Textinhos sobre Limites da Vida
Restaurar, nos limites lineares da galáxia, as estruturas envelhecidas pelo tempo é o ato supremo de arqueologia cósmica: a demonstração irrefutável de que nunca estivemos sós, mas inseridos em uma longa tapeçaria de consciências que precederam a nossa.
Por Celso Roberto Nadilo
no vasto oceano do conhecimento, navegamos em busca de respostas, desafiando os limites do que sabemos. cada descoberta é como uma pérola rara, uma luz brilhante que ilumina as sombras da ignorância. e enquanto nos aventuramos por esse mar infinito, encontramos não apenas respostas, mas também perguntas que nos levam a caminhos inexplorados.
no cosmos da imaginação, somos seres inquietos e curiosos. nossas mentes são forjadas por sonhos, ideias e visões que transcendem as fronteiras da realidade. criamos obras de arte que ecoam nossas almas, letras que contam histórias de tempos passados e futuros imaginados. somos arquitetos de mundos que só existem em nossa mente, mas que tocam o coração daqueles que se atrevem a explorá-los.
na sinfonia da emoção, dançamos ao ritmo dos sentimentos mais profundos. a alegria nos faz levitar, a tristeza nos lembra de nossa humanidade e o amor nos conecta uns aos outros. experimentamos a maravilha da vida através dos sorrisos das crianças, do calor de um abraço e das lágrimas que fluem livremente quando somos tocados pela beleza do mundo.
no labirinto do destino, cada passo é uma encruzilhada, uma escolha que molda nosso caminho. encaramos desafios que nos fazem duvidar de nossa própria força, mas também nos oferecem a oportunidade de crescer. e mesmo nas horas mais sombrias, encontramos a coragem para continuar, sabendo que cada obstáculo superado nos torna mais resilientes, mais sábios e mais próximos de nossa verdadeira essência.
em meio a essa viagem pela vida, lembre-se de que você é o protagonista de sua própria história. você tem o poder de transformar o ordinário em extraordinário, de pintar sua jornada com cores vibrantes e de escrever os capítulos mais memoráveis de sua existência. surpreenda-se com sua própria capacidade de crescer, aprender e descobrir as maravilhas que aguardam além dos horizontes conhecidos.
viva intensamente, abrace a incerteza e mergulhe de cabeça no desconhecido. afinal, é nas surpresas que encontramos as experiências mais incríveis e os momentos mais marcantes de nossas vidas.
Nos limites do cosmo esta cinturão de asteroides viajando em algum ponto do espaço sideral. A Tecnologia da novos passos a tabela periódica ganha nos elementos dentro da dança cósmica temos a visão de asteroides numa dança caótica e alienada o teor da aventura da existência contemporânea da humanidade..
"Bondade sem limites, quando não preserva o próprio eu, deixa de ser virtude e torna-se desgaste da alma."
A ciência é extraordinariamente útil dentro dos limites que lhe são próprios. O cientificismo é a ilusão de que esses limites não existem, e é dessa ilusão que nasce a arrogância travestida de inteligência.
Ao invés de gastar energia desacreditando os sonhos alheios e tentando impor limites baseados em sua própria visão limitada da vida, por que não usar essa mesma energia para se perguntar: ‘E se essa pessoa realmente conseguir? E se eu estiver errado ao julgar?
PARAÍSO SEM LIMITES
No sumidouro do esconderijo, onde o breu é perigo ao tropeço, melhor não se arriscar, sem antes ligar as intuições e com atenção caminhar, e a cada passo verificar a direção e o equilíbrio, para alcançar a vitória, atravessando os desafios da vida!
Tudo é importante, pois ao ligarmos as antenas do bem, vamos construindo um mundo melhor e avançar, iluminando e transmitindo segurança e paz, onde eternidade se faz por amor... daí sim, você colherá tudo aquilo que fez acontecer na transição para vencer, através da coragem em desafiar as trevas, com a luz que emana do seu coração, onde persiste a vontade de ir mais além, desviando-se do mal e agindo com fé e amor até entender que o céu não tem limites e o paraíso mora dentro de você!
AS DESCOBERTAS DOS SONHOS!!!
Eu vivo a cada momento
nos limites dos céus e terra,
...viajando novos tempos
ou descortinando o passado.
Posso compor histórias
no fascínio das partículas
ou na grande imensidão
do universo infinito.
Fantasias tão reais,
intuições gerando esperanças
no labirinto dos sonhos...
Sonhar é viver!!!
Entre flores e espinhos!
