Texto de Amor Ensinamentos de Vida
Tudo na vida tem um propósito e significado, mesmo que nem sempre o compreendamos.
Despertar para nossa existência nos leva a questionar nosso papel no mundo.
Encontrar nosso propósito pode ser desafiador, mas é algo que todos devemos buscar.
Você já encontrou seu propósito na vida?
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé
O Diálogo Eterno
No princípio, Thales contemplou o mar,
"tudo é água", o mundo a flutuar.
Parmênides contestou, com ousadia:
"o ser é imutável, a mudança é utopia."
Heráclito, no fluxo, ergueu sua voz:
"tudo flui, nada permanece em nós."
Platão buscou o ideal, além da visão,
"o mundo das ideias é a perfeição."
Aristóteles, atento, fez sua objeção:
"o real é a substância, a causa e a ação."
Santo Agostinho, em prece, refletiu:
"amo-te, verdade, tardia, mas foste o que insistiu."
São Tomás, da razão e fé defensor,
clamou: "a causa primeira é o Criador."
Maquiavel, ao poder fez seu louvor:
"o fim justifica os meios", disse com ardor.
Descartes duvidou, firme em sua missão:
"penso, logo existo" — a base da razão.
Locke, na tábula rasa, escreveu o saber:
"somos moldados pela vida e o aprender."
Schopenhauer lamentou, com profundo pesar:
"o mundo é vontade que nos faz penar."
Kant, do dever, trouxe nova lição:
"age como lei universal tua ação."
Hegel viu o mundo em dialética erguido:
"tese e antítese, o real é um tecido."
Nietzsche, no eco, um desafio deixou:
"torna-te quem és" — assim ele ensinou.
Beauvoir, na igualdade, desafiou o viver:
"não se nasce mulher, torna-se ao crescer."
E Sócrates, sereno, em sua ironia,
deixou: "só sei que nada sei," como guia.
E assim, no ciclo, a filosofia caminha,
do eterno perguntar ao que nos aninha.
No fim, todos juntos, num coro a ensinar,
que pensar é existir e, no existir, amar.
GinoPedro
Na jornada da vida, temos três tipos de companhia:
As efêmeras, pessoas que cruzam a estrada, provocando pausa na rota.
As transitórias, que escolhem rotas opostas, atrasando o nosso curso.
E, as efetivas, que estarão contigo no sol, na chuva, na neblina,
nas subidas, descidas, curvas, buracos e pedras no caminho.
● A Ilusão da Permanência e o Chamado à Essência
Quantas vezes confundimos o brilho do ouro com o valor da vida? Nos prendemos ao tangível, ao material, como se isso pudesse definir quem somos ou quanto valemos. Mas será que os muros das nossas conquistas físicas não escondem o vazio de uma existência sem propósito?
O que são os títulos, as posses, as honrarias, diante da brevidade de nossa passagem por este mundo? Cada diploma, cada bem acumulado, é apenas um lembrete do que o tempo pode consumir e do que ele não poupa. O homem que busca sentido no poder e no status encontra, ao final, a solidão de uma narrativa incompleta.
A sabedoria não é medida por linhas em um currículo, mas pela profundidade com que tocamos as vidas ao nosso redor. A verdadeira inteligência não está na acumulação de conhecimento, mas na capacidade de utilizá-lo para criar pontes, aliviar dores e semear esperança, mesmo entre aqueles que nunca saberão nosso nome. O que é mais nobre: ostentar aquilo que o tempo destrói ou viver de forma que o legado de amor, respeito e transformação desafie a própria mortalidade?
A vida é agora. Não é uma promessa, não é uma espera. É o pulsar de cada segundo, o som silencioso do coração que bate e o instante que escorre como água por entre os dedos. E quando olharmos para trás, o que queremos encontrar? Um inventário de bens perecíveis ou uma história de significado e impacto?
Tudo aquilo que acumulas - carros, casas, títulos; tornar-se-á poeira. Mas aquilo que semeias em gestos de compaixão, sabedoria e amor, isso, sim, atravessará gerações. Acorda! O agora que tens em mãos é tudo o que te foi dado. Não o desperdice com o ilusório, com o passageiro. Respeita o próximo, ama-te a ti mesmo e faz da tua existência um reflexo de tudo o que é eterno.
