Texto Amigas de Verdade

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Dizem que sou jovem e que o mundo ainda vai me ensinar muito, mas a verdade é que eu já aprendi o suficiente com a gente. Aprendi que o amor não é esse conto de fadas que os tolos insistem em celebrar. Para mim, ele se revelou como uma nuvem carregada: pesada, escura e cheia de uma chuva que não limpa, só inunda.
O amor fere. E o meu coração, por mais que eu quisesse que fosse feito de aço, não foi forte o suficiente para aguentar tanta dor. Você foi a chama que ardeu bonito no começo, mas que acabou me queimando quando o fogo ficou alto demais para eu controlar.
Olho ao redor e vejo pessoas buscando essa tal "felicidade e união", e confesso que sinto uma mistura de pena e cansaço. Elas estão se enganando. Eu sei a verdade agora, e ela é amarga: o amor parece uma mentira bem contada, desenhada apenas para nos deixar tristes no final.
Não estou dizendo isso com raiva, mas com a clareza de quem finalmente parou de tentar se enganar. Minhas cicatrizes são a prova de que eu estive lá, de que eu tentei, mas que saí ferido.
Talvez um dia eu mude de ideia, mas hoje, tudo o que sei é que dói. E eu preciso de silêncio para ver se essas marcas param de sangrar.

Hoje eu entendo muitas coisas que antes eu me recusava a enxergar. Eu te amei de verdade, com um coração limpo e uma sinceridade que não se encontra em qualquer esquina. Para mim, o que vivemos nunca foi algo passageiro, nunca foi uma brincadeira ou um passatempo.
Enquanto eu depositava sentimento, cuidado e verdade em cada detalhe, você parecia estar apenas deixando o tempo passar. Fui íntegro em cada palavra, em cada atitude e em cada momento que escolhi permanecer ao seu lado. Nunca escondi o que sentia, nem hesitei em mergulhar no que acreditava que tínhamos. Eu confiava nas nossas conversas e em tudo o que, para mim, exalava realidade.
Mas o tempo é mestre em tirar as vendas dos nossos olhos. Comecei a perceber o que o meu coração, antes ocupado demais amando, não me deixava ver. Dói encarar o fato de que, enquanto eu me entregava por inteiro, talvez eu fosse apenas um intervalo na sua vida — alguém para ocupar um espaço vazio por um tempo determinado.
O que mais machuca não é a distância física ou o fim do ciclo em si. O que realmente fere a alma é perceber que eu vivi uma verdade sozinho. É notar que o brilho que eu via nos nossos olhos era apenas o reflexo da minha própria dedicação, enquanto você mantinha os pés no raso, pronta para partir a qualquer momento.

Dizem que o tempo cura tudo, mas a verdade é que o tempo apenas nos ensina a conviver com as cicatrizes. Por muito tempo, as suas palavras e atitudes foram o que definiu o meu humor e o meu valor. Mas as feridas fecharam e deram lugar a uma percepção nova: ninguém tem o poder de me destruir, a menos que eu permita.
A frieza que encontrei em você me ensinou a valorizar o meu próprio calor. Hoje, não olho para trás com arrependimento, mas com a clareza de quem sobreviveu a uma tempestade e agora aprecia o silêncio. Vou me reconstruir longe do peso das suas mentiras e da sua indiferença. O que tínhamos se dissolveu, e o que restou de mim é mais forte do que tudo o que você tentou quebrar.

