Texto de Sucesso e Auto Ajuda

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O ser dito "humano" não se julga ou não se entende capaz de algo sem a ajuda alheia. Raros são os que acreditam serem capazes de caminhar e de entender as forças que o cercam.
A vida tem estradas invisíveis de luz e de completa escuridão.
O livre-arbítrio é esse divisor. Vc não o enxerga, mas ele está ali para os que o percebem no sentir. Faz-se necessário comunhão com a vida e o bem-querer.

Se você ajuda alguém que está precisando, e essa pessoa não te ajuda quando você está precisando, e você sente raiva ou frustração por isso, significa que sua ajuda não foi realmente por amor, mas por interesse. Quando você ajuda alguém esperando algo em troca, você não está dando, você está negociando.


O verdadeiro amor não cobra retorno. Quando você ama de verdade, sua ajuda é um ato puro, sem condições ou expectativas. Você dá sem esperar nada em troca, porque o amor é sobre o que você pode oferecer, não sobre o que você pode receber. A verdadeira bondade nasce da vontade de ver o outro bem, sem se prender ao que isso pode trazer de volta para você.

A garota mais linda de todo o universo
Foi deixada sozinha, sem ajuda nenhuma
Para abraçar, ou ensinar, ou moldar, ou rezar
Ela caiu do esgoto e se perdeu
Monstros e demônios de todos os tipos
Roubaram sua alma e inocência
Eles beliscavam e puxaram tudo o que restava
Até que a fizeram uma princesa da Disney

Melanie Martinez

Nota: Trecho da música Disney Princess.

Tem pessoas que se metem em enrascadas e depois pedem ajuda!!!
Se esse alguém está nessa situação, é porque ela se colocou nela.
"Como meu avô dizia: se você encontrar um jabuti em cima de uma árvore, deixe-o lá, porque jabuti não sobe em árvores."
Ou seja: Se vire, não se meta mais em enrrascadas

uma vez me falaram q escrever ajuda a entender os processos q a vida tem. Bom, desse processo ainda não compreendi, por mais que tenha mais e mais textos nas minhas notas e entre rasgos de folhas.
te rejeitar, não não, não rejeitar a pessoa. Rejeitar os sonhos, dói mais do que te alertam. As listas, as pastas, os “salvos” daquilo que um dia se tem esperança de viver. Rejeição não afeta o apenas o coração, afeta expectativas, pensamentos, sentimentos e aquilo que está mais oculto. O medo. Medo de nao saber o que é ser capaz de viver o amor real, o cotidiano, de nunca entender “reciprocidade”. Não pelos beijos e prazer, pq isso se encontra fácil. Reciprocidade de um desafio, de um dia cansativo e receber um sorriso. A intensidade da rotina, a força da intimidade. Compartilhar sonhos e desejos. Sentir apenas o cheiro e saber que tem um compromisso. O compromisso. Então, rejeição afeta o que mais te indaga, a chance. O e se. Essas 3 letras que destroem uma segunda.
rejeitar e encontrar outro sonho se tornou cansativo e ainda por cima, sem data de validade.
dói. machuca. interrompe.
não é um texto motivacional, muito menos depressivo. É apenas um desabafo, uma lágrima com “e se” que deverei limpar.

“É sempre assim, a pessoa tá mal,
te pede ajuda, você tenta ajudar, dá bons conselhos,
ela vai lá, faz tudo ao contrário do que você disse,
se ferra e você ainda é obrigada(o)
a ficar ouvindo ela chorando porque se arrependeu do que fez...
ninguém merece pow, meu ouvido cansou de ser pinico...
porque quando sou eu que preciso você corre?
meu expediente de psicóloga gratuita, fechou a seção por hoje ;)

—By Coelhinha

⁠⁠Eu vejo pessoas perdidas, por suas mentes vazias, estão tao depressivas, precisando de ajuda, procurando uma cura, uma coisa que dura, mas que seja pura, uma grande aventura...vejo mentes doentes, sentimentos carentes, consciência inconsciente, que sente, desesperadamente.
O amor ele não cura, eles nos deixa louco, amor sem amor, a vida sem ela já não faz sentido, o que faz sentido

Carla, escute o que eu vou te falar,
O que me vencia, hoje ajuda a brotar.
A lama que um dia tentou me afogar,
É a terra macia que me ensina a plantar.
​Eu fiquei íntimo do que me fazia mal,
Transformei o espinho em algo especial.
O que era veneno virou o remédio,
Tirando da vida o cansaço e o tédio.
​Não tenha receio do meu jeito de ser,
É que eu uso a sombra para me fazer crescer.
Quem já foi deserto e hoje é jardim,
Sabe que o começo nasce do que era o fim.