Porque, no final, a única coisa que deixamos neste mundo não é o que possuímos, mas o que somos para os outros.
Tu és efêmero, mas tua essência pode ser imortal. A escolha é tua: viver pela aparência ou viver pelo impacto. Que farás com o instante que tens agora?
#Viva Direitinho
Aniz
Se a minha alma viesse me ver,
Talvez algo assim, ela iria dizer.
...
A momentos da vida, que eu já nem tento mudar,
Só paro e penso:
Devo desistir ou lutar?
Mas ninguém responde..
ninguém quer falar..
É muito barulho!
Um grande vazio onde eu mergulho.
Uma ofensa, um tormento.
É tanta crença sem fundamento!
Pra muitos é normal, nem faz tanta diferença.
Mas pra quem sente, é doloroso..
vem lento, marcando presença!
Não tem como explicar..
Quer entender?
é só parar um segundo..
e ali ficar.
Aquele instante só seu,
sem amarras ou correntes..
É só começar.
Mas não é fácil,
vc vai querer fugir,
vai tentar escapar..
Mas insista, e você vai encontrar.
Dizem que estar bem consigo mesmo é a melhor saída,
o maior segredo.
Mas ninguém quer pagar pra ver,
não tem tempo ou morre de medo.
Com sinceridade..
No fundo eu não sei bem essa resposta,
mas acredito que a paz, seja a sua melhor aposta.
Aquela que vem de dentro sem pressa..
de outra vida, ou talvez dessa.
Quando for difícil de achar,
tente mais forte pensar:
Tudo o que sinto é um presente!
seja no coração, ou lá dentro da mente.
Sendo assim, eu escolho lutar.
A Resposta sempre esteve aqui,
E eu vou te contar:
Não desista!
Encare o que vier!
Lá na frente,
se você realmente acreditar e quiser,
Vai perceber que essa luta gerou bons frutos!
Que irão brotar por aqui,
e por onde mais estiver!
Nascer, Crescer e Morrer
No ventre da mãe, o primeiro pulsar,
um sopro divino a nos moldar.
Chegamos ao mundo em frágil chorar,
um início de vida, um mistério a trilhar.
Crescemos aos poucos, em passos lentos,
aprendemos com erros, vivemos momentos.
Dos risos na infância à pressa da idade,
somos ventos que correm na vastidão da verdade.
E o tempo implacável, senhor do destino,
marca nossas faces com traços divinos.
Na juventude, ousamos desafiar,
mas a velhice nos faz refletir e parar.
Morrer... não é o fim, mas um recomeço,
um ciclo eterno, um profundo endereço.
De pó viemos, ao pó voltaremos,
mas o amor que plantamos, jamais perderemos.
Que a vida, tão breve, nos ensine a amar,
a ver cada instante como um doce luar.
Pois somos poeira, viajantes do ser,
no ciclo divino: nascer, crescer e morrer.
DESUMANO
Brincam com tudo...
Com seus sentimentos,
Com sua dignidade,
Com sua saúde,
Com o que deveria ser sagrado: o alimento.
A terra, exausta, já não produz como antes.
Nos últimos vinte anos, o veneno derramado — agrotóxicos e ambição — brotou em câncer e devastação.
A ganância arrancou as raízes da ética, sufocou os frutos da moral.
Em nome do capital, sacrificam vidas:
Poluem a água que deveria saciar,
Envenenam o solo que deveria nutrir,
Adulteram a carne que deveria sustentar.
Atacam no silêncio, onde não há voz para defesa.
São “pseudo-semelhantes”, vorazes predadores de um povo faminto.
Oferecem comida que, nem aos cães, serviria sem piedade.
E o que é mais difícil de engolir?
O alimento contaminado, mascarado para disfarçar sua morte precoce?
Ou a podridão moral dos que lucram com essa tragédia?
Tentam maquiar a decomposição. Colocam papel — ironicamente, o mais limpo no espetáculo sujo — entre carne e desespero.
Mas não é poesia, nem literatura:
É a carne que você paga caro e consome com alegria, sem saber que ela traz, no sabor, o amargor da degradação.
Não se trata apenas do alimento físico.
É a alma que se contamina com o cinismo dos "vermes humanos",
gente que rasteja pelo lucro, deixando um rastro de destruição.
Dia após dia, a desumanização avança, tragando vidas como um buraco negro, onde nada sobrevive.
