Texto de Reflexão de Amor

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⁠Constância é o compasso da alma que insiste,
É força serena que nunca desiste.
Ela levanta quando tudo fraqueja,
É chama acesa que o tempo não apaga ou despreza.

É ritmo firme, sem pressa ou demora,
É presença diária que nunca vai embora.
Constância é o elo entre o sonho e a ação,
É quem constrói castelos com o tijolo da repetição.

Não grita, não salta, apenas permanece,
E no silêncio, tudo ela tece.
É no gesto que se repete com fé e razão,
Que se ergue a ponte para a superação.

Inserida por ronaldo_jose_damaceno

COMO É DIFÍCIL...
Como é difícil me afastar,
quando tudo em mim, ainda quer ficar.⁠
Como é difícil desistir,
quando meu coração ainda sussurra: insiste!
Como é difícil soltar a última esperança,
aquela que a gente guarda bem escondida, sabe?
Como se fosse possível salvar um futuro
que você nunca, nem quis.

Como é difícil fazer o que precisa,
quando o que eu gostaria era simplesmente, viver.
Estar contigo. Amar você.
Mesmo que só eu estivesse inteira nisso.
Como é difícil aceitar que,
a presença sem entrega, é ausência disfarçada.
E que acolhimento sem intenção de ficar,
é só mais um jeito bonito de me abandonar devagar.
Eu não queria partir,
mas precisei.
Porque antes de te amar, eu precisei me amar o suficiente pra entender que,
eu não caibo nos teus limites.
O meu caminho eu sigo,
e a ti desejo, amor.
Porque apesar do silêncio que carrega no peito,
há em você uma alma sedenta por amar sem medo.

Há lugares lindos
a tua espera,
Mas só chegará lá quando não temeres,
a tua própria intensidade.

E quando esse dia chegar,
que saiba reconhecer o milagre de sentir,
sem precisar se esconder.
Ah, como é difícil...

Inserida por FranBonetti

⁠Paciência é o tempo vestido de esperança,
É flor que desabrocha na calma da confiança.
É saber que o fruto não nasce ao gritar,
Mas no silêncio de quem escolhe esperar.

É arte de ouvir o relógio do universo,
Mesmo quando o coração grita em verso.
Paciência é ponte entre o querer e o chegar,
É saber que o caminho também faz o caminhar.

Ela não para, apenas desacelera,
Dá espaço para a vida, sem pressa ou espera.
É atitude nobre de alma madura,
Que entende: o processo também é a cura.

Inserida por ronaldo_jose_damaceno

⁠CRISTAL QUEBRADO (soneto)

Neste versejar estreito e amarrotado
uma saudade, dura, estirada na rede
de verso tedioso, o dia, assim, despede
suspirando com sonho desencantado
e em um canto da imaginação, a sede
de ilusões, desejos, no pesar bordado
delicado tal um copo de cristal lavrado
em que, às vezes, a sofrência excede

é trova com choro, o que muito sente
cada rima, uma rima com uma solidão
bêbedo de dor, que dói n’alma da gente
poética que faz o coração abandonado
deixando o soneto cheio de sensação
nota, e cicatriz de um cristal quebrado.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
02 junho, 2025, 19’36” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Geração de doutrinadores obstinados com pensamentos alucinados.

Seja você a mudança que tanto anseia.
Que sua alma seja luz que ao redor, incandeia

Sem perceber, está esfervecendo jactância, espumando santidade e entregando arrogância.

Crente frustrado, será mesmo que confia no processo ou prefere viver amargurado?

A caridade não precisa de regra congregacional:
Não se ensoberbece, não suspeita mal.

O amor é fruto interno que transversa a alma e expressa o eterno.

Quem lhe outorgou juízo condenatório sobre a carcaça do inglório?

Quanto a você? Cuida do teu argueiro antes que sua distração te destrua por inteiro.

Na congregação do ímpio, vozes algozes permeiam entre perversidade e imoralidade, não há quem os ajude.

Na congregação dos justos, equidade e bondade se faz, nada anseiam mas confiam naquele cuja seja feita a sua vontade 🙏

Paz e bem, cuide-se bem ❤️‍🩹
Cuida da mente e que o amor seja urgente!❤️

Mais intessa o que Deus pensa sobre mim do que aos homens que se apressam em me suprimir.