A verdade é que eu não enterrei o meu passado; ele se mudou para dentro das minhas costelas. Quando a mulher que desenhou o meu destino decidiu ir embora, recolhendo os pertences e deixando apenas o vazio no apartamento, algo em mim quebrou de maneira definitiva. Não houve gritos ou portas batendo. Apenas o estalo seco de uma engrenagem vital que parava de funcionar.
Durante quase uma década, tornei-me um vigia de túmulos.
Habitei a solidão da cama de casal como quem protege um solo sagrado. Desenvolvi um pânico visceral diante de qualquer aproximação humana. Se alguém demonstrava um interesse sutil, meu estômago contraía. A simples ideia de compartilhar a rotina com outra fisionomia parecia uma heresia, um insulto à memória daquela que ainda governava os meus pensamentos. Eu me convenci de que a capacidade de entrega era um recurso finito, totalmente esgotado naquela despedida. Sentia-me um náufrago confortável na própria ilha de amargura.
Até que a vida, soberana e imprevisível, cansou do meu isolamento voluntário.
Aconteceu numa livraria de bairro, num fim de tarde cinzento. Eu procurava um título qualquer para preencher as horas mortas, quando uma desconhecida esbarrou na estante ao lado, derrubando uma fileira inteira de volumes no assoalho. O estrondo quebrou a solenidade do ambiente. Instintivamente, abaixei-me para recolher as obras espalhadas.
Quando nossos dedos se cruzaram na tentativa mútua de resgatar o mesmo exemplar, ergui as pálpebras.
Aquela senhorita de pele morena possuía traços completamente distintos, uma voz mansa e um aroma fresco de lavanda que nada lembrava o perfume antigo que passei anos tentando esquecer. Contudo, ao fitar a profundeza das suas pupilas castanhas, percebi um brilho familiar de vulnerabilidade e resiliência. Foi um impacto mudo, um solavanco térmico que atravessou minha espinha. A couraça que cultivei com tanto zelo rachou de cima a baixo.
Ela esboçou um sorriso tímido, sem cobranças, que parecia compreender a bagunça que eu carregava na alma.
Pela primeira vez em milhares de dias solitários, o fantasma da rejeição retrocedeu um passo. O peito, antes congelado, ardeu com uma eletricidade esquecida, quase juvenil. Não era a cura imediata da dor crônica, mas a percepção nítida de que o mundo continuava girando lá fora, oferecendo novas estradas para quem ousasse caminhar.
A jovem senhorita agradeceu a ajuda, recolheu seus pertences e caminhou em direção à saída do estabelecimento. Pouco antes de cruzar o portal, deteve o passo. Girou o corpo, sustentou meu olhar fixamente por alguns segundos cruciais e acenou positivamente, num convite implícito que dispensava vocábulos.
Permaneci estático, assimilando o milagre daquele instante. A marca da perda segue cravada na minha pele, indelével. Todavia, compreendi que carregar uma cicatriz não significa permanecer sangrando. O pavor ainda sussurra no meu ouvido, mas o desejo de experimentar o calor do sol novamente tornou-se, finalmente, muito maior.
A grande lição que a dor me ensinou é que o luto não deve ser uma sentença de prisão perpétua, mas um processo de transformação. Fechar as portas para o mundo com medo de sofrer novamente não protege o coração; apenas o sepulta em vida. Amar exige coragem exatamente porque envolve o risco da perda, e a verdadeira superação não consiste em esquecer quem partiu, mas em ter a generosidade de permitir que novas histórias sejam escritas nas páginas que restam.

Dizem os especialistas que as pessoas se buscam por necessidade, mas a verdade do coração humano vai muito além de uma simples troca de favores. Cada indivíduo é um universo complexo, e as razões que nos fazem procurar — ou evitar — o próximo são tão profundas quanto o próprio mar.Há quem não precise de bens materiais ou favores grandiosos. Tudo o que buscam é uma palavra amiga, um conselho sincero ou apenas a certeza de que há alguém ouvindo do outro lado. Para essas pessoas, a presença atenta vale mais do que qualquer riqueza.Por outro lado, existem dores que exigem silêncio. Momentos delicados de saúde física ou mental são, muitas vezes, guardados em segredo. Aprendemos a duras penas que nem todo mundo está pronto para acolher a nossa vulnerabilidade, e que expor certas feridas para as pessoas erradas pode machucar ainda mais. Por isso, muitos escolhem o recolhimento.Há também o peso do orgulho. Quantas almas sofrem sozinhas simplesmente porque não conseguem pedir ajuda? O orgulho funciona como uma armadura pesada: protege por fora, mas esmaga quem está dentro, impedindo que o socorro chegue.E o ponto mais crítico de nossa existência é que ninguém consegue adivinhar o que o outro está passando. O ser humano desenvolveu a incrível e dolorosa habilidade de camuflar suas dores. Hoje, alguém pode passar por você na rua, cruzar o seu caminho no trabalho ou sentar-se ao seu lado na mesa exibindo um sorriso largo e radiante. Mas, por trás daquela máscara de alegria, por dentro, o coração dessa pessoa pode estar gritando por socorro.