Até quando se dará esse espetáculo grotesco e velado?
Até quando o lucro falará mais alto que a vida?
Até quando a vida humana, será considerada a carne mais barata do mercado?
Seres humanos, desumanizados.
Mas a história não acabou
O solo ferido, ainda pode renascer,
A água envenenada, voltar a correr,
E as sementes perdidas pela ganância,
Brotem de novo em terra de esperança.
Há força na indignação,
Coragem em cada coração,
Resistência no grito abafado,
Renascendo onde tudo foi calado.
Somos as mãos que plantam a ética,
Os passos que caminham na poética,
De um futuro onde o alimento, enfim,
Será puro, sagrado, do início ao fim.
Enquanto a vida pulsar na raiz,
Mesmo sufocada, ela insiste e diz:
"Há um amanhã esperando florescer,
No solo que a justiça há de devolver."
O Sol em Nós
Há um sol que nasce além do horizonte,dourando montanhas, beijando a fonte.É farol divino, guia do dia,aquecendo a terra em melodia.
Mas há um sol que em nós precisa brilhar,não de fogo, mas de amar.É luz interna, chama guardada,que ilumina a alma mesmo apagada.
O sol do céu finda ao entardecer,mas o sol da vida não pode morrer.
É coragem nas sombras, fé no escuro,um coração quente num mundo inseguro.
Deus desenha o sol nas manhãs que renascem,e nos ensina a sermos luz nas vidas que passam. Que nosso brilho seja tão forte e fecundo,quanto o sol que aquece cada canto do mundo.
Alves, Rosahyarah
A ilusão das princesas
Nos contos de fadas, dizem,
há um "felizes para sempre"
cravado em ouro nas páginas,
como se o tempo parasse,
como se a felicidade fosse estática.
Mas a vida não é isso.
Ela é um mar inquieto,
onde as ondas beijam a areia
e, sem aviso, recuam,
levando pedaços do instante.
A ficção nos oferece castelos,
promessas de eternidade,
um refúgio onde nada muda,
onde os finais são feitos de vidro
e não se quebram.
Aqui fora, a areia se molda
sob cada novo passo,
as ondas desenham o que o vento apaga,
e a felicidade é um sopro,
leve, fugaz, real.
Aceite: a vida é movimento.
É hoje, não amanhã.
É a gargalhada que explode
entre lágrimas,
o instante roubado à rotina,
o suspiro no meio do caos.
Não existe "para sempre".
E está tudo bem.
Seja feliz agora,
pois o agora é tudo
o que a vida
te oferece.
"Viver é um ato de coragem, um mergulho no desconhecido, um abraço ao imprevisível.
Arrependimentos virão, mas que sejam das escolhas feitas, das histórias vividas, dos sonhos que tentamos alcançar e das quedas que nos ensinaram a levantar.
Não há dor maior que a de olhar para trás e perceber que o medo do fracasso nos impediu de viver. A vida não é um ensaio; é agora, é o instante.
Por isso, arrisque, ame, lute, celebre, experimente. O maior erro não está em falhar, mas em não se permitir sentir o gosto da vitória e o aprendizado da derrota.
Que, ao final, não nos reste a angústia de uma existência contida, mas o orgulho de ter vivido plenamente, com intensidade, com verdade, com alma."
Aniz
#Viva Direitinho
Podemos ver a vida por três formas:
A visão que os olhos nos proporciona,
a perspectivas que o coração nos faz sentir dela e as concepções que a razão nos conduz. O importante é procurarmos compreender a vida sob esses três meios, sem ignorar nenhum deles, pois, somente assim, teremos uma realidade mais acertiva dos fatos.
A vida é um enigma desvelado no instante em que respiramos pela primeira vez, um sopro fugaz envolto em mistérios insondáveis e certezas inevitáveis. É a travessia de um oceano sem mapas, onde a única bússola é a consciência de que cada dia nos aproxima do porto final. Ainda assim, muitos percorrem este mar como náufragos voluntários, permitindo que a correnteza os conduza, sem jamais erguer as velas rumo ao horizonte do viver pleno.