Inserida por josias_godoi


A ILUSÃO DOS ANÔNIMOS

Muitos usam filtros e fotos ensaiadas para esconder frustrações, tentando alimentar o ego.
Mas esquecem o sabor da vida simples: o cheiro das flores, um abraço apertado, um momento verdadeiro.

Vivemos numa era imediatista, onde o olho no olho foi trocado por emojis e frases prontas.
Mandamos "bom dia" com imagens de Google, mas não temos tempo para um gesto real:
abraçar um filho, beijar quem amamos, dar carinho ao cachorro ou bênção aos pais.

Por quê?
Porque estamos ocupados demais em mostrar o "eu ideal", esquecendo de viver o "eu real".

Bom dia, vida!
Texto: Fhayom ✍

Inserida por Fhayon

Você é assim

⁠Por vezes, eu me detenho para contemplar as estrelas. Elas estão muito distantes, mas ainda assim consigo ver seu brilho. De vez em quando, olho para o sol, mas o faço por pouco tempo, pois seu calor intenso acaba por ofuscar minha visão. Já peguei a mim mesma admirando a Lua, mas logo ela ficou oculta pelos prédios que a encobriram. Também já me dediquei a observar as nuvens, e nelas consegui imaginar castelos, animais, peixes, corações e outras formas que ocasionalmente surgem.

Assim é você! Sabia disso? Você é a estrela que eu gosto de acompanhar, o sol que traz calor ao meu dia, as nuvens nas quais construo meu mundo encantado e a lua que ilumina toda a minha essência.

Você é a luz que clareia meu caminho, a brisa que traz frescor ao meu coração, o sorriso que brilha no meu dia. Você é a razão pela qual acordo sorrindo, a pessoa que desejo ter ao meu lado em cada momento.

Você é a estrela que me guia, a luz na escuridão, a minha paz em tempos de tempestade. Você é a pessoa que eu amo, aquela que admiro, e com quem quero passar toda a minha vida.

Assim é você, a pessoa mais importante do meu mundo, a quem eu amo com a totalidade do meu coração.

Inserida por VanderleyAndrade

Hoje, eu decido voltar para mim.
Depois de tantas esperas, silêncios e gestos que nunca vieram,
hoje eu paro de procurar fora o que sempre mereci dentro:
respeito, presença, delicadeza, reciprocidade.

Fui ficando em silêncio por medo de perder,
quando, na verdade, eu estava me perdendo.
A cada não dito, a cada gesto ignorado,
a cada vez que eu quis ligar — e não pude —
um pedacinho meu ficava mais longe de mim.

Mas agora, não mais.

Não é que eu deixei de amar.
É que comecei a me amar também.
E isso muda tudo.

Percebi que o que me machuca não é a ausência de lembrancas fisicas.
É a ausência de significado por trás disso.
É a ausência de presença.
É a ausência de mim na vida de alguém que esteve inteiro na minha.

Eu me entreguei. Me doei.
Esperei sinais, aceitei migalhas, li entrelinhas.
Mas agora, eu leio meu próprio coração.
E ele grita por mim.

Hoje, eu volto para mim.
Para a mulher que cuida, que sente, que merece ser cuidada também.
Para a mulher que não quer viver de "quases",
mas de inteiros.

Se alguém não sabe me amar, tudo bem.
Eu sei.
E vou recomeçar — daqui, de dentro, com calma e verdade.

Porque eu sou minha. E isso… basta.
Hoje, eu volto para mim.
E não me deixo mais sozinha.

Inserida por SolPaschoal

⁠SENTIMENTO DE CRISTAL (soneto)

Num soneto amoroso, a poesia pura
esquecida de sua encabulação
sente nos versos o afago e ternura
suspirado da angelical emoção
Enquanto espalha a formosura
nas entrelinhas, aquela sensação
tímido, se modela da ventura
e romântico, o amor, doce razão

Quando surge, por fim, encantada
a prosa, cheia de rima apaixonada
sussurrada em uma trama especial
E o poema, apaixonado, feliz, seduz
os versos consoantes e divina luz
murmurando sentimento de cristal.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07 junho, 2025, 16’46” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Eu caminhei em um campo de rosas.
Linda, eu pensei que seria para sempre feliz,
Com muita beleza…
Até que eu caí e me machuquei nos espinhos da flor.
Dói, mas continuo correndo.
Está doendo.
Eu sinto meu coração chorar
Vendo aquela rosa que me machucou.
Mas eu a amo tanto…
Por que ela me machucou?

