Textinhos sobre Limites da Vida

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O que acontece quando o conhecimento produzido pela ciência encontra os limites epistemológicos do Direito?

O que acontece quando uma descoberta científica desafia os limites estabelecidos pela norma jurídica?

Quando a certeza se converte em poder, quem decide os limites da verdade?

O Estado que conhece os limites da própria certeza é mais livre do que aquele que transforma suas crenças em leis.

Reconhecer os limites do conhecimento não diminui a razão; impede que a ignorância seja disfarçada de certeza.

O poder político precisa permanecer aberto à crítica pública e submetido aos limites constitucionais.

Toda estrutura contém tensões que podem revelar seus próprios limites normativos.

A liberdade ganha significado dentro de horizontes culturais, mas encontra no Direito seus limites de convivência.

O Estado pode possuir segredos. O que o Estado não pode possuir, sem limites, é o direito absoluto ao segredo.

A subjetividade coloca limites importantes para determinadas explicações objetivas, inclusive nas ciências que pretendem fundamentar decisões jurídicas.

A emergência política não deveria tornar invisíveis os limites jurídicos do poder.

A ignorância costuma falar em absolutos; o conhecimento, consciente de seus limites, preserva o direito de dizer: ainda não sabemos.

O Direito começa onde o poder encontra limites.

A razão não é a ausência de limites; é a consciência capaz de reconhecer os limites que a própria razão possui.

Toda forma de poder começa a revelar seus limites quando aquele que a exerce precisa justificar racionalmente sua existência.

Quanto maior o poder do Estado, maior deve ser a densidade de seus limites constitucionais.

O futuro não será definido pelas máquinas que conseguirmos criar, mas pelos limites humanos que decidirmos não entregar a elas.

Toda liberdade começa quando o indivíduo deixa de confundir seus limites com as fronteiras do possível.

Uma sociedade revela sua filosofia não pelo que proclama, mas pelos limites que aceita impor ao poder.

Toda certeza absoluta é suspeita quando desconhece os próprios limites.