Texto de Reflexão de Amor

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Momentos
A vida não se mede em anos,
mas nos instantes que tocam o coração.
Na mesa compartilhada, no riso solto,
no abraço que cura sem explicação.
Amizades chegam, outras mudam,
a família cresce, se transforma, se refaz.
Cada ano é um novo desenho do tempo,
nada igual ao ontem, tudo aprendizado de paz.
Tudo passa — é verdade.
As dores, as festas, os dias difíceis também.
Mas fica a força que nos sustenta,
e a fé que nos faz ir além.
O segredo da vida é simples e profundo:
saber estar inteiro no agora,
guardar momentos como quem guarda luz,
e agradecer — hoje, antes que vire memória.
Porque a vida é feita de momentos únicos,
e amar é o jeito mais bonito de viver.

Deixe que os dias sigam sem pressa. Sem ansiedade no amanhã.
A vida já é tão corrida... Quando nos damos conta passaram-se dias, meses e quando prestamos atenção, é o ano que já está terminando, e ficamos com aquela sensação que nada fizemos, que só desperdiçamos tempo com coisas fúteis e inúteis.
Que tudo que planejamos, não realizamos.
Aprendi a viver um dia de cada vez, sem pressa e sem medo.
Pois cada dia que chega, é esperança, e quando ele termina, é gratidão que eu sinto.

Que a força da vida seja bênção constante sobre cada ser humano.
Que cada amanhecer traga edificação, crescimento e luz, moldando a essência para dias melhores.
Que a rotina não seja peso, mas caminho de vitória, onde a esperança floresce e a paz se estabelece.
Que o coração se fortaleça em bondade, e que a vida vivida seja testemunho de amor, fé e superação.
Que cada passo seja guiado pela sabedoria, e cada escolha seja semente de prosperidade.
Que dias melhores não sejam promessa distante, mas realidade diária, presente em cada gesto e em cada respiração.

O que sabemos é que a vida não é apenas um fenômeno biológico: é também um convite à reflexão. Somos mortais, sim, mas carregamos dentro de nós a centelha que nos conecta ao cosmos. O mistério da origem da vida não é apenas uma ausência de resposta; é uma provocação para que continuemos buscando, questionando e expandindo os limites da ciência e da imaginação.
Em última instância, talvez o valor não esteja em encontrar a resposta definitiva, mas em reconhecer que o próprio mistério nos torna humanos — inquietos, curiosos e eternamente em busca de respostas que não temos.

Ódio, é bom senti-lo correndo nas veias, tomando seus pensamentos, modificando sua vida.
Ódio é melhor que o amor, pois ele não espera ser correspondido e você não tem medo que ele acabe; você apenas sente. Trabalhar o ódio é uma tarefa fácil, precisamos apenas usá-lo de forma energética. Isso faz a gente viver em paz, sentindo o ódio correr dentro de nós.
Obrigada por me fazer odiar, precisava ter essa experiência. Quando escutamos alguém falar que odeia, você não entende... é como o amor! Só quem sente sabe.

Estrada da Vida
Na estrada da vida, começamos a viagem carregando beleza, pureza e sonhos.
Os primeiros quilômetros surgem cheios de costelas de burro, sacudindo a alma e testando a coragem.
Seguimos assim, ano após ano, atravessando curvas inesperadas, subidas cansativas e retas que parecem nunca terminar.
E então, um dia, percebemos que talvez estejamos nos aproximando do trecho final.
Mas, em vez de acelerar, a sabedoria nos convida a reduzir a marcha.
Afinal, é quando desaceleramos que a paisagem revela sua verdadeira beleza —
e a vida, enfim, mostra o valor de cada detalhe que antes passava despercebido.
Cléber Novais.

A Grande sacada da vida, não esta na busca por: Poder, Dinheiro, Status pois essas buscas se tornam inalcançaveis em comparação ao outro.
O detalhe fundamental do bem viver, está conectado a um estado de espírito, impulsionado por Sonhos, Esperança, Felicidade e um propósito de vida no qual trará benefícios a si e outros.

