Texto de Reflexão de Amor
Se a vida te jogou no chão, tentou te ver quebrado
Catando os pedaços, visão reta, foco alinhado
Não dá pra rebobinar o filme que já passou
Mas dá pra editar o final, foi isso que aprendi com a dor
Erro virou aula, queda virou direção
Hoje eu piso mais firme, blindado de evolução
- música Você é mais forte do dj gato amarelo
A vida é um falso livre-arbítrio.
A gente cresce acreditando que escolhemos... mas, na verdade, nada está em nossas mãos.
Não há escolhas ao nascer, nem ao partir.
Não escolhemos nossas dores, nossas perdas que ficam, tudo é um teatro onde os papéis já foram escritos. A realidade é dura, fria, crua.
As marcas ficam, e são elas que nos moldam.
Entre a vida e a morte, o único poder real que temos, é o que fazemos com as cicatrizes que carregamos.
Uma vida pela metade ou uma vida por inteiro, qual é a diferença?
Te pergunto, companheiro...
A reposta é simples, não é sobre viver, mas como viver, a vida é uma plenitude, escolha bem sobre como quer sobreviver, pra viver, e sobre sentir, sobre sonhar, sobre perder e se achar, sobre conquistar e vangloriar, mas saber o momento de parar, nesse jornada traiçoeira, saiba que no fim somos e seremos apenas um grão de poeira, logo sabia onde trilhar, por fim, pense pra viver, mas não pense em limites pra sonhar!
Quando somos privilegiados em conseguir brindar a vida com mais de 70 anos,
a convivência diária com os jovens exige cuidado e uma profunda aceitaçao da realidade.
Dizem muitos, que idosos acumulam sabedoria! Sem dúvida, quase sempre esta é uma verdade. Mas será este o real sentimentos da maioria da juventude ao encarar um idoso?
Não acredito nesta verdade!
Talvez até por uma questão de educação ou exigência do momento, os jovens expressem
respeito e até carinho, para com um idoso em determinado encontro ou pequeno espaço de tempo .
Mas a verdade chega a ser cruel para aqueles que já experimentam o viver dos 70 ou 80!
Jovens não gostam de conviver com velhos! E, se por algum motivo, precisam fazê-lo, procuram uma maneira de, sutilmente, sair da incômoda situação, com a maior rapidez possível! Isto independente do status social ou grau de conhecimento que venha a ter o idoso.
Esta é a verdade crua que pode doer apesar de tantos belos discursos enaltecendo a terceira idade.
Portanto, o melhor é procurar amenizar os problemas da terceira idade, juntando-se a amigos desta mesma faixa etária.
Aproveitar a vida
Am G
A vida é agora
Am G
Não deixe o tempo ir embora
Am G
Olhe La fora
Fm
O sol já se pois
G
O sol já se pois
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas
Am G
Todo dia um roteiro
Am G
Nossa vida é arte
Am G
Cada um com sua parte
Fm
E vão levando assim
G
E vão levando assim
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas
Am G
Não perca um só instante
Am G
Do que é relevante
Am G
O tempo é constante
Fm
Quando vê já se foi
G
Quando vê já se foi
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas
Am G
Já chega de holofotes
Am G
Não quero essas curtidas
Am G
Quero viver a vida
Fm
e ser o melhor de mim
G
o melhor de mim
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
Realizar meus desejos
Fm
Antes da despedida
C G
O que eu quero, é aproveitar a vida
Am
curtir minhas conquistas
Fm
Antes que fechem as cortinas
A falta que sentimos do que ainda não vivemos…
Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.
Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.
Não é ausência.
É interrupção.
A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.
A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.
Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.
É o luto do que não aconteceu.
E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.
Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.
Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.
O que antes era afeto passa a ser desafio.
Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.
A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.
Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.
O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.
Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.
Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.
Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.
Na verdade, são sistemas diferentes operando:
O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.
Um produz excitação.
O outro produz construção.
Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.
Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.
E é aqui que mora o equívoco.
Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.
Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.
Quando entendemos isso, algo muda.
Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.
Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.
O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.
