Texto de Amor Ensinamentos de Vida
Na Mesma Frequência
Sempre quis a abundância, sempre procurei nadar até perder as forças nos braços, sempre vive atrás dos exageros proporcionados pelos romances que me envolvi.
Demorei para prestar atenção que você sempre foi o bastante para mim, hoje eu sei quanto tempo perdi levando uma vida em cima de erros descontrolados.
Aprendi a reconhecer na tua simplicidade, na tua intensidade, enfim no teu jeito, uma maneira diferente e especial de aceitar, respeitar e me dedicar a viver por todo o meu tempo de vida na mesma frequência que o teu amor vive por mim, acredite, te amo!
É uma Pena!
Quando deixei de acreditar, tudo entre nós perdeu o sentido. O meu coração foi se machucando aos poucos quando começou à perceber a tua quietude e quando sentiu ao seu redor a falta dos teus sentimentos, antes tão presentes e cuidadosos.
Foi duro olhar nos teus olhos e não me ver mais neles, foi difícil tentar entender que a alegria e a liberdade da minha alma estavam perdendo o fôlego e o brilho, éramos como dois loucos dançando na chuva, sabíamos aproveitar cada minuto juntos, tínhamos significado. Hoje, eu mendigo algumas lembranças com a solidão no silêncio das noites frias, as vezes me pego rastejando pelos quantos do quarto, sofrendo com a insônia deixada por você. É uma pena, a nossa ideia de "juntos para sempre" ter chegado ao fim.
Beber, Dormir e Acalmar
A noite esta tão cansativa, pesada e calada, que consigo escutar o barulho das batidas aceleradas do meu coração. A cama, o sofá, as fotos na parede do quarto, o controle remoto que você gostava tanto de tomar conta, tudo a minha volta lembra você. Vou beber mais um pouco para fugir dessa dura realidade de não ter você aqui, parece que tudo perdeu a graça depois que você se foi. Os teus carinhos sem medida, os teus sorrisos sem fim, o teu olhar verdadeiro, tínhamos uma química, nossos passos se encontravam, era tão bom viver ao teu lado, pena que acabou. Eu queria tanto estar dentro dos teus abraços, eu queria tanto dormir colado no teu corpo de conchinha. Vou beber mais um pouco e tenho certeza que o sono irar me acalmar o meu coração e as minhas memorias por algumas horas.
Beleza Oculta
Foi uma tragédia terrível te perder, mas apesar de tudo contínuo te amando em silêncio, Sinto a dor da distância e involuntariamente me mantenho apegado ao tempo na esperança de reviver o que foi bom,
Enquanto ando a sós, tenho a sensação de estar morto por dentro, pois tudo que vejo a minha frente é vazio, escuro e gelado, nada mais tem sentido sem você aqui,
Mesmo assim, contínuo firme e te amando em silêncio, as minhas expectativas sobre nós são enormes, os meus sentimentos estão todos concentrados em ti, a nossa história não acabou e nunca terá um fim, irei reencontrar o meu caminho, irei reencontrar você...
Quem Sabe!
Aumente a sua alegria, venha bagunçar seu coração com o meu jeito bobo, deixa um pedaço de você naquele lugar até então desconhecido um dia depois do primeiro beijo.
Vamos deixar fluir uma conexão nos nossos pensamentos, quem sabe uma colisão entre os nossos mundos seja o suficiente para criarmos a nossa história infinita.
Ciclo da Mente
Uma chuva de mistérios povoa a minha mente.
Movido pela crença de, "acredito que posso e se tornará real", eu sigo imaginando, inventando e traçando os meus caminhos sem medo de ser feliz.
Se sentir especial,desviar das ilusões e agir com naturalidade perante os problemas é a minha marca. Gratidão pelas inúmeras conquistas e criatividade para realizar os futuros sonhos "é um prato que se come cru"!. Deixar fluir os sentimentos e alimentar as emoções com a confiança, me dá o devido suporte para concretizar o que tenho em mente como plano real. A minha mente é cheia de mistérios ainda incompreendidos, mas sei que em um dado momento da vida irei conseguir desvendá-los e revelá-los e este ciclo sempre existirá.