Existir é o estado bruto, a mecânica dos dias que passam como um pêndulo incansável. É a conformidade de quem apenas ocupa um espaço no mundo, sem jamais questionar seu propósito. Viver, porém, transcende a mera subsistência. É o exercício consciente de transformar o tempo em eternidade, o comum em extraordinário, o efêmero em legado. Viver é, antes de tudo, um ato de coragem, porque exige presença, entrega, e a audácia de abraçar o que é transitório.
Há quem confunda movimento com progresso, respiração com significado, rotina com destino. Contudo, viver é uma escolha deliberada, um ato poético e revolucionário. É sentir o peso de cada instante como se fosse o último e, paradoxalmente, leve como uma promessa de infinito. Viver é tornar-se escultor do próprio tempo, esculpindo memórias que resistam ao esquecimento.
No teatro da existência, poucos assumem o papel principal. A maioria se contenta com a plateia, assistindo ao desfile dos dias sem jamais subir ao palco. No entanto, a vida exige protagonismo, pois é breve demais para a apatia e valiosa demais para a negligência.
Entre o estar vivo e o viver, reside uma escolha essencial. A vida não se mede pelo número de anos, mas pela intensidade dos momentos. E, ao final, quando o pano cair, o que mais importará não será o tempo que tivemos, mas o quanto fizemos dele uma obra-prima.
#VivaDireitinho
O Mal não sabe que ele é mal, pois, se soubesse, não seria mal.
Toda a emanação veio do Bem. O Mal veio depois. E, curioso é pensar, o Mal não sabe que é mal, pois, se soubesse, não seria mal. Essa ideia nos convida a refletir profundamente sobre a natureza do Bem e do Mal, e, principalmente, sobre como lidamos com as adversidades e as falhas — tanto as nossas quanto as dos outros.
No princípio, tudo o que existia era harmonia, uma manifestação pura do Bem. Entretanto, com o surgimento do Mal, a dualidade entrou em cena. Mas o Mal, por si só, não é consciente. Ele é, muitas vezes, fruto de ignorância, de uma desconexão com a verdadeira essência daquilo que é bom, justo e amoroso. Quando reconhecemos isso, podemos perceber que tanto a paciência quanto o perdão são virtudes essenciais para restaurar a harmonia que o Bem representa.
A paciência - o fio que tece a compreensão:
Paciência não é apenas suportar; é acolher o momento presente sem resistência. É reconhecer que nem todas as coisas acontecem na velocidade que desejamos, mas sim no tempo necessário para que o aprendizado se complete. Quando enfrentamos o Mal — seja na forma de dificuldades, injustiças ou atitudes alheias que nos ferem —, nossa reação imediata é, muitas vezes, de indignação ou revolta.
Mas e se, em vez disso, cultivarmos a paciência? Paciência para observar, para compreender que muitas ações consideradas "más" vêm de corações machucados ou de mentes que desconhecem o Bem. Assim como o Mal não sabe que é mal, quem o pratica muitas vezes não tem consciência plena do impacto de suas ações.
Com paciência, deixamos de agir impulsivamente, abrimos espaço para o diálogo e nos permitimos ver além das aparências. É nesse estado de serenidade que somos capazes de compreender que o Mal é transitório, e que, como uma nuvem escura, pode se dissipar diante da luz da sabedoria e do amor.
O perdão - a ponte de retorno ao Bem:
Se a paciência é o caminho para a compreensão, o perdão é o ato que nos liberta. Muitas vezes, carregamos mágoas porque acreditamos que perdoar é concordar com o erro. Mas o perdão não é uma absolvição do que é injusto; é um gesto de libertação, tanto para quem perdoa quanto para quem é perdoado.
Quando entendemos que o Mal não sabe que é mal, começamos a enxergar além da superfície. Vemos que aqueles que nos ferem estão, muitas vezes, desconectados de sua própria essência, agindo sob o peso de traumas, medos ou ignorância. O perdão não justifica o erro, mas reconhece que todos estamos em um caminho de aprendizado.
Perdoar não significa esquecer, mas lembrar com compaixão. Significa escolher não permitir que o mal, cometido por outrem ou por nós mesmos, continue a nos aprisionar. É uma decisão de retomar o contato com o Bem, de deixar que ele guie nossas ações e nossos sentimentos.
O Bem como origem e destino:
Se toda a emanação veio do Bem, então o Bem é o estado natural de todas as coisas. O Mal, por sua própria ignorância, desvia, mas não tem o poder de extinguir o que é essencialmente bom. É como uma sombra que não existe sem a luz.