Inserida por AlucardLV

⁠i tuoi mali spaventano (soneto)

Outono... as sonatinas ao vento
suspiros, as inspirações matinais
em cada tom, o vivo sentimento
exalando as emoções essenciais
No cerrado, outono, movimento
lento, faz-se ao coração ter mais
cadência, que em cada tormento
aquela saudade, sempre iguais!

E, assim, mais um outono, pardo
trazendo no seu fardo sensações
em um canto que encanta e canta
É a voz outonal do poético bardo
Que pulsa cada uma das paixões
Onde, então, seus males espanta!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
08 junho, 2025, 16’38” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Valsa sem fim.

Imagino nós dois, dançando acordados,
Ao som de Djavan, com taças de vinho em nossas mãos.
Você vem até mim e me beija —
Seus lábios cor-de-rosa tocam os meus,
Nossas línguas bailam em uma valsa sem fim.

Eu não me canso de olhar-te.
Olhar no fundo dos teus olhos castanhos como cobre
É como olhar o paraíso — se é que isso existe.
Nos seus cabelos, a noite se manifesta:
Uma cortina de escuridão
Que abraça minha alma e me conduz
Por um universo de emoções.

E enquanto dançamos,
Me pergunto:
Será amor, ou só o desejo de não estar só?
Talvez seja ambos.
Talvez nem um, nem outro.
Mas ali, nos seus braços,
Eu existo.

Inserida por gl3nd4_s4nt0s

⁠Quando observamos a prudência como uma análise crítica do inconsciente humano e da relação estabelecida com o outro, percebemos uma íntima ligação dela como um elemento regulador que, de certa forma, regula a dor. A prudência pode ser considerada uma virtude prática.
A prudência, nesse sentido, apresenta uma faceta de introspecção, na qual o indivíduo, ao olhar para as profundezas de si mesmo, percebe como sua posição em relação ao problema é determinante para o estabelecimento da dor. Nesse sentido, sua análise começa quando ele se implica na sua dor, deixando de ser mero agente passivo e tornando-se protagonista na construção de uma nova realidade psíquica.
No caminho da prudência, o indivíduo busca novos conhecimentos que lhe trarão uma nova perspectiva de vida sob outro ângulo. Esse conhecimento sobre o que é humano lhe permitirá atuar de maneira mais eficaz consigo mesmo, retirando a ignorância que o impede de entender sua complexidade como um ser espiritual.
Dessa forma, ao trazer para o consciente o seu inconsciente, ele se torna capaz de mudar sua posição frente ao problema. E, ao fazer isso, encontra a função reguladora que ameniza a dor por meio da prudência. Ao agir assim, muda sua concepção sobre o outro, pois também mudou sua concepção de si mesmo. Nesse novo caminho, já não é refém de emoções provocadas por situações externas, mas consegue nutrir boas emoções internamente, mantendo-se em equilíbrio e resgatando a noção de humanidade.
Afinal de contas, o amor é prudente!

Inserida por joseluisdesousa20232

⁠Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
E sobre o tempo de amar,
O tempo é muito lento para os que esperam
Muito rápido para os que o teme
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que escolhem festejar
Mas, para os que verdadeiramente se amam, o tempo é eterno.
amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
O princípio do Amor é amar

Inserida por SimplesPoesias

⁠Você me intriga, Júlia Alves. Confesso que sou um bom leitor de pessoas (não pense de maneira errada, se ligaaa). No entanto, não consigo decifrar você. É uma incógnita fascinante — nunca sei ao certo o que vai dizer, e isso é simplesmente extraordinário. Desperta em mim uma vontade ainda maior de te conhecer, de mergulhar mais fundo no mistério que é você.

Você me instiga a querer me perder no brilho dos seus olhos cor de café, a deixar meu coração se render completamente às ondas hipnotizantes do seu cabelo. De fato, Júlia, você me intriga mais do que posso expressar.

