Textinhos sobre Limites da Vida
A vida passa muito depressa. Se não paramos para curti-la de vez em quando, ela passa e você nem vê!
Sou especial! Hoje e todos os dias, não por ser mulher, e sim por trazer comigo a beleza da vida, a esperança de um dia melhor, a vontade de acertar, respeito ao meu próximo, a alegria de uma criança, o amor de Deus e o despertar sempre bem-humorado para um novo dia! Amo a vida!
"Bom é não saber o quanto a vida dura, ou se estarei aqui na primavera futura. Posso brincar de eternidade agora, sem culpa nenhuma."
Jesus, meu único salvador, aquele que deu a vida por nós, o senhor dos exercitos, lhe agradeço meu senhor pela sua bondade.
Escrevo a miséria e a vida infausta dos favelados. Eu era revoltada, não acreditava em ninguém. Odiava os políticos e os patrões, porque o meu sonho era escrever e o pobre não pode ter ideal nobre. Eu sabia que ia angariar inimigos, porque ninguém está habituado a esse tipo de literatura. Seja o que Deus quiser. Eu escrevi a realidade.
A vida às vezes nos traz muitas lições, ficamos tristes, arrasados, decepcionados, caídos, o chão deixa de ser a base e passa a ser o limite, mas viver é isso, aceitar a derrota não como um fracasso, mas como um passo para caminhar até o sucesso.
A tendência na vida é sempre desmoronar quando tudo estiver bem. Ou você ergue a cabeça e supera seus problemas e faz disso uma lição de vida ou continua sofrendo, cabe a você decidir. Sofrer é inevitável, continuar sofrendo é opcional.
Aos olhos de Deus,
somos todos pedras preciosas.
E se a vida nos lapida,
a outra parte cabe a nós
de arredondar, colocar formas,
dar brilho e fazer diferença no mundo.
A vida presenteia a todos nós com momentos especiais, únicos! Alguns não percebem quando eles chegam e simplesmente os ignoram, perdendo a alquimia existencial. Outros os vivem profundamente, sabendo o quanto eles deixarão saudades... Todos têm momentos mágicos que podem ser vividos em janeiro, junho, julho ou em um doce novembro. Independente de datas eles surgirão e se estivermos despertos os guardaremos, feito tesouros, para todo o sempre! Essa é a grande diferença entre quem vê a vida em preto e branco e quem a vê colorida, com poesia, perfume e música...
O cálice da vida estava envenenado para sempre e, o coração feliz e alegre, nada via em torno de mim senão uma treva densa e terrível, que nenhuma luz penetrava...
"Declare guerra a quem finge te amar, declare guerra
A vida anda ruim na aldeia, chega de passar
A mão na cabeça de quem te sacaneia..."
Para que minha vida me bastasse, precisava dar seu lugar à literatura. Em minha adolescência e minha primeira juventude, minha vocação fora sincera mas vazia; limitava-me a declarar: "Quero ser uma escritora". Tratava-se agora de encontrar o que desejava escrever e ver em que medida o poderia fazer: tratava-se de escrever. Isso me tomou tempo. Eu jurara a mim mesma, outrora, terminar com vinte e dois anos a grande obra em que diria tudo; e tinha já trinta anos quando iniciei o meu primeiro romance publicado, A convidada. Na minha família e entre minhas amigas de infância, murmurava-se que eu não daria nada. Meu pai agastava-se: "Se tem alguma coisa dentro de si, que o ponha para fora". Eu não me impacientava. Tirar do nada e de si mesma um primeiro livro que, custe o que custar, fique em pé, era empresa, bem o sabia, exigente de numerosíssimas experiências, erros, trabalho e tempo, a não ser em virtude de um conjunto excepcional de circunstâncias favoráveis. Escrever é um ofício, dizia-me, que se aprende escrevendo. Assim mesmo dez anos é muito e durante esse período rabisquei muito papel. Não creio que minha inexperiência baste para explicar um malogro tão perseverante. Não era muito mais esperta quando iniciei A convidada. Cumpre admitir que encontrei então "um assunto" quando antes nada tinha a dizer? Mas há sempre o mundo em derredor; que significa esse nada? Em que circunstâncias, por que, como as coisas se revelam como devendo ser ditas?
A literatura aparece quando alguma coisa na vida se desregra; para escrever - bem o mostrou Blanchot no paradoxo de Aytré - a primeira condição está em que a realidade deixe de ser natural; somente então a gente é capaz de vê-la e de mostrá-la.
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