Doce Cotidiano a Dois
Clima de verão, no Parque do Ibirapuera, eu com o violão na mão,
Muitas crianças correndo e brincando, muitas pessoas caminhando, se exercitando, muitos casais passeando e namorando,
Clima de verão, os pássaros cantando, os gansos se refrescando, muitos jovens surfando com seu skate no asfalto, outros jogando o baquete, o futebol, ou até mesmo o frescobol,
Clima de verão no Ibirapuera, eu tocando o meu violão ao som doce da tua voz, teus olhos brilhando de felicidade e refletindo os meus, as pessoas passando ao nosso redor e aplaudindo, fotografando, parando ou apenas olhando e compartilhando conosco aquele momento de paz, amor e alegria que se espalhava no ar,
Clima de verão naquela tarde gostosa no Ibirapuera, eu, você e o violão, quem viu, viu, quem ouviu se emocionou, quem não ouviu, sem stress eu conto aqui para vocês.
Os dias e os anos passam, homens nascem e morrerem.
Alguns são esquecidos, outros deixam um legado que não podem contemplar.
Quantos viram o céu azul, as ondas do mar, as montanhas ou as estrelas
e pararam para observar tamanha beleza que gerou inúmeros pensamentos.
Nos vamos rapidamente, às vezes sem chance de nos despedir.
Bilhões de pessoas, histórias e sentimentos.
Sobre isso tudo está um só Deus Criador, que contemplou e conheceu a todos, que tudo sabe, que é eterno...
A maior desonestidade humana se dá quando a pessoa que outrora pairava numa ignorância existencial, que tão logo galgou certa porção de conhecimento, passa então a menosprezar, zombar e ridicularizar os que não evoluíram e de certa forma não alcançaram a devida porção de conhecimento.
O saber humano é limitadíssimo, tanto que cientistas sozinhos não conseguiram nada em suas jornadas. O conhecimento humano se forma qual a matéria, depende de agrupamento de quantidades imensuráveis de átomos e moléculas para se traduzir em forma corpórea, seja de objetos inanimados ou seres vivos.
Grandes e proeminentes humanos passaram pela terra e deixaram sua parcela de contribuição para os avanços científicos, nas mais diversas áreas do saber, desde as grandiosas obras da engenharias ao menor projeto eletrônico, invisível a olho nu.
Quem és tu, desnudas um compendio científico de terceiros e logo se achas o descobridor da origem do universo? Quanta presunção, tamanha altivez, não aprendeu aprender, a respeitar os rudes no saber, ou mesmo os indiferentes em conhecer e aprender as loucas teorias que continuam a cozinhar tutanos cerebrais de mentes geniais, que noite e dia perseguem o conhecer, escravos de uma odisseia que tão logo se finda, por não ser o homem eterno, mas sempre dependente uns dos outros, porque o cientista não é nada sem o ignorante das minas de carvão, que laboram para buscar o precioso grão atômico para que sábios descubram as mais diversas formas de alcançar elucidar enigmas que amenizam o dia a dia da humanidade.
Não me acompanhe, acaso sou novela? As palavras fluem do nada, desconexas da realidade por vezes, ou eivadas das resuntantes do dia a dia.
A vida, se bem refletida é inexplicavel evento na vastidão do infinito. Qual dos homens será capaz de mensurar o firmamento, as galáxias e seus acontecimentos?
Qual dos seres será capaz, de fluir pelo universo em voos siderais?
Os sábios e entendidos sofrem mais, sim, ora pois, alcançaram plena compreensão da realidade, que somos o nada ante a grandeza universal da existencial do infinito, que por horas se manifesta em azul celestial, mas também revela o tom enegrecido do nada, pontilhado por luzes infindas em manifestações de cores e tons diversos, algo impossível de se contar, assim como os grãos da areia do mar.
Penso, logo sofro. Por não poder compreender a minha existencial manifestação em vida, aprisionado em um invólucro frágil e debilitado com o avançar dos anos, e na certeza de que breve, num piscar de olhos, não mais existirei em manifestação corpórea para este mundo físico.
Logo, o que fazer? Senão desprezar a sina pelo conhecimento e procurar viver iludido, ou cair em realista manifestação de entendimento para saber que verdadeiramente, nada somos.
Eu não sei de nada, e verdadeiramente nada sou. Não sei nem de onde eu vim, muito menos para onde vou. Quero mergulhar na ignorância, no mais rudimentar modo de viver, bom seria em meio aos animais, talvez como os índios, e assim até encerrar o meu viver.
Para quê saber muito, se nada posso fazer? Nem sequer um único segundo acrescentar em meu viver. Oh vida cruel, oh cárcere carnal, me basta, cada dia o seu mal.
Eu já não me importo com o julgamento de juízes leigos, sou culpado, carrego sobre meu ser a sina do pecado, mas tenho me esforçado, e para me defender, tenho o melhor advogado.
Eu já não me importo com religiosidade, preciso seguir o caminho da verdade, olhar para o porvir e aguardar poder entrar na santa e eternal cidade.