Portanto, ao enfrentarmos momentos difíceis, é importante lembrar que a paciência e o perdão nos reconduzem ao Bem. Quando somos pacientes, não permitimos que o Mal nos transforme em agentes de sua continuidade. E, ao perdoar, quebramos o ciclo de dor e permitimos que o Bem floresça, tanto em nosso coração quanto no mundo ao nosso redor.
Assim, que possamos cultivar essas virtudes diariamente. Que, ao reconhecer a ignorância do Mal, sejamos ainda mais comprometidos com a sabedoria do Bem. Pois, no fim, tudo retorna à sua origem — e a origem é, e sempre será, o Bem.
A Vida é generosa com quem compartilha a generosidade.
"Peça à Vida, e ela te atenderá. Mas antes, peça que a Vida dê o mesmo às outras pessoas." Essa frase carrega em si uma sabedoria profunda sobre a relação entre o que desejamos e o que oferecemos ao mundo. Não se trata apenas de palavras bonitas, mas de um princípio universal que permeia as leis da reciprocidade e da energia.
Muitas vezes, estamos tão focados em nossas próprias necessidades, dores e anseios que nos esquecemos de olhar ao redor e perceber que outros também trilham caminhos difíceis. Ao pedir algo para nós mesmos, seja saúde, felicidade, amor ou prosperidade, temos a oportunidade de expandir nossa consciência ao incluir o bem-estar dos outros em nossas intenções.
Essa prática não apenas nos conecta ao próximo, mas também eleva a energia do nosso pedido, pois demonstramos altruísmo e empatia.
A energia do desejo compartilhado:
A Vida, ou o Universo, responde às nossas intenções. Quando pedimos algo de coração aberto e com sinceridade, é como se lançássemos uma pedra em um lago: as ondas geradas se espalham, tocando tudo ao redor. Agora imagine que antes de lançar sua pedra, você tenha o cuidado de desejar que essas ondas também alcancem outras pessoas. Esse gesto cria uma vibração ainda mais forte, porque você não está apenas pedindo para si, mas está criando um movimento de generosidade.
Esse princípio encontra eco em várias tradições espirituais. Por exemplo, no cristianismo, há o ensinamento "ame ao próximo como a si mesmo". No budismo, encontramos a prática de Metta, ou amor-bondade, que envolve desejar felicidade e bem-estar a todos os seres. Essas práticas nos ensinam que, ao desejarmos o bem para os outros, nos tornamos canais de bondade e, consequentemente, também somos beneficiados.
O poder do altruísmo no pedir:
Muitas pessoas interpretam o ato de pedir como algo egoísta ou centrado em si mesmas. Contudo, ao incluir o desejo pelo bem-estar dos outros, transformamos nosso pedido em uma oração universal, em um movimento de amor coletivo. Esse gesto nos tira da perspectiva limitada do "eu" e nos insere na perspectiva mais ampla do "nós". E a verdade é que a Vida responde melhor àqueles que sabem compartilhar.
Quando você pede algo para os outros, como saúde, paz ou alegria, está declarando ao Universo que acredita na abundância. Está afirmando que há o suficiente para todos e que você confia que, ao ajudar os outros a receberem o que precisam, você também será contemplado. Essa confiança na generosidade da Vida gera um ciclo positivo que beneficia a todos.
A prática no cotidiano:
Mas como trazer esse ensinamento para o dia a dia? Eis algumas formas práticas:
. Inclua os outros em suas orações e intenções. Sempre que fizer um pedido, acrescente: "Que este mesmo bem chegue também àqueles que necessitam."
. Aja com generosidade: o ato de desejar o bem aos outros pode ser complementado com ações concretas. Ajude alguém, ofereça uma palavra amiga ou compartilhe o que você tem de melhor.
. Pratique a gratidão: agradeça pelo que você já tem e pelo que os outros já receberam. Isso fortalece a energia de abundância.
. Confie no fluxo da Vida: entenda que, ao dar, você nunca perde. Pelo contrário, você se conecta a uma fonte inesgotável de bênçãos.
