Texto de Praias

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Na infância, tudo me parecia imenso da cicatriz na perna à praia onde cresci.
Mas ao me tornar adulto, percebi: não era o mundo que era grande demais,
era eu que era pequeno demais para compreendê-lo.

Com o tempo, vi que nada tinha o tamanho que imaginei.
Hoje, sou grande demais para aquela cicatriz,
grande demais para aquela praia,
grande demais para a vida que vivi.

Eu não sou mais o mesmo.
Apenas... cresci.

Grace Carneiro

Manuela

Numa tarde ensolarada, passaste uma garota na orla da praia, eu estava acompanhado, mas não pude deixar de nota-lá.

Sua camisa de longe minha atenção chamará. Ali vi uma oportunidade de criar uma ligação. Eu a elogiei e logo depois ela retornará.

A interação foi sucinta, exalou um jeito meigo e, ao mesmo tempo, distinta.

Manuelase chama ela, garota agradável, detém bons e curiosos gostos, marcante e admirável.

A vi uma só vez, na tarde ensolarada de algum mês.

Manuela se chama ela.

— de Lorenzo Almeida, para Manuela Marques.

Sonho lúcido, provocante, que acontece entre a realidade e o imaginário, numa praia tranquila, onde, deslumbrado, avisto uma venustidade emocionante, incomparável, criada com uma estrutura sublime, partes somadas com muita sabedoria, uma imagem viva, as curvas de uma poesia pulsante,

Exposta lindamente sobre a areia, porém com sentimentos consistentes, um capricho abundante, os raios solares exaltando ainda mais a sua naturalidade veemente, um destaque bastante justificável, encanto para os olhos e uma inquietação prazerosa para a mente, momento intensamente satisfatório

O poder dessa imersão é tão notório que até o movimento das águas do mar e a suavidade da brisa, mesmo que instáveis, conseguem ser harmoniosos, integrando esse cenário realista com um acontecimento sonhado, que proporciona esse cena expressiva como se eu estivesse lá pessoalmente, admirando as criações Divinas.

Andando pela praia
Sentindo a maciez da areia fofa
Cabelos ao vento
Olhos nos olhos
Olho em teus gestos
Comovo-me registrando seu semblante
Que carrego no retrato aqui comigo
De mãos dadas...ternuras ditas
Boca molhada...
As palavras secam na garganta.
Somente palavras ditas em silêncio
Ondas isoladas testemunham
O dia se fez pele...
Ihaaa!!!! Doce vida!!!
TU é CArinho!.

Tudo de Mim..

[...] me encontro na praia longa e solitária, quando o sol começa a acariciar as dunas e ondas...

Onde as gaivotas e peixes
cumprimentam-me eufóricos ao acordar pela manhã...

Então o mar, meu mar...

Me fala de emoções contidas, enquanto caminho em passos rápidos pelas águas cristalinas nas margens da praia...

Onde me torno dos sonhos
e deixo-me embalar nos sentimentos
a cada passo, em cada traço...

Porque tudo que almejo é sentir o calor do Sol, o cheiro do Mar que outrora me trouxera o Girassol...

E que a água limpe meus passos,
mas mantendo as areias douradas em versos de esperança...

Sempre em si...



Pensamentos ao Mar


Hoje ao sair do culto fui a praia ver o mar procurar um lugar tranquilo um lugar para meditar
Ao olhar as ondas me fez lembra do brilho dos teus olhos a beleza do teu sorriso o que me fez imaginar
Tão linda tão meiga tão doce uma obra tão linda que só o criador foi capaz de desenhar
Com traços tão lindos e tão perfeitos criou ela perfeita ao seu jeito que meus olhos vieram a se encantar
Terminei minha noite orando e pedindo ao nosso bom Deus que aquele coração vinhece a guardar e sua vida abençoar.
Abençoar meus Deus está menina, tua obra mais linda que sua voz por muitas vezes veio a me acalmar e com um simples sorriso veio a me encantar.