Entre doce e amargo,
combinados nas lágrimas
no frescor da madrugada,
onde a cura se faz eterna.
Meu corpo assiste
as viagens de minhas memórias
no arco-íris sem dimensão,
procurando o alívio da alma.
Eu vivo o milagre da vida,
como um só momento,
descobrindo vários perfumes
o mundo e a relatividade,
transpondo além do horizonte,
várias formas
que a mente pode sonhar!
Sonhos perfazem oceanos,
despertam a curiosidade
através de seus enigmas,
realizando as descobertas
que nos escravizam
ou nos libertam
dos sonhos que possamos sonhar!!!
AUTOR – JOÃO BATISTA BARBOSA
Acredito na arte e no seu invariável poder de transformação. Não existem limites para a arte quando bem instruída na técnica pois o principio próprio da criatividade é a liberdade. A arte pode ser expressiva, inclusão, perdão e entendimento do que nos movimenta em profundidade e verdade a alma, o espirito e o pensamento. Ela é a linguagem mais prospera universal de sentimento de como gostaríamos de mudar a tosca realidade para um mundo mais leve, sem pertencimentos infantis, a vida a ser vivida, sem grandes objetivos, um lugar comum só mais artístico e colorido.
Não normalize palavras que ferem,nem ameaças disfarçadas de amor.Quem ama respeita limites,não transforma carinho em dor.
Helaine machado
As vezes vc sabe que vai bater e acelera, pois a sensação de alívio na liberdade supera os limites do medo.
Limites são reais?
Até onde alguém consegue ser feliz? E quão profundo pode chegar o poço da tristeza? Qual medida usamos para determinar o tamanho de uma alegria ou a profundidade de um sofrimento?
Talvez os limites sejam menos reais do que fomos ensinados a acreditar.
Criamos medidas para quase tudo: tempo, distância, peso, velocidade. Mas, quando tentamos medir aquilo que acontece dentro de nós, a régua parece perder o sentido. Não existe uma unidade universal capaz de determinar quanto alguém deve amar, quanto pode desejar, quanto deve sentir prazer ou até onde pode mergulhar em sua própria tristeza.
Sentimentos não foram feitos para serem medidos. Foram feitos para serem vividos.
A experiência humana não precisa pedir autorização para existir. A alegria não precisa ser moderada para ser legítima, assim como a dor não precisa ser pequena para ser verdadeira. Há profundidades da existência que somente podem ser conhecidas quando nos permitimos mergulhar nelas.
O prazer também pertence à natureza humana. É corporal, material e espiritual. Não é, por si só, algo que precise ser condenado ou diminuído simplesmente porque alguém, de fora, decidiu que existe uma quantidade aceitável de prazer para um ser humano experimentar.
Entregar o corpo a si mesmo é permitir que ele conheça suas próprias possibilidades. É deixar de enxergar a existência exclusivamente através da ótica daqueles que estabelecem regras para experiências que não vivem. É reconhecer que o corpo possui sua própria linguagem, seus desejos, suas descobertas e seus limites — limites que, muitas vezes, só podem ser conhecidos pela própria experiência.
Isso não significa negar as consequências dos nossos atos. Significa compreender que viver não é transformar a existência em uma prisão de medidas, culpas e proibições.
Talvez uma das maiores violências contra a vida seja ensinar alguém a ter medo da própria experiência.
Vivemos uma única existência que conhecemos diretamente. E talvez um dos sentidos dessa existência seja justamente experimentar: sentir profundamente, desejar, descobrir, cair, levantar, amar, sofrer, rir, chorar, tocar, contemplar, entregar-se e conhecer a si mesmo através daquilo que se vive.
Não somos máquinas programadas para sentir na medida determinada por outros.
Somos experiência.
E talvez viver seja exatamente isso:
entregar-se à existência sem transformar a própria vida em uma tentativa permanente de fugir dela.
P. H. Amancio
“Depois da faculdade, o medo tentará cercá-lo de regras e limites. Busque, porém, a sabedoria para distinguir aquelas que merecem ser seguidas das que precisam ser desobedecidas.”
Quem impõe limites aos seus pensamentos não tem inteligência para exercer a criatividade para resolver problemas.
A Paciência e Seus Limites
Dá a entender que me ama,
mas não se declara.
Fica mastigando grama,
rodando no dedo sua penca de chaves,
como qualquer bobo.
Não me engana a desculpa amarela:
‘Quero discutir minha lírica com você.’
Que enfado! Desembucha, homem,
tenho outro pretendente
e mais vale para mim vê-lo cuspir no rio
que esse seu verso doente.
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