Inserida por marcoantonio04

⁠“A infância que vive em mim”

Há quem diga que crescer é endurecer.
Que ser homem é calar o choro, esconder o afeto, vestir a couraça da indiferença e marchar rumo a uma vida prática, mecânica, “funcional”.
Há quem diga que o adulto de verdade não corre com crianças, não ri alto, não se importa demais, nem se curva ao sentimento.

Mas eu digo:
Que espécie de adulto é esse, que matou dentro de si a melhor parte da vida?
Que espécie de maturidade é essa, que exige sepultar a alegria sóbria, a leveza consciente, o riso genuíno?

Eu cresci.
Mas não endureci.
Não porque minha vida foi leve —
mas justamente porque ela foi pesada demais.

Fui ferido cedo, por mãos que deveriam me proteger.
Fui machucado por palavras que deveriam me ensinar.
A vida me mostrou seu lado mais cruel ainda na infância —
mas em vez de repetir o ciclo,
eu decidi quebrá-lo.

Não com raiva,
mas com carinho.
Não com revolta,
mas com escolhas firmes.

Hoje eu cuido.
Cuido da casa, do corpo, da mente.
Faço minhas obrigações, limpo o chão e a alma.
E quando tudo está em ordem,
eu calço os tênis e vou correr com o vento.
No campo, entre crianças que ainda não sabem o que é dor profunda,
eu brinco, eu sorrio, eu permito que a luz entre.

Não sou um crianção.
Sou um adulto que carrega dentro de si uma criança viva, curada, acolhida.
Sou o reflexo do que eu gostaria que tivessem feito por mim.
Sou o abraço que eu não recebi, o riso que me negaram,
a presença que me faltou.

Brincar com uma criança, ouvir suas gargalhadas, ver seus olhos brilhando com algo tão simples quanto uma bolinha de plástico —
isso não é perda de tempo.
Isso é reconciliação com a vida.
É lembrar que ainda vale a pena viver.

A sociedade não entende.
Rotula. Julga. Distorce.
Acha que maturidade é viver cansado, seco, amargo.
Mas eu aprendi que viver de verdade é manter a alma limpa, mesmo depois de toda a lama.
E que o amor, quando é consciente, é a forma mais elevada de sabedoria.

Minha mãe talvez nunca entenda.
Talvez ninguém entenda.
Mas tudo bem.
Porque eu entendo.
E essa compreensão me basta.

Ser adulto, pra mim, é ter responsabilidade sem perder a ternura.
É saber quando falar firme e quando calar em respeito.
É saber que a dor do outro importa, mesmo que ninguém veja.
É limpar uma casa e limpar uma alma no mesmo dia.
É correr atrás do vento sem fugir da realidade.

Não vou me tornar morto por dentro só para caber no molde do que dizem ser "adulto".
Não vou me tornar frio porque o mundo se esfriou.
Vou seguir aquecendo corações com o que me restou de luz —
e com o que eu reconstruí com minhas próprias mãos.

E quando alguém me chamar de “bobo”, “infantil” ou “sensível demais”,
eu sorrirei,
porque só um tolo confunde pureza com fraqueza.

Eu sou forte —
porque escolhi amar mesmo depois da dor.
Sou maduro —
porque cuido da vida que existe em mim e ao meu redor.
Sou feliz —
porque reconheci que ser adulto de verdade é nunca abandonar a criança que sobreviveu dentro de você.

Inserida por Salatiel

⁠SAUDADES DE VOCÊ (soneto)

A saudade hoje me acordou
Com a solidão de tua voz
Nesta manhã fria que abortou
Uma dor dilacerante e feroz
Suscitou a ternura do teu beijo
Na ausência do teu triste olhar
Anoitado no solitário desejo
Dos carinhos em nosso amar

Alvoreceu os antigos sentidos
Dos abraços por nós já partidos
Amarelados nos tempos antigos
Pra tal, alegou a minha razão
Nossos segredos em inspiração
Poesia que foi a nossa paixão.
(Saudades de você.... Arranha o meu coração).