Aqui e lá

Era início de noite na praia em que eu sempre passeava com minha esposa.

Praticamente calados, muito pouco conversávamos. Tínhamos bons empregos, carros, apartamentos, enfim, uma excelente condição financeira. Porém algo estava faltando. Eu caminhava com ela todos os fins de tarde, naquela mesma praia, e observava um casal que parecia ter pouco mais de 60 primaveras. Pareciam duas crianças brincando com a areia, abraçados, contando as ondas do mar, admirando as estrelas em meio aos abraços, cafunés e beijinhos que pareciam roubados ao seguirem sorrisos indescritíveis. Todos os dias eles ali estavam, sorrindo, cantando, festejando uma alegria que eu não conseguia explicar, visto que viviam em condições não muito favoráveis de se viver. Eram extremamente humildes. Moravam em um quartinho que fizeram de casa, com sala, cozinha e banheiro em poucos metros quadrados. Nunca soube se tiveram filhos e se estes deram-lhe netos. Mas eram tão felizes...

Não aguentando-me de curiosidade, certo dia ao andar por essa mesma praia, questionei-o:

- Sr., por favor, poderia responder-me a uma pergunta?

- Claro, meu jovem. Se estiver ao meu alcance, o farei com todo prazer.

Enquanto eu olhava para a senhora dele sentada na areia de frente para o mar, fiz a pergunta que angustiava-me há algum tempo:

- Olha, eu tenho carros, apartamentos, ótimo emprego, uma mulher linda, mas sinto que falta algo em minha vida. O que está faltando eu só consigo encontrar ao ver seu relacionamento com sua senhora. Qual é o segredo de tanta alegria e entusiasmo após décadas de relacionamento?

-Meu jovem, o segredo está em valorizar as coisas mais simples da vida. Um sorriso, uma palavra, um gesto. A partir do momento que tornamos isso mais importante do que tudo que o dinheiro pode comprar, passamos a ter aquilo que nenhuma quantia poderá pagar, que é o mais importante da vida. E isso, jovem, é o que realmente levamos daqui. Tivemos 6 filhos e com todas as dificuldades em nosso caminho, estão todos formados e trabalhando. Já temos alguns netos e sou muito grato a Deus por tudo! Passamos por muitos momentos difíceis, mas com fé e amor superamos tudo!

Ao virar o rosto para falar com este Sr., ele não encontrava-se mais ali. Nessa mesma hora, chegou minha esposa para contar-me do falecimento destes dois senhores, em sua humilde moradia, há algumas horas.

Faleceram abraçados, como não poderia deixar de ser, pouco antes de meu questionamento a ele.

Surpreso, apenas olhei para o local onde eles costumavam ficar, sentados, admirando um ao outro como dois eternos jovens amantes. Na areia havia um coração em que dentro dele estava escrito: "aqui e lá sempre vou te amar".

Assim que o mar apagou os dizeres, lá estavam eles, sumindo lentamente ao caminhar em direção ao lá com o mesmo amor, carinho, respeito e simplicidade que tiveram aqui.

ENCANTAMENTO
Sou filha das águas azuis do meu rio. Criei-me nas praias do meu Tapajós ouvindo as yaras cantando em surdina seu canto de amor que embriaga, que encanta, lavando os cabelos com a espuma das ondas, seus longos cabelos, tão lisos, tão verdes, da cor da esperança que a gente acalanta. A hora do sol, deitadas nas pedras seus corpos secavam, enquanto os cabelos, tão lisos, tão longos, as águas levavam, pra lá e pra cá… À noite elas riam e brincavam de roda na areia da praia, à luz do luar, enquanto serena a lua banhava seu rosto redondo nas águas do rio e a gente medrosa do boto encantado fechava-se em casa, tremendo de frio. E foi numa noite de maio bissexto, de águas tão grandes, tocando o assoalho que eu vim a este mundo, por mãos do destino, tão frágil, tão tenra como um mururé. Depois as yaras meu berço embalaram e ensinaram à mamãe suas canções de ninar. A fada madrinha seu nome me deu e velou por meu sono quando eu era criança. Por isso ainda hoje eu escuto seu canto. Uma doce cantiga de amor e esperança.
YARA CECIM