DeBrunoParaCarla

Chover ajuda a florescer,
Chorar ajuda a desabafar,
ambos influenciam
no amadurecer
no avivamento,
nogerminar de bons frutos
no adequado momento,
sendo assim, são necessários,
a chuva alimenta a flora,
o choro liberta a alma,
quando chegar a hora,
nenhum deve ser dispensado,
portanto, que chore, que chova.

POR QUE É FÁCIL E POR QUE É DIFÍCIL?




uma ajuda da música




Uma música decorada é fácil quando a conhecemos bem. É difícil quando ainda não a decoramos. Uma música improvisada é fácil quando a tocamos sem consciência. Uma música improvisada é difícil quando temos de seguir uma forma.
O que é a improvisação e a música decorada? Uma é a música viva, a outra é a música morta. Quando algo está fixo é fácil de conhecer, quando há movimento há maior dificuldade. Quando não conhecemos alguma coisa é fácil de acrescentá-la, quando a conhecemos, temos dificuldade de delimitá-la, porque já a definimos. Portanto, a vida é fácil quando não somos robôs, mas quando somos loucos.

Doce é a queda da chuva
Que ajuda a adormecer
À noite
Quando eu durmo
À noite na minha cama
Como eu amo
O som doce
Da chuva
É realmente lindo
Sim, a noite é longa
Foi feita assim
Para eu dormir à noite
Também não devo esquecer
Que a noite tem 24 horas
Eu só espero que
A chuva pare amanhã
E o arco-íris apareça no céu
E também que o arco-íris seja colorido
Fico feliz que o sol tenha saído
Esta manhã
Já está quente demais para mim
Eu preciso tirar minha camiseta
Do meu corpo
E pegar um pouco de sol
No meu peito
Sim, eu sou louco pelo sol
Sim, há muitas pessoas
Por onde eu caminho
E também está lotado
Eu odeio multidões
Com paixão
Todos são estranhos para mim também
Algumas pessoas têm aquele olhar
Que poderia matar
Outras têm um olhar cansado
Outras têm
Um sorriso de boas-vindas
Bonito e caloroso
Eu mesmo gosto disso
Preciso refrescar meu corpo
Tirei meus sapatos
E tirei meus shorts
E mantive a roupa íntima
Eu nadei por algumas horas
Foi muito refrescante
Agora finalmente saí da
Água

Sem a ajuda do braço mais forte — parte da sociedade e do próprio Estado —, o crime jamais se sustentaria.


Ele não sobrevive apenas da astúcia dos que o praticam, mas da conveniência dos que fingem não vê-lo e da conivência dos que o retroalimentam.


Grande parte da própria sociedade que o demoniza também é criminosa, só comete crimes diferentes.


É no silêncio das instituições, na corrupção disfarçada de burocracia e na indiferença coletiva que o crime encontra solo fértil para florescer.


Enquanto a força que deveria combatê-lo continuar a servi-lo — por medo, interesse ou omissão —, a injustiça deixará de ser exceção para se tornar estrutura.


E nesse cenário, o verdadeiro perigo não está apenas nos que transgridem a lei, mas nos que a manipulam em nome dela.

⁠⁠Reconhecer que precisamos de ajuda pode ser o pontapé que o problema precisa!


Precisar de ajuda não é um atestado de fraqueza; é, quase sempre, o primeiro gesto honesto de coragem.


Há problemas que não pedem força, pedem escuta.


Não exigem resistência, exigem cuidado.


E é justamente nesse ponto — quando o orgulho cansa e o silêncio pesa — que admitir a própria necessidade se torna o pontapé inicial para a mudança.