Quem perdeu tudo na vida perdeu o que precisava ser arrancado, não o que merecia permanecer. Há perdas que não são castigo, são encerramento. O que cai quando tudo desmorona nunca esteve firme o bastante para seguir adiante.
Não existe repetição para certas quedas. A vida não desperdiça lições oferecendo o mesmo abismo duas vezes. Quando tudo se vai, não é para testar força, é para definir limites. Depois do fundo, não há outro fundo igual — há apenas a escolha de subir ou continuar vivendo de restos.
Nem todos os caminhos se cruzam novamente. Pessoas, oportunidades, versões de nós mesmos ficam para trás porque cumpriram seu papel. Insistir no retorno é negar o aprendizado. Quem entende a perda deixa de implorar pelo passado e passa a construir com o que sobrou de verdade: consciência, silêncio eó maturidade.
Perder tudo não é o fim. É o ponto exato onde a ilusão morre e a verdade começa.

Quando você compreende que a sua igualdade não se mede pela vida do outro,
e que não existe espaço em você para disputar superioridade,
é nesse instante que descobre: a transformação já estava em curso há muito tempo.
Agora, não é mais sobrevivência — é vida plena.
Um recomeço firme, consciente, diferente.

Não vivo uma boa fase da vida.
E talvez esse seja o maior problema:
já não sei mais quando foi a última vez
em que a vida realmente me habitou.
Os dias passam,
mas não deixam marcas boas.
Só acumulam cansaço.
Um cansaço antigo, profundo,
que não some com descanso
porque não vem do corpo —
vem da alma.
Estou brigado com quase toda a minha família.
Não por ódio,
mas por desgaste.
Por palavras ditas tarde demais
e silêncios longos demais.
O presente cobra explicações,
o passado cobra perdão,
e eu não tenho forças para pagar nenhum dos dois.
Perdi o trabalho.
E junto com ele,
perdi a sensação de utilidade,
de pertencimento,
de dignidade.
Quando não se tem mais um lugar claro no mundo,
qualquer lugar vira fuga.
Passei a sair de casa como quem foge de um incêndio invisível.
Coloco a mochila nas costas
— às vezes vazia, às vezes pesada —
e pego um ônibus qualquer.
Não importa o número,
não importa o destino.
O movimento engana a dor por alguns minutos.
Enquanto o ônibus anda,
parece que a vida também anda.
Mas quando desço,
tudo continua exatamente igual.
Tento me enganar.
Tento enganar os outros.
Finjo que estou resolvendo coisas,
que estou sendo útil,
que estou indo atrás de algo.
Mas, no fundo,
só estou tentando adiar o momento
de encarar o que me dói.
As pessoas dizem que eu sou louco.
Talvez porque eu suma.
Talvez porque eu não saiba explicar
o que acontece dentro de mim.
Às vezes, eu mesmo começo a duvidar da minha sanidade.
Porque não é normal se sentir tão deslocado
mesmo estando rodeado de gente.
Não é normal carregar tanta tristeza
sem saber exatamente onde ela começou.
Eu não quero morrer.
Mas também não sei mais como viver assim.
Existe um espaço estranho entre essas duas coisas
— um lugar onde a pessoa apenas aguenta.
E é lá que eu moro hoje.
O que eu queria
não era luxo,
nem reconhecimento,
nem vitória.
Eu só queria um lugar tranquilo.
Um lugar onde eu pudesse descansar em paz
sem precisar fugir,
sem precisar provar,
sem precisar ser forte.
Queria um lugar
onde o passado não gritasse,
onde o presente não cobrasse,
onde o futuro não assustasse.
Queria silêncio.
Queria pausa.
Queria alívio.
Porque viver assim,
carregando tudo sozinho,
se sentindo errado,
cansado,
perdido…
isso também machuca.
Só não deixa cicatriz visível.

Um dia, uma vez, em outro momento — tudo pode acontecer nos caminhos da vida.
Não é o destino que decide sozinho, mas os gestos que carregamos no coração.
Um olhar sincero pode atravessar muralhas invisíveis.
Um abraço verdadeiro pode curar feridas que ninguém vê.
Uma palavra de carinho honesto pode reacender esperanças que já pareciam apagadas.
Às vezes, é nesse instante simples, quase despercebido, que o rumo de toda a caminhada se transforma.
Porque a vida não se mede apenas em grandes conquistas, mas na força dos pequenos atos que revelam quem realmente somos.