Caminhando despretensiosamente pela areia da praia, aproveitando a tranquilidade noturna, a lua com o seu luar gentilmente me acompanhando, sentindo a brisa do mar, que estava com as suas águas indo e voltando, beijando as margens, molhando os meus pés e apagando as minhas pegadas cada vez que eu ia avançando na minha tranquila caminhada

E para melhorar ainda mais esse momento, fui ricamente surpreendido, encontrei uma arte sedutora em movimento, saboreando a sua liberdade, estava sozinha, mas não demonstrava medo, nem mesmo quando me viu, parecia até que estava me esperando, pois logo olhou para mim e sorriu e nossos olhares por alguns instantes ficaram se entreolhando

Ela era uma distinta beldade de pele morena, suave, suas formas eram atraentes, desenhadas nas medidas certas, considerando a sua riqueza de detalhes, além do mais, olhava de uma maneira muito sincera, tanto com audácia quanto com gentileza, sentia o vento tocar com leveza os seus cabelos, a sua intensidade manter o seu corpo aquecido assim como o fogo do nosso desejo.

Lamento por Orelha


Na areia da praia ficou o silêncio,
onde antes corria teu riso canino.
Orelha, amigo de olhar sincero,
te tiraram a vida num ato tão vil, tão mesquinho.


Não foi a natureza, nem o tempo,
foi a mão cruel que não soube amar.
Covardia não vence lealdade,
nem apaga o bem que soubeste deixar.


Teu latido ainda ecoa no vento,
teu afeto mora em quem soube te ver.
Descansa em paz, pequeno guerreiro,
há uma justiça maior a te acolher.


Quem ama jamais esquece,
quem sente, jamais se cala.
Orelha vive na memória
e no clamor de toda alma que não se conforma.

Até Distante Da Praia,Tem As Suas Raízes.












Uma árvore bonita e esverdeada pode ser vista em muitos lugares.
Nas calçadas das cidades ou em alguma esquina.
Em meio a outras árvores elegantes assim como ela.
Uma árvore com folhas verdes respira bons ares.
Em cada balançar dos seus galhos fortes e atravessados.
Uma árvore com folhas verdes cresce perto de estradas,muros e em tantos jardins.
Com um nome que lembra um lugar para repousar.
Que distrai e se deixar acreditar.
Que pode acontecer em mais de um lugar com o nome que essa árvore tem.
Desde a sua semente a sua vida de árvore foi destinada a viver imersa em grãos amarelados.
Bonita e com folhas verdes que fazem sombras para a sua vida e para as vidas de quem passa sob os seus galhos.
Muitas delas são vistas próximas.
Como se tantos galhos indicassem um mesmo caminho.
Ou com tantas folhas levando os dias com suavidade nos seus sorrisos gentis.
Uma árvore que cresce com o mesmo motivo das outras.
Com um nome que a faz querer ir para mais perto da praia.
Ou onde tenha grãos que escrevam o seu nome.
Das suas raízes até as suas folhas.
Amendoeira é como se chama.
Desde a praia ou até o mar.
E mesmo que esteja distante as suas raízes jamais deixarão de sentir os grãos de areia nas suas forças.
Nem mesmo os dos ventos.
Porque mesmo em outros dias o aroma da praia estará sobre a sua vida.
Nos seus frutos também existe um sabor.
Que se deixa tocar e apreciar.
Como as praias e os mares nas suas sombras.
Indo e voltando nas folhas que os grãos de areia podem tocar.
Como as águas fazem e até as gramas que ficam sobre as suas raízes.
Mesmo que estejam em outros lugares ainda serão o semear de uma bonita Amendoeira-da-praia.
Que percorrem as areias dos maravilhosos destinos.
E mesmo as que nasceram distantes das areias,permanecem com as suas raízes no ir e vir de cada grão da praia.
Ou de algum lugar que repouse nas suas folhas,nos seus dias ou onde quer que alguma bonita Amendoeira queira estar.
Porque os seus frutos de alguns lugares voltarão para mais perto das praias ou do mar.
Em algum dia quando novamente for preciso.
Para que outras vezes sejam semeadas com grãos de areia.
E que cresçam tendo o aroma das praias nas suas vidas enraizadas em cada grão de areia ou de um lugar que repouse nas suas raízes mesmo distante dos seus sonhados refúgios.