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Maio, 14/05/2010, 08’07” - Rio de Janeiro, RJ
Laranjeiras

Inserida por LucianoSpagnol

⁠TEMPO REMOTO (soneto)

É bom que eu prose ao léu, assim acostumo
na solidão, da privação de um amor passado
pois a lembrança surrara no pesar suspirado
perdendo no versejar aquele rítmico prumo
Terá, e virá, um certo dia, então, presumo
um sentido para o verso, o mais sonhado
talvez o que mais mime, o mais encantado
que anuncie juras, e sensação para o rumo

E, se ao chegar a hora de um verso absorto
que não se apague o ardor, seja conforto
poético, velando a minha aflitiva soledade
Ouvidos não darei a inspiração sem alento
pois, poesia de saudade tem padecimento
mesmo que de boa lembrança, a saudade.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14 junho, 2025, 15’09” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠**Diário de Aline Caira – 14 de Junho de 2025**

Queridos leitores,

Hoje, 14 de junho de 2025, o dia começou de forma tranquila. Despertamos por volta das 8h e, após um breve retorno à cama para um descanso adicional, desfrutamos de um café da manhã tardio, quase um almoço, às 11h15. Essa é uma tradição carinhosa que cultivamos nos fins de semana.

Após o café da manhã, dediquei-me às tarefas domésticas, enquanto minha filha explorava sua criatividade com vídeos no celular. Tive também uma conversa com um amigo do Rio Grande do Sul, que me auxiliou na locação do imóvel para nossa futura mudança. Graças a Deus, ele nos ajudou, enquanto todos nos viraram as costas.

Preparei então o almoço da minha filha, seguindo um cardápio nutritivo e variado que ela iniciou na segunda-feira, 09/06/2025. Ele inclui abobrinha verde, chuchu, cabotia, agrião, batata, cenoura, berinjela, espinafre, repolho branco, repolho roxo, couve, cebola, frango desfiado, tomate, macarrão espaguete e um toque especial de creme de leite.

Após o almoço dela, permiti-me um breve descanso, mas logo fui impulsionada por uma energia revigorante, como se vinda diretamente do céu, e consegui realizar todas as tarefas pendentes: lavei a louça, limpei a pia, higienizei os banheiros, passei pano na casa, lavei a lavanderia e organizei o lixo na garagem. Para finalizar, coloquei os panos e chinelos para lavar.

Para o jantar, preparei para minha filha cereal com leite e achocolatado, enquanto eu optei por um simples miojo com dois dentes de alho. Hidratei-me bastante com água.

Minha filha está agora no banho, ainda demonstrando alguma resistência em realizar essa tarefa sem minha assistência. Aos 11 anos, ela ainda sente que devo dar-lhe banho, mas estou sendo firme em ensiná-la a ser independente. Ela se mostra um pouco irritada no início, mas logo tudo se resolve.

Enquanto escrevo, ouço seus protestos do banheiro, alegando dificuldades em lavar algumas partes do corpo. Mas sei que é apenas uma birra passageira.

Após ela terminar, tomarei meu banho e descansarei para mais um dia que se aproxima.

Infelizmente, não foi possível levar as coisas para o apartamento hoje, pois minha vizinha Letícia, que gentilmente iria me emprestar seu carro, precisou ir ao hospital para receber medicação e realizar exames. Espero poder ir amanhã, se for da vontade de Deus.

Desejo a todos uma noite abençoada e tranquila na paz de Deus. Que o amor, a saúde, a paz, a tranquilidade, a fraternidade e tudo de bom invadam os lares de cada um de vocês.

Lembrem-se sempre: vocês nunca estão sozinhos. Deus está ao lado de cada um.

Sejamos fortes e resilientes. Deus no comando.

Inserida por AlineCairaG

⁠Sou a engraçada.
A mimada que ri alto demais,
que fala sem filtro,
que abraça pra não desabar.
A que sonha pelos outros,
e aconselha mesmo quando ninguém escuta.
Mas no final...
quem é que fica?
O que me leva ao cinema
na intenção de não ver o filme?
Ou o ex que diz que ama, Que eu sou a mulher da vida dele mas não tem coragem de falar isso sem visualização única?
Ninguém fica.
Ninguém.
Vêm, arrancam uma pétala,
levam um pedaço,
e vão embora como se nada fosse.
Até quando serei só lembrança?
A amiga de todos,
a última a ser lembrada,
a que sempre ajuda, mas nunca é chamada?
Cansei.
Agora tem espinho no lugar da flor.
Agora, quem vem, sangra.
Agora, quem tenta colher, se fere.
Porque não levo mais flores nos dedos.
Levo cicatriz.
Levo silêncio.
Levo tudo o que me deixaram.
E não...
não leva mais pétala.