E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.
Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:
Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.
1 -Na corrida pela a vida no ato da fecundação você fui um vencedor. Venceu milhões de espermatozóides.
2 -Deus projetou um projeto lindo pra você executar, você não está aqui por acaso.
3 – Existe alguém que se inspira em você, por isso não desista, a tua trajetória está sendo motivo para alguém ir em frente.
Bom dia!
Que neste dia possamos abrir os olhos para as bênçãos que nos cercam. A preciosa vida que nos foi concedida, a saúde, a comida na mesa e tantas outras dádivas que muitas vezes passam despercebidas. Agradeça por cada pequeno detalhe, pois são nesses momentos de gratidão que percebemos o quanto somos amados e cuidados por Deus.
- Edna Andrade
Penso na vida como um sopro,
Como uma onda, como um lugar...
Penso que vale a pena, mesmo pequena. Celebrar...
Sei que o tempo é assim, infinito,
Mas, num grito, lá se vai...
Criar altares, dinheiro e poder,
Porém sua glória passageira não verá,
O amor passar velhinho,
Pra quem soube, olhar a lua de manhã...
A vida é uma jornada de constantes transformações e aprendizados. É preciso ter coragem para desistir do que já não nos serve mais, para buscar novos horizontes e encontrar a verdadeira realização.
Desista daquilo que te prende, te machuca e não te faz feliz. Abra-se para as oportunidades que a vida lhe oferece e permita-se viver com plenitude e amor no coração.
E, acima de tudo, confie em Deus, pois Ele conhece o seu caminho e estará sempre ao seu lado, te guiando e te amparando em cada passo dessa jornada incrível que é a vida.
- Edna Andrade
A vida não nos empurra; ela nos convida a alinhar o querer com a ação.
Nada nos é imposto com violência maior do que aquela que criamos ao resistir ao que já sabemos. A existência sussurra, não grita. Ela nos chama à coerência — a esse raro estado em que o desejo deixa de ser fantasia e se torna gesto.
Viver é reduzir a distância entre aquilo que pensamos ser e aquilo que fazemos. Quando o querer encontra a ação, deixamos de reagir ao mundo e passamos, enfim, a participar dele.
Se você parar para refletir sobre os maiores erros da sua vida!?
Você irá perceber que nenhum deles começou grande;
Porque, na verdade, a maioria dos grandes erros começam nas pequenas falhas;
Sejam elas no seu comportamento ou nas suas escolhas.
Leva essa lição para sua vida;
Erre o menos possível porque nem todo erro vira aprendizado, alguns se transformam nos maiores arrependimentos da sua vida.
Eu tenho os olhos de ver a vida nascer em cada manhã com cheiro de bogari e casa limpa,
As vezes é preciso pisar firme nas crueldade dos outros, de todos seus sons crueis. Mas definitivamente, é imperdoável não perdoar.
As vezes, eu preciso apenas dançar uma música como a Dama de vermelho, rasgar o rascunho da letra e escrever outro verso. Eu escrevi.
E há quem diga que o que escrevo não tem nada haver comigo. Lina Veira
Lina Veira
Poesias minhas
Não espere por uma crise para descobrir o que é realmente importante em sua vida. Muitas vezes, é nas dificuldades que percebemos o valor das coisas, mas é possível cultivar essa consciência antes que crises surjam.
Reserve um tempo para refletir sobre suas prioridades, relacionamentos e sonhos. Pergunte-se o que te traz alegria e realização. Ao fazer isso, você pode fortalecer suas conexões e viver de maneira mais intencional, valorizando o presente e o que realmente importa. Essa prática ajuda a criar um espaço de gratidão e apreciação, tornando sua vida mais rica e significativa.
Veja
Não diga que a canção está perdida
Tenha fé em Deus, tenha fé na vida
Tente outra vez
.......................................................