A grande lição que fica é a da empatia incondicional. Já que não temos o poder de ler mentes ou adivinhar o sofrimento alheio, a nossa única escolha justa é tratar cada pessoa com o máximo de bondade, respeito e paciência.Seja gentil sempre: O seu bom dia, o seu sorriso ou a sua paciência na fila do mercado podem ser o único momento de paz na vida de alguém que está prestes a desabar.Não julgue o isolamento: Se alguém se afastou ou se mantém calado, respeite. Pode ser orgulho, mas também pode ser uma dor que aquela pessoa ainda não sabe como transformar em palavras.Pratique a escuta: Quando alguém decidir falar com você, doe sua atenção de verdade. Uma palavra certa no momento certo tem o poder de salvar uma vida.No teatro do mundo, o sorriso nem sempre é sinônimo de felicidade; às vezes, ele é apenas o último escudo de quem está tentando ser forte. Olhe além das aparências.

2268 📜 "Na falta de Heróis de Verdade, Alguns Comunistas insistem na Conversa (Fiada) de que Jesus era Comunista, HeHeHe. Que Forçação de Barra!"

"Por que esses Comunistas não indicam Marx e Engels como Heróis deles? Talvez porque ninguém vê Heróis em Fracassados... Principalmente eles. Poizé!

2648 📜 "Não desminto, até porque é Verdade. Mas... Gosto de 'dar de comer a quem tem sede'. Faço isso com alguns dos Convidados do Meu Churrasco que chegam sedentos, querendo uma cerveja bem gelada. Ofereço pedaço de carne previamente bem salgada e deixo os Tais impacientes, HeHeHe ou HaHaHa!"
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"Não conheço ninguém igual a Mim. Se há ou se houve, nunca ouvi nem vi!"

3152 📜 Inacreditável, mas verdade, apesar da repulsa que provoca: Alguém quis saber Minha Opinião sobre o que acho de os americanos 'invadirem' o Brasil para prenderem não quem sugere isso, mas prender Autoridades! Minha resposta: 'Claro que não apoio, pois isso é Subserviência, Covardia e Traição à Pátria. Mas Eu sequer preciso desse Absurdo de Apoiar o que desejam, pois já tem Direitinhos (de sobra e em excesso) que, lamentavelmente apóiam essa Bazófia. Então... 😮
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Estava ou ainda está em:
http://youtube.com/post/Ugkxxr6ITPqNmMgXt-lMj6ExekllsLM_jEr5?si=EjWPtj7SgfWfnhNx

1497
"Embora eu tenha aprendido algo com elas, na verdade não sei bem porque as Escolas de Samba são chamadas de Escolas. Exatamente eu não sei!"


1496
"Aos 14 Anos de idade, eu era adepto da 'Literatura do Cotidiano', com as obras do Grande Carlos Zéfiro. Até que um Professor me recomendou ler o livro que me fez conhecer Minas Gerais. Sou grato àquele Professor. Eternamente grato!"


1495
"Sou daquele tempo: Tirando uma certa explicadora pessoal, nunca estudei em Escolas Particulares. Toda a Minha Trajetoria Escolar foi em Escolas Públicas. Sou daquele tempo! "

1470
"Se é verdade, não sei. E não estou afirmando. O que estou mostrando aqui é o que me contaram: (abre aspa simples): 'que um dos maiores nomes da nossa Literatura teria dito que a Academia é ótimo local para guardar embrulhos e dar uns telefonemas' (fecha aspa simples)! Isso é o que me contaram!"
TextoMeu 1470

Talvez eu erre,
talvez eu não enxergue a verdade.
Não sou dono das respostas,
nem capaz de salvar todo mundo.


Eu caio, eu falho,
eu também sinto dor.
Não sou profeta, nem salvador
Sou apenas eu.


Então não coloque em mim
o peso de tudo que deu errado.
Eu faço o que posso,
com o pouco que sou.

RAÍZES DA VERDADE

Enterraram sementes de promessas
Nos campos férteis da esperança,
Regaram discursos com aplausos
E colheram dúvidas na lembrança.

A verdade, porém, não vive nas vitrines,
Nem nos palácios de mármore polido;
Ela cresce escondida sob a terra,
Onde o povo pisa, sofre e é ouvido.

Suas raízes atravessam mandatos,
Não conhecem partidos ou bandeiras;
Bebem das lágrimas dos injustiçados
E da força das mãos trabalhadeiras.

Enquanto alguns disputam os galhos,
Os frutos e a sombra do poder,
A raiz permanece silenciosa,
Preparando o tempo de florescer.

Pois a mentira teme a profundidade,
Necessita da pressa e da aparência;
A verdade aceita a demora,
Mas nunca renuncia à existência.