É um ciclo de amor e abundância:
"Peça à Vida, e ela te atenderá. Mas antes, peça que a Vida dê o mesmo às outras pessoas" nos lembra que a verdadeira riqueza não está apenas no que recebemos, mas também no que compartilhamos. Ao cultivar essa atitude de generosidade, nos tornamos cocriadores de um mundo mais harmonioso, onde o bem-estar de todos é tão importante quanto o nosso. E, no final das contas, é nesse movimento de dar e receber que encontramos a plenitude que tanto buscamos.
Sabemos que todos os dias ao acordar precisamos brigar com o corpo e com a mente para enfrentar mais um dia que virá pela frente, por vezes pensamos que teremos apenas que enfrentar um leão, mas no final do dia descobrimos que tivemos que enfrentar uma Savana inteira.
O leão nada mais é que os desafios, e a Savana é o mundo em que vivemos!
Seja forte e mostre quem é o guia da Floresta!
Holístico
"Se desejamos mudar nossos dias, devemos aceitar nossos erros, equívocos e imperfeições. Abraçar nossos limites e afastar a soberba das nossas ações. Viemos para ser simples ainda que vitoriosos e prósperos. A vida se trata não só de nós mesmos, mas também do outro."
Marcondes - Série Reflexão
"Inicio o dia me desarmando,
Deixando para trás o excesso
Do que não foi realizável,
desfazendo as malas do ontem,
Porque dele já não posso levar nada...
Abro as janelas do dia, da vida, da casa,
Para respirar a nova oportunidade:
a dádiva de ser quem sou
e poder ser mais,
ser melhor,
ser feliz!"
(LJ) 🪟☀️
DESFILE NA VIDA
Vou desfilando, na passarela da vida,
agradecendo a Deus ,saúde , alegria !
Em tal desfile, jogo buquês de amor,
Nas mãos do próximo com cheiro de flor !
Sou mulher, sou poesia, sou felicidade,
em desfiles nas passarelas da vida,
sou amor imensurável,com vivacidade;
deixo reger em mim, a flor da mocidade,
com simplicidade, de Deus a serenidade.
Sou mulher,sou poesia em flor,
Desse mundo nada levarei,
quando me chamar o senhor ....
Mas por onde passar,
deixarei poesias regadas de amor
Que venha o sol envolto em luz.
Os caminhos de espinhos, que sejam vencidos apesar dos atropelos.
Que a ânsia se transforme em brisa para que a alma viaje em paz.
E que o olhar atento às necessidades dos meus companheiros de jornada seja cuidadoso para não cair em julgamento ligeiro.
Que o medo do amanhecer se transforme apenas em uma nova forma de ver a vida acontecer.
Os abraços que se perderam sejam restituídos à vida.
E que, por fim, o ser assuma: é amando que se leva a vida; o resto é sempre consequência.
Rodrigo Gael
Ainda buscando me encontrar, voltando ao ponto exato onde me despedi de mim, e cai no abismo da inércia.
Não, não voltei do fundo do poço, voltei pra dentro de mim e despertei de um coma profundo, onde meu corpo estava adormecido, enquanto matavam minha alma sufocada, da forma mais desumana e atroz, que seja possível imaginar.
Acordei!
Voltei a respirar...
Sigo tentando abrir a caixa das lembranças, e recuperar as memórias de um tempo em que me reconhecia no espelho.
De quem é esse rosto?
Sim, ainda sou eu, com todas as marcas e cicatrizes que me tornaram totalmente diferente de quem eu era, porém mais intensa e forte.
Não tenho lembranças do meu sorriso de outrora, aquele sorriso inocente, da menina que esperava sempre o abraço que nunca veio.
Mas esse que hoje vejo no espelho é de alguém que sobreviveu, mesmo refletindo dor e cansaço, tem um brilho diferente.
Gosto dele.
Mostra minha verdade.
Não lembro mais daquela menina, ela está muito distante agora, portanto não saberia o que lhe dizer, como confortá-la, os sentimentos mudaram, alguns morreram, outros nasceram por pura teimosia. Porém, posso dizer a mulher que me tornei:
"Você foi incrível!"
"Que orgulho de você!"
Agora, sei de todas as minhas vulnerabilidades, por isso e por causa disso, conheço também a minha força.
E, só pra engabelar a vida, vou continuar sorrindo...
Já posso sentir a brisa suave do vento tocando o meu rosto.
Que alívio...
Sigo sobrevivendo...
(Nanci Cavalcanti)