A vida é como um quebra cabeça:
As vezes as peças se encaixam, perfeitamente
Ou demoram um tempo para se encaixar, verdadeiramente
Antes de achar seu caminho,
é preciso conhecer esse mundo sombrio
Para saber qual é o melhor lado a se encontrar
Talvez comece tudo no aveco
Até mesmo sem um começo
Quando vc acha que a peça está certa
É apenas a vida mostrando aquela nova descoberta: podendo ser um erro ou acerto
Ou comece tudo perfeito
Apenas completando aquele ciclo já feito!

Reconheço as perdas significativas em minha vida, que advêm desta condição de pessoa que não crê em Deus. Uma dessas perdas está na própria literatura. Deus é um nome bonito, encera poesia, enseja belas peças literárias em verso e prosa. Diria que tal nome foi uma das mais felizes invenções do ser humano, como a própria figura do criador supremo, que rege a psique da humanidade e torna possível gerir o mundo, apesar do ódio, da ignorância que depreda e das hecatombes que assolam.
É sempre belo introduzir Deus no que se escreve, decanta e canta. Parece haver um dispositivo nas emoções do homem, que absorve o vocábulo como se aspira um bom perfume. Esse nome desarma espíritos, convence, credibiliza e serve até mesmo para enganar pessoas desavisadas e de boa fé, porque nem tudo é perfeito e abutres são encontráveis em qualquer meio social.
Tenho inveja de quem dá graças a Deus por coisas grandes ou miúdas. Dos que dizem fique ou vá com Deus, Deus lhe pague, acompanhe, seja louvado... Chego a ficar triste, ao constatar que ao invés do clássico e doce Deus lhe abençoe, o Maximo que minha sinceridade permite responder ao “benção, pai”, é o esdrúxulo e lamentável... “çoe”.
Surpreendo-me tantas vezes admirando a beleza cênica dos que, por crerem, revoltam-se contra Deus, tecendo lamentações ricas em sinônimos rebuscados. Esbravejar contra Deus é de um aparato poético surpreendente na fala e na escrita. Quem o faz, por estar profunda e sinceramente magoado com Ele, desnovela um discurso dramático e de conteúdo que eu acharia, uma vez crendo, impossível não tocar o coração divino.
Deve ser muito bom crer em Deus. E deve ser grandioso, exatamente por isso, brigar com ele; bradar ofensas contra o Criador da vida e tudo quanto existe abaixo e acima do firmamento. Um desabafo desta natureza é capaz de resultar o alívio imediato e dar a certeza de que Deus é mesmo pai, por não fazer o mundo ruir nos ombros do filho rebelde, pois entende a fraqueza que o leva a blasfêmia.
Gostaria de me abrir aos motivos que os seguidores de todas as crenças acham para se agarrar ao mito consolador da existência do paraíso, da vida após a morte, a recompensa eterna por todos os percalços, dores e desenganos próprios da vida na terra. Queria encontrar as mesmas justificativas e consolos que o mundo encontra para não perder a ternura em razão dos males da humanidade. Para continuar acreditando na proteção divina e na velha máxima de que o sofrimento engrandece e purifica o ser humano, chegando a ser necessário para nos tornarmos pessoas melhores.
Sou um poeta a quem falta a poesia da fé em Deus. A pureza do medo do Diabo. A fábula da luta mística entre o bem e o mal. Há quem tente me convencer da realidade possível disso tudo, mas pessoas não têm esse poder na minha mente, no meu estado emotivo, na minha visão das coisas. Como não terão esse acesso a eventual cura milagrosa, uma nova abertura do mar vermelho, a reincidência das pragas do Egito nem qualquer outro desempenho do possível Deus, para quebrantar meu espírito.
Admiro e respeito as múltiplas vertentes da fé religiosa. É com carinho que sei do quanto rezam, oram e até fazem pajelanças pela cura de meu corpo e a salvação de minh’ alma, sem que eu precise estar presente. Meu ateísmo não é uma rebeldia, muito menos o vômito inconformado de um filho que desejasse a predileção.
Seja como for, eis uma prosa cheia da Deus. Ainda que nestes termos, mas de fato cheia. Uma bela desculpa de quem queria este ingrediente para compor algo mais doce... mais aveludado..mais poético.

Nosso porto inseguro

Morre um pouco de vida no sonho frustrado,
mas o sonho dá muda e renova o caminho,
revisita o passado em razão do futuro
que se rende às verdades de boa raiz...
Vivo desse voltar das entranhas do fim;
desse fundo que o poço no fundo não tem,
quando quem o conhece não quer prosseguir
pela sombra do nada e sua desistência...
Os que nascem das mortes vivem como nunca,
têm o sempre nas margens do seu nunca mais
lá na praia e no cais do seu porto inseguro...
Há um tempo a ganhar onde o tempo perdido
reconhece o sentido de voltar ao sonho,
recompor a vontade que se decompôs...