E quando o vento da história sopra,
Levando embora folhas e vaidades,
Fica de pé apenas o que foi plantado
Nas raízes profundas da verdade.

APOSTASIA


No correr dos tempos modernos,
Vai mudando a geração,
Muitos trocam a verdade
Pela própria opinião,
Esquecendo os mandamentos
Que conduzem à salvação.


A palavra está escrita
Nas páginas da Escritura,
Mas há quem feche os seus olhos
Para viver na aventura,
Trocando a luz do Evangelho
Pela sombra mais escura.


A fé que movia montanhas,
Hoje alguns deixam de lado,
Buscando somente os bens
Que o mundo tem ofertado,
E o altar do coração
Fica vazio e abandonado.


A apostasia se espalha
Como fogo pelo chão,
Quando o homem se distancia
Da divina orientação,
E transforma a própria vontade
Na sua única razão.


Muitos dizem: "Não preciso
Do Senhor para viver",
Mas esquecem que a existência
Dele veio a proceder,
E sem a graça divina
Nada pode florescer.


As Escrituras Sagradas,
Tesouro de imenso valor,
São deixadas nas estantes
Cobertas pelo pó e dor,
Enquanto falsas doutrinas
Ganham espaço e louvor.


Os mandamentos de Deus,
Que são farol e direção,
São tratados com desprezo
Por grande parte da nação,
Que prefere os atalhos
Da vaidade e da ilusão.


A incredulidade cresce
Como erva no terreiro,
Faz do pecado um costume
E do erro um companheiro,
Levando muitos caminhos
Para um destino traiçoeiro.


Mas Deus continua firme
Em sua misericórdia,
Chamando o homem perdido
Para sair da discórdia,
Oferecendo perdão
E uma eterna concórdia.


Ainda existe esperança
Para quem quer regressar,
Pois o Pai abre seus braços
Pronto para abraçar,
Todo filho arrependido
Que deseja se achegar.


Quem retorna ao Evangelho
Encontra paz verdadeira,
Descobre que a salvação
Não é promessa passageira,
Mas presente preparado
Pela mão do Deus que impera.


Portanto, meu povo amado,
Escute esta reflexão:
Não abandone a Palavra,
Nem rejeite a salvação,
Pois longe da luz de Cristo
Só existe escuridão.


Guarde a fé e os preceitos,
Com respeito e devoção,
Pois aquele que persevera
Com sincera contrição,
Encontrará no Senhor
A eterna redenção.

O Amor que se Multiplica na Ordem


Há uma verdade profunda que rege as conexões humanas: ninguém consegue dar aquilo que não possui guardado no peito. Tentar praticar a caridade com o próximo estando com a alma vazia é como tentar saciar a sede de alguém com um copo sem água. Quando escolhemos ter paciência com os nossos processos, quando nos alimentamos de paz e nos acolhemos nos dias difíceis, essa caridade se multiplica de forma natural. O cuidado que você dedica a si mesma transborda e alcança, com muito mais força e pureza, aqueles que caminham ao seu lado. O seu bem-estar é o ponto de partida para a harmonia do seu lar e das suas relações. Curar a si mesma é o caminho mais bonito para começar a curar o mundo ao seu redor.

Deus é a própria morte.

Metaforicamente, Deus é, na verdade, a própria morte...

Por que Deus é a morte?

A morte é onipresente, onipotente, onisciente; ou seja, está em todo lugar, é invisível, imortal, presente, eterna, é o nada — e, por ser o nada, conhece tudo; é o fim — e, por ser o fim, conhece todo o início.

A morte é justiça e, por ser justa, não tem pobre nem rico, nem inferior nem superior; tanto humano como inseto, sem exceção, cedo ou tarde, todos são condenados, todos morrem.

A morte é a reflexão mais profunda; é o que nos faz pensar, agir, mudar; é o que nos incentiva a viver, a fazer, a compartilhar e a deixar.

A morte é encontro; é para onde todos caminham, independentemente dos infinitos caminhos — o destino é o mesmo para todos; é onde todas as almas se encontram, na morte.

A morte é amor; é onde nos sacrificamos pelo próximo; é onde deixamos o legado, a ideia, o propósito; é o que fazemos pela nossa família, amigos, sociedade, natureza; é o que servimos e deixamos para o mundo antes de morrer.