Retorne a si


As andorinhas voltam
na primavera.
As tartarugas retornam
às praias onde nasceram.


A vida é um retorno:
um retorno à vida
que ainda está por vir,
não à que passou.


A vida é um retorno,
um retorno àquilo
que te faz ser quem és.


A vida é um retorno:
às boas memórias,
às boas risadas,
às boas companhias.


Retorne.
Retome.
Reajuste.

Dente de Leite

Eu fui na praia passear com minha vó
Veio uma concha na onda bateu no dente da frente

Que era de leite tão molinho meu xodó
E eu já tinha prometido pra minha vó de presente

Mas eu engoli o dente
Engoli o dente
Que eu já tinha prometido
Pra minha vó de presente

Eu engoli o dente
Engoli o dente
Que eu já tinha prometido
Pra minha vó de presente

Fé sem questionamento é fanatismo cego e frágil. Um castelo de areia na beira da praia. O questionamento traz os tijolos para construir um castelo de verdade, ainda que, ao longo do processo, decida modificar alguns pontos, pintar de outra maneira, ou retirar algumas áreas já projetadas.
- Marcela Lobato

À beira da praia, sentado na areia,
Vejo as águas, vivas, que dançam em volta de uma sereia
Brilhante horizonte que acorrenta o meu olhar
Se eu seguir a linha do sol eu vou te encontrar?

O vento que transcorre no meu rosto incolor
Canta canções perfeitas, perfeitas pra quem chorou
O brilho está por aí, minha alma desbotou
Já tentaram me pintar, mas a tinta não secou

Se meu anjo decidisse vim tentar me ajudar
Pediria suas asas pra o mar atravessar
Não tenho barco, não tenho braços que consigam aguentar
A cada dia que passa mais distante você está.

Eu quero ironizar, afinal, hoje é domingo.
Dia de batizado, piquenique e praia cheia
Eu quero muito sorrir e florir.
Porque não tenho certeza
De nada do amanhã.
Então, hoje eu serei alegria.
Sorrirei para a maresia.
Enganar as preocupações,
Que são somente minhas.
Deixo-as guardadas na gaveta,
Com o relógio que hoje não faz cócegas.
Que a maresia leve embora a dúvida,
E traga no lugar o cheiro de bolo e a leveza.
Se amanhã o mundo for de ponta-cabeça,
Hoje eu planto flores na certeza,
De que o sorriso, ironicamente, é a única defesa.
Aproveite o seu domingo!
Com esperança, luz e Fé 💖

Ludicidade Praiana entre a Lua e o Mar

Luar brilhando fortemente com elegância, lá no alto, entre algumas nuvens acinzentadas, refletindo o seu brilho admirável sobre as águas do mar,

O qual exibia as suas ondas baixas, movimentadas pela brisa como se estivesse acariciando gentilmente a areia da praia, marcada por pegadas de idas e vindas.

O resultado foi um cenário apaixonante, cheio de vida, que provou a magia da ludicidade, atraiu a percepção poética e expôs a leveza da simplicidade.

Parte bela da noite, de uma linda memória construída a partir de uma observação sincera da lua — o grande destaque de um lugar praiano, uma paisagem que liberta.

