Texto de Reflexão de Amor
Não acredito que a felicidade está nos outros, mas no amor correspondido. Nem sós fisicamente e nem solitários emocionalmente. A felicidade é um todo, um estado de espírito, estar em paz não é está 'em felicidade'... a felicidade é estar em paz e em sintonia de sentimentos com todos que gostamos: eu - amado(A) - família e amigos. Isto é felicidade.
Sei agora o que nunca soube – que o amor encontra o seu estado mais puro quando julgamos que o fim chegou; finalmente entendo que o amor pode ser precisamente essa ausência, o deixar de estar, ser capaz de apreciar cada minuto da nossa memória como se segurássemos, entre as mãos, um punhado de brasas num deserto de gelo.
Seria tudo melhor se houvesse amor na realidade, onde a gentileza, educação, felicidade fosse um preceito natural, onde os homens olhassem um para os outros com intuito da bondade, essa realidade que imagino não espero em um "céu" ou um lugar distante, o ideal que o respeito e o amor existisse no agora, que o amor fosse natural, que a solidão não existisse mais à ninguém, que todos pudessem realizar seus sonhos, que o bem estivesse dentro de todos, que os olhares fossem bons de uns aos outros. Que todos pudessem alcançar tudo que almejam para construir seu próprio futuro e tornar esta terra em uma área de aprendizado e amor. Que a dor não existisse mais a todos os seres.
É no amor que a gente realiza quem nós somos. Viver de forma egoísta, é nunca se realizar como pessoa. Independente de alguém ser chamado ao matrimônio, ao celibato ou sacerdócio, se essa pessoa vive para si mesma ou para o próprio prazer, ela não é feliz! Isso em qualquer âmbito de relacionamento. Se eu tiver uma amizade, não serei feliz buscando apenas a minha felicidade. Isso namoro, família, amizade, casamento... Falo de reciprocidade, sem isso não há plenitude.
As lágrimas lubrificam a alma, são como um rio que em seu leito navegam as embarcações do amor, ódio, tristeza, alegria. Sentimentos que colorem, matizam ou atenuam os retratos da vida. Ao chorar transbordamos o copo da vida com novas possibilidades, coloridas, em preto e branco ou matizadas como o outono nas folhagens.
O certo e o errado o ódio e o amor a esquerda e a direita o frio e o calor a noite e o dia a luz e a escuridão o inverno e o verão um abraço ou um aperto de mãos a companhia ou a solidão você e eu ou eu sem você, o tudo ou nada o mistério e o desvendar a mágica e o truque o querer e o alcançar o ordinário e o extraordinário a vida e a morte o fim e o começo o sim e o não o parênteses e o ponto de interrogação, segundos minutos horas e dias meses e anos o tempo e a ampulheta a areia e o mar o sonho e o realizar, tantas coisas ao mesmo tempo nada e o nada ao mesmo tempo tudo.
É plural, o amor. Só uma visão antiga, antes de se saber que somos construídos por camadas sucessivas, podia imaginar o amor como um instrumento monolítico. Essa concepção priva as pessoas da alegria e amarra o amor à idade. De facto, não existe essa amarra se formos cultos do ponto de vista psicológico. O amor é um estado de alma que evolui até à morte.
amor é para fracos, o amor amolece o coração, e as pessoas não são mais pulso firme, por mais que finjam ser, quando elas está apaixonada, ela não consegue ser pulso firme com aquela pessoa, e se você ganha um sorriso dela, parece que ganhou o mundo, se você ouve a voz dela, o coração aquece, e tudo isso é por causa do amor!
Há três razões pelas quais o amor é absolutamente indissociável da literatura amorosa. A primeira é que a gente aprende a amar e a declarar o amor pela literatura. A segunda é que o amor se tornou relevante em nossa vida à força de ser descrito e idealizado pela literatura. A terceira é que o amor, como sentimento, é um efeito das palavras que o expressam: a literatura nos instiga a amar tanto quanto nossas próprias declarações amorosas.
A paixão, e o amor, não entram no jogo da facilidade nem dos lugares-comuns. Ou seja, é preciso mais imaginação, mais investimento, mais criatividade, mais vontade de não ficar quieto e parado no mesmo sítio para sentir de novo borboletas na barriga e as pernas tremer. É preciso espantar-se a si mesmo, ao outro e aos respectivos cérebros.
