os grandes amores, de alguma maneira, nos obrigam a rever a pessoa que acreditávamos ser.
E talvez a tragédia não esteja em não podermos voltar a ser quem éramos, mas em passarmos tanto tempo tentando regressar que nos esquecemos de viver quem somos agora.
Em vão tento me reencontrar antes do grande amor da minha vida; só tem depois.
E, se só tem depois, que eu aprenda a habitá-lo.
Que eu não transforme a saudade numa prisão, nem a memória num tribunal onde condeno o presente por não se parecer com o passado.
Que eu compreenda, enfim, que não preciso recuperar o homem que fui para honrar a história que vivi.
Porque há um tempo em que a vida nos pertence como possibilidade, e outro em que ela nos pertence como consciência.
Antes, eu tinha a inocência de quem ainda não conhecia a profundidade de certas águas.
Depois, tenho a lucidez de quem já mergulhou e sabe que nunca mais será possível confundir a superfície com o fundo.
E, no silêncio de tudo aquilo que mudou, começo a suspeitar que talvez não tenha perdido a mim mesmo.
Talvez eu apenas tenha deixado de caber na definição que, um dia, fiz de quem era.
Afinal, existem amores que não nos afastam de nós mesmos; afastam-nos apenas da ilusão de que já nos conhecíamos por inteiro.
E, se antes de você eu era uma história ainda por acontecer, depois de você me tornei também a consciência de tudo aquilo que uma história pode fazer com um homem.
Não posso voltar...
Não porque o passado esteja longe demais, mas porque já não sou aquele que poderia habitá-lo.
Resta-me seguir, levando comigo o que fui, acolhendo o que sou e aceitando que o futuro não me deve a devolução de nenhuma versão já esquecida.
Porque a vida, em sua sabedoria silenciosa, não nos concede o privilégio de sermos os mesmos depois de conhecermos o extraordinário.
Concede-nos algo talvez mais difícil: a oportunidade de continuar existindo depois de termos sido profundamente transformados.
E talvez seja esse o verdadeiro sentido de amar: descobrir que não há retorno à pessoa anterior, mas ainda há um mundo inteiro a ser vivido pela pessoa que nasceu depois.
Primeiro amor!
Kkkkk. Essa saiu agora. Fresquinho!..
Cafezinho no ar...
Quando escrevemos loucuras de paixão,
Deixamos o corretor
Encabulado
Envergonhado
Sem noção...
Pensa que a mensagem
É pra ele...KKK
E acaba escrevendo
Tudo errado
Como um adolescente
Apaixonado!...
Que se atrapalha
Com o seu primeiro, amor!
Ah! Meu corretor!..
Quanto sofrimento
Devo lhe causar...kkkk
Imensurável amar
O amor é muito mais
que conjecturas e
teorias adornadas
por pontos de
interrogação
ou exclamação...
Amor é o suspiro,
o soluço, o sorriso e
as lágrimas,
hoje e amanhã - é vida...
O amor é mistério,
e precisamente por isso,
basta senti-lo e honrá-lo,
nada mais, nada menos;
o preto no branco.
Jorge B Silva
Es imperativo sentir
El amor necesita mirar
El amor necesita deseo
El amor necesita un abrazo
El amor necesita calidez
El amor necesita cuerpos
El amor necesita disfrutes
El amor necesita luz
El amor necesita sombra
El amor necesita sol
El amor necesita lluvia
El amor no necesita ruido
El amor necesita silencio
Carlos Vingnom, "O espanhol"
Asas do amor (Texto poetico)
Numa vida repleta de grandezas, que não a materialidade das
coisas, vãs são todas as outras que aprisionam sua liberdade,
podando-lhes as asas para que se esqueçam de poder voar.
Quando você ama, não deseja podar asas, mas cuidar destas;
traçar novos voos e, junto, também voar. Se, no momento do
voar, esquecem-te, após ajudar a cuidar das asas, não é amor
que tens - então, é o momento de voar sozinho mais uma vez,
e mais quantas vezes não valorizarem e cuidarem também
de vossas asas.
Amar é isso; deixar voar e voar junto na mesma direção.
Há, com toda certeza um pouco de sonho e um pouco de
poesia neste escrevinhar, mas nada absurdo para quem
consegue simplesmente enxergar e ver além de
suas próprias asas.
Marcelo HB
Voo do Regresso
O amor não morre, ele apenas muda de tom.
Deixa o fogo que queima e vira farol:
guia manso, atento, sutil e bom.
Para o peito cansado de novo se abrir,
as asas não têm pressa, promessa ou refrão.
O afeto renasce no passo que sabe aonde ir.
Menos urgência, mais direção.
Sem o vento heróico da antiga paixão,
mas com o gesto maduro que sabe cuidar.
Cessa o exagero, o drama, o rascunho.
O amor agora se escreve com calma,
na lógica exata de quem cura a alma.
Marcelo HB
Coração de Espelhos
Amor é:
Poesia, aconchego,
Direcionamento, presença,
Segurança, simplicidade,
Urgência, persistência,
Reciprocidade, lembrança,
Verdade, compromisso...
É o que deve ser!
É onde reside o amor:
Uma caminhada difícil
Para os que se honram
E retribuem,
Espontaneamente,
O que lhes é oferecido
Quando se ama verdadeiramente.
Olhe para dentro,
Revisite-se sem medo,
Aceite erros como acertos.
Talvez consiga entender
Os que partem também por amor —
O próprio.
Nenhum amor precisa ser eterno para ser verdadeiro; ele dura o tempo exato de ensinar e acolher o que a alma precisa aprender. Muitos desejaram criar raízes, mas poucos realmente ficaram nesse "para sempre" poético. Afinal, viver um amor não é fácil como nos contos ou nas poesias líricas; exige doação, abnegação, acordos e, principalmente, fé no que se está vivendo — desvinculando-se de tudo o que já se viveu para, enfim, viver o novo: um amor renovado.
Marcelo HB
..Seria muito difícil pra alguém entender,
mas a menina sofria ao ver seu amor sofrendo. Então ela decidiu, ela pediu com todas as forças a Deus que Ele trocasse as lágrimas daquele amor pelo seu próprio sorriso, e o Senhor te deu de bônus um coração mais forte, porque a menina não imaginava o quanto essa missão seria tão difícil..
.. Vamos preservar o amor que tem dentro de nós,
embora não sejamos sempre correspondidos. Vamos andar em passos lentos sem pressa alguma, a vida tem muito o que nos ensinar. Vamos sorrir com vontade, vamos viver com intensidade, vamos nos apaixonar, vamos aproveitar a liberdade, vamos viver a vida, não uma sobrevida..
.. Sigo os passos do amor,
ele me guia por entre esses caminhos tortuosos, complexos, confusos e ao mesmo tempo tão certos, claros e transparentes. Esteja presente na minha vida sempre, pra que eu possa olhar ao meu redor e não me sentir perdida como foi algum tempo atrás, hoje me sinto melhor, bem melhor..