Você tem dois pés para cruzar a ponte
Nada acabou, não, não, não, oh
Tente
Levante sua mão sedenta e recomece a andar
Não pense que a cabeça aguenta se você parar
Não, não, não, não, não, não
Há uma voz que canta, há uma voz que dança
Uma voz que gira (gira) bailando no ar
Tudo nesta vida possui um propósito divino, e cada atraso que enfrentamos não acontece por acaso. Muitas vezes, nos sentimos frustrados ao ver nossos planos não se desenrolarem como desejamos, mas é importante lembrar que cada desafio traz consigo lições valiosas.
Esses momentos de espera e incerteza podem ser oportunidades disfarçadas, preparando-nos para algo maior. O universo tem seu próprio ritmo, e, muitas vezes, o que parece um obstáculo é, na verdade, um desvio necessário que nos leva a um caminho mais alinhado com nossa verdadeira essência.
Quando aceitamos que tudo tem um propósito, começamos a enxergar a beleza nas pequenas coisas e a confiar no processo da vida. Cada experiência, mesmo as mais difíceis, nos molda e nos ensina. Portanto, ao invés de resistir aos atrasos ou contratempos, abracemos a jornada, confiando que estamos exatamente onde precisamos estar para cumprir nosso verdadeiro destino.
Você é o que a vida te molda.
Nós somos moldados conforme vivemos nesse mundo, com o tempo que passamos em vida, e pra cada pessoa é um caminho diferente, para cada caminho percorrido de cada um, para uns uma coisa e para outros outra coisa. Mas tudo isso pq a vida nos trouxe até aqui. (Escolha) o que é ISSO? Certas pessoas só tem uma (sobreviver). Pode me chamar de louco ou doido, mas estou aqui vivo sobrevivendo como posso. A vida me ensinou a ser assim, para mim, eu sou o que a vida me levou a ser.
Esse sorriso que anseia pela vida,
que se aglomera entre objetos, sonhos e planos…
Como poderia se conter
tanta energia que pede para transbordar
através do seu rosto?
Não tente se espreitar,
nem se resumir a rascunhos —
como uma molécula solitária,
sem perceber o próprio potencial.
Você é transformação.
É a prova de que a energia, quando bem direcionada,
se torna força, movimento
e um átomo inteiro de felicidade.
Cômodo do silêncio
A noite entorta tudo como a minha vida.
A casa respira em desordem, revirada por dentro, como a mente que não encontra repouso.
Os móveis se inclinam, cansados, guardam o peso de pensamentos que ninguém sentiu para escutar.
As xícaras, sujas de um chá frio, ainda guardam bocas que passaram e não se despediram.
Há restos de calor no fundo da louça, um abandono doméstico, como se o dia tivesse desistido de se organizar em mim.
Caminho entre os cacos com cuidado demais qualquer passo em falso pode acordar para dormir.
E a noite observa, imóvel,
Sabendo que a bagunça não é da casa, Sou eu espalhado pelos cômodos.
Vida e a morte
Vida é direção
bússola trêmula apontando para o nunca.
Morte é destino
porto mudo onde o vento se cala.
Vida é teorema insolúvel,
equação escrita em sangue e suor;
morte é o resultado inevitável,
a resposta fria no rodapé do universo.
Vida é sagrado que pulsa,
é templo erguido em carne frágil;
morte é profana aos olhos do medo,
mas sussurra verdades que ninguém ousa ouvir.
Hoje me deitei com a morte.
Não em lençóis,
mas no silêncio.
Toquei sua face pálida
e ela me chamou pelo nome
como uma velha amante paciente.
Vida é divino em combustão,
é turbulência, é queda livre,
é o cotidiano que arranha e exige.
Morte é descanso
colo escuro onde o cansaço repousa.
Tenho fascínio por seus dedos frios,
pela promessa de quietude
após tanto ruído.
A morte é minha célere amiga,
companheira invisível
que caminha ao meu lado
sem jamais se atrasar.
Entre a vida que me rasga
e a morte que me acolhe,
há um romance secreto.
Uma doce união
entre o sopro que insiste
e o abismo que chama.
E eu, feito ponte,
oscilo.
Porque viver é arder
sabendo do fim.
E amar a morte
é confessar
que o descanso também seduz.