Durante muito tempo aprendemos a empurrar dores para debaixo do tapete da rotina, como se ignorá-las fosse sinônimo de maturidade.


Mas a saúde mental não aceita adiamentos indefinidos.


O que não é dito vira peso, o que não é cuidado vira ferida, e o que não é tratado acaba gritando de formas que já não controlamos.


O Janeiro Branco nos convida a limpar os excessos acumulados na alma, a revisar pensamentos, emoções e limites.


É um lembrete de que pedir ajuda não diminui ninguém — ao contrário, amplia as chances de seguir inteiro.


Cuidar da saúde mental é um compromisso diário, não um luxo reservado aos que “não aguentam mais”, mas um direito de quem deseja viver com mais lucidez, leveza e dignidade.


Reconhecer que precisamos de ajuda pode, sim, ser o pontapé que o problema precisa.


Porque todo processo de cura começa quando paramos de lutar sozinhos, e aceitamos caminhar acompanhados.

⁠⁠Talvez a sensação de descobrir ter sido manipulado com a ajuda da IA seja a mesma de descobrir ter sido assaltado com réplica de arma.




Mas a diferença entre os que são assaltados com réplica de arma e os que são manipulados com a ajuda da IA é que os primeiros não idolatram seus agressores.




Se algum dia os Asseclas Apaixonados despertarem e perceberem que foram manipulados pelos políticos-influencers com recursos terceirizados, talvez troquem a paixão pela revolta…




Talvez a maior violência nem seja a da arma — verdadeira ou réplica —, mas a da consciência ferida quando percebe que entregou a própria confiança a quem jamais mereceu.




Ser assaltado com uma réplica de arma é experimentar o medo real diante de um perigo fabricado.




O coração dispara, o corpo obedece, a vida parece ficar por um fio — ainda que o gatilho jamais pudesse cumprir a ameaça.




A dor vem depois, quando se descobre que tudo foi sustentado por uma encenação.




Mas, ao menos ali, a vítima reconhece o agressor como tal e qual.




Já quando a manipulação acontece com a ajuda da Inteligência Artificial, o enredo é muito mais sutil.




Não há correria, não há gritos, não há mãos ao alto.




Há algoritmos, narrativas calculadas, recortes convenientes da realidade.




Há “políticos-influencers” que terceirizam argumentos, fabricam proximidades e simulam verdades com a precisão de quem sabe exatamente onde tocar para provocar aplausos — ou indignação.




A diferença mais perturbadora talvez esteja nisso: quem é assaltado dificilmente defende o agressor.




Mas quem é manipulado, muitas vezes, transforma o manipulador em mito.




E confunde-se quase tudo…
Dependência com lealdade.
Repetição com convicção.
Engajamento com consciência.
Autoritarismo com autoridade.
Arrogância com bravura…
E até Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão.




Os asseclas apaixonados não percebem que, ao terceirizarem o próprio juízo, tornam-se extensão da estratégia de quem os conduz.




E toda paixão cega tem prazo de validade: dura até o dia em que a realidade rompe o encanto.




Se esse despertar vier, pode ser doloroso.




Descobrir-se usado é como acordar no meio de um teatro vazio, percebendo que a plateia era figurante e o roteiro nunca foi seu.




Nesse instante, a paixão pode, sim, virar revolta.




Mas talvez haja um caminho mais nobre que a revolta: o da responsabilidade.




Não apenas contra quem manipulou, mas consigo mesmo — pela pressa em acreditar, pela comodidade de não questionar, pelo conforto de pertencer.




Porque, no fim, nenhuma tecnologia é mais poderosa do que a disposição humana em não pensar.




E nenhuma libertação é mais revolucionária do que reaprender a pensar por conta própria.

⁠O crime, de forma geral, jamais subsistiria sem a ajuda de parte da sociedade e de parte do Estado e seu braço armado.


É uma ferida aberta, dolorosa, incômoda — daquelas que muitos preferem cobrir com discursos prontos a encará-las com honestidade.


Mas ela está ali, latejando, lembrando que nenhuma estrutura criminosa se sustenta sozinha.