Amor não e para ser fácil, não e para ser leve, não é para ser mar de rosas, não foi e nem nunca será. O amor é sofredor, não busca seus próprios interesses, tudo sofre, tudo crê, tudo suporta. Os grandes mestres em todos os períodos nos ensinaram isso. Amar é engolir sapo, colocar o outro sempre na frente, perdoar o imperdoável, dar a outra face quando convém revidar, ficar quando o que lhe resta é partir. Se fosse pra ser fácil, não seria um desafio e caminhos sem obstáculos tendem a não te levar a lugar a nenhum. A conquista vem sempre seguida de sacrifício, tem que ser difícil, faz parte do processo. Geração fast food, quer tudo na mão, não aceita sofrer e não sabe ouvir não, não sabe lutar, não sabe insistir, se está ruim troca, o que importa é o melhor ‘’pra mim’’. Querer o melhor sem sacrificar, é contradição, Deus entregou seu filho Jesus por amor e você o que tem feito pelo seu irmão?
O amor a marca é o maior benefício que uma empresa pode conquistar, já que seus clientes passam a ser uma legião de fanáticos por valores institucionais, porém em muitos casos esses mesmos clientes utilizam uma venda artificial com o logo da tal marca bordado, onde independentemente do que é lançado sempre é elogiado e defendido.
Podemos tanto multiplicar quanto dividir apenas o que de fato é nosso, nosso amor ou ódio, nossa sabedoria ou ignorância, nossa lealdade ou falsidade, nossa humildade ou altivez, nossa generosidade ou mesquinhez, nossa complacência ou intolerância, nossa sanidade ou demência, nossa mácula ou rigor, assim como toda nossa tara. Já o que é dos outros, o que nos cabe apenas é absorver ou não pois... uma coisa é o que em verdade temos para dar e outra, é o que realmente, dos outros nos interessa.
Gostar de alguém é natural. Mas amor é algo raro, pois em um mundo onde as pessoas vivem enganando e sendo enganadas não se pode desfrutar do amor verdadeiro. Enquanto os homens não pararem de exergar as mulheres como um simples objeto de prazer, e as mulheres não pararem de ser gananciosas, o amor nunca irá seguir seu percurso corretamente, e no final as pessoas serão preenchidas pela grande dor que se chama solidão.
"Entre a força e a razão, entre o rancor e o perdão, entre o ódio e o amor, procure cultivar no solo da sua existência as sementes que farão brotar a paz em seu coração e das pessoas ao seu redor, lembre-se que no curso da história palavras já convenceram muitos, porém sempre foram os bons exemplos que arrastaram as multidões."
Amor é um sentimento forte de afeto que toma conta do pensamento mesmo diante da maior dificuldade e provação entre acertos e erros, verdades e mentiras, sendo platônico ou romântico, com o objetivo de justificar o momento a dois na finidade de ficar juntos não importando o contexto de ser lícito ou ilícito e muitas das vezes egocêntricos.
"Paixão e ódio são sinônimos para mim. O amor não é nem um pouco parecido com a paixão e muito menos com o ódio. A paixão é passageira e reside apenas nas emoções, é apenas uma projeção fantasiosa criada em nossas mentes por nós mesmos para satisfazer desejos e carências próprias. O ódio só existe porque nele contêm paixão, por isso muitos dizem que o amor anda de mãos dadas com o ódio porque se confunde o amor com a paixão. O amor reside na ação, na razão, no respeito, no cuidado, na atenção, na proteção, o amor é um ato em si, ele é racional, é lúcido e não ilusório. O amor é tão natural que diferentemente da paixão, ele nem se quer precisa de filtros para propagar a sua própria luz.
O amor aprisiona e sega mesmo com olhos abertos, faz com que passamos a cuidar mais do outro por livre vontade ou por obrigação. Mas quando o amor acaba, libertamos em meio as feridas que ao chegar no fim restam as cicatrizes, neste momento passamos a cuidar de nós mesmo e a enxergar as tolices sem razão.
O que eu deveria ter dito a ele naquele dia: o amor se torna uma ferida aberta, suscetível a infecções. Mas ele era jovem e eu também, e eu queria a felicidade dele mais do que a minha. Então engoli minha dor e me permiti fingir que o amor poderia florescer se eu não ficasse no seu caminho.
Em teu coração, planta a semente do amor divino, regando-a com fé constante. Deixa que esse amor seja a luz que guia teus passos, a força que sustenta teus dias. Amar a Deus é nutrir a alma, cultivando uma conexão que transcende os limites terrenos. Que esse amor seja a bússola que orienta tua jornada, transformando cada desafio em oportunidade de fortalecer tua ligação com o divino.