A morte é o pai, é a mãe de todas as coisas; é o que veio antes de tudo existir; é o que veio antes do “bem e do mal”, do “paraíso e do inferno”, da “luz e da escuridão”; é o que veio antes do “nascimento”, da “vida”, do “Big Bang”, do “universo”; é o que veio antes de tudo existir, porque já existia e estava lá; é o que chamam de “vácuo”, “nada”, “inexistência” — é a morte, o próprio Deus.

O que realmente importa não está do lado de fora, mas dentro da gente. O que somos de verdade está nas coisas que os olhos não veem: no coração que bate, no sangue que corre, na cabeça que pensa, nas partes do corpo que se refazem e na respiração que não para. É essa força da vida que nos segura, que nos faz andar e que diz quem nós somos.


O que a gente vê por fora – a cara que a gente faz ou o que os outros enxergam – é passageiro, é como uma sombra que um dia some.


O corpo, com seu formato e sua cara, é só uma roupa por um tempo. Ele fica velho, cansado e um dia acaba. Mas o que a gente é de verdade – a vida, o espírito – vai além disso. No fim, a gente deixa o corpo, mas o nosso verdadeiro eu não morre nunca.


Por isso, tudo que a gente busca lá fora, tudo que a gente tenta ganhar ou mostrar para os outros, não pode dizer quem a gente é de verdade. O que somos, o que nos faz seguir em frente, o que dá valor à nossa vida, mora aqui dentro. E é esse mundo dentro da gente que manda na nossa vida, muito mais do que as aparências e as coisas que um dia vão embora.

Toda eleição, quem ganha é o eleito, não o eleitor. O eleitor, na verdade, acaba perdendo.


Ele perde direitos, porque muitas promessas feitas pelos políticos não são cumpridas. Perde dinheiro, pois o governo pode aumentar impostos ou cortar serviços importantes. Perde respeito, porque suas necessidades e opiniões são ignoradas pelos políticos que escolheu. Perde poder, porque as decisões importantes continuam nas mãos de quem está no topo, e o cidadão comum não pode participar das decisões. Perde liberdade, porque as leis e decisões do governo podem limitar suas escolhas e ações. Perde tempo, porque não vê mudanças reais que melhorem sua vida.


No fim, a vida continua igual. O cidadão trabalha, passa o tempo e não vê melhorias reais na sua vida.

Aquele sentimento de angústia, na verdade, é paz. Uma paz que sua mente, por pensar demais, está evitando de sentir. Ao tentar lidar com tantos pensamentos e preocupações, você acaba se distanciando dessa sensação de tranquilidade interior.


Aceite, entenda e permita-se sentir essa angústia, sem medo. Foque nele, sinta-o dentro de seu peito, bem profundo. Desprenda-se da razão e das distrações do mundo ao seu redor. Conecte-se com o sentimento dentro de si, sem pressa ou resistência.


E ao fazer isso, você perceberá que, no fundo, esse angústia nada mais é do que a paz que sempre esteve com você. Ela estava ali o tempo todo, apenas esperando que você parasse para reconhecê-la.

O único "antidepressivo" que cura de verdade é mudar de vida.


Mudar de pensamentos, perspectivas, ideias, valores, comportamentos, atitudes, ambientes, pessoas.


A única pessoa que pode mudar minha vida sou eu.


E por que fico preso na minha própria mente? Por causa do medo.


Medo de viver como quero.
Medo de mudar.
Medo do que vão pensar.
Medo de perder.
Medo de sentir.
Medo de tudo.


Com tanto medo, não se vive. Apenas se sobrevive.


A única forma de tirar esses medos é escutando o próprio sentimento, vivendo o que você sente vontade sem se importar com o mundo.


Ou você vive feliz sendo "louco" para a sociedade ou vive infeliz sendo "normal" à base de remédios.
Eu vivo por mim, não pelos outros. Meu coração sente, minha mente pensa, e minha vida é só minha.
Escute o que sente, desprenda-se da razão.
Você verá que viver como quer é mais simples do que imagina.

Quando você tenta impedir alguém de ser egoísta, na verdade, você também está sendo egoísta, pois está tentando impor a sua vontade sobre a outra pessoa, esperando que ela aja conforme o que você deseja.


O egoísmo não é algo que se resume apenas ao lado negativo; ele também pode ter aspectos positivos. O que determina isso é a maneira como você percebe o egoísmo, e como você interpreta o que é "bom" ou "ruim" dentro desse comportamento, de acordo com a sua própria visão e valores.