Há sempre uma teia invisível de conveniências, silêncios e conivências que a mantém de pé.


Isso não é muito diferente de outras lutas sociais que, à primeira vista, parecem ter um inimigo bem definido.


O combate ao machismo, por exemplo, torna-se ainda muito mais árduo quando se percebe que ele também é reproduzido por mulheres.


Não por essência, mas por condicionamento, por cultura, por sobrevivência em um sistema que ensina, desde cedo, a normalizar o absurdo.


Da mesma forma, enfrentar o corporativismo e a leniência entre pares dentro do Estado é uma tarefa extremamente espinhosa.


Durante décadas, construiu-se — e vendeu-se — uma imagem quase intocável de idoneidade, especialmente no que diz respeito às forças de segurança.


Questionar isso, para muitos, soa como heresia.


E é exatamente aí que mora o problema.


Porque, além das defesas técnicas e estratégicas entre os próprios agentes, existe ainda uma camada mais difícil de atravessar: a defesa cega, emocional, quase devocional de uma parcela da sociedade que se recusa a pensar por conta própria.


Que transforma crítica em ataque, e cobrança em traição.


Nesse cenário, abusos deixam de ser exceção para se tornarem relativizações.


Agressões viram “excessos compreensíveis”.


Autoridade se confunde com autoritarismo — e tudo isso vai sendo absorvido, digerido e, pior, justificado.


A indignação seletiva, nesse contexto, não é apenas um detalhe — é parte do problema.


Ela é tão medonha quanto a própria barbárie que diz combater.


Porque não se trata apenas de condenar o erro, mas de escolher quando e contra quem ele importa.


E talvez o retrato mais cruel disso seja imaginar: se a vítima em questão não fosse também uma policial, quantos dos juízes de plantão — esses togados da verdade das redes sociais — estariam, neste exato momento, invertendo papéis, buscando justificativas, insinuando culpas?


Quando a justiça depende de quem sofre, ela já deixou de ser justiça há muito tempo.

⁠Com tanto assalto com arma de brinquedo e tanta manipulação com a ajuda da IA, a linha entre a ficção e a realidade fica cada vez mais tênue.


Talvez o problema nunca tenha sido apenas a existência da mentira, mas a nossa crescente disposição em aceitá-la — sobretudo quando ela nos convém.


A arma de brinquedo só funciona porque alguém acredita que ela é real — e o mesmo vale para discursos, imagens e narrativas cuidadosamente montadas.


No fim, não é o objeto que engana, é a percepção que se deixa enganar.


Vivemos um tempo em que a aparência ganhou um poder quase absoluto.


Um vídeo convincente pode pesar mais que um fato, uma frase bem editada pode silenciar uma verdade complexa, e uma mentira repetida com confiança pode se vestir de realidade inquestionável sem grande esforço.


A tecnologia não inventou isso, mas acelerou tudo.


Tornou mais fácil fabricar versões, ajustar contextos e distribuir ilusões em escala industrial.


Mas há algo ainda mais inquietante nisso tudo: não estamos apenas sendo enganados — estamos, muitas vezes, escolhendo versões da realidade como quem escolhe um produto na prateleira.


Preferimos o que confirma, o que conforta, o que simplifica.


E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando o nosso senso crítico, alugando nossa capacidade de discernir em troca de conveniência emocional.


A linha entre a ficção e a realidade não está se tornando tênue apenas por causa das ferramentas que temos, mas pela forma como decidimos utilizá-las — e, principalmente, pela forma como decidimos não questioná-las.


Porque no momento em que deixamos de duvidar, de investigar, de refletir, qualquer encenação bem feita passa a ter força de verdade.


No fim, talvez a pergunta mais honesta não seja “o que é real?”, mas “o quanto ainda estamos dispostos a procurar pelo real, mesmo quando ele nos desagrada?”.

⁠Talvez eu até consiga ajudá-los a Romantizar a Separação, quando eu não tiver mais que lutar para normalizar o Direito das Mulheres continuarem Vivas depois dela.


É curioso como a sociedade adora transformar dor em poesia quando ela não lhe pertence.


Falam sobre términos como quem fala sobre crescimento pessoal, liberdade, reencontros consigo mesmo.