Quando você aprende a agradecer a vida para de pesar. A mente acalma, o coração clareia e o desespero perde força.
A gratidão muda o ambiente dentro de você: tira o foco do que falta e coloca no que já deu certo — e isso dá fôlego para seguir lutando.
E quando seu coração muda, Deus muda o caminho: portas se abrem, pessoas certas aparecem e você começa a enxergar soluções onde só via problema.
Quem agradece atrai; quem reclama afasta.
A gratidão faz sua vida destravar
HECTOR LUIZ BORECKI CARRILLO

Não deixe de lutar vá em frente.
A vida é difícil e, infelizmente, continuará sendo bastante desafiadora.
Não adianta ficar aí, parado, esperando ganhar na loteria.
A vida é uma corrida contra o tempo, e ninguém vai esperar por você.
Não se iluda achando que vai contar com a ajuda dos amigos, pois isso pode acabar te decepcionando.
Por isso, é importante lutar, não desistir e ser fiel a quem você é.
Tenha perseverança, pois ela é fundamental para alcançar a vitória.
Enquanto ainda respirarmos, temos uma grande oportunidade de conquistar nossos objetivos.
Tenha certeza de que você é capaz de superar todos os obstáculos que surgirem pelo caminho.

Não podemos passar a vida esperando. Você tem que ficar no presente, tentar aproveitar o momento. Haverá dias ruins, que você quer terminar rapidamente, mas esses são os que o forjam.
Haverá dias lindos que você não quer que eles acabem. Haverá pessoas que não querem ver você crescer, porque suas conquistas as lembram de seus fracassos. Pessoas que vivem em uma eterna competição com a qual ninguém se importa. Também haverá pessoas que ficarão felizes por você. Mas o mais importante é pensar em si mesmo, no que é bom para você. E acima de tudo, tente aproveitar tudo o que vier em seu caminho. Não sabemos quanto tempo ficaremos aqui. É agora!!!

MANIFESTO

Eu não quero vencer a qualquer custo.
Quero não me perder.

Recuso a vida vivida por reflexo,
as escolhas adiadas,
o conforto de caber onde minha verdade não cabe.

Não acredito numa existência sem angústia —
ela é o preço da liberdade.
Se escolher dói, é porque escolher é real.

Não confundo fé com certeza,
nem amor com troca,
nem honestidade com ingenuidade.
Prefiro perder vantagens
a negociar minha consciência.

Não sigo a multidão só porque ela é barulhenta.
A maioria nunca foi prova de verdade.
Caminho sozinho quando for preciso,
porque estar acompanhado pela mentira
é a forma mais elegante de desespero.

Aceito que amadurecer é perder versões antigas de mim.
Não tento repetir o que fui.
Permaneço no que ainda sou capaz de sustentar.

Não uso pessoas como meios,
nem sentimentos como desculpa.
Amar, para mim, é decisão —
não espetáculo.

Se existir um inferno,
ele não está na dor,
mas em viver sem nunca ter sido quem se é.

Por isso escolho a responsabilidade de existir.
Escolho a verdade que custa.
Escolho a solidão honesta
em vez da paz comprada.

Não quero uma vida que pareça boa.
Quero uma vida verdadeira.

— Sariel Oliveira

Nós, os livros e a vida.


A vida é assim: somos como livros.
Lemos, e somos lidos.
Vamos escrevendo nossa história, e somos escritos por Deus também;
Lá um dia, seremos fechados e depositados numa grande estante, onde já se encontram outros livros.
Mas por ali sempre vai passar alguém que irá tomar um livro daqueles e o lerá.
E o que aprender daquela história lhe ajudará na escrita e compreensão do próprio ser.
Somos letras, e escrita. Somos como livros.
Assim é a vida.


(Fabi Braga, 15 e 16/11/2025)

Nesta vida é preciso aprender três coisas:


1º. Não implorar-lhe a ninguém
2º. Não confiar em ninguém e
3º. Não esperar nada de ninguém.

Viva pela Fé, confie e espere
só em Deus! (Hebreus 10:38)