O.H.A .


Assim como as estrelas são incontáveis, os grãos de areia das praias também, e a fé é o mistério mais antigo usado pela humanidade.
Há muito tempo a vida é o princípio e o fim de tudo, a esperança e o milagre estão intimamente conectados e no horizonte o bem vence o mal, depois de muito tempo, a vingança é sedutora assim, porém é uma ilusão pra quem tem ética.

Hoje acordei com vontade
de pegar o meu barco
e navegar...


Chegando na praia
lembrei que eu só tenho
um barquinho de papel...


Peguei a minha caneta
e começei a remar
no meu batel...


E fui singrando as águas
do que mora em mim
marés de memórias
ventos de saudades
maresia de inspiração
sem fim...


Cada verso
uma onda
cada pausa
um farol
e o sol
se fez verso
no meu
papel batel...


Remando com a caneta
furei as veias do papel
meu barquinho
sangrava versos
mas seguia
( teimoso)
no vendaval
das entranhas...


Não era mar
era voragem
não era água
era o meu
lirismo aflorado...


E mesmo assim
fiz da luta
o leme
das cicatrizes
o casco
e avancei
porque naufragar
também é escrever...


E quando enfim
meu barquinho
afundou
no silêncio
mais profundo
de mim
descobri
não era o fim
era o começo
do poema
que eu suei
para existir...


@MiriamDaCosta

Ode à Mariazinha da Praia das Conchinhas
(Erê/Entidade da Umbanda)



Erêzinha minha, tão queridinha,
com sua meiguice e carinho,
nunca me deixa só no meu caminhar,
sorri como a brisa fresquinha
que beija a maré baixinha...


pequena guardiã da areia dourada,
dança e trabalha entre conchas
estrelas do mar e brincadeiras
sua voz é brisa, sua presença é estrada,
que conduz a alma cansada...


nos olhos pequeninos
traz a profundidade do Oceano,
na pele o sol desenha um manto,
e em cada gesto tão puro e singelo
há um refúgio doce e belo...


Mariazinha, criança do mar,
és poesia que insiste em ficar,
como concha que guarda segredo antigo,
como onda que sempre retorna ao abrigo...


Erêzinha da praia e da espuma,
nascida do primeiro sussuro da maré,
com tua doçura me atravessas
como raio de sol nos dias cinérios...


Nunca me deixas só!
és faísquinha de luz e és clarão,
és concha que ressoa o meu silêncio,
és mar sereno dentro do meu coração...


Mariazinha, tua meiguice alenta e cura,
teu carinho é sol que ilumina a noite
para que o dia seja tenro
sobre a areia escaldante da vida...


Trazes nos olhos o mistério do Oceano,
e nos pés a dança inquieta das marés
tu não caminhas;
tu adoças os caminhos,
e me obrigas a seguir,
mesmo quando o meu coração
quer naufragar...


És a guardiã das conchinhas,
mas em cada uma delas
há um pedaço meu
que o Mar te confiou...


Mariazinha, menina doce do mar,
com teu sorriso miúdo,
acolhes meu passo cansado
como quem sabe o peso do silêncio...


És conchinha guardada na palma,
tesouro pequeno, mas infinito,
presença que o Oceano me dôou
para que eu nunca esquecesse
a ternura escondida
nas marés da vida...


Teu carinho é brisa leve,
que me envolve sem nada pedir
e tua presença é farol discreto,
luzinha que não deixa a solidão
se tornar escuridão em mim...


Mariazinha, tão queridinha,
és infância que retorna em onda mansa,
és a poesia que se escreve sozinha
na areia úmida da minha lembrança...


Mariazinha da Praia das Conchinhas
a te dedico essa ode cheia de riminhas
para agradecer do fundo do coração
todo o teu carinho e proteção ...


Salve a tua Praia e as tuas conchinhas!
✍©️@MiriamDaCosta