Publicam frases bonitas e bem embaladas sobre recomeços, maturidade emocional e finais necessários.


Tudo muito elegante — desde que a separação não tenha o rosto de uma mulher ameaçada, perseguida, humilhada ou morta por não aceitar permanecer onde já não existia amor, respeito ou segurança.


Romantizar a separação é um privilégio que muitas mulheres ainda não possuem…


Porque, para elas, terminar não significa apenas reorganizar a vida emocional.


Significa calcular riscos.


Medir palavras.


Avisar amigas.


Compartilhar localização em tempo real.


Trocar fechaduras.


Pedir medida protetiva — ou que finge ser.


Significa descobrir que o momento de maior perigo em uma relação abusiva não é durante o relacionamento, mas justamente quando ela decide partir.


E há algo profundamente cruel em uma cultura que ainda pergunta “mas o que ela fez?” antes de perguntar “por que ele acreditou ter o direito de destruir?”.


Como se a decisão de ir embora ainda precisasse ser justificada.


Como se a Liberdade Feminina fosse uma concessão masculina e não um direito inegociável.


A sociedade ensina homens a lidar com a conquista, mas raramente os ensina a lidar com a rejeição.


Ensina posse disfarçada de amor.


Controle disfarçado de cuidado.


Ciúme tratado como intensidade emocional.


E depois se surpreende quando alguns transformam frustração em violência.


Enquanto isso, mulheres seguem aprendendo estratégias de sobrevivência para exercer um direito básico: o de mudar de ideia, partir, recomeçar.


Talvez um dia seja possível falar sobre separação apenas como um rito humano — triste às vezes, libertador em outras, mas natural.


Talvez um dia os textos sobre términos possam ser apenas sobre cura, autoconhecimento e novos caminhos.


Mas, até lá, ainda existe uma urgência muito maior que a poesia: garantir que Mulheres sobrevivam ao simples ato de dizer “não quero mais”.

Ficar sozinho, às vezes, ajuda! A vida pede que façamos escolhas. Algumas que podem dar uma repaginada em seu cotidiano, outras podem não fazer nenhum efeito. Algumas para o bem, outras para o mal. Algumas que lhe aproxima de alguém que você tanto ama, outras que só afasta.
Depende do momento em que essa escolha está sendo feita. Depende de como ela está sendo feita. Por isso, quando se está com dúvida é bom refletir, é bom analisar, é bom ficar sozinho!!!

Inserida por evellynponciano

Tempo, tic, tac, passa ao redor de mim, tempo tic tac.
Me ajuda no que quero tempo, passa, extrai o pensamento.
Sento, agüento, o tempo é um tormento, tic TAC.
Me leva e me motiva, tic tac tempo, passa e renova.
Tempo, assopra a vida e os desejos, o toque dos meus sonhos.
Tempo, se esvai, as vezes me deixa as vezes me atrai.
Tic tac, meu tempo passa e as vezes não consigo.
A força do tempo, a força que repete, tic tac, passa.
Mas me deixa fazer o que desejo, não tire de mim os meus sonhos.
Tempo, tempo. Renova o pensamento.
E me deixa e me leva.

Inserida por DavidsonMenezes

Autoestima sempre ajuda

Acho incrível como um corte de cabelo, uma roupa transada, unhas feitas e maquiagem dão um up no visual e na alma.
Parece que ficamos outra pessoa, mexemos na carcaça e parece que mexemos interiormente, na alma.
Sempre que estou triste me disponho a me arrumar, tenho muitas vezes um estilo mendigo, minhas vestimentas estão inversamente proporcionais a encontros interessantes, bastar eu sair mendiga ao supermercado para encontrar aquele pretê mega-ultra-giga-interessante.
Autoestima valorizada nos faz dar valor a nós mesmas, é claro que você não precisa de muita coisa para entender o seu valor como ser humano, mas muitas vezes a tristeza te consome de uma forma que somente a mudança de visual faz valorizar aqueles pontos fortes imperceptíveis.
Um toque aqui, um retoque ali e sua autoestima começa a subir degraus e de degrau em degrau chega ao topo.

Inserida por Arcise