Eu já não me importo com juízos apócrifos, comentários jocosos, palavra maligna, ou gente atroz, preciso ouvir de meu salvador sua mansa e suave voz, receber seu imerecido favor, na manifestação de seu puro amor.
O mal vai ter seu merecido fim, a criação geme e ansia sim, pela manifestação do autor e consumador da noasa fé, Jesus de Nazaré.
Não fale mal do seu irmão,
Mas fale do mal que está o enredando.
Não sejas covarde, alerte o amigo,
Quem pratica lisonjas é o inimigo.
Porque mentir se a verdade ameniza a dor,
Para que viver fingindo e apresentando um falso amor?
Tenha vergonha na cara, e sejais companheiro, fale a verdade, não sejas interesseiro.
Estou indo embora, só não sei o dia e a hora. Sim, estou indo embora, porque cansado estou, e não chegou a hora. Quero partir, voltar para o lar, de onde eu vim, porque este mundo já deu para mim.
Vou embora, só não sei o momento da partida, a viagem está certa e reservada, só não me pergunte onde é minha morada.
Ah, ah, ah.
Ah, ah, ah
Ah, ah, ah
Ah, ah, ah
Oh esperança, já não é hora, de vir embora, de regressar.
Oh prometida, razão da minha vida quando voltará.
Os dias, estão nublados, estou, desanimado, sem forças para viver.
Desde o dia, que você foi embora, e até agora o coração só doeu.
Oh esperança, oh esperança
Me tragam os dias, dos tempos de quando criança.
Oh esperança, oh esperança
Me faz sentir como antes.
Um coração cheio de confiança.
Olho pra você, viajo no passado, e lembro dos momentos tão gostoso ao seu lado.
E lágrimas inundam meu olhar
Afoga o coração, numa forte emoção
De um tempo que nunca vai voltar.
Cadê você, que a tanto eu não vejo, sinto falta do teu beijo, do abraço apertado. Uuuuouooooo
Cadê você, que faz falta ao meu lado, quero ser seu namorado, quero ser só de você.
Meus posts são insignificantes?
Eu sou insignificante, com certeza, mas não abro mão da insignificância do meu ser, porque todos os seres humanos, também são, insignificantes. Pobre e miserável aquele que se acha importante, milhares assim se consideraram e hoje nem seus restos mortal se fazem presente, ante, no máximo, uma breve lembrança em ocasiões que remetam a fatos de suas respectivas manifestações à existencia nesse plano terreno.
Portanto, deixe-me aqui na minha insignificante manifestação da efêmera vida de meu ser.
"Feliz ano novo"
Que
sempre
haja um sonho
pelo que lutar, um
projeto para realizar,
algo que aprender, um lugar
aonde ir. Feliz _ _ _ _!!!
Muita paz, muita luz, muita fé, muito amor.
Que Deus abençoe todos os dias
neste ano vindouro, não com prata, nem com ouro, mas com a comunhão e o amor, na graça e na paz do Senhor.
Assim seja a constante em vossas vidas, da parte do Eterno Criador!!!
Viver diligentemente, sem se ferir ou ferir gente. É impossível tal façanha, porque mesmo sem querer, ferimos a quem queremos que sempre vá bem.
As incertezas da vida nos traem, há momentos no qual estamos bem, e de repente a adversidade vem. A volatilidade é a certeza de que nada aqui é para sempre, cada dia tem um novo sol nascente, cada noite suas estrelas reluzentes, isto se não vierem nuvens a obstruir momentaneamente os raios de luz que irradiam no infinito, fazendo o céu mais bonito, enfeitando cada dia com esplendor único de cada corpo celeste, banhando assim infindáveis manifestações de vidas, incontáveis seres existentes, todas existindo no pequenino fragmento qual poeira espacial, doravante denominada planeta terra, que segue sua viagem sob o desconhecido universo em toda a sua imponente imensidão incapaz de ser medido pela insignificante mente humana.
A eletricidade existe? Eu não a vejo.
O vento existe? Também não o posso ver.
Mas quando recebo uma descarga elétrica, ou o toque da brisa em meu ser, experimento a verdade existencial daquilo ao qual não posso ver. Nesse sentido, não exito em presumir e até mesmo ousadamente afirmar, a experiência que tenho com Deus só me faz acreditar, mesmo não vendo, ouvindo ou sentindo Deus, passo a crer na existência magnifica de um supremo ser, que rege o universo, que arquitetou nos mínimos detalhes cada coisa, cada ser, a mais bela essência de todo o seu poder.
Penso. Logo, Deus existe e subsiste por